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3 de abril de 2013

Governo recruta dois especialistas de topo: Um com 21 e outro com 22 anos...

Governo recruta dois especialistas de topo para renegociar Memorando da Troika. Um com 21 e outro com 22 anos...

Podem ter o canudo... acabaram de sair da universidade...

Então onde está o Curriculum Vitae deles, a experiência, a formação profissional complementar, o desempenho, a responsabilidade, etc., que só se vai adquirindo ao longo dos anos???!!!
Especialistas em quê???!!!...

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10 de março de 2013

A trapeira do Job (José António Barreiros, advogado)

Isto que eu vou dizer vai parecer ridículo a muita gente.

Mas houve um tempo em que as pessoas se lembravam, ainda, da época da infância, da primeira caneta de tinta-permanente, da primeira bicicleta, da idade adulta, das vezes em que se comia fora, do primeiro frigorífico e do primeiro televisor, do primeiro rádio, de quando tinham ido ao estrangeiro.

Houve um tempo em que, nos lares, se aproveitava para a refeição seguinte o sobejante da refeição anterior, em que, com ovos mexidos e a carne ou peixe restante, se fazia "roupa velha". Tempos em que as camisas iam a mudar o colarinho e os punhos do avesso, assim como os casacos, e se tingia a roupa usada, tempos em que se punham meias-solas com protectores. Tempos em que ao mudar-se de sala se apagava a luz, tempos em que se guardava o "fatinho de ver a Deus e à sua Joana".

E não era só no Portugal da mesquinhez salazarista. Na Inglaterra dos Lordes, na França dos Luíses, a regra era esta. Em 1945 passava-se fome na Europa, a guerra matara milhões e arrasara tudo quanto a selvajaria humana pode arrasar.

Houve tempos em que se produzia o que se comia e se exportava. Em que o País tinha uma frota de marinha mercante, fábricas, vinhas, searas.

5 de março de 2013

Também tive uma iPedra!


Não gastava energia nenhuma, nem sequer solar!

Não precisava de "pen" para escrever, até prego enferrujado servia!

Mesmo partida, qualquer um dos pedaços funcionava lindamente!

Quando me arrependia do que escrevia, bastava cuspir no "screen" e passar a mão para fazer um "reset" total!

E o melhor de tudo:
 
A inteligência era tranferida do meu cérebro para o "device", não o contrário!
 
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"Sermão do Bom Ladrão" (Padre António Vieira)



"Não são ladrões apenas os que cortam as bolsas.

Os ladrões que mais merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e as legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais, pela manha ou pela força, roubam e despojam os povos.

Os outros ladrões roubam um homem, estes roubam cidades e reinos; os outros furtam correndo risco, estes furtam sem temor nem perigo.

Os outros, se furtam, são enforcados; mas estes furtam e enforcam."

Padre António Vieira

17 de fevereiro de 2013

Almeida Henriques futuro Presidente da Câmara Municipal de Viseu



O perfil de ALMEIDA HENRIQUES, SECRETÁRIO DE ESTADO DA ECONOMIA. Futuro Presidente da Câmara de Viseu.

Do seu curriculum, disponível na NET, exerceu funções apenas de fachada ou sem remuneração. Curiosamente aquela onde exerceu a sua actividade durante mais tempo e que levou à falência, da GABIFORMA. A GABITRÓNICA, de nada se sabe.

Este Sr., é advogado, suspenso na Ordem, não exerceu a actividade... por falta de clientes.

Foi Deputado à A.R. Nessa qualidade usou duas viaturas compradas em nome da GABIFORMA: Peugeot - topo de gama e, AUDI A6. Era a Gabiforma que pagava as amortizações do leasing, a manutenção e o combustível, do mesmo modo que o faziam os seus sócios com os seus Mercedes classe E. Por essa razão e, outras, levaram as empresas à falência.

Sobre a viajem ao BRASIL.

O Cavalheiro gosta de atirar poeira nos olhos dos distraídos. Todos sabemos que a factura dos Hotéis é emitida em nome do hóspede, independentemente de quem a paga, que pode ser uma empresa ou outra pessoa. Só quem não viaja, é que não sabe!

Então eu não vi que ele e mais dois sócios foram à Alemanha, há mais de uma dezena de anos, e fiseram o seguinte:

- A Gabiforma pagou a viagem e a estadia dos três.

- Posteriormente, cada um debitou cerca de 8 000 kms de carro (24 000 kms), assim como as ajudas de custo. Depois, apresentaram as contas das refeições e dos hotéis. É o que se chama 3 em 1!!!!

Não lhe reconheço nem conheço rendimentos para poder gastar em tal viagem.

Enquanto Deputado na A. R., foi ali posto pelo JOAQUIM ALBERTO VIEIRA COIMBRA, o homem da LABESFAL, do PSD, do BPN, que na Comissão de Inquérito da A.R. falava no "B.I. com sendo Bilhete de Identidade e não Banco Insular. Este Coimbra, é "tu cá, tu lá" com o Oliveira e Costa, Arnault, Dias Loureiro e era um dos maiores "accionistas" da SLN / BPN, e que há dias apareceu como devendo ao Banco cerca de 12 milhões de euros.

Este Almeidinha, fez parte de Comissões na A.R. para defender os interesses do Joaquim Coimbra e dos seus ex- Laboratórios Labesfal.

O ALMEIDEINHA vais ser o futuro PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE VISEU, a menos que lhe descubram as carecas.

VAMOS A DIVULGAR!

Provérbios Populares Portugueses: a nova sabedoria popular



- Em Janeiro sobe ao outeiro; se vires verdejar, põe-te a cantar, se vires o Passos, põe-te a chorar.

- Quem vai ao mar avia-se em terra; quem vota Passos, mais cedo se enterra.

- Passos a rir em Janeiro, é sinal de pouco dinheiro.

- Quem anda à chuva molha-se; quem vota em Passos lixa-se.

- Ladrão que rouba a ladrão tem cem anos de perdão; parvo que vota em Passos, tem cem anos de aflição.

- Gaivotas em terra, temporal no mar; Passos em São Bento, o povinho a penar. - Há mar e mar, há ir e voltar; só vota em Passos quem se quer afogar.

- Março, marçagão, manhã de Inverno tarde de Verão; Passos soarão, manhã de Inverno, tarde de inferno.

- Casa roubada, trancas na porta; Passos eleito, ervas na horta.

- Peixe não puxa carroça; votar em Passos, asneira grossa.

- Amigo disfarçado, inimigo dobrado; Passos empossado, povinho lixado.

- A ocasião faz o ladrão, e de Passos um aldrabão. - Não há regra sem exceção, nem Passos sem confusão.

- A fome é o melhor cozinheiro, Passos o melhor coveiro.

- Olhos que não vêem, coração que não sente, mas aturar o Passos, não se faz à gente.

- Boda molhada, boda abençoada; Passos eleito, pesadelo perfeito.

- Com Passos e bolos se enganam os tolos.

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30 de janeiro de 2013

13 de janeiro de 2013

Restaurante Adega Regional "O Monhé" (Santa Maria da Feira)

Inhambane, A Terra da Boa Gente (Ano de 1965)


Em 10 de Janeiro de 1498 Vasco da Gama aportou à Baía de Inhambane, que ficou para sempre assinalada como a TERRA DA BOA GENTE.

Em 1552 também aportaram a estas águas os sobreviventes do trágico naufrágio de Sepúlveda que iam a caminho de Sofala.

A povoação existente foi elevada a vila por carta régia de 9 de Maio de 1761 e a cidade por Portaria de 12 de Agosto de 1956.

A sua configuração é única no Sul da Província, porque a par de vetustos edifícios solarengos e de estreitas artérias, encontram-se construções modernas e largas avenidas arborizadas. Entre as construções mais importantes contam-se a residência do Governador do Distrito, a Direcção de Administração Civil, as Obras Públicas e os Paços do Concelho.

A cidade, sede de uma diocese, ocupa uma área de 200 hectares; as ruas têm uma extensão total que se aproxima dos 20 000 metros, mais de metade dos quais totalmente asfaltados. A população do Concelho de Inhambane era, pelo censo oficial de 1960, de 68 000 almas.

Na campanha contra o Gungunhana, Inhambane serviu de base à coluna do coronel Galhardo – campanha que resultou na pacificação do interior do Distrito. Também da cidade saiu Mouzinho com a sua cavalaria, a caminho da vitória e da glória em Coolela.

O porto cujas características e movimento, regista um movimento anual interessante de tonelagem de mercadorias movimentadas e de passageiros.

Inhambane possui longas tradições de assinalado portuguesismo; a sua história está estreitamente ligada à história da Província; os seus habitantes são trabalhadores e hospitaleiros. Porém, factores vários têm retardado o seu progresso em relação a outras cidades da Província. Fazemos votos para que nestes tempos mais próximos esse atraso seja recuperado e a simpática cidade ocupe o lugar que merece na comunidade moçambicana.

Fonte: Arquivo Pessoal

Distrito de Inhambane (Ano de 1965)

Este distrito compreende os Concelhos de Inhambane e Maxixe e as Circunscrições de Govuro, Homoíne, Inharrime, Massinga, Morrumbene, Panda, Vilanculos e Zavala, abrangendo uma área total aproximada de 68 470 quilómetros.

A população do distrito era, pelo censo de 1960, de 584 538 indivíduos.O grupo étnico dominante é o Tonga, mas com características próprias encontram-se também os Batchanganas, Batchopes, Bitongas e Bachengues.

Os números mais representativos da agricultura do distrito são:

Algodão – 3 000 toneladas

Castanha de caju – 3 000 toneladas

Copra – 500 toneladas

Milho – 600 toneladas

Estes números referem-se a produtos comprados aos agricultores (ano de 1962).O total das espécies pecuárias existentes no distrito era, pelo arrolamento de 1961, o seguinte:

Bovino – 80 000

Ovino – 9 600

Caprino – 50 000

Suíno – 9 150

Inhambane é ligada a Inharrime por um caminho de ferro com a extensão de 90 quilómetros. Em apoio dos caminhos de ferro, a Camionagem Automóvel dos Caminhos de Ferro de Inhambane e Gaza dispõe de uma frota de 60 camiões para passageiros e carga.

O distrito está ligado à capital da Província pela E.N. 1, magnífica via asfaltada com intenso trânsito comercial.

Esteve recentemente na cidade de Inhambane um grupo de técnicos chefado pelo Prof. Edgar Cardoso para efectuar o estudo da construção da ponte destinada a ligar a capital do distrito a Maxixe, no outro lado da baía. Esta povoação, dispões nas suas proximidades de belas praias, com excelentes possibilidades para a pesca desportiva, já muito conhecidas e visitadas por grande número de turistas estrangeiros.

Na região de Vilanculos fica situado um triângulo turístico actualmente muito procurado por visitantes das Rodésias e da África do Sul. Inhassouro, Vilanculos e Ilha de Santa Carolina atraem largo número de visitantes. A pesca desportiva de alto mar está consagrada por um concurso internacional efectuado todos os anos em Vilanculos.

Quatro portos estão abertos à navegação:Inhambane (visitado regularmente pela cabotagem), Vilanculos, Mambone e Bartolomeu Dias.A capital do Distrito é a cidade de Inhambane.

Fonte: Arquivo Pessoal

24 de novembro de 2012

Receita de coelho à portuguesa

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9 de novembro de 2012

Namaacha, a Sintra de Moçambique (Ano 1965)



A vila da Namaacha, alcandorada na vertente portuguesa da cordilheira dos Libombos cuja crista marca a linha divisória da fronteira entre Moçambique, o Transvaal e a Suazilândia, hoje uma excelente estância de repouso e de turismo, foi outrora – até ao final do século passado – um valhacouto de bandidos célebres, aventureiros atraídos pelo ouro descoberto no Rand. O seu nome provém do de um régulo da região, de nome Mahasha, que ali estabeleceu o seu “Kraal”.

De início, os aventureiros que frequentavam a povoação eram foragidos da lei. Um dos mais célebres foi um tal Mac Nab, bandido da pior espécie, de nacionalidade escocesa. Quando era perseguido de um lado da fronteira refugiava-se no outro. Contra ele e outros bandidos que frequentavam a região o governador do distrito de Lourenço Marques, Azeredo e Vasconcelos chegou a enviar uma expedição para metê-los na ordem, o que conseguiu finalmente.

O general José Tristão de Bettencourt, sendo governador-geral de Moçambique, foi quem deu em 1941 o maior impulso para o desenvolvimento da vila. Hoje, ela ocupa uma área quadrada de 1.370 kms, sendo uma estância de turismo muito procurada, pela grande beleza dos seus arredores. Dignos de ser visitadas e admiradas, uma frondosa mata e uma cascata com o seu lago.

A Namaacha, onde se encontra o Seminário-Maior de Cristo Rei, é já tradicionalmente local de uma peregrinação anual, em 13 de Maio, ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima ali existente.

Também dignos de visita são as espectaculares instalações do sistema de telecomunicações por dispersão troposférica, pela primeira vez usado em território nacional e o mais aperfeiçoado em todo o Mundo.

Fonte: Arquivo Pessoal

22 de outubro de 2012

Fechou a Escola em Grijó (A. M. Pires Cabral)


Dantes ouviam-se as crianças a caminho da escola

e eram como pássaros de som nas manhãs de Grijó.

Não eram muitas, mas as vozes joviais

davam sinal de que a aldeia resistia,

continha à distância o deserto que a ronda.


Agora as crianças, todas as manhãs,

são acondicionadas como mercadorias

numa viatura com vocação de furgoneta.

Lembram judeus em vagões jota

a caminho de Auschwitz.

Vão aprender em terra estranha o que os seus pais

e os pais dos seus pais aprenderam em Grijó.

Avô, conta-nos!...

8 de outubro de 2012

Viagem a Moçambique de 1 a 16 de Novembro de 2012

VIAGEM A MOÇAMBIQUE

Com José Rodrigues dos Santos

Uma viagem inspirada no livro “O Anjo Branco”, obra marcante em homenagem ao pai do escritor que viveu em Moçambique nas décadas de 60 e 70, num abraço entre o passado e o presente.

Uma experiência exclusiva acompanhada pelo autor.

1 de setembro de 2012

A Lusitanidade de Lourenço Marques – História de uma Cidade

A Lusitanidade de Lourenço Marques – História de uma Cidade (Ano 1965)

Devemos ter por certo que, já do tombadilho das caravelas de Vasco da Gama, se avistara, pela primeira vez, em 1498, senão toda a baía, sequer o perfil alteroso da Inhaca, quando a frota gloriosa, rumando ao Norte, deixara o paralelo da Terra do Natal, para ir reconhecendo a costa, da qual, no Roteiro da grande viagem, se vão sucessivamente mencionado: a embocadura do rio do Cobre, ou seja a barra do Limpopo em Inhambane, a foz do rio dos Bons Sinais, em Quelimane, onde o Grande Capitão erigiu o padrão de S. Rafael e outros pontos do litoral até à ilha de Moçambique ao abrigo da qual a frota fundeou no dia 1 de Março de 1498.

Também Pedro Álvares Cabral em sua viagem a Moçambique no ano de 1500 e novamente o Gama em 1502, na sua segunda viagem à Índia, terão bem provavelmente avistado o grandioso estuário formado pelos rios que desaguam nessa formosa e vasta Baía da Paz, como lhe chamaram os primeiros navegadores. Alguns antigos cronistas e alguns outros mais recentes, referem-nos a descoberta, em 1544, da Baía de Lourenço Marques, pelo navegador e traficante português Lourenço Marques, tendo sido de tal descobrimento dada notícia a D. João III, por intermédio de D. João de Castro, que então singrava no canal de Moçambique, de passagem para a Índia de que ia assumir o governo.

Dois anos após ter sido notícia do reconhecimento da baía feito por Lourenço Marques, mandou D. João III que se fizesse reconhecimento dos rios que nela desaguavam e que, na margem direita do rio do Espírito Santo, se assentassem feitoria e fortaleza. A tais instruções corresponderam Lourenço Marques e António Caldeira que, porém, não se limitaram a cumprir a real ordem no respeitante ao rio do Espírito Santo, pois outros estabelecimentos fundaram também nas ilhas dos Elefantes e da Inhaca, simultaneamente comerciais e militares, com o consentimento do régulo da Inhaca.

Deve pois, remontar a 1546 o estabelecimento do presídio de Lourenço Marques que só em 1876 foi elevado à categoria de vila e que, em 10 de Novembro de 1877, teve, enfim, foros de cidade.

21 de agosto de 2012

Os extremos sempre se tocaram (Valdemar Parreira)


Há notícias que, apesar de tudo, me fazem alguma confusão. Antes, em tempos em que o heroísmo e carácter, dignificavam quem o tinha, sempre se disse que deserção e troca de valores, eram um acto condenável fosse em que parte do globo ele fosse praticado.

Hoje é o contrário, e então assistimos às notícias da deserção do primeiro-ministro sírio e a uma meia-cambalhota de Otelo, como se de actos dignos se tratassem. Um diz que foge dos criminosos do regime, como se ele nunca tivesse sido o chefe desse governo, o outro diz que Portugal precisa de um novo Salazar poupadinho.

Os nossos “jornalistas” à falta de defenderem valores maiores, já vão endeusando estas personagens, enquanto Clara Ferreira Alves diria, que só lhe merecem comentários pessoas maiores e cultas, e que um dia não me admirarei de ver, na reforma, Louçã a defender as virtudes de uma qualquer marca que bem poderá ser Salazar.

Afinal, os extremos sempre se tocaram e nunca, mas nunca, se electrocutaram!
Valdemar Pereira

OCrime, 9 de Agosto de 2012

4 de agosto de 2012

Já só faltam 39 anos para Seguro se igualar a Moisés


António José Seguro acaba de completar um ano de travessia no deserto. Segundo um placar colocado à porta do Largo do Rato ao estilo Programa Pólis com cálculos um bocado mal amanhados, já só faltam 341640 horas para o líder do PS bater o recorde do Guiness de mais tempo passado no deserto, marca detida por Moisés, líder religioso dos judeus e um dos patriarcas bíblicos: "Eu sei o que ele tem passado, pois eu no final do primeiro ano também já mje sentia esgotado. Travessia no deserto é uma coisa dura, o tempo passa muito devagar. Seguro é um jovem com vontade, já tem esteleca de deserto para ganhar o Paris-Dakar, mas tenho dúvidas se ele consegue bater o meu recorde. Mas se calhar não precisa de 40 anos para chegar ao Monte Sinai, pois o Passos Coelho é tão incompetente que já está a abrir-lhe o Mar Vermelho para ele passar", afirmou Moisés.

JH
oInimigoPúblico, 27 de Julho de 2012

Livros do Professor Marcelo cedidos para fazer recifi artificial no Algarve


A marinha tinha oferecido vários navios para fazer um parque de diversões para polvos, ao largo do Alvor, mas as autoridades algarvias optaram pelo factor quantidade e preferem usar as muitas tonladas de livros que o professor Marcelo recomendou nos últimos anos. "O professor disse que tinha a garagem e mais três hangares do aeródromo de Tires a abarrotar com aquela bodega", explicou Macário Correia ao IP e à "Segredos de Cozinha". "Mandámos 400 camiões buscar aquela bodega. O professor diz que ainda tem lá bodega daquela suficiente para fazer uma ponte pedonal entre Loulé e Marrocos", garante o ainda presidente da câmara de Faro.
MB
oInimigoPúblico, 27 de Julho de 2012