17 de dezembro de 2011

Pensamentos de Cesária Évora


Pensamentos de Cesária Évora

Eu quero que vocês digam aos meus fãs: Peço desculpa, mas agora eu preciso de descansar. Lamento profundamente ter de me ausentar devido à doença, eu queria ainda dar prazer aqueles que me seguiram por tanto tempo.
Entrevista ao jornal Le Monde Setembro, 2011

Tenho os pés cheios de calos! Doem-me! Como é que eu vou dançar?! Só se for com as mãos...
Entrevista jornal Ionline, 2010

(…) pagavam-me 25 escudos por cada música gravada (na Rádio Barlavento).
Entrevista jornal A Semana, 2009

Não sou nenhuma rainha da música de Cabo Verde. Sou uma das cantoras de Cabo Verde. Mais nada.
Entrevista jornal Ionline, 2010

Da primeira vez não fui. Ela queria que eu fosse apenas com o meu pianista. Da segunda fui porque pude levar comigo todos os meus músicos. (sobre a actuação no aniversário da Madonna).
Entrevista Mundo Lusíada, 2008

Na verdade, somos mesmo uma família. Damo-nos todos bem, é como se fossemos mãe e filho, irmão com irmão.(sobre a sua banda).
Entrevista jornal Ionline, 2010

... Não existe ninguém no mundo, não existe ninguém igual à minha mãe...
Entrevista jornal Ionline, 2010

Ele tocava violão, então eu podia cantar junto. Foi isso. Não era bem meu namorado. Só as meninas muito quietinhas e virgens namoram.(Cesária começou a cantar aos 16 anos, por causa de um rapaz com quem saía na época.)
Entrevista Marie Claire, 2000

Tenho os pés cheios de calos! Doem-me! Como é que eu vou dançar?! Só se for com as mãos.
Entrevista jornal Ionline, 2010

(…) não gosto que me obriguem a fazer coisas que não quero.
Entrevista jornal A Semana, 2009

Graças ao Djô da Silva, em 1987, fiz a primeira actuação em França, despertei a atenção da comunicação social e aqui estou hoje com o meu «Grammy» e os meus discos de ouro.
Entrevista jornal A Semana, 2009

Eu canto por prazer, não acredito nem em sonhos nem em destino (…).
Entrevista Mundo Lusíada, 2008

Nunca me deram apoio. Quem me levou para fora de Cabo Verde foi o Djô Silva. É a ele que devo fineza. Mais ninguém.
Entrevista jornal Ionline, 2010

A música está no meu sangue, foi a herança do meu pai.
Entrevista Mundo Lusíada, 2008

A primeira vez em que cantei, a troco de alguma coisa, foi por um jantar na Congelo (…).
Entrevista Mundo Lusíada, 2008

Vou cantar ainda mais algum tempo, não sei até que idade. Mas sei que não vou cantar para sempre… Um dia, tenho que parar.
Entrevista Lusa, 2009

Não me arrependo de nada e não penso muito no que vai acontecer. Deixo acontecer, espontaneamente.
Entrevista jornal Ionline, 2010

Eu gostaria de ter nascido no Brasil (…) Talvez aqui eu tivesse sido descoberta mais cedo.
Entrevista Marie Claire, 2000

Compro qualquer coisa em ouro, primeiro, por gostar. Ou primeiro é por ter dinheiro para comprar, depois é por gostar.
Entrevista de Anabela Mota Ribeiro,publicada no suplemento DNa do Diário de Notícias (1998)

Saí do orfanato, dei mulher, aos 17, 18 tive filhos, etc, etc, a minha vida foi assim. Não tive paciência para estudar.
Entrevista de Anabela Mota Ribeiro, publicada no suplemento DNa do Diário de Notícias (1998)

Não há ilha mais saborosa que S. Vicente.
Entrevista de Anabela Mota Ribeiro, publicada no suplemento DNa do Diário de Notícias (1998)

Chorar por um homem? Não, tenho um espírito muito forte (…). Quando um homem me deixa vou logo à procura de outro, não há tempo a perder!
Entrevista de Anabela Mota Ribeiro, publicada no suplemento DNa do Diário de Notícias (1998)

Sapo CV, 17 de Dezembro de 2011