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6 de janeiro de 2016
29 de agosto de 2015
12 de janeiro de 2015
Moçambique: Paz é inseparável da independência - visão de Samora Machel
Paz é inseparável da independência - visão de Samora Machel que se estivesse vivo completaria hoje 75 anos de idade (2008)
A PAZ é inseparável da independência – visão de Samora Moisés Machel, primeiro Presidente de Moçambique, figura carismática que, se estivesse vivo, completaria hoje 75 anos de idade. Peça incontornável na história da luta armada de libertação nacional, Samora Machel mostrou esta sua visão à delegação colonial portuguesa, liderada pelo então Ministro dos Negócios Estrangeiros, Mário Soares, quando em Lusaka foi proposto à Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) um cessar-fogo e consequente realização de referendo para decidir se os moçambicanos queriam ou não a independência. Samora recusou a proposta e expandiu as operações militares, facto muito propalado pela Imprensa, levando Lisboa a mudar de atitude até assinar em 7 de Setembro de 1974 os Acordos de Lusaka.
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Presidente da República Samora Moisés Machel
6 de outubro de 2011
Samora Machel: estrondosa ovação ao vate!
Samora Machel: estrondosa ovação ao vate!
“O coração de Samora continua a bater ao ritmo do tambor africano”. - Samito Machel Júnior
Moçambique parou para prestar tributo ao filho de Chilembene e um dos mais nobres rebentos do nosso país e de África: Samora Machel. Foi uma homenagem prestada a um homem ímpar, que soube viver para além da situação imposta no seu tempo pelo sistema colonial implantado no país. Ela aconteceu justamente no dia em que completaria 78 anos de idade, 29 de Setembro, e também no ano a ele dedicado, pela passagem dos 25 anos depois do seu assassinato, pelo regime do Apartheid, nas colinas de Mbuzini, na África do Sul.
O percurso histórico de Samora Machel merece toda a pompa. Até porque, tal como fizeram questão de referir várias individualidades, nenhuma homenagem a Samora é suficiente se tivermos em linha de conta que dele foi a responsabilidade de edificar o Estado moçambicano. Contudo, é importante continuar a realizar acções de reconhecimento ao seu trabalho, à sua grandeza e a sua entrega pelas causas mais nobres da Nação moçambicana, sobretudo a luta por si abraçada pela Independência Nacional.
E a terra onde ele nasceu foi pisada por gente de todas as latitudes, não tendo passada despercebida a presença de figuras que com ele privaram, como é o caso do Presidente do Congo Brazaville, Denis Sassou-Nguesso, que para vincar a sua amizade com Samora trouxe e exibiu várias imagens fotográficas que juntos tiraram naquela época. Igualmente marcou presença no local o Chefe do Estado do Botwsana, Seretse Khama Ian Khama.
Um verdadeiro embondeiro da Nação Moçambicana, Samora Machel foi um exímio militar, estratega militar, político e diplomata, daí que se diga que homens da sua estatura nunca morrem, mas sim separam-se do mundo dos vivos, tal como referiu o secretário-geral da Associação dos Combatentes da Luta Armada de Libertação de Moçambique, para quem o saudoso estadista continua a inspirar gerações e gerações de jovens.
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30 de setembro de 2011
Samora recusou ser presidente segundo Joaquim Chissano
Samora recusou ser presidente
Segundo Joaquim Chissano.
O antigo chefe do Estado moçambicano, Joaquim chissano, diz que Samora Machel recusou-se a ser presidente quando indicado para o cargo depois da assinatura dos acordos de Luzaka, que davam direito de Moçambique criar o seu próprio Governo pela conquista da independência.
Segundo Chissano, o primeiro presidente de Moçambique independente nunca pensou em ser presidente da República, depois da independência.
“Samora queria apenas continuar como homem de combate. Quando indicado a presidente, não aceitou”, revelou Chissano, que falava ontem numa palestra a propósito das comemorações do Ano Samora Machel, pela passagem dos 25 anos da morte deste líder. Contudo, o primeiro presidente de Moçambique independente foi convencido pelos “camaradas” a tomar o cargo, uma vez que só pensava em servir o povo.
O ex-presidente da República defendeu ainda que Samora era um homem que contagiava a todos pela rapidez do seu pensamento e de tomada de decisões.
“Ele pensava rápido em tudo o que fazia. Essa rapidez no pensamento, nos actos, foi transmitida a todos durante as conversas e em todos os momentos em que estivemos juntos”, disse.
André Manhice
SAPO MZ, 28 Setembro 2011
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10 de junho de 2011
19 de outubro de 2009
Moçambique: Passam hoje 23 anos após a morte de Samora Machel
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1 de setembro de 2009
Moçambique: Ruptura no negócio entre BCP e Graça Machel em Moçambique
Millennium-bim mexe com nomenklatura
Ruptura no negócio entre BCP e Graça Machel em Moçambique
Maputo (Canalmoz) - A venda de 10% do BIM está à beira de falhar. Graça Machel quer ficar com as acções, mas quer, simultaneamente, afastar o Dr. Mário da Graça Machungo, que foi ministro do seu ex-marido, Samora Moisés Machel e o primeiro primeiro-ministro de Moçambique.
A actual esposa do líder histórico do ANC sul-africano, Nelson Mandela, quer substituir o actual presidente do banco do BCP em Moçambique, Mário Machungo, pelo seu filho. A notícia foi avançada ontem pela jornalista Maria Teixeira Alves, no jornal português Diário Económico.
O negócio de venda de 10% do BIM (banco maioritariamente detido pelo Millennium BCP) à sociedade Whatana, liderada por Graça Machel, está à beira da ruptura. A proposta de compra apresentada pela ex-primeira dama moçambicana, em Janeiro deste ano, tinha como data prevista para a concretização do negócio o mês de Junho. Falhado este prazo, as partes acordaram um novo adiamento, desta vez até Outubro. Mas entretanto em Moçambique têm saído notícias que não só dão por garantido que Graça Machel vai comprar 10% do BIM, como, após a venda, o actual presidente Mário Machungo seria substituído pelo filho de Graça Machel.
Essas notícias não caíram bem dentro do BIM, e desagradaram à administração portuguesa do BCP, soube o Diário Económico, deixando as negociações, que até agora estavam num impasse, muito próximas da ruptura, escreve aquele diário português na sua edição de ontem.
Contactada, a administração do BCP não quis fazer qualquer comentário, refere a autora da notícia.
O BCP e a sociedade de Graça Machel já tinham mesmo chegado a um acordo quanto ao preço da venda, mas desde então, os moçambicanos não mais avançaram para um acordo.
Mário da Graça Machungo foi primeiro-ministro do primeiro governo liderado por Joaquim Chissano.
(Redacção)
2009-09-01
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24 de março de 2009
23 de março de 2009
28 de dezembro de 2008
7 de dezembro de 2008
Elegia na morte de Samora Moisés Machel (Carlos Domingos)
ELEGIA NA MORTE DE SAMORA MOISÉS MACHEL
(Poema inscrito no livro de condolências da
Embaixada da República Popular de Moçambique)
Não venho trazer-te flores, mas um grito.
No teu sangue derramado
lateja a minha dor e a minha raiva.
Dentro de mim estremeceu o mundo
e o mar ferveu,
os sorrisos voaram em estilhaços
e desmoronou-se a torre em construção.
Agora estamos nus sob os escombros
e a tua ausência é um vento frio
soprando por dentro.
Mas nada poderá deter-te, nem a morte!
De súbito, surgiste ao nosso lado,
sentimos a tua mão de confiança,
continuas de pé, jovem, invencível,
com a vitória a sorrir-te nos lábios.
Nada poderá deter-nos, Samora Machel.
As nossas mãos, a nossa voz, as nossas armas
velarão a tua memória
e arrancarão os frutos renitentes
à terra ainda em flor.
Carlos Domingos
(22 de Outubro de 1986)
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Presidente da República Samora Moisés Machel
29 de setembro de 2008
Samora Moisés Machel se estivesse vivo completaria hoje 75 anos de idade
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