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16 de setembro de 2011

Quénia: A noiva massai


A noiva massai

Ao centro Nelly Nkurunka é a noiva. Nelly está rodeada por mulheres da aldeia do noivo que a acolhem com canções e danças. Tem 18 anos e vai casar com Lesian Ole Lasiti Maante, de 25 anos. Lesian é o líder da sua tribo e tem de casar e constituir família, construir riqueza em número de cabeças de gado e filhos e atingir a maioridade. A maioridade é um período de muita responsabilidade, sobretudo para o jovem chefe que lidera mais de 10.000 jovens guerreiros massai.

30 de março de 2010

Quénia: "Hora de Terra"


"Hora de Terra"

Participantes do Quênia estão alinhados em torno das velas em forma de número 60 para representar 60 minutos, durante um evento para celebrar o "Earth Hour 2010",Nairobi, no Quênia. Hora da Terra é uma campanha global organizado pelo "World Wide Fund for Nature" (WWF), é realizado anualmente no último sábado de março a nível global para aumentar a conscientização sobre os efeitos nocivos do consumo de energia sobre a mudança climática e meio ambiente global.

Foto@EPA\Dai Kurokawa

7 de setembro de 2009

Na Machava: Seleccção moçambicana de futebol vence seleccção queniana por 1-0

“Mambas” antecipam Dia da Vitória! - Ontem, na Machava, derrotaram o Quénia, por 1-0 e abre caminho para o CAN – 2010 em Angola Os moçambicanos estão duplamente em festa. Ontem viram a sua selecção de futebol, os “Mambas”, a derrotar o Quénia, por uma bola sem resposta, em pleno Estádio da Machava a arrebentar pelas costuras. E hoje festejam, ininterruptamente, o Dia da Vitória, o 7 de Setembro que culminou em 1974 com a assinatura dos Acordos de Lusaka, que viriam a proporcionar a este povo o final da Luta de Libertação Nacional, que culminaria com a Independência Nacional um ano depois, isto em 1975. Esta vitória dos “Mambas” abre boas perspectivas de qualificação, pelo menos, para o CAN de Angola, uma vez que passaram a somar quatro pontos, mais um que os quenianos, com quem se deve lutar até às últimas consequências. A Tunísia, por seu turno caminha a passos largos para o “Mundial” da África do Sul, depois de ontem à noite, ter ido a Abuja empatar com a Nigéria, a duas bolas bola, consolidando a posição de líder com oito pontos, mais um que os nigerianos. O jogo de ontem, na Machava, foi de muita paciência como já era previsível. Os milhares de moçambicanos presentes no Estádio e tantos outros espalhados pelo país que acompanhavam o encontro, ora através da rádio ora pela televisão, em vários momentos tiveram que levar as mãos à cabeça, porque os falhanços eram às catadupas e os quenianos faziam o que lhes convinham: “queimar” o tempo sempre que estivessem na posse da bola ou quando a perdiam. O público pacientou e como quem pacienta ganha a vitória, a vitória acabou sorrindo para os “moçambicanos, em vésperas de mais um Dia da Vitória. Quem podia ser? O inevitável Tico-Tico que, mais uma vez, veio a demonstrar que a idade não pesa nas pernas, bem secundado por Dário Monteiro, com quem formava a dupla de ataque. Aliás, Dário Monteiro foi o construtor de toda a alegria que se viveu ontem e que se vive ainda hoje, quando, aos 66 minutos, desembaraçou-se de um defesa pela esquerda e com um cruzamento rasteiro e milimétrico colocou o esférico junto da marca de penalte para a entrada do “matador” Tico, que de primeira fez “explodir” Machava. Viveram-se momentos ímpares na catedral. Um barulho ensurdecedor. Abraços aqui e acolá na bancada, nos camarotes e na tribuna. Era uma verdadeira loucura, daquelas vividas aquando do apuramento dos “Mambas” para o CAN de Burkina-Faso em 1997 frente ao Malawi, em que vencemos por 2-1, ao apagar das luzes. Curiosamente o “mestre” e o salvador voltou a ser o mesmo: Tico-Tico. Os quenianos nem queriam acreditar. O seu técnico irritadíssimo quase que caía de costas. Sabia que o tiro lhe havia saído pela culatra. O feitiço tinha virado contra o feiticeiro. Quem já corria atrás do prejuízo eram eles, os quenianos, enquanto os “Mambas” já jogavam contra o tempo. Mart Nooij, que já tinha chamado Jerry para responder à apatia do ataque e os apupos do público impaciente teve que mudar de ideias, reforçando mais o meio- campo com as entradas de Hagy e Josimar e mais tarde de Jerry que foi lançar pânico à defensiva contrária. E agora(!) o que nos sobra para a qualificação para o CAN? Temos um caminho espinhoso pela frente. Primeiro, em Outubro, vamos à Nigéria com quem empatámos na primeira volta e depois recebemos a Tunísia para o encerramento deste último ciclo. Gil Carvalho Maputo, Segunda-Feira, 7 de Setembro de 2009:: Notícias