11 de junho de 2009

Cesária Évora: Sodade

Bana: Mexe mexe

Luis Morais - Maria Gabriela

Cabo Verde: Sonho Di Nhá Esperança

Cabo Verde: Cidade Velha eleita uma das Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo












Cabo Verde: Cidade Velha eleita uma das Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo A lista das "Sete Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo" foi revelada ontem, 10, durante uma cerimónia de gala na Arena de Portimão. Cidade Velha figura entre os patrimónios eleitos. Os sete monumentos mais votados foram: a Fortaleza de Diu (Índia), Fortaleza de Mazagão (Marrocos), Basílica do Bom Jesus de Goa (Índia), Cidade Velha (Cabo Verde), Igreja de São Paulo (Macau), Convento de São Francisco de Assis da Penitência (Ouro Preto, Brasil) e o Convento de São Francisco e a Ordem Terceira (Salvador da Baía, Brasil). Os cantores cabo-verdianos Tito Paris e Boss AC participaram do cartaz musical preparado para a noite de gala, que também contou com as actuações de Daniela Mercury, Maria João, Paulo Gonzo, Rui Veloso e Ricardo Ribeiro e Rabih Abou-Khali. Ao todo, 27 patrimónios históricos de 16 países diferentes disputaram o título. A instituição "New 7 Wonders Portugal", que promoveu o evento, conta que considerou o valor histórico e patrimonial de cada monumento para chegar à lista final dos 27 concorrentes. A instituição revelou que vai lançar agora o concurso das “Sete Maravilhas Naturais de Portugal”, cuja declaração oficial será divulgada em 2010, nos Açores. O ministro da Cultura, Manuel Veiga, exprimiu já a sua satisfação pela escolha, afirmando a RCV que se trata de uma "grande lufada de ar fresco", tendo em conta que no próximo dia 22, em Sevilha, a UNESCO irá decidir se a Cidade Velha passara ou não a integrar a lista de património da humanidade. RB A Semana, 11 de Junho de 2009

Suiça: Rock com barbas

Suiça: Rock com barbas Os ZZ Top durante um dos concertos do Caribana Openair Festival, que decorre em Crans-sur-Nyon, na Suíça. Foto@EPA/Laurent Gillieron

10 de junho de 2009

Nelson Mandela: um dos maiores líderes políticos da história moderna


Nelson Mandela: um dos maiores líderes políticos da história moderna Nelson Rolihlahla Mandela (Qunu, 18 de Julho de 1918) é um advogado, ex-líder rebelde e ex-presidente da África do Sul (entre 1994 e 1999). Principal representante do movimento antiapartheid, como activista, sabotador e guerrilheiro. Considerado pela maioria das pessoas um guerreiro em luta pela liberdade, era considerado pelo governo sul-africano um terrorista. Em 1990 foi-lhe atribuído o Prémio Lenin da Paz, que acabou por receber só em 2002. Actividade política Depois de a eleição de 1948 dar a vitória aos africanders do Partido Nacional, apoiantes da política de segregação racial, Mandela tornou-se membro activo do ANC, tomando parte no Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade - documento contendo um programa fundamental para a causa antiapartheid. Comprometido de início apenas com actos não violentos, Mandela e os seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville (21 de Março de 1960), quando a polícia sul-africana disparou sobre manifestantes negros, desarmados, matando 69 pessoas e ferindo 180 - e a subsequente ilegalidade do ANC e outros grupos antiapartheid. Mandela foi um dos maiores líderes políticos da história moderna. Prisão A 12 de Junho de 1964 foi condenado a prisão perpétua por planear acções armadas, em particular sabotagem (o que Mandela admite) e conspiração para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).Enquanto estava na prisão, Mandela enviou uma declaração para o ANC (que viria a público em 10 de Junho de 1980) que dizia: "Unam-se! Mobilizem-se! Lutem! Entre a bigorna que é a acção da massa unida e o martelo que é a luta armada devemos esmagar o apartheid!" Recusando trocar uma liberdade condicional pela recusa em incentivar a luta armada (Fevereiro de 1985), Mandela continuou na prisão até Fevereiro de 1990, quando a campanha do ANC e a pressão internacional conseguiram que fosse libertado a 11 de Fevereiro, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk. O ANC também foi retirado da ilegalidade. Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prémio Nobel da paz em 1993 Presidência do ANC e presidência da África do Sul Como presidente do ANC (de Julho de 1991 a Dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de Maio de 1994 a Junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no governo, o apartheid, ganhando respeito internacional pela sua luta em prol da reconciliação interna e externa. Alguns radicais ficaram desapontados com os rumos de seu governo, entretanto; particularmente na ineficácia do governo em conter a crise de disseminação da SIDA. Casou-se três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois casou-se com Winnie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano e aliado do ANC. Em 1993, com de Klerk, recebeu o Prêmio Nobel da Paz, pelos esforços desenvolvidos no sentido de acabar com a segregação racial. Em Maio de 1994, tornou-se ele próprio o presidente da África do Sul, naquelas que foram as primeira eleições multirraciais do país. Cercou-se, para governar, de personalidades do ANC, mas também de representantes de outras linhas políticas. Afastamento da política Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Isabel II, e a Medalha presidencial da Liberdade de George W. Bush. Sapo MZ, 13 de Maio de 2009

África do Sul: Ameaça de bomba leva à evacuação da sede do ANC

Ameaça de bomba leva à evacuação da sede do ANC As autoridades sul-africanas evacuaram esta quarta-feira a sede nacional do ANC na sequência de uma ameaça de bomba e estão a inspeccionar o edifício. O edifício - conhecido por Luthuli House - foi evacuado na sua totalidade depois de um telefonema anónimo ter sido recebido pelos funcionários, confirmou o porta-voz do Congresso Nacional Africano (ANC), Ishmael Mnisi. A polícia destacou para a Luthuli House, situada no centro de Joanesburgo, muitos efectivos, bem como especialistas na busca e detonação de bombas, mas quatro horas depois nenhum engenho tinha sido descoberto. LUSA, Quarta, 10 Junho 2009

9 de junho de 2009

Tailândia: Panda bebé

Panda bebé Aos 13 dias de vida este panda bebé já é o centro das atenções no Jardim Zoológico de Chiang Mai, no norte da Tailândia. Este é o primeiro panda a nascer na Tailândia. Foto@EPA/Chiang Mai Zoo

Jushua Manhiça: O Punk da Baixa de Maputo - Estilo/Penteado "Mamusha"

Jushua Manhiça: O Punk da Baixa de Maputo - Estilo/Penteado "Pikachu"

Jushua Manhiça: O Punk da Baixa de Maputo - Estilo/Penteado "Kangol"

Cambodja: Carcereiro dos Khmer Vermelho admite ter ordenado matança de crianças

Cambodja Carcereiro dos Khmer Vermelho admite ter ordenado matança de crianças Pretoria (Canal de Moçambique) - O antigo carcereiro do regime cambojano dos Khmer Vermelhos declarou ontem em tribunal que os filhos de pessoas detidas na prisão de máxima segurança, S-21, haviam sido assassinados como forma de impedir que no futuro se vingassem da morte dos pais. Kaing Guek Eav, um dos cinco dirigentes do regime dos Khmer Vermelhos que está a ser julgado por atrocidades cometidas entre 1975 e 1979, e que resultaram na matança de 1,7 milhão de pessoas, disse aceitar a responsabilidade pela morte das crianças, mas alegou que apenas havia cumprindo ordens.
“Quando as crianças chegavam ao centro, eu dava as ordens para matá-las, porque temíamos que essas crianças se vingassem no futuro”, disse Kaing Guek Eav de 66 anos. Este ex-dirigente cambojano alegou em defesa que tinha de “pôr em prática a política do Partido Comunista”.
Na cadeia S-21, outrora uma antiga escola na periferia da capital, morreram mais de 14 mil pessoas, incluindo mulheres e crianças. Poucas pessoas sobreviveram naquela prisão. A maioria das vítimas foi torturada antes de ser retirada da capital, Phnom Penh, e levada para os campos de extermínio de Cheoung Ek.
Durante a audiência de ontem, o promotor de justiça cambojano perguntou a Kaing Guek Eav quem dava ordens para que os guardas matassem bebés. “Eu não ordenei tal crime, mas acredito que meus camaradas o fizeram”, respondeu o réu. (Redacção / Reuters) 2009-06-09

Em Nampula: Propagada tentativa de assassinato de Daviz Simango não constitui verdade

Em Nampula Propagada tentativa de assassinato de Daviz Simango não constitui verdade – diz Geraldo Carvalho, porta-voz do MDM, confirmando apenas a vandalização do espaço onde decorreu o comício Nampula (Canal de Moçambique) - O porta-voz do MDM-Movimento Democrático de Moçambique, Geraldo Carvalho, disse à imprensa, esta segunda-feira, na cidade de Nampula, que a notícia posta a circular através de alguns órgãos de informação sobre a tentativa de assassinato do líder daquela formação partidária, Daviz Simango, “não constituí verdade”.
Carvalho avançou que o que aconteceu foi a vandalização do espaço onde decorreu o concorrido comício orientado pelo presidente do MDM, Daviz Simango, no bairro de Namicopo, arredores de Nampula.
A mesma fonte disse igualmente que o caso já está nas mãos da Polícia e que os promotores das escaramuças apoderaram-se dos meios sonoros do MDM.
Geral do Carvalho que é um antigo combatente da Renamo rferiu ainda que “os autores dos actos de vandalismo são membros do partido Renamo”.
Segundo o porta-voz do MDM, o grupo que praticou o acto, estava encabeçado por um cidadão de nome Almeida, que é um cadastrado e anda foragido das autoridades da Lei e Ordem e sobre o qual pesa ainda a acusação de que terá arrancado arma a um agente da PRM na cidade ferro-portuária de Nacala.
O MDM depois do caso ter sido encaminhado à Polícia, segundo Carvalho, “não está preocupado com partidos caducos, descapitalizados que não têm amparo e estão desprovidos de esperança”.
Carvalho alegou também que “ameaças contra o presidente do Movimento Democrático de Moçambique e seus membros acontecem todos os dias”. “Mas nós não estamos preocupados com líderes caducos e sem esperança, que não tem onde ficar”.
Daviz Simango depois de ter orientado no último fim-de-semana na Cidade de Nampula a 2.ª Sessão do Conselho Nacional do seu partido, trabalha desde ontem nos distritos da província de Nampula. Escalado o distrito de Memba. Hoje prevê-se que trabalhe no distrito de Nacala-a-Velha e no Município de Nacala-Porto. Deverá sucessivamente escalar as cidades da Ilha de Moçambique e Angoche e, ainda o distrito de Mogovolas. (Aunício da Silva) 2009-06-09

Angola: Nove aeroportos habilitados a receber voos nocturnos

Angola Nove aeroportos habilitados a receber voos nocturnos Pretoria (Canal de Moçambique) - Nove aeroportos angolanos já podem receber voos nocturnos por disporem de balizagem luminosa, revelou há dias, em Luanda, o director do gabinete de comunicação e imagem da Empresa Nacional de Navegação Aérea e Exploração de Aeroportos (Enana).
Em declarações à agência noticiosa angolana Angop, Agostinho Filipe disse que estão nessa condição os aeroportos de Luanda, com balizagem luminosa definitiva, e de Cabinda, com um sistema de balizagem semi-definitiva, beneficiando actualmente de trabalhos de reconstrução do sistema.
Os aeroportos do Namibe e do Huambo possuem igualmente sistemas luminosos semi-definitivos, ao passo que os aeroportos do Lubango, Catumbela, Sumbe, Benguela e Ondjiva (este último à espera de homologação do Instituto Nacional de Aviação Civil) dispõem de uma balizagem luminosa portátil, disse ainda Agostinho Filipe.
Filipe revelou ainda que, tendo em conta a realização, em Angola, do Campeonato Africano das Nações em Futebol em 2010, a Enana está a trabalhar no sentido de adquirir métodos de marcação luminosa definitivos para os aeroportos de Benguela, Catumbela, Lubango, Cabinda e Malanje
A Enana está apostada na melhoria das condições dos aeroportos e aeródromos do país, a fim de dotá-los de todas as condições de funcionalidade e operacionalidade, adequando-os às exigências internacionais. (Redacção / macauhub) 2009-06-09

África do Sul: Reverendo Allan Boesak impedido de lançar livro de memórias

África do Sul Reverendo Boesak impedido de lançar livro de memórias Pretoria (Canal de Moçambique) - O antigo activista contra o regime do apartheid, Reverendo Allan Boesak, foi impedido de proceder ao lançamento do seu livro de memórias, “Running with Horses: Reflections of an accidental politician” (Correndo com os Cavalos: Reflexões de um político acidental) em face de um recurso interposto em tribunal por Trevor Manuel, ex-ministro sul-africano das Finanças. Manuel objectou contra o conteúdo do livro, alegando ser difamatório.
Na sua obra autobiográfica, Boesak revela que membros do ANC, incluindo a ex-mulher de Trevor Manuel, haviam recebido fundos que ele próprio havia angariado. Na altura em que o dinheiro teria sido entregue à esposa de Manuel, este encontrava-se nas masmorras do regime do apartheid.
Allan Boesak cumpriu parte de uma pena de prisão por ter desviado fundos doados por organizações norueguesas para uma ONG que ele havia fundado com o nome de Fundação para a Justiça e Paz . Ao fim de um ano na cadeia, Boesak foi posto em liberdade por via de um decreto presidencial.
No livro, Boesak refere que para além da família de Boesak, outros conhecidos militantes contra o regime do apartheid haviam beneficiado de ajuda financeira da referida fundação, designadamente Willie Hofmeyr, destacado membro da Frente Unida Democrática (UDF).
Em Dezembro do ano passado, Boesak queria que o ANC assinasse uma declaração ilibando-o de quaisquer irregularidades relacionadas com desvios de fundos doados à Fundação para a Justiça e Paz. O ANC recusou-se a aceder ao pedido do Reverendo Boesak tendo este optado por filiar-se no novo partido da oposição, o COPE. Nas últimas eleições, Boesak foi eleito deputado do COPE a nível da Província do Cabo Ocidental. (Redacção / The Argus / IOL) 2009-06-09

8 de junho de 2009

O artista plástico e escultor moçambicano, Malangatana, completou, este sábado, 73 anos




73º aniversário de Malangatana O artista plástico e escultor moçambicano, Malangatana, completou, este sábado, 73 anos. A data foi marcada por um jantar surpresa, organizado pela família, amigos e admiradores do artista, no restaurante Ibo em Lisboa. Do evento constou uma parte cultural com a actuação do Grupo Teatral Xipane pane, música do intérprete e saxofonista Otis. Contou também com a presença do Embaixador de Moçambique em Portugal, Miguel Nkaima e sua esposa Glória Nkaima, assim como personalidades do mundo da arte e política. "Achei estranho quando a minha filha sugeriu que jantássemos no restaurante do Pedrosa (proprietário do Ibo que foi o reponsável pelo jantar). Mas, quando cheguei, vi que estavam cá todos os meus amigos", Ffisou Malangatana. Malangatana encontra-se em Portugal a convite de José Henrique e da Câmara Munincipal do Barreiro (CMB), a trabalhar numa escultura de pedra mármore que será colocada na Praça da Amizade, junto a uma das entradas do Fórum Barreiro. O restaurante Ibo foi pequeno para a quantidade de gente que esteve presente para dar os parabéns a este que é o rei da arte moçambicana. Foi um jantar tipicamente moçambicano, que teve como prato principal caril de frango. "Estou doido de contente e e meu telemóvel não pára de tocar", acrescentou o artista. Sílvia Panguane SAPO MZ, 08 de Junho de 2009

Portugal: A face da derrota

A face da derrota O Partido Socialista foi o grande derrotado das eleições europeias, perdendo dois deputados e ficando atrás do PSD. Vital Moreira assumiu a responsabilidade pela derrota e José Sócrates afirmou que esta não era a altura para avaliar o governo. Foto@Lusa/José Sena Goulão

Alpinistas Sul-Coreanos desafiam a morte

Alpinistas Sul-Coreanos desafiam a morte Alpinistas Sul-Coreanos desafiantes da morte parecem figuras diminutas quando escalam as rochas da montanha de Buckhan perto de Seúl, na Coreia do Sul. Existem cerca de dez milhões de sul-coreanos que são amantes do alpinismo. Foto@EPA/Jeon Heon-Kyun

Casa Fernando Pessoa, em Lisboa, mostra manuscritos inéditos de Arménio Vieira



Casa Fernando Pessoa mostra manuscritos inéditos de Arménio Vieira O poeta cabo-verdiano Arménio Vieira, galardoado este ano com o Prémio Camões, é objecto de uma exposição patente na Casa Fernando Pessoa, em Lisboa. A mostra, patente na biblioteca da casa do poeta em Campo de Ourique, inclui manuscritos inéditos e livros do poeta cabo-verdiano.
Arménio Vieira encontra-se editado na antologia "Poetas de Língua Portuguesa", com com o poema "Retrato de Poeta", em homenagem a Fernando Pessoa, publicada pela Casa Fernando Pessoa, em 1997. O poeta esteve na casa do autor de "Mensagem" em Julho de 1997, quando apresentou um recital de poesia. Arménio Vieira é o primeiro cabo-verdiano a receber o Prémio Camões.
Natural da cidade da Praia, na Ilha de Santiago, em 24 de Janeiro de 1941, além de escritor, é jornalista, com colaborações em publicações como o Boletim de Cabo Verde, a revista Vértice, de Coimbra, Raízes, Ponto & Vírgula, Fragmentos e Sopinha de Alfabeto. Arménio Vieira foi também redactor no jornal Voz di Povo. O Prémio Camões, criado em 1988 pelos governos português e brasileiro, distingue todos os anos escritores dos países lusófonos. Lusa, 08 de Junho de 2009