17 de junho de 2013

O 10 de Junho (por Baptista-Bastos)


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A magistratura presidencial destina-se a manter a coesão nacional bláblábláblábláblábláblá

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Não governo nem sou corresponsável pela política do Governo bláblábláblábláblábláblá

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A agricultura nunca esteve tão bem como nos últimos anos bláblábláblábláblábláblá

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Chego sempre à mesma conclusão: se tivermos uma crise política, os portugueses ficariam muito pior bláblábláblábláblábláblá

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Estou acima das lutas político-partidárias bláblábláblábláblábláblá

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No meu horizonte não está a demissão do actual Governo, pelo menos durante a vigência do programa de assistência financeira bláblábláblábláblábláblá

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O relançamento da economia será possível com a expansão do investimento privado e o financiamento às empresas bláblábláblábláblábláblá

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A demissão do Governo não deve ser feita de ânimo leve. Só em ocasiões muito especiais. Nem mesmo numa situação em que o Presidente perde a confiança no Governo bláblábláblábláblábláblá

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Não comento as declarações do senhor Presidente da República; isso compete aos comentadores blablábláblábláblábláblá

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Não percebo muito bem o discurso do senhor Presidente. Nem uma só vez se referiu ao desemprego em Portugal bláblábláblábláblábláblá

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Aquilo que preocupa os portugueses. Que é a crise, os problemas que os afectam, desemprego, recessão, não tiveram eco, de facto, neste discurso bláblábláblábláblábláblá

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O senhor Presidente da República teve um discurso muito responsável, muito galvanizador. Foi um Presidente da República da esperança bláblábláblábláblábláblá

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O Presidente da República saberá, com certeza, os temas que escolhe. Aquilo que nos parece é que faz sentido falar da agricultura, que é um tema muito importante bláblábláblábláblábláblá

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Gatunos! Gatunos! Gatunos! Demissão! Demissão! Gosto muito de paradas militares. Por isso cá estou. Mas que estão a fazer aqui estes gajos do Governo, que só têm dado cabo do país? (...) Nobre povo, nação valente (...) Às armas! Às armas!

Diário de Notícias, 12 de Junho de 2013