23 de abril de 2009

Província de Nampula: Fórum Terra defende a protecção de recursos

Dia Mundial da Terra Fórum Terra defende a protecção de recursos Nampula (Canal de Moçambique) - Assinalou-se ontem, 22 de Abril, o Dia Mundial da Terra e ao nível da província de Nampula, as cerimónias tiveram lugar no distrito de Mecuburi, por deter uma floresta galeria que corre risco de desaparecer devido à acção humana. De acordo com Luísa Hoffman, coordenadora do Fórum Terra, o distrito de Mecuburi detinha uma área de duzentos e cinquenta mil hectares de floresta galeria e actualmente apenas restam cinquenta mil. Os restantes hectares foram devastados pela acção humana. Hoffman quanto ao que sobra da floresta galeria disse que este ano as comunidades foram chamadas a reflectir sobre o seu desaparecimento. Existe uma vasta gama de recursos, dentre o mel, florestais e faunísticos, entre outros, por um lado, por outro, a mesma floresta é um berçário para animais de grande porte e isso só por si exige que se comece a agir e a não continuar a permitir a destruição que já vai avançada. Para a protecção dos recursos da terra ao nível de Nampula, o Fórum Terra tem vindo a formar fiscais comunitários com vista a pararem com a destruição do meio natural. O que foi feito causa já por si só e irremediavelmente nos próximos anos, enormes problemas ao meio ambiente. No ano passado foram formados um total de trinta e seis fiscais, nos distritos de Mogovolas, Muecate, Mecuburi e Murrupula. Em 2007 foram formados vinte e dois fiscais no distrito de Murrupula. Nas suas actividades de sensibilização, o Fórum Terra tem vindo a trabalhar com as comunidades locais apoiando-as na gestão de conflitos e criação de comités para a recepção dos 20% da exploração florestal e de combate a queimadas descontroladas. (Aunicio da Silva), 2009-04-23

Mais de três mil e oitocentos turistas visitaram a “Gorongosa” em 2008

Mais de três mil e oitocentos turistas visitaram a “Gorongosa” em 2008 Beira (Canal de Moçambique) - 3.842 turistas visitaram o Parque Nacional da Gorongosa (PNG) em 2008, revelaram, fontes da estância de conservação da natureza situada junto à Estrada Nacional N1 um pouco a norte do Corredor da Beira. O movimento de turistas registado em 2008 representa uma subida na ordem de 40.5% em relação ao ano de 2007, em que visitaram o santuário eco-turístico da Gorongosa 2.734 excursionistas. No corrente ano (2009) a direcção do Parque estima que entre 4.500 a 5 mil turistas possam afluir ao Parque da Gorongosa. De acordo com o gestor do Turismo, Pedro Canteiro, citado pelos serviços de Comunicação do PNG, dos 3.842 turistas que escalaram o Parque em 2008, mais de mil são cidadãos nacionais. “Este número faz um gráfico cada vez mais crescente de moçambicanos que visitaram o local desde a sua reabertura nos finais da década 90, depois de um período longo de paralisação das actividades turísticas, em virtude da Guerra Civil que martirizou o país durante 16 anos”. Em termos de registos globais por país de origem, os moçambicanos lideram a lista das entradas no parque, com 1.569, o correspondente em termos percentuais a 40.8%, seguidos de sul-africanos em número de 441 (11.5%), portugueses 289 (7.5%), holandeses 246 (6.4%), norte-americanos 205 (5.3%), italianos 201 (5.2%). alemães 121 (3.1%), ingleses 118 (3.1%), asiáticos 96 (2.5%), espanhóis 94 (2.4%), entre outros. Hoje no PNG é possível observar a sua rica fauna indígena, nomeadamente elefantes, búfalos, leões, bois-cavalos, pala-palas, entre outros animais, bem como espécies de aves exóticas de excepcional beleza. A visualização de belas paisagens do múltiplo ecossistema representado por pradarias salpicadas por áreas de acácias, savana, floresta seca em zona de areias, lagoas enchidas sazonalmente pelas chuvas e moitas nos montículos erigidos pelas térmitas, incluindo planaltos que contêm florestas de miombo e de montanha e uma espectacular floresta húmida no sopé de uma série de desfiladeiros calcários, é um dos atractivos da Gorongosa. O Parque, segundo acaba de ser revelado pelas autoridades que o dirigem vai abrir as suas portas ao público no fim do corrente mês de Abril, até meados de Dezembro. Depois há o defeso, uma vez que depois da época chuvosa os “tandos” (planícies) ficam inundados, com níveis de água que aproximam os dois metros em algumas zonas, refere Carlitos Sunza, do Departamento de Comunicação/PNG, num despacho enviado ontem à nossa redacção a partir do Chitengo, localidade sede da administração do Parque Nacional da Gorongosa. (Redacção), 2009-04-23

22 de abril de 2009

Dia da Terra: Curiosidades Ambientais

Dia da Terra: Curiosidades Ambientais 1. No planeta estima-se que existam 4 600 espécies de mamíferos, 31 000 espécies de peixes e mais de 900 000 espécies de insectos, muitos dos quais ainda não estão identificados. 2. Estima-se que em cada ano se extinguem de 17000 a 25000 espécies de seres vivos em todo o Mundo. Só na Europa há cerca de 1500 plantas em risco de extinção ou já extintas. 3. A preservação das espécies autóctones é absolutamente necessária. Nos Estados Unidos da América só são cultivadas duas espécies de feijão verde e no Canadá 50% do trigo cultivado é de uma só variedade. Na Europa, de 145 raças autóctones de gado 115 estão em perigo de extinção. 4. Todos os anos são destruídos mais de 13 milhões de hectares de floresta tropical. Se as contas forem feitas, isto representa a destruição de 35 mil hectares por dia, 1500 hectares por hora e 25 hectares por minuto. 5. A poluição dos rios e oceanos pode ser a causa da redução de muitas populações animais. É o que se pensa estar a acontecer com a população de beluga ou baleia-branca, no canal de São Lorenço, no Canadá. Pensa-se que em 1900, mais de 5 000 animais viviam nesta zona, mas actualmente estima-se que a população esteja reduzida a apenas 450 indivíduos. Pesquisadores acreditam que o lixo tóxico lançado pelas indústrias situadas ao longo do rio será a causa de mortalidade destes animais, já que exames aos seus corpos revelam altos níveis de produtos químicos nocivos, como policlorados, DDT, mercúrio e cádmio. 6. Muitas espécies de tubarão encontram-se ameaçadas de extinção. A lista de espécies em perigo incluem o tubarão-martelo e o tubarão-azul, que desaparecem a um ritmo de 50 000 animais por ano, apanhados "acidentalmente" em anzóis nas costais do Havai. 7. A pesca do bacalhau caiu, entre 1968 e 1992, cerca de 70%, não por um aumento da consciência ecológica, mas devido ao estado debilitado dos stocks pesqueiros. 8. As populações de garoupa estão em franco declínio, devido à destruição dos recifes de coral no mundo inteiro. Por exemplo, nas Filipinas, os corais são envenenados com cianeto para a captura deste peixe. 9. A tartaruga-verde, que existe nas costas do Brasil, está em extinção. Em cada mil nascimentos, apenas uma ou duas sobrevivem. 10. Os corais, das águas quentes dos trópicos, estão a ficar descorados. Pesquisadores acreditam que eles são as vítimas mais visíveis do efeito de estufa. 11. Os rios amazónicos são os rios com maior diversidade de espécies de peixe no mundo. Já foram descritas mais de 1500 espécies, mas estima-se que existam pelo menos o dobro. Este número é quinze vezes maior do que o número de espécies encontradas nos rios da Europa. 12. Existem mais de 3500 áreas protegidas em todo o mundo. Estas áreas incluem parques, refúgios da vida selvagem e outras reservas. Elas cobrem um total de 5000 m2, ou seja, cerca de 3% da área total da superfície do planeta. 13. Há 100 milhões de anos, os tubarões constituiam cerca de 60% de todas as espécies oceânicas. Actualmente eles são apenas 3% das espécies que povoam os oceanos. 14. Em 25 anos, o tubarão cinzento pode produzir até 20 000 dentes, o que explica porque os dentes de tubarão são das recordações mais frequentemente trazidas dos fundos dos mares. 15. Todos os anos, de 1500 a 2000 tubarões são encontrados presos e normalmente mortos em redes protectoras de tubarões nas costas da África do Sul. 16. Existem ainda poucos conhecimentos da biodiversidade marinha, principalmente a grande profundidade. Um estudo detalhado de uma dessas comunidade revelou que numa área equivalente a metade de um court de ténis existiam 898 espécies. Mais de metade destas espécies foram identificadas pela primeira vez. 17. A âncora de um navio de cruzeiro pode destruir nos fundos marinhos uma área correspondente a metade de um campo de futebol. Artigo: Naturlink -Coordenação de M.C. Reis e A.M. Sapo MZ, 22 de Abril de 2009

O belo Planeta Terra: Vamos conservar o que é nosso

Faculdade de Direito de Lisboa (FDL) realiza de 20 a 24 deste mês a Semana de África

Semana de África na Faculdade de Direito de Lisboa A Faculdade de Direito de Lisboa (FDL) realiza de 20 a 24 deste mês a Semana de África Dia 23 de Abril, quinta-feira, comemora-se o dia de Moçambique. Às 9h da manhã de Lisboa, dar-se-á início à conferência cujo tema será: "Democracia Moçambicana - Realidade ou Utopia?" Este evento terá como convidados o Dr. Lívio de Morais, o Ministro Conselheiro da embaixada de Moçambique, Dr. Mavarengue, o Presidente do Conselho Executivo da Faculdade de Direito de Lisboa, professor Dr. Vera Cruz, a poetisa, Elsa de Noronha, Jornalista Sérgio Ngoca, etc. O evento vai contar com uma exposição da cultura moçambicana, desde pintura, escultura, vídeo, bijutaria, entre outros. "Espera-se um dia rico em cultura moçambicana e melhor do que o do ano passado", refere Sérgio Nunes, responsável pela organização do dia de Moçambique e presidente da Organização da Juventude Moçambicana em Lisboa (OJM-Lisboa). "Existe uma ala de personalidades, políticas e não só, de várias partes do mundo, que acredita que África nunca será um país democrático e com eleições à porta, achei que seria muito interessante abordar este tema", acrescenta Sérgio Nunes. Para além da exposição de cultura moçambicana, os presentes vão poder ouvir uma proclamação de poesia na voz da Elsa de Noronha. Sílvia Panguane Sapo MZ, 22 de Abril de 2009

Dia da Terra: 25 Dicas para uma casa mais sustentável

Dia da Terra: 25 Dicas para uma casa mais sustentável Comprar, construir ou arrendar uma casa é uma decisão que envolve muitas questões. Se pretende mudar de casa, é a altura certa para olhar para o futuro espaço de forma sustentável, para que seja social, económica e ambientalmente equilibrado. 1. A localização de um edifício é muito importante no que respeita às necessidades térmicas do espaço interior. Estas necessidades estão contempladas no Regulamento de Características de Comportamento Térmico dos Edifícios (RCCTE), onde se apresentam estratégias que contribuem significativamente para a melhoria do desempenho térmico dos edifícios. Procure aconselhamento especializado para verificar se a casa que vai habitar cumpre este Regulamento tanto para a situação de Verão como para a situação de Inverno. 2. Prefira um local arejado com pouco trânsito automóvel, o que se traduz em menos poluição e, bem servido de transportes públicos, para que os possa usar em alternativa. Se lhe for possível habitar próximo do seu local de trabalho, desloque-se a pé. Far-lhe-á bem à saúde e contribuirá para um ambiente mais saudável. 3. O Sol é a nossa maior fonte de energia. Tire disso o melhor proveito escolhendo uma casa maioritariamente orientada a Sul de molde a minimizar consideravelmente as necessidades de aquecimento durante a estação de Inverno. A radiação solar incide nas janelas de vidro e aquece de forma natural o espaço interior. 4. Durante a estação de Verão, há que impedir o sol de incidir nas janelas voltadas a Sul, verifique se as janelas possuem uma protecção pelo lado exterior: uma pala, persiana ou até vegetação (de folha caduca no Inverno). 5. Se a casa que vai habitar tiver janelas orientadas a nascente (Este) ou poente (Oeste) necessita obrigatoriamente de persianas exteriores, pois é nestas orientações que o sol incide mais horizontalmente. É imperativo, durante a situação de Verão, correr estas persianas, protegendo o vidro, pela manhã a Nascente e ao final da tarde a Poente. 6. O lado Norte da casa deve ser reservado a W.C.s, arrumos, ou outras divisões que necessitem de poucas aberturas (ou mesmo nenhuma) para o exterior. É nesta orientação que se originam grandes perdas térmicas através do vidro durante a estação fria. Se for impossível a escolha de uma casa sem divisões orientadas a Norte, então tenha sempre presente esta questão. 7. As fachadas envidraçadas originam grandes ganhos térmicos na estação quente e perdas térmicas muito consideráveis durante a estação fria, o que implica sistemas de climatização adicionais para corrigir este efeito. A área de envidraçado de uma divisão não deve ultrapassar 15% da área de pavimento dessa divisão. 8. Devemos também tirar partido do sol no que respeita a iluminação. Prefira divisões iluminadas naturalmente para minimizar a necessidade de iluminação artificial. Existem no mercado equipamentos de transporte de luz natural para divisões não iluminadas. Este “transformador de luz natural” canaliza a luz do exterior para o interior. 9. Sempre que necessária a iluminação artificial, opte por lâmpadas de baixo consumo e por iluminação localizada (só apenas onde é de facto necessária). Esta iluminação deverá ser provida de dispositivos para regulação do ambiente luminoso. 10. Se a casa que vai habitar ainda não possui equipamentos electrodomésticos, prefira, sempre que possível, os de Classe A, mais eficientes no que respeita ao consumo de energia e ao contrário do que se pensa não são necessariamente mais caros. 11. A localização e orientação solar, bem como a construção do edifício, é determinante para se ter uma casa confortável, do ponto de vista térmico. Verifique na Ficha Técnica da Habitação (FTH) como são as paredes exteriores do edifício. Deverá optar por soluções de parede dupla com isolamento ou parede simples com isolamento pelo exterior da parede. 12. O isolamento térmico adequado é determinante para evitar perdas de calor no Inverno ou ganhos de calor no Verão, mantendo assim uma temperatura constante no interior de sua casa. Prefira um material de isolamento com um baixo índice de condutibilidade térmica (U-value), mas com baixo teor de energia incorporada (energia consumida desde a extracção da matéria prima até ao produto final). 13. Verifique as caixilharias e o vidro. Aquelas com corte térmico (são fabricadas de forma a promover uma redução da transmissão térmica entre 40% a 60%) e vidro duplo são as mais indicadas do ponto de vista de conservação de energia. No entanto, deverá optar por caixilharias com grelhas de ventilação, para facilitar a renovação do ar. 14. Dê especial importância aos materiais utilizados, preferindo os de baixo impacte ambiental, não só na sua produção, mas também ao longo da sua vida útil. Informe-se sobre o poder de reutilização ou reciclagem dos materiais utilizados na sua casa. 15. É importante escolher materiais homologados e/ou com marcação CE e, nos casos mais importantes, solicitar os certificados de conformidade de acordo com as especificações aplicáveis, emitidos por entidades idóneas e acreditadas, seguindo as instruções dos fabricantes para a aplicação dos mesmos. 16. Verifique se a cobertura do edifício (terraço ou telhado), está adequadamente isolada (poderá fazê-lo através da FTH). Prefira um isolamento imputrescível e resistente à água, preferencialmente colocado sobre a laje e sobre a camada de impermeabilização. 17. Se o pavimento de sua casa estiver em contacto com o solo, opte por isolantes térmicos imputrescíveis e resistentes à água, ou pavimentos com caixa-de-ar e devidamente impermeabilizados para evitar perdas térmicas ou outras patologias associadas através do solo (estas soluções construtivas devem vir explicadas na FTH) 18. A renovação do ar interior é muito importante para que se mantenham as condições de salubridade interior nos edifícios. Uma casa insuficientemente ventilada poderá gerar humidade através dos vapores que se formam, afectando o conforto ou mesmo a saúde dos habitantes. Verifique se as caixilharias possuem dispositivos que permitem a ventilação. 19. As cores utilizadas nas fachadas e coberturas também influenciam o conforto térmico. Seja selectivo na escolha da cor de sua casa, considerando que, as cores claras não absorvem tanto o calor como as cores mais escuras (enquanto uma fachada branca pode absorver só 25% do calor do sol, a mesma fachada, pintada com cor preta, pode absorver o calor do sol em 90%). 20. Se a casa que pensa habitar está provida de equipamentos que funcionam à base de energia renovável, tanto melhor! Se vai construir é altura de os aplicar. De entre os vários existentes no mercado destacam-se: Colectores solares térmicos Estes equipamentos captam a energia do Sol e transformam-na em calor, permitindo poupar até 70% da energia necessária para o aquecimento de água. O RCCTE diz que todos os edifícios novos com condições de exposição solar adequada serão obrigados a ter, sempre que seja tecnicamente viável. Painéis solares fotovoltaicos Estes painéis constituem uma das mais promissoras formas de aproveitamento de energia solar. Por meio do efeito fotovoltaico, a energia contida na luz do Sol é convertida em energia eléctrica. Estes sistemas podem ser utilizados em locais isolados, sem rede eléctrica, ou como sistemas ligados à rede. Bombas de calor geotérmicas São sistemas que aproveitam o calor do interior da Terra para o aquecimento do ambiente. Actuam como máquinas de transferência de calor. No Inverno, absorvem o calor da Terra e levam-no para sua casa. No Verão, funcionam como ar condicionado, retirando o calor de sua casa para arrefece-lo, no solo. Mini-turbinas eólicas A energia do vento acciona estes sistemas para fornecer electricidade a uma micro-escala. Embora as micro-turbinas eólicas mais comuns sejam colocadas no terreno, existem umas de pequena dimensão que podem ser colocadas no topo das habitações. Podem significar uma redução do consumo de electricidade de 50% a 90%. Sistemas de aquecimento a biomassa A biomassa pressupõe o aproveitamento da matéria orgânica (resíduos provenientes da limpeza das florestas, da agricultura e dos combustíveis resultantes da sua transformação). Em casa, este tipo de matéria pode ser utilizada, por exemplo, em sistemas de aquecimento, representando importantes vantagens económicas e ambientais. 21. Existem no mercado torneiras de regulação do fluxo de água, que permitem reduzir o caudal estimulando a poupança deste recurso. Se a casa que vai habitar não possui estas torneiras, existem peças acessórias redutoras de caudal. 22. Verifique se os autoclismos são providos de dispositivos de dupla descarga que induzem poupança de água. (Poderá ainda colocar quando possível, uma ou duas garrafas de água com areia no interior, dentro do depósito do seu autoclismo. Isso significa poupar até 3 litros de água por descarga). 23. Se vai construir a sua casa e tem terreno disponível, tem a possibilidade de a equipar com mini estações de tratamento de água ou mini cisternas de armazenamento de águas pluviais, para posteriores utilizações em descargas não potáveis (como regas de jardim, autoclismos ou lavagem de automóveis). 24. No caso de vir a habitar um edifício de vários condóminos, verifique se no prédio existe espaço destinado a contentores adequados à separação de resíduos domésticos. 25. Dentro de sua própria casa opte sempre por um depósito de resíduos domésticos com pelo menos três divisões para estimular a separação destes resíduos. Artigo: Naturlink - Aline Delgado (Quercus) Sapo CV, 22 de Abril de 2009

Lisboa: Onde está o Magalhães do Manelito?

Onde está o Magalhães do Manelito? O computador Magalhães vai equipar, entre hoje e sexta-feira, o World Telecommuniction Policy Forum, evento que este ano tem lugar em Lisboa. O Centro de Congressos de Lisboa recebeu esta manhã centenas de delegados provenientes das mais variadas partes do mundo. À disposição de todos eles, um dos mais emblemáticos símbolos do desenvolvimento tecnológico do País: o computador Magalhães. O Manelito continua à espera do seu! Foto: SAPO/Paulo M. Guerrinha

Maputo: Concha Buika homenageia Miriam Makeba no Teatro Avenida

Maputo: Concha Buika homenageia Miriam Makeba no Teatro Avenida A cantora espanhola Concha Buika apresentou-se ontem em concerto no Teatro Avenida, em Maputo. O show foi realizado em homenagem à malograda artista sul-africana Miriam Makeba. A sessão foi bastante concorrida e o público vibrou com a prestação de Buika. A figura de cartaz apresentou vários números de música espanhola, misturada com outras sonoridades musicais mundiais. Apresentando-se igualmente com uma performance de alto nível. A artista foi formidável e mostrou que domina muitos estilos musicais, sendo de destacar o jazz, bolero, flamengo e funk. A mesma é uma das artistas mais vibrantes e expontâneas no actual panorama musical espanhol. Concha Buika levou consigo um repertório constituído de temas que fazem parte do seu disco intitulado “Niña de Fuego”, presentemente nomeado para os prémios Grammy Latino, para álbum do Ano. A adesão do público foi notável, chegando a lotar o Teatro Avenida. Quem é buika? Buika executa uma mistura de soul, jazz e funk e é uma das cantoras mais destacada no panorama musical espanhol. O seu talento evidenciou-se desde pequena. Formada em Londres em arte dramática, a artista ficou contagiada pela a música quando viu o músico Pat Methey a actuar. Nos anos 90, participou na produção da trilha sonora que fez a cobertura do filme “Km 0”. Ao mesmo tempo, compôs vários temas que conquistaram lugares de vulto na Europa. Sapo MZ, 22 de Abril de 2009

Dia da Terra: As florestas e a água

Dia da Terra: As florestas e a água As florestas têm grande influência na precipitação antes de chegar ao solo, interceptando e redistribuindo a água. No início do século XX existiam várias dúvidas quando se abordava a questão da influência das florestas no ciclo de água. Dizia-se que, comparativamente com outros cobertos vegetais, as florestas eram responsáveis pelo aumento de precipitação e de humidade. Desta forma numa dada área, a remoção do coberto florestal implicaria a diminuição da precipitação e consequentemente a diminuição do caudal das linhas de água. Em meados do século, estudos realizados em florestas temperadas permitiram verificar que parte das diminuições de precipitação associadas à remoção das florestas, deviam-se essencialmente à redução de intercepção do nevoeiro que provoca o gotejo, tendo o seu efeito directo na precipitação pouca importância (verificou-se apenas diminuições de precipitação total de cerca de 5% no máximo). No caso da Amazónia, floresta tropical de grande área, reconhece-se a sua influência significativa na humidade da atmosfera e precipitação (30%) numa larga área de zonas adjacentes. Em zonas como na Escandinávia, a influência das florestas é pouco importante, devido aos padrões de precipitação serem essencialmente geridos pelas cadeias montanhosas que interagem com as massas de ar em movimento. Mas note-se, que as florestas não deixam de ser responsáveis pela criação de microclimas húmidos. A importância das florestas para a precipitação deve-se sobretudo à capacidade que estas têm de a interceptar e redistribuir. O coberto florestal intercepta muita da precipitação, e apenas uma pequena parte desta chega à superfície do solo. Da mesma forma, a maior parte do orvalho ou da geada é acumulada pelas árvores durante a noite para evaporar na manhã seguinte. O regresso da água interceptada à atmosfera depende da capacidade do coberto para a interceptar, da energia disponível (em forma de radiação solar) para a evaporar e do movimento e humidade do ar. A evapotranspiração (evaporação da água interceptada e transpiração da água dos tecidos vegetais) nas florestas é 3 a 5 vezes superior à que se verifica em cobertos rasteiros em condições climatéricas idênticas. As florestas têm maior altura, maior rugosidade aerodinâmica portanto, e quando há movimento do ar cria-se uma atmosfera turbulenta que facilita as trocas de vapor entre as árvores a atmosfera, o que implica a maior evaporação. Por outro lado, as árvores exploram água num maior volume de solo pelo que têm maior transpiração. A água interceptada pelas copas das árvores pode ser redistribuída também, para o solo, directamente ou por queda dos ramos e das folhas (precipitação interna) ou por escorrimento pelo tronco. A água que atinge o solo pode escorrer pela superfície ou infiltrar-se. Nos solos florestais a infiltração é normalmente rápida devido à existência de elevada porosidade e material orgânico que permite armazenar a água, o que leva a que os escorrimentos superficiais sejam curtos. Parte da água infiltrada pode ser absorvida em conjunto com nutrientes pelas raízes das árvores, e translocada para a parte aérea onde pode ser transpirada. A água que não é evapotranspirada e não fica armazenada no solo pode ficar armazenada em lençóis freáticos ou chegar às linhas de água. O tempo que a água leva a chegar à linha de água depende de ter sido infiltrada ou escoada. O movimento da água no solo depende da textura e estrutura deste. Um solo fino e de textura grosseira entrega rapidamente a água da precipitação às linhas de água, mesmo quando não ocorre escorrimento superficial, enquanto que um solo de textura fina, fundo ou com grandes quantidades de matéria orgânica armazena água e a chegada desta às linhas de água é retardada. A partir do momento em que a capacidade de armazenamento de água pelo solo é excedida, a contribuição para o caudal das linhas de água deixa de estar dependente das características do solo. Artigo: Naturlink - Nuno Leitão Sapo, 22 de Abril de 2009

21 de abril de 2009

Moçambique: Esposa do Presidente da República premiada nos EUA

Esposa do Presidente da República premiada nos EUA A primeira Dama de Moçambique, Maria da Luz Guebuza, está a participar em Los Angeles, Estados Unidos, na Cimeira Humanitária Africana. Durante dois dias, as mulheres de vários chefes de estado e de governo de Africa vão discutir os meios necessáries para melhorar a situação sanitária e humanitária do continente africano, com particular enfoque para a malária, HIV/Sida, Saúde Materno-Infantil, entre outras áreas. Maria da Luz Guebuza deverá apresentar na Cimeira Humanitária Africana de Los Angeles uma comunicação sobre a educação da rapariga. No final do evento será adoptada uma declaração de compromisso das primeiras damas africanas sobre sistemas de saúde para o bem-estar da mulher e criança africanas. Nos Estados Unidos da América, a primeira dama de Moçambique deverá ser distinguida em Washington com o Prêmio Global Saúde em reconhecimento do trabalho por ela desenvolvido em Moçambique. Sapo MZ, 21/04/09

Eleições sul-africanas e as t-shirts

Eleições sul-africanas e as t-shirts O café "The Chef" em Joanesburgo, na África do Sul, tem a parede decorada com t-shirts dos diversos candidatos às eleições presidenciais deste ano. Cerca de 20 milhões de sul-africanos vão às urnas, para eleger o seu quarto presidente após o regime do Apartheid.

Dia da Mulher Moçambicana (7 de Abril)

Moçambique: Serviço Militar (FADAM)








Indonésia: Recolha de madeira em rio poluído

Recolha de madeira em rio poluído Indonésio recolhe madeira num rio poluído de Jacarta, Indonésia, na véspera do dia em que se celebra o Dia da Terra. Foto@EPA/Adi Weda

Filipinas: Belas por um causa

Belas por um causa Uma jovem filipina candidata a Miss Terra segura uma planta como símbolo do concurso. As restantes candidatas mostram cartazes com mensagens ambientais durante a conferência em Manila, onde se apresentaram. Apelidadas de "belas por uma causa", as candidatas vão conhecer a vencedora no dia 10 de Maio. Foto@EPA/Dennis M. Sabangan

Selecção de Moçambique x Selecção da Nigéria (Resultado 0-0)

QUALIFICAÇÃO PARA CAN E MUNDIAL DE 2010
Moçambique, 0 - Nigéria, 0 29 de Março de 2009

FICHA TÉCNICA: ÁRBITRO: Amanuel Eyob, auxiliado por Berhe Tesfagiorghis e Redae Kiros, todos da eritreia. Quarto árbitro: Berhane Dangew MOÇAMBIQUE: Kampango; Dário Khan, Fanuel, Mano e Paíto (Campira); Dominguez, Simão, Momed, Genito(Luís) e Miro (Danito), e Dário Monteiro. NIGÉRIA: Vicent; Chidi (Apam), Taiwo, sani, Obina, Daniel Shittu, Osaze, Obi Mikel, Martins, Ikechukwu e Obinna Nsofor. ACÇÃO DISCIPLINAR: “amarelos” para Obinna e Sani, da Nigéria, e Dominguez, de Moçambique.