Mostrar mensagens com a etiqueta Zimbabwe. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Zimbabwe. Mostrar todas as mensagens

8 de abril de 2012

Zuma diz que não haverá eleições no Zimbabwe antes da Nova Constituição

Joanesburgo, 08 ABR (AIM) – O Presidente da África do Sul, declarou, sábado, na sua qualidade de mediador do problema zimbabweano, que não haverá eleições no Zimbabwe sem a conclusão do processo das reformas constitucionais naquele país da região.

6 de março de 2010

Robert Mugabe de 86 anos, disposto a candidatar-se às próximas eleições


As próximas eleições: Mugabe disposto a candidatar-se

O Presidente do Zimbabwe, Robert Mugabe, 86 anos, afirmou quinta-feira, em Harare, que está disposto a candidatar-se às próximas eleições, se o seu partido, a ZANU-PF, o desejar.

“Se a ZANU-PF (o seu partido) disser sim, apresentar-me-ei”, disse Mugabe durante uma conferência de imprensa.

Há um ano, depois de uma grave crise económica e política, foi obrigado a partilhar o poder com o seu antigo rival, Morgan Tsivangirai, que se tornou no Primeiro-Ministro.

A formação do Governo de Unidade Nacional (GUN), empossado em Fevereiro do ano passado, permitiu acabar com uma hiper-inflação inédita e fazer regressar os doadores internacionais.

Tsvangirai reclamou recentemente a realização de eleições, face aos bloqueios ao Governo e no país.

1 de janeiro de 2010

Independência do Zimbabwe: Thatcher proibiu encontro com Mugabe



Nas vésperas da independência do Zimbabwe: Thatcher proibiu encontro com Mugabe

Margaret Thatcher proibiu em 1979 o seu enviado especial à então Rodésia (Zimbabwe) de se encontrar com Robert Mugabe, com o argumento de que “não se discute com terroristas antes de serem primeiros-ministros”, segundo arquivos oficiais britânicos segunda-feira desclassificados.

Thatcher, que em Maio de 1979 se tornou a primeira mulher a dirigir um governo britânico, iniciou funções quando na então Rodésia, hoje Zimbabwe, Robert Mugabe era apenas um opositor político, partidário da luta armada contra o regime segregacionista de Ian Smith.

3 de dezembro de 2009

Mediação sul-africana inicia contactos no Zimbabwe



Mediação sul-africana inicia contactos no Zimbabwe
A nova equipa de mediadores sul-africanos realizou esta semana os primeiros contactos, em separado, com o presidente Robert Mugabe, e com o primeiro-ministro Morgan Tsvangirai, com o objectivo de encerrar as disputas que ocorrem dentro do governo de unidade nacional no Zimbabwe.
Um porta-voz governamental informou terça-feira que o presidente Robert Mugabe se reuniu com a equipa sul-africana de mediação, no State House, em Harare, capital zimbabweana. Os mediadores incluem o presidente sul-africano, Jacob Zuma, e a conselheira para a política externa, Lindiwe Zulu.

25 de junho de 2009

Zimbabwe trabalha na nova Constituição

Zimbabwe trabalha na nova Constituição O Zimbabwe lançou ontem o processo de elaboração de uma nova Constituição que se acredita irá abrir espaço para a realização de novas eleições neste país da Africa Austral, dando deste modo um passo importante na implementação efectiva do acordo de partilha do poder assinado em Fevereiro último. “Contamos com a força de vontade de todo o povo zimbabweano e a determinação de abrir uma nova página nas nossas vidas, apesar dos obstáculos que temos enfrentado”, declarou o presidente do Parlamento zimbabweano, Lovemore Moyo, falando perante o corpo diplomático acreditado em Harare. Naquilo que constituiu o primeiro encontro público sobre o processo de revisão da Constituição, Lovemore Moyo apelou a comunidade internacional para apoiar este desafio dos zimbabweanos. “O processo de elaboração da Constituição está a ser levado a cabo num ambiente com poucos recursos”, disse Moyo. “Apelamos vossas excelências a emprestarem a vossa experiência e apoio durante o processo. Estamos satisfeitos com os progressos até aqui feitos, apesar dos recursos limitados”, acrescentou. Em Abril último, o Parlamento elegeu um Comité composto por 25 elementos, membros da ZANU-FP, e as duas formações políticas do Movimento para a Mudança Democrática (MDC) encarregue pela redacção da nova Constituição. Nos termos do acordo de partilha do poder, a nova Constituição será apresentada ao Parlamento em Fevereiro do próximo ano, estando previsto um referendo sobre a mesma cinco meses depois, ou seja, em Julho do mesmo ano. Moyo também garantiu a diplomatas que o processo de elaboração da Constituição será transparente e não será manipulado por nenhum poder político. “Como Parlamento queremos garantir que este processo seja o mais aberto, transparente, democrático e o mais inclusivo possível de forma a acomodar os pontos de vista de todos os cidadãos” zimbabweanos, garantiu o líder parlamentar. Entretanto, o primeiro-ministro zimbabweano, Morgan Tsvangirai, chegou ontem a Paris para uma visita oficial de três dias à França. Segundo o porta-voz adjunto do MNE francês, Frédéric Desagneaux, Tsvangirai manterá encontros com o MNE, Bernard Kouchner, a ministra da Economia, Christine Lagarde e será recebido pelo presidente do Senado, Gérard Larcher, e na Comissão dos Negócios Estrangeiros do Parlamento francês. A visita do governante zimbabweano a Paris é a última etapa de um longo périplo que já o levou a Haia (Países-Baixos), Washington (EUA), Berlim (Alemanha), Bruxelas (Bélgica), Londres (Inglaterra), Oslo (Noruega) e Estocolmo (Suécia). Maputo, Quinta-Feira, 25 de Junho de 2009:: Notícias

3 de junho de 2009

ONU pede ajuda para o Zimbabwe

ONU pede ajuda para o Zimbabwe O Zimbabwe precisa de 718 milhões de dólares em assistência de emergência, incluindo água potável e alimentos, indicaram segunda-feira as Nações Unidas num comunicado divulgado em Harare. Segundo uma nota do Gabinete de Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU (OCHA), depois da devastadora epidemia de cólera que assola o Zimbabwe desde Agosto e das fracas colheitas obtidas desde essa data, as necessidades humanitárias do país são "aterradoras". Mais de cinco dos 12 milhões de habitantes do Zimbabwe necessitam de assistência alimentar. Desde Agosto, cerca de cem mil zimbabweanos contraíram a cólera, epidemia que causou 4000 mortos. "A epidemia de cólera e a insegurança alimentar durante a época de seca agravoaram já difícil ambiente socioeconómico de hiper-inflação e serviços sociais básicos que entraram em colapso", relembra o comunicado. A agência assinala que, "neste contexto de mudança, requerem-se agora 718 milhões de dólares". A agência refere que a resposta dos doadores ao seu anterior apelo de assistência para o Zimbabwe - 550 milhões de dólares -, feito em Novembro, ficou muito abaixo do estimado: 246 milhões de dólares. "É uma altura crítica para apoiar os esforços humanitários no Zimbabwe, onde a magnitude do declínio económico e a erosão dos meios de vida são tais que é improvável que as necessidades humanitárias do país se reduzam a curto prazo", acrescenta o comunicado. Segundo a agência da ONU, seis milhões de zimbabweanos, metade da população do país, não têm acesso, ou este é mínimo, às fontes de água potável. A taxa de inflação foi reduzida depois da recente decisão do governo de unidade nacional de deixar de usar o dólar zimbabweano substituindo-o por moedas estrangeiras, incluindo o dólar norte-americano, a libra esterlina e o rand. Todavia, o custo de vida, especialmente no que concerne aos serviços básicos - água e electricidade -, as tarifas do transporte público e as propinas escolares são tão altas que a maioria da população não tem como pagar. O país vive entre a ira e a desilusão, depois das esperanças numa recuperação económica, na sequência da tomada de posse do novo Governo de coligação, a 13 de Fevereiro. Maputo, Quarta-Feira, 3 de Junho de 2009:: Notícias

31 de maio de 2009

África do Sul: Generais recusam escrever relatório sobre Zimbabwe

África do Sul: Generais recusam escrever relatório sobre Zimbabwe A Presidência sul-africana afirma que um relatório pedido em Maio de 2008 pelo então Presidente Thabo Mbeki, a seis generais na reserva, sobre as violações dos direitos humanos no Zimbabwe “nunca foi escrito”. Confrontado com pedidos de várias organizações da sociedade civil para que o relatório seja tornado público, o gabinete do presidente Jacob Zuma insiste que os generais nomeados pelo seu antecessor para se deslocarem ao Zimbabwe, logo após as eleições gerais de 29 de Março de 2008, apenas deram um “briefing” verbal ao presidente sobre as duas missões naquele país. Após Thabo Mbeki ter anunciado que um grupo de generais na reserva tinha sido nomeado para se deslocar ao Zimbabwe para estudar no terreno as causas da violência que se desencadeou após as eleições de Março, que ditaram a perda da maioria parlamentar pela ZANU-FP, de Robert Mugabe, uma cortina de silêncio caiu de imediato sobre a missão. O então vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Aziz Pahad, questionado sobre se os resultados da missão seriam tornados públicos, afirmou prontamente que o governo não deveria ser acusado de esconder factos do público mesmo que não divulgasse o conteúdo do relatório. A verdade é que, mais de um ano depois das duas viagens dos generais (uma em Maio e outra em Junho de 2008), organizações como o Centro da África Austral para os Sobreviventes de Tortura, o Centro de Litigação da África Austral, ou a oposição oficial – a Aliança Democrática – continuam sem ter qualquer pista sobre a localização do relatório que quase todos se recusam a aceitar ter sido “verbal”. Piers Pigou, director dos Arquivos Históricos Sul-Africanos (outra organização que pediu a divulgação dos resultados da missão dos generais), afirma não acreditar nas explicações da Presidência. “Não faz sentido nem tem lógica que nenhum relatório escrito tenha sido entregue ao governo”, afirma Pigou, que compara a situação às sistemáticas recusas do antigo presidente Frederik De Klerk em divulgar o “Relatório Steyn”, que investigara o envolvimento de membros das forças de segurança na violência política dos anos 1990. Entre os seis oficiais que compunham as duas missões ao Zimbabwe em Maio e Junho do ano passado encontravam-se o ex-chefe do Estado-Maior do Exército, tenente-general Gilbert Romano, o brigadeiro-general Ray Moerane e o tenente-general Lambert Moloi. Maputo, Sábado, 30 de Maio de 2009:: Notícias

29 de maio de 2009

Zimbabwe: Congresso do MDC avalia progressos do novo Governo

Zimbabwe: Congresso do MDC avalia progressos do novo Governo O Movimento para a Mudança Democrática (MDC), do primeiro-ministro zimbabweano, Morgan Tsvangirai, realiza o seu congresso anual este fim-de-semana, em Harare, durante o qual serão "avaliados os progressos" realizados desde a instauração do governo de união, anunciou ontem uma fonte partidária. "Trata-se de avaliar os progressos do partido no que diz respeito aos seus objectivos, a saber, criar um novo Zimbabwe e um espaço democrático e de liberdade", explicou o porta-voz do MDC, Nelson Chamisa. "Alguns problemas que continuam em suspensão e foram transmitidos à SADC (Comunidade de Desenvolvimento da África Austral) serão igualmente abordados durante o congresso", precisou Chamisa. Em Março de 2008, o MDC, então principal partido da oposição, ganhou as eleições legislativas e o seu líder Tsvangirai chegou à frente da primeira volta da eleição presidencial, mas rejeitou participar numa segunda volta, ganha por Mugabe. Após onze meses de paralisia política, o MDC integrou-se em Fevereiro de 2009 num governo de união. Tsvangirai ocupa o posto de primeiro-ministro, enquanto Robert Mugabe, no poder desde 1980, conservou a presidência da República. Os pontos de discordância entre as partes continuam a ser numerosos. Na semana passada, Tsvangirai pediu à SADC que resolvesse o problema das nomeações aos cargos de governador do Banco Central e de Procurador-Geral da República. O MDC contesta o facto de que estas nomeações sejam realizadas unilateralmente pelo presidente Mugabe. Maputo, Sexta-Feira, 29 de Maio de 2009:: Notícias