Pandas na China
Os pandas gigantes Ying Ying e Le Le na festa que celebra o seu quarto aniversário.
Foto@EPA/Ym Yik
10 de agosto de 2009
Pandas na China
Pandas na China
Os pandas gigantes Ying Ying e Le Le na festa que celebra o seu quarto aniversário.
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7 de agosto de 2009
Moçambique: Novo sistema de desempenho da Função Pública será implementado em 2010
Função Pública: Novo sistema de desempenho será implementado em 2010
O Governo vai implementar, a partir de 2010, um novo sistema de gestão de desempenho da Função Pública. O sistema enquadra-se no âmbito da profissionalização e modernização do sector e visa, entre outros objectivos, a orientação para resultados sendo estes derivados dos planos macro de desenvolvimento do país tais como Agenda 2025, o PARPA, o Programa Quinquenal do Governo, o cenário fiscal de Médio e o plano Económico e Social.
O sistema tem ainda como linhas de força a ligação entre a avaliação do desempenho institucional e a do desempenho individual, bem como a instituição de contratos- programa com os quadros de chefia e direcção, tendo como ponto de partida os Secretários Permanentes a nível central, provincial e distrital.
A experiência moçambicana sobre a matéria foi recentemente apresentada nas ilhas Seychelles no decurso do VI Fórum dos Dirigentes da Função Pública dos países da Commonwealth pelo assessor sénior da Reforma do Sector Público, Carlos Natividade, em representação da Ministra da Função Pública, Vitória Dias Diogo.
A experiência do país foi positivamente apreciada nos debates havidos durante aquele encontro, tendo sido frisado que esta reflecte as melhores práticas a nível regional, continental e internacional.
No âmbito da Reforma do Sector Público, está em curso a transição de um processo de avaliação anual baseado no mérito profissional do funcionário público para um sistema de gestão de desempenho, como um dos principais objectivos da reforma que se espera venha a contribuir para a melhoria da efectividade e eficiência dos serviços públicos.
Esta nova abordagem é orientada para a gestão por resultados e está em linha com os objectivos governamental e sectoriais de integração de todos os funcionários e agentes do Estado, através do estabelecimento de uma relação entre o desempenho individual e o organizacional.
O VI fórum dos dirigentes da Função Pública dos países da Commonwealth decorreu sob o lema “medindo e gerindo o desempenho na função pública nos países africanos membros “, cujos objectivos visavam desenvolver um entendimento comum sobre a gestão estratégica do desempenho do sector, trocar experiências sobre abordagens para a institucionalização da gestão estratégica do desempenho, incluindo os progressos, desafios e lições apreendidas e criar consensos sobre o papel dos dirigentes no processo.
Moçambique acolheu este fórum em 2008 como reconhecimento da grande dinâmica e ímpeto que o governo tem vindo a imprimir às reformas do sector público.
O VI fórum recomendou, entre outros aspectos, estratégias com vista a assegurar o sucesso de uma gestão estratégica do desempenho e reconheceu o papel dos dirigentes da Função Pública no processo, nomeadamente na criação de capacidade, assegurar a qualidade dos serviços, estabelecer padrões de qualidade baseados nas melhores práticas a nível nacional e internacional.
Maputo, Sexta-Feira, 7 de Agosto de 2009:: Notícias
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Moçambique: Ilhas de Bazaruto
Moçambique: Ilhas de Bazaruto O biólogo e famoso escritor Mia Couto explica como, num texto da revista Índico. "As ilhas de Bazaruto foram parte da Península de São Sebastião. Tudo isto aconteceu "recentemente", na escala geológica do tempo. "A cadeia de dunas da qual a Península de São Sebastião faz parte possui "escassos" menos de 90 mil anos", explica Mia Couto, no texto Pinturas de Areia e Vento, da revista Índico. O escritor como sempre descreve de forma poética como tudo aconteceu: "Essa é apenas a idade do material que serviu de ventre materno. Porque o parto, o corte do cordão umbilical ocorreu muito mais tarde. Esse golpe que roubou as ilhas ao continente tem apenas 5 mil anos. Na escala geológica, um simples piscar de olhos nos separa desse nascimento. A última transgressão marinha actuou como o destino que, sem nos darmos conta, nos leva os filhos de casa: a península fragmentou-se e as águas sulcaram canais entre as diversas ilhas. O mesmo processo fez criar, mais a Sul, a ilha da Inhaca, cortando, na mesma altura, a península de Machangulo. Esta é a origem de quatro dos cinco actuais territórios insulares do arquipélago: Bazaruto, Benguerra, Macarugue e Bangue." Texto de Mia Couto Citado por Teresa Cotrim Fotos: Teresa Cotrim
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Moçambique: Orla de Inhambane
Moçambique: Orla de Inhambane
Na orla de Inhambane, tanto a norte como a sul da capital da província, há um bom número de alternativas ou complementos de uma estância no Tofo.
Pouco mais de uma dezena de quilómetros para norte, por uma estrada de terra vermelha que serpenteia entre palmares, está a Barra, uma praia com boa oferta de alojamento.
Nas imediações está o recente Flamingo Bay Water Lodge, um conjunto de casinhas em materiais locais assente sobre um sistema de palafitas. Continuando para Norte, chegamos a Morrungulo e meia centena de quilómetros depois, a Pomene (uma reserva natural), que conserva um litoral edénico, o típico cenário tropical enfeitado de palmeiras, e já depois de Vilankulos à ampla praia de Inhassoro.
Para sul, não falta, igualmente, escolha. A Baía dos Cocos é a primeira, depois vêm Guinjata, enseada encravada entre falésias, e os cenários de rodagem de «A Jóia de África».
Lá para as bandas de Quissico, a terra das timbilas, encontramos duas pérolas, Zavala e Ponta Závora. Esta é uma zona, também, de lagoas.
No roteiro dos passeios há que inscrever-se, ainda, uma visita a Inhambane, cidade que conserva um núcleo urbano do tempo colonial, uma espécie de museu que testemunha exemplarmente uma época. As edificações mesclam elementos lusos, orientais e das tradições arquitectónicas swahili.Moçambique: Província de Cabo Delgado
Moçambique: Província de Cabo Delgado
A província de Cabo Delgado está situada a Norte de Moçambique e faz fronteira com a Tanzânia. A fronteira é o rio Rovuma.
É uma província para explorar. Tem poucos turistas, apesar de uma beleza natural fantástica, designadamente 300 km de costa com o Índico e o arquipélago das Quirimbas constituído por cerca de 50 ilhas coralinas. Uma dessas ilhas, a maior, é a da vila de Ibo que foi a primeira capital administrativa de Cabo Delgado.
A capital é Pemba, tem menos de 100 mil habitantes. É uma cidade histórica situada na baía com o mesmo nome, a terceira maior do mundo.
O acesso mais frequente dos turistas a Cabo Delgado é feito de avião com destino a Pemba.
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Moçambique: Província de Gaza
Moçambique: Província de Gaza
A Província de Gaza situa-se numa encruzilhada estratégica que a torna referência obrigatória para quem visita Moçambique. Elo de ligação com o norte do país, é também um excelente ponto de repouso e de umas férias bem passadas no aconchego da natureza verdejante da sua planície.
Rodeada pelas Províncias do Maputo, de Manica e de Inhambane, pela África do Sul, pelo Zimbabwe e pelo Oceano Índico, a capital de Gaza, Xai-xai, a 224km de Maputo, dispõe de boas condições hoteleiras para descanso e para reuniões de negócios.
As etnias Changana e Chopi predominam na zona cuja população é de 1 219 013 de habitantes, conforme o censo preliminar de 2007. Gaza tem ainda para oferecer ao visitante belas praias e a prática de desportos náuticos.
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Arquipélago de Bazaruto: Ilha de Santa Carolina
Arquipélago de Bazaruto: Ilha de Santa Carolina Também é conhecida como ilha do Paraíso. E, sem dúvida, que os seus 3 quilómetros de comprimento por 500 metros de largura devem ser dos mais belos do mundo. A areia da sua praia é branca e imaculada, as cores das suas águas misturam azuis-marinho com verde esmeralda mas o que mais espanta são os seus corais. Maravilhosos. Decerto do mais belo que há no mundo. Ainda estão intactos, as suas cores e a diversidade de peixes que se vislumbram num simples snorkeling deixam os turistas incrédulos. Vale mesmo a pena visitar este local. Neste momento ainda não é habitada, ou seja tem um curador chamado Luís Azevedo, que vive há 20 anos no Arquipélago de Bazaruto e há um ano nesta ilha. Mas há planos no ar. O que está previsto para a ilha Paraíso é a construção de um novo hotel com 50 quartos, restaurantes, bares, centros de mergulho e de pesca, campos de ténis, SPA, entre outras infra-estruturas. A renovação da ilha é uma parceria do Grupo Rani Resorts com o Grupo Echos Delta Holding Lda, de origem britânica, que detém o título de concessão da ilha de Sta. Carolina desde 2006. Neste momento aguarda-se a qualquer momento a destruição dos edifícios antigos. Neste momento não se pode pernoitar neste maravilhoso santuário. Pode ser visitada a partir dos resorts da ilha de Bazaruto. No entanto, apesar de quem chega ver as ruínas de outrora a realidade é que vistas ao perto despertam o interesse, principalmente pela história que contam. A de um português chamado Joaquim Alves que na década de 60 edificou vários empreendimentos na Província de Inhambane em honra da sua amada, Dª Ana, uma moçambicana. Aliás, as ruínas que se vêem são da sua obra. A ilha ainda tem ainda uma placa a assinalar a inauguração do mesmo. Construiu um hotel com 100 camas, o passeio boulevard e uma magnífica Igreja erguida num dos locais mais belos do mundo. Um convite à oração. A sua imponência até leva um ateu a reflectir na possibilidade de existir, de facto, um ser superior. Joaquim Alves construiu ainda um hotel em Vilankulos, que está neste momento a ser restaurado e outro em Inhambane, este mais simples, aliás os locais referem que esta foi a sua primeira construção. Mas a realidade é que todos exibem o estilo colonial, dando primazia à construção simples, materiais locais e em forma de barco. Ou seja, quem olha para as fachadas são sempre arredondadas e com colunas que suportam varandas escandalosamente voltadas para o mar. Joaquim Alves sabia como ninguém tirar partido da beleza do oceano em Moçambique, O curador da ilha de Sta. Carolina conta que Joaquim Alves casara com Dona Ana, uma moçambicana por quem se apaixonara. “Dizem que aquela estátua é a Dona Ana”, aponta para uma escultura branca encostada a uma palmeira. Parece que ali passavam férias com os amigos e que iam à praia dos namorados. E pouco mais sabe. Lembra-se em 2000 de a ilha ainda receber pessoas, a nível privado mas desde essa época que as casas por falta de uso perderam habitabilidade. Na ilha existe ainda uma prisão que data de 1850. “Aqui foi encontrado um esqueleto ainda com algemas mas o último ciclone levou-o”, diz, remexendo com a sua vara o chão. As torres de vigia estão em ruínas mas dá para ver que a construção é de areia e conchas, aliás como o resto das casas motivo pelo qual tudo terá de ser destruído por estar com salitre e ferrugem. Luís garante que o entulho será reaproveitado na reconstrução do aeroporto. Uma pista de 700 metros que receberá apenas pequenos aviões e helicópteros. Mas a maioria das pessoas irá à ilha de barco. A meia hora de Bazaruto é uma viagem que vale a pena. Mais não seja para ver tartarugas e golfinhos a nadarem livremente nestas águas impolutas. Texto e fotos: Teresa Cotrim
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Celina Pereira: Cabo Verde Beach Jam ou Mornas ao Luar em Portugal
Celina Pereira: Cabo Verde Beach Jam ou Mornas ao Luar
É já no próximo dia 7 de Agosto que a Praia da Saúde, na Costa de Caparica, vai receber a grande festa Cabo Verde Beach Jam. Estando tudo pronto a partir das 19h e sem hora para terminar, os amigos de Cabo Verde vão juntar-se no bar "O Golfinho" e mostrar por que é que Cabo Verde é um país de artistas.
Durante toda a noite haverá músicos de base mas a festa far-se-á com todos os que quiserem cantar, tocar e dançar. Celina Pereira vai ser a anfitriã da noite, numa reunião apadrinhada pelo Sapo de Cabo Verde que, desta forma, se associa à cantora numa homenagem pelos seus 40 anos de carreira. Durante esta noite, assistiremos também ao lançamento do novo blog de Celina, realizado pelo Sapo CV, e teremos a presença dos "sapinhos", que organizarão diversos jogos e brincadeiras.
Também as Batucadeiras Voz de África, afilhadas de Celina, se juntarão a esta festa, não apenas musicalmente mas também culinariamente, já que os petiscos cabo-verdianos são de sua responsabilidade.
A primeira dose de catchupa ninguém me tira!
Sapo CV, 7 de Agosto de 2009
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Moçambique: Lourenço Marques (Praias) - No outro lado do tempo
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Moçambique: Lourenço Marques (1970)
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João Maria Tudela: Kanimambo
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