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13 de novembro de 2011

Porto fluvial de Nsanje: Nem água vai, nem água vem


Porto fluvial de Nsanje: Nem água vai, nem água vem

Moçambique e o Malawi estavam por estas alturas do ano passado mergulhados numa crise diplomática devido à tentativa deste último país de navegar os rios Zambeze e Chire, em direcção ao porto fluvial de Nsanje, sem a devida autorização das autoridades moçambicanas.

Este incidente criou alguma tensão no relacionamento entre os dois países e como forma de refrear os ânimos, o governo moçambicano acabou decidindo que o assunto deveria ser devolvido ao fórum de onde nunca devia ter saído, numa alusão, a Comissão Interministerial Conjunta, constituída por Moçambique, Malawi e Zâmbia.

A aventura malawiana custou a detenção temporária do seu antigo adido militar em Maputo, James Kalipinde e a intercepção de dois barcos que tinham como destino o porto fluvial de Nsanje.

Numa intervenção apresentada à Assembleia da República, a pedido de uma das bancadas parlamentares, o chefe da diplomacia moçambicana, Oldemiro Baloi afirmou resumidamente que o Malawi violou os procedimentos acordados no Memorando de Entendimento sobre a navegabilidade dos rios Zambeze e Chire.

Conforme foi referido na altura, o Malawi pretendia forçar Moçambique a aceitar a navegabilidade dos rios Zambeze e Chire sem um estudo de viabilidade económica e ambiental.

A beleza da mulher (Paulo Coelho)

Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso, não nos proporciona nenhuma emoção.

Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra... está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas.

As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas.... Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los.

Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras.

10 de novembro de 2011

1º Festival Kampfumo em Maputo nos 2 e 3 de Dezembro de 2011


1º Festival Kampfumo

Recinto ao lado dos CFM - 2 de Dezembro 17h30 - 3 de Dezembro 14h30

Um grande festival no centro da cidade de Maputo num recinto ao lado da Estação dos Caminhos de Ferro.
Dois dias de música e festa com 11 bandas provenientes de Moçambique, África do Sul e Portugal.

Bilhetes à venda a partir de 14 de Novembro

Bilhete Normal - 1 dia: 1.000MT -2 dias: 1.500MT

Bilhete VIP - 1 dia: 2.000MT - 2 dias: 3.000 MT

30 de setembro de 2011

Portugueses em Moçambique e Angola pode gerar "nova fratura" entre povos


"Grande desconhecimento" de emigrantes portugueses em Moçambique e Angola pode gerar "nova fratura" entre povos - investigadora Paula Meneses

Coimbra, 30 set (Lusa) - A antropóloga moçambicana Paula Meneses manifestou-se hoje preocupada com o "grande desconhecimento" que os portugueses que estão a emigrar para Moçambique e Angola revelam desses países, podendo estar a criar-se uma "nova fratura" entre povos.

"A realidade destes países mudou muito (desde a independência) e esta tentativa de aproximação a Moçambique e a Angola com um grande desconhecimento preocupa-me", disse a investigadora do Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, que hoje interveio no "Encontro sobre Inclusão Social e Cidadania", organizado pela Casa de Moçambique em Coimbra.

Na sua opinião, "o risco que se pode correr é de uma nova fratura, de pessoas que pessoas que vão com grande expetativas dizerem que são mal recebidas, porque não há conhecimento do que mudou do lado de lá".

Moçambique: Investir é a palavra de ordem


Investir é a palavra de ordem

Investir é o verbo mais utilizado entre Moçambique e Portugal nos últimos anos. A política abriu os corredores aos empresários e, hoje, Portugal está nos negócios de peso no país:

Banca, construção civil, hotelaria e turismo e energias renováveis. É sobre estes sectores que, próxima quinta-feira, empresários dos dois lados vão sentar-se, em Maputo, para discutir.

Portugal é, a olhos vistos, um dos principais investidores em Moçambique. Ao olhar-se para a revista da KPMG sobre as 100 maiores empresas do país, nota-se com facilidade o forte peso de Portugal nos negócios em Moçambique.

29 de setembro de 2011

Frase do dia (Jorge Coelho)



"Se os portugueses vão para Angola só para ganhar no imediato, então levem também o caixão, porque até o caixão é muito mais barato em Portugal".

 
Jorge Coelho, Grupo CEO da Mota-Engil

Revista Sábado, 29 de Setembro de 2011

27 de setembro de 2011

A mãe dos poetas moçambicanos (Nelson Saúte)


A mãe dos poetas moçambicanos

A segunda edição de “Sangue Negro”, livro de Noémia de Sousa, foi lançada esta semana.

Do seu posfácio fomos buscar dois textos, um de Nelson Saúte, que tem como título “A mãe dos poetas moçambicanos”, e outro de Francisco Noa, que nos ajudam a perceber a alma que existe nos textos desta poetisa.

Eu tinha 15 anos e o poema dizia: “Somos fugitivas de todos os bairros de zinco e caniço./Fugitivas das Munhuanas e dos Xipamanines,/viemos do outro lado da cidade/com nossos olhos espantados,/nossas almas trancadas,/nossos corpos submissos escancarados./De mãos ávidas e vazias,/de ancas bamboleantes lâmpadas vermelhas se acendendo,/de corações amarrados de repulsa,/descemos atraídas pelas luzes da cidade,/acenando convites aliciantes/como sinais luminosos na noite”. Passados estes anos não sei proclamar o meu espanto. Mas lembro que sobre a retina daquele rapaz que eu era, na incauta leitura de uma antologia de Orlando Mendes (Sobre Literatura Moçambicana), ficou a reverberar um nome estranho.

Quem seria essa mulher que se escondia no nome de poeta Noémia de Sousa? - interrogou-se o menino que fui. Naquele então a literatura que conhecia era sobretudo o pecúlio trazido no ombro dos guerrilheiros. Era essa a poesia que sobrava das artes de declamação experimentada nos pátios das escolas, onde fomos continuadores da revolução e exaltadores de todas as utopias - tudo o que agora está inscrito no refluxo dos nossos sonhos.

22 de setembro de 2011

Noémia de Sousa: o legado do amanhã


Noémia de Sousa: o legado do amanhã

A nata literária moçambicana assistiu ontem, em Maputo, ao lançamento da reedição do livro “Sangue Negro” da conceituada escritora Noémia de Sousa.

A obra é uma reedição, que desta vez surge a público sob a chancela da editora Marimbique – Conteúdos e Publicações, tendo sido acrescentado mais três poemas, intitulados “Quero conhecer-te África”, “19 de Outubro” e “A mulher que ri à vida e à morte”.

Conta também com dois textos sobre a obra da escritora, redigidos pelos especialistas moçambicanos de literatura Francisco Noa e Fátima Mendonça.

O lançamento teve lugar no espaço Kulungwana, na Estação dos Caminhos-de- Ferro de Moçambique (CFM), na capital, e é publicado sob a chancela da editora Marimbique.

16 de setembro de 2011

Jorge Carlos Fonseca é o novo PR de Cabo Verde


Jorge Carlos Fonseca é o novo PR de Cabo Verde

Jorge Carlos Fonseca é o quarto Presidente da República de Cabo Verde. Fonseca venceu à segunda volta nas presidenciais e sucede Pedro Pires na Presidência da República. JCF é casado e pai de 3 filhas.

15 de setembro de 2011

Moçambique vai testar vacina contra o vírus causador do HIV


Num trabalho conjunto desenvolvido pelo Instituto Nacional de Saúde e o Hospital Central de Maputo.

O ministro da Saúde , Alexandre Manguele, esclarece que não se trata de cura do Sida, mas um estudo que pode reforçar a capacidade de defesa do organismo humano em contrair o vírus causador do Sida. Aliás, ainda não há nenhuma vacina eficaz para a prevenção desta doença.

Moçambique vai testar, ainda este mês, uma vacina contra o vírus causador do Sida, numa altura em que as taxas de infecção por esta doença, no país, rondam os 11.5 por cento, de acordo com os últimos dados disponibilizados pelo Inquérito sobre Sida, denominado Insida.

O ministro da Saúde, Alexandre Manguele, diz que o primeiro teste clínico sobre a vacina terá uma duração de um ano e meio. O estudo será realizado pelo Instituto Nacional da Saúde e o Hospital Central de Maputo e os investigadores destas duas instituições é que vão liderar o processo.

Contudo, Manguele deixou claro que ainda não há cura contra o Sida, ou seja, “a vacina a ser testada em Moçambique não significa cura da doença, mas pode reforçar a capacidade de defesa do organismo em contrair o vírus causador do Sida”.

14 de setembro de 2011

“Angolanos olham para o Brasil, mas brasileiros não para Angola”

“Angolanos olham para o Brasil, mas brasileiros não para Angola”


Quem o diz é Pepetela

Enquanto os angolanos vêem o Brasil como um “irmão mais velho”, os brasileiros pouco sabem sobre o país africano com quem partilham raízes lusófonas, diz o escritor de Angola Artur Carlos Maurício Pestana dos Santos, de 69 anos, conhecido por Pepetela.

Em entrevista conduzida por Júlia Dias Carneiro, à BBC Brasil, o escritor angolano disse que, embora as relações económicas e políticas entre Brasil e Angola venham crescendo, as relações culturais entre os dois países ainda deixam a desejar, e são predominantemente de mão única. Vencedor em 1997 do Prémio Camões, o maior reconhecimento literário da língua portuguesa, Pepetela tem a história angolana como pano de fundo para as suas ficções, abordando temas como o colonialismo, a luta pela independência e a guerra civil angolana. O escritor esteve no Rio de Janeiro para lançar o livro “O Planalto e a Estepe” (Editora LeYa) na Bienal do Livro.
Como vê as relações entre Brasil e Angola?

As relações estão mais desenvolvidas do ponto de vista político e económico, e também no trânsito de pessoas de um lado para o outro. Nesse aspecto, deveria haver uma maior fluidez. Nem é por mal, mas por uma questão da burocracia angolana, demora-se muito tempo para conceder vistos. Ultimamente, o Brasil também está retaliando. Agora, um angolano tem de pedir o visto brasileiro com um mês de antecedência. É retaliação, também não resolve. Prejudica até empresas brasileiras, cujos trabalhadores têm dificuldade em ir trabalhar lá. Prejudica Angola, portanto, porque a empresa não está a trabalhar como deveria. Mas penso que na parte cultural é onde há menos relacionamento, e deveria ser mais intenso. É verdade que alguns escritores (angolanos) vêm ao Brasil, e escritores brasileiros vão a Angola, ainda que raramente. Às vezes vai um músico, sai um livro, aparecem algumas coisas. Mas é muito pouco, tinha que ser muito mais.

8 de setembro de 2011

Ungulani Ba Ka Khosa: Não será difícil que Camões seja substituído por Shakespeare


Ungulani Ba Ka Khosa: Não será difícil que Camões seja substituído por Shakespeare

Enquanto as universidades e editoras portuguesas e brasileiras, praticamente, só estudam e publicam autores africanos lusodescendentes - com as excepções de praxe, na área editorial, como a Editorial Caminho, de Lisboa, que tem tradição na área -, pouco se lê sobre romancistas, contistas e poetas africanos autóctones ou mestiços que utilizam a Língua Portuguesa como meio de expressão. E, no entanto, em poucos anos, se a Língua Portuguesa - a língua do invasor e do colonizador - quiser sobreviver no continente africano - e com ela todo o legado lusófono -, será mesmo dos autores autóctones que dependerá.

Este incompreensível silêncio - que replete, pelo lado português, segundo o professor Patrick Chabal, do King´s College de Londres, certa saudade colonialista ainda não superada e, pelo lado brasileiro, descomunal desconhecimento em relação a assuntos africanos - é o que explica que um livro como Emerging Perspectives on Ungulani Ba Ka Khosa: prophet, trickster, and provacateur, preparado pelo professor Niyi Afolabi, ainda não tenha sido editado no Brasil nem em Portugal. E que, para lê-lo, tenhamos de recorrer à edição da Africa Press World Pres, Inc., com sede em Trenton, New Jersey, EUA, e em Asmara, na Eritreia, país do Nordeste da África, antiga colónia italiana, às margens do Mar Vermelho, que se separou da Etiópia em 1991.

16 de julho de 2011

Portugal: Prémio de Literatura Africana IMVF 2011


Prémio de Literatura Africana IMVF 2011

O Instituto Marquês Valle Flôr encontra-se neste momento a promover o Prémio de Literatura Africana IMVF 2011, tendo como principal objectivo incentivar a produção de obras literárias nos domínios de romance, novela ou conto, junto dos escritores provenientes de países africanos de língua oficial portuguesa.

Os interessados devem entregar ou enviar as suas obras com um mínimo de 150 páginas, devidamente identificadas pelo autor, para a morada do IMVF:

Rua de São Nicolau, 105
1100-548 Lisboa

Ao vencedor do Prémio de Literatura Africana 2011 será entregue um prémio no valor 10.000€ (dez mil euros), sendo que o IMVF promoverá a primeira edição de 500 exemplares da obra premiada.

Para mais informações ou questões: premioliteratura@imvf.org

Phone: +351 213 538 280
Mobile: +351 964 034 698

29 de outubro de 2009

Jovem cabo-verdiano concorre a Mayor nos EUA

Hipólito Fontes um candidato para a mudança JOVEM CABO-VERDIANO CONCORRE A MAYOR NOS EUA Rhode Island, 29 Outubro – É mais um cabo-verdiano a desafiar eleições na diáspora. Depois da histórica sentença final pronunciada por um Juiz Federal nos USA sobre a candidatura ao posto de Mayor ou Presidente da Câmara da cidade de Central Falls em Rhode Island USA, Hipólito Fontes Jr. já tem o caminho aberto para fazer concorrência ao actual Mayor e candidato Charles D. Moreau que está procurando o quarto termo. As eleições realizam-se já no dia 3 de Novembro próximo. Hipólito Fontes Jr., filho de Hipólito Fontes e Elisa Fontes, emigraram de Cabo Verde para os USA nos anos 70 e logo se estabeleceram em Rhode Island, mais propriamente na cidade de Cantral Falls, onde viveram e trabalharam. O agora candidato Hipólito Fontes Jr. disse que se for eleito vai ser um Mayor que poderá mudar para melhor a cidade de Central Falls que tem estado abaixo, comparado com as outras cidades circunvizinhas do Estado de Rhode Island. Na sua campanha, Fontes promete diminuir o desemprego, combater melhor a criminalidade, cuidar melhor do saneamento da cidade e apostar mais na educação e, consequentemente, elevar o nível de vida da sua comunidade. Hipólito Fontes Jr. tem 26 anos de idade, é casado, pai de dois filhos, reside, praticamente, desde a nascença na cidade de Central Falls e tem participado arduamente nesta campanha que promete ser muito produtiva para a comunidade desta cidade. Este promissor Candidato diz que tem gasto muito do seu tempo contactando, porta a porta, a comunidade, explicando o seu programa e auscultando problemas que afecta a comunidade. Perguntado como dialogar com esta diversificada comunidade, Hipólito Fontes Jr. diz que sabe bem como comunicar com a população porque para além do inglês, ele fala português, crioulo de Cabo Verde, espanhol e um pouco de francês e apela para toda a comunidade americana, lusófona e francófona a confiarem e votarem nele. A comunidade cabo-verdiana está a movimentar-se no sentido de apoiar este candidato democrático, jovem promissor, que promete trazer mudanças benéficas para toda comunidade. JF - "Quinquim" Liberal, 29 de Outubro de 2009

20 de julho de 2009

Cabo Verde: Medalha de Ouro

Medalha de Ouro Jogos da Lusofonia: A selecção cabo-verdiana de futebol de sub-21 conquistou, no Estádio Nacional de Portugal, no vale de Jamor, a Medalha de Ouro, ao bater o combinado nacional de Moçambique por duas bolas a zero. Foto@ Alexandre da Conceição

Angola: Medalha de Ouro

Medalha de Ouro Jogos da Lusofonia: A selecção angolana de basquetebol conquistou a Medalha de Ouro ao vencer a selecção de Cabo-Verde. Foto@ infordeporto.sapo.pt