«Sombreros» juntos por um recorde!
Mais de 500 «mariachis» mexicanos juntaram-se para tentar entrar no Livro dos Recordes do Guiness, reunido-se em Guadalajara, no México. Na cidade que viu nascer os «Mariachi» e a tequilha, juntaram-se músicos vindos de todo o país, de 66 grupos diferentes!
Foto@EPA/Tonatiuh Figueroa31 de agosto de 2009
México: «Sombreros» juntos por um recorde!
«Sombreros» juntos por um recorde!
Mais de 500 «mariachis» mexicanos juntaram-se para tentar entrar no Livro dos Recordes do Guiness, reunido-se em Guadalajara, no México. Na cidade que viu nascer os «Mariachi» e a tequilha, juntaram-se músicos vindos de todo o país, de 66 grupos diferentes!
Foto@EPA/Tonatiuh Figueroa
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Em Portugal tal como em Moçambique: Crime ambiental em “Zona Protegida”
Em Portugal tal como em Moçambique
Crime ambiental em “Zona Protegida”
Em vez de chineses propala-se que o take-away é de espanhóis
Lisboa (Canalmoz) – O fenómeno do “take-away” de madeiras não se restringe a Moçambique. Os contornos do crime ambiental que decorre na província moçambicana da Zambézia e que foi denunciado por ambientalistas em relatório da autoria de Catherine Mackenzie, envolvendo empresas madeireiras chinesas, repetem-se numa outra parte do mundo, com a agravante deste novo crime ocorrer em “zona protegida” da velha Europa. Estamos a falar de Portugal, o famoso país à beira-mar plantado, mas muito maltratado. Em vez de chineses, propalam os autores do crime estarem ligados a espanhóis os donos do “take-away” a funcionar na costa portuguesa. Mas tal como o “take-away” chinês da Zambézia, há conivências de pessoas influentes da terra e as autoridades também fecham os olhos perante o calamitoso desastre ambiental.
Mais grave ainda, o poder central, perante a tolerância do poder local e das autoridades do ambiente e das florestas, escusa-se a intervir num interminável “passar de bola”. A máxima de Harry Truman de que “a bola pára aqui”, tarda em ser posta em prática em terras lusas onde tudo é possível, desde a impunidade e o abuso de poder à destruição de serras e montanhas que passam a pedreiras em zona turística por excelência, como é o conhecido caso da Serra de Monchique no barlavento algarvio, sede das afamadas termas com o mesmo nome que desde há um bom par de anos passaram a coabitar com camiões e bulldozers num vaivém incessante para o transporte de cascalho, brita e também granito.
O Crime
No passado dia 3 de Agosto, camiões gigantes para transporte de longo curso de 30 toneladas chegaram à pacata localidade algarvia conhecida por Vale da Telha, inserida num extenso Parque Natural com paisagem (des) protegida intitulado Costa Vicentina. Feito o levantamento das árvores existentes, deu-se início ao abate dos eucaliptos começando por invadir uma propriedade privada com o seu dono ausente, serrando a eito muitas centenas de árvores de médio porte e cerca de meia centena consideradas ornamentais com diâmetros superiores a 50 cms. Nessa propriedade saqueada o crime rendeu cerca de 22 camiões longos, carregados com toros cortados com 2.30m de comprimento.
Como que a justificar a indiferença que manifestam por mais este crime ambiental, as autoridades portuguesas esgrimem o argumento de que o eucalipto é uma “espécie indesejável” ao ponto de classificarem-na como árvore sem qualquer protecção no Parque Natural da Paisagem Protegida da Costa Vicentina. Contrariando estudos de cientistas, essas autoridades olham o eucalipto como uma “árvore que destrói tudo”.
O eucalipto é uma árvore considerada especial. Conhecem-se seiscentas espécies e continua-se a identificar novas que aparecem. Muitas delas nascem espontaneamente, desenvolvem-se e multiplicam-se em solos muito pobres carentes de nutrientes, nomeadamente nitrogénio e fosfatos e naqueles considerados impróprios para qualquer tipo de agricultura apenas necessitando para se fixarem exíguos cursos de água próxima, mesmo que sejam
sazonais, em lugares que nada se cultiva, como é o caso do saque perpetrado no Vale da Telha, que além de inserido num Parque Natural é simultaneamente a maior urbanização da Europa com 550 hectares de superfície.
Para além de fins ornamentais, o eucalipto do Vale da Telha torna o local aprazível, especialmente na época quente do Verão.
Defendem os especialistas nesta matéria que não se deve confundir os eucaliptos especialmente plantados massivamente para a indústria da celulose ou produção de lenha que pelo seu elevado número num espaço restrito absorve a quase totalidade da humidade existente nessa área, com aquelas que por obra do acaso da natureza ou propositadamente para uma determinada finalidade, nascem ao longo de cursos de água mesmo exíguos e sazonais ou aqueles que a mão do homem faz nascer e crescer aqui e ali de modo a tornarem-se imponentes e frondosas árvores para eficazes e únicas cortinas contra o vento, para protecção de culturas e habitações, além de poeiras atmosféricas, idem drenar pântanos e em muitos casos controlar as zonas húmidas de proliferação de mosquitos, suster arribas e dunas de areia e conter a fúria do mar etc.
(Redacção)
2009-08-31
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30 de agosto de 2009
Angola: Cidade do Kuito celebra 84º aniversário de elevação à categoria de cidade
Angola: Cidade do Kuito celebra 84º aniversário
Kuito - O município do Kuito, província do Bié, completa a 31 de Agosto "segunda-feira" 84º anos, desde que passou à categoria de cidade, em 1925, com a entrega oficial da pista local "Joaquim Kapango" e a inauguração da exposição fotográfica do seu passado histórico a marcar o momento mais alto das celebrações.
Segundo uma nota de imprensa do governo provincial chegada à Angop, todos os partidos políticos, instituições religiosas, associações e a população em geral, são convidadas a participar das festividades, de modo a dignificar a festa, e enaltecer os esforços do governo para a reconstrução das infra-estruturas destruídas durante o conflito armado.
Refere que, no quadro das festividades do Kuito "ex-Silva Porto", foram já realizadas várias actividades, designadamente palestras, concursos de pratos típicos da região, inaugurações de infra-estruturas sociais e a abertura até ao dia 17 de Setembro "dia do herói nacional" da feira municipal, com a exposição de artefactos de artes diversas e outros atractivos.
Com o alcance da paz em 2002, e pela dimensão da destruição que a cidade sofreu devido a guerra, o governo angolano, traçou três importantes programas: Exumação dos corpos enterrados nos quintais e jardins, reconstrução da cidade do Kuito e a melhoria da oferta dos serviços básico à população, que contribui na melhoria significativa da recuperação das infra-estruturas socio-económicas, bem como das suas condições de vida.
Durante os sete anos de paz, o governo provincial implementou projectos no domínio da construção de Institutos Médio e hospitais, o que permitiu a melhoria da qualidade do ensino e a aprendizagem por parte dos estudantes e alunos, e da assistência médico-medicamentosa à população.
A reabilitação das estradas e pontes, bem como as ruas no interior dos bairros periféricos da sede capital, contribuiu para a circulação de pessoas e mercadorias da cidade para o campo e vice-versa, e consequentemente o desenvolvimento dos municípios.
Constam dos projectos em curso, a construção de dois novos mercados, na sede municipal e na localidade do Chissindo, que além de garantir uma melhor comodidade aos vendedores permitirá melhorar a qualidade dos produtos.
Angola Press, 30 de Agosto de 2009Autárquicas em Portugal: Mulher de 97 anos é candidata
29 de agosto de 2009
Frigenote (São Vicente) - Cabo Verde
FRIGENOTE (São Vicente)
Ingredientes:
1/2 kg de fígado de porco
1/2 de rim de porco
1/2 de bofe
1/2 de costeleta 100 gr de baço
2 cebolas grandes
2 pimentos
2 dl de óleo
100 gr de margarina
1/2 dl de vinho branco
1 colher de sumo de limão
Louro, cominhos, pimenta, alho, coentros, sal a gosto
Preparação:
Em água temperada com sal e folha de louro dá-se fervura às miudezas e costeletas. Numa tábua, corta-se tudo aos bocadinhos.
Numa frigideira ou panela junta-se o óleo, a margarina e a cebola picada e leva-se ao lume até esta ficar alourada.
Introduz-se o picado juntamente com o vinho e tempera-se com alho, pimenta, cominhos e pimentos.
Deixa-se refogar até ficar tostadinho.
Com uma faca, raspa-se o baço que se introduz cru no refogado para engrossar o molho e adiciona-se o sumo de limão.
Deixa-se ao lume mais dez minutos. Serve-se com ratchas de mandioca ou rolon.
Ratchas de mandioca - pedaços grandes
Rolon - papa de milho (grossa)
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Gastronomia Tradicional Fula (Guiné-Bissau)
Gastronomia Tradicional Fula
Ingredientes:
Farinha de mandioca seca;
Carne de vaca;
Óleo de palma;
Mancarra ralada;
Folha de tomate;
Tomate, netetu, malagueta e sal
Modo de preparo:
Corte a carne de vaca em pedaços e tempere com sal e alho, junte folha de tomate e leve a cozer em lume brando.
Quando estiver bem cozida, rectifique os temperos, adiccionando um pouco de sal e malagueta a gosto.
Adicione o óleo de palma.
Pile a mandioca seca, peneire até obter uma farinha branca e fina.
Misture com um pouco de água e cozinhe em banho-maria.
Quando estiver pronto, sirva com o caldo de carne e óleo de palma.
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Frango Cafrial à Zambeziana (Moçambique)
Frango Cafrial à Zambeziana
Ingredientes:
1 frango médio
1 côco ralado
8 dentes de alho
1 folha de louro
Sal a gosto
Modo de Preparar:
Limpe bem o frango e deixe escorrer num passador.
Rale o côco para dentro de uma bacia plástica e, depois de ralado deite meia chávena de chá de água quente e meia de água fria, mexa muito bem com as mãos até ficar um leite mais ao menos cremoso, deixe arrefecer, enquanto pila o alho e o sal.
Para temperar o frango, ponha-o num tabuleiro e tempere com o preparado e a folha de louro.
Uns minutos depois deite meia quantidade do leite do côco, fica a marinar por meia hora.
À parte, numa tijelinha junte o resto do leite de côco e um pouco de azeite.
Este frango é assado na brasa e de vez em quando, com uma pena de galinha vá borrifando o preparado de leite e azeite sobre o frango até estar pronto para servir.
Nota: O preparado de leite de côco e azeite é para que na altura de assar o frango na brasa a pele fique mais estaladiça.
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Caril de caranguejo (Moçambique)
MOÇAMBIQUE: Caril de Caranguejo Ingredientes: 2 Kg de caranguejo 4 tomates médios pelados 2 cebolas médias picadas 4 dentes de alho picados; 2 folhas de louro 6 cravinhos da Índia 1 porção de gengibre 3 colheres de sopa cheias de óleo de amendoim 1 coco ralado misturado com uma colher cheia de tamarindo esmigalhado.
Junta-se a essa mistura um litro e meio de água a ferver e coa-se num pano para uma tigela 2 colheres de sopa bem cheias de pó de caril sal (a gosto) 1 colher de chá cheia de tamarindo. Modo de Preparar: Lava-se, limpa-se e parte-se o caranguejo. Numa panela juntam-se o tomate, a cebola, alho, louro, cravinho, gengibre e óleo. Põe-se tudo a refogar muito bem, juntamente com pequenas porções de água a ferver. Depois de cozido, junta-se a têmpera e um pouco de leite de coco. Deixa-se cozer muito bem a têmpera, acrescentando-se leite de coco sempre que necessário. Depois deita-se o caranguejo, e deixa-se ferver em lume brando, acrescentando-se o resto do leite de coco até ficar um molho grosso e bem apurado. Serve-se com arroz branco solto ou com arroz cozido em água do leite de coco.
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Calulu (receita alternativa) - S. Tomé e Príncipe
CALULU (receita alternativa)
Ingredientes:
500 grs de camarão descascado
1 dl de óleo-de-palma
1 kg de garoupa
5 quiabos
2 tomates maduros
2 beringelas
1 raminho de manjerona
sal a gosto.
1 folha de louro
piripiri a gosto.
2 cebolas
20 grs de farinha
Modo de Preparar Folhas:
Couve, agrião, pimenta, otaje, folha de ponto, folha de tartaruga, folha de libô, d´água, ton fonso, cunda mina, macumbi (tenrinha), figo tôdô (tenrinha), figo porco (tenrinha), goiaba (tenrinha),folha tótóú (tenrinha), bujíbují (tenrinha).
Peixe diversos defumados:
Camarão, voador placá, fulu-fulu, bonito, andala, carne fumada (típicos da zona).
Óleo de palma, (azeite dédem) fruta -pão, farinha de mandioca, ossame, pau pimenta, quiabo, maquêquê, tempero, cebola , folha de louro, tomate, malagueta, mosquito e beringela.
Lava-se muito bem a Bagatela ou uma panela com tampa.
Lavam-se as folhas, tritura-se e coloca-se na Panela.
Prepara-se o peixe fumado e seco ou carne e coloca-se também na Panela. Depois das folhas cozidas acrescenta-se o quiabo, o tomate, o pau pimenta, o óssame, a cebola, alho, folha de louro, fruta pão descascada e cortadas em fatias. O óleo de palma e a maquêquê descascada pode-se pôr no principio ou no meio da fervura. Depois da fruta bem cozida, ela deve ser retida da panela para ser triturada ou pisada numa gamela ou num pilão.
Acrescenta-se a quantidade de água necessária, no caso de ser peixe seco com ossos põe-se desde o inicio.
Depois de tudo bem cozido volta-se a colocar a fruta já pisada para engrossar o Calulu. Depois de engrossado põe-se a malagueta, o tempero, a cebola e a casca de pau pimenta previamente pisados em conjunto deixando ferver; espalha-se um pouco de farinha de mandioca.
Deixa-se a ferver durante 1 hora tendo-se o cuidado de ir provando. O sal deve ser posto à medida, qb.
O calulu é acompanhado com:
Angú de banana
Farinha mandioca
Arroz branco
Farinha de Milho
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Calulu de peixe (à moda de São Tomé)
CALULU DE PEIXE ( à moda de São Tomé)
Ingredientes:
500 grs de camarão descascado
1 dl de óleo-de-palma
1 kg de garoupa
5 quiabos
2 tomates maduros
2 beringelas
1 raminho de manjerona
sal a gosto.
1 folha de louro
piripiri a gosto.
2 cebolas
20 grs de farinha
Modo de Preparar:
Depois do peixe arranjado e lavado, corta-se às postas não muito finas.
Leva-se um tacho ao lume com a cebola picada, a beringela descascada e cortada às rodelas, o tomate sem peles nem sementes e picado, os quiabos cortados ao meio, piripri pisado, o molhinho de manjerona, a folha de louro, o peixe e os camarões.
Tape o tacho e deixe ferver um pouco.
A seguir adiciona-se água a cobrir e deixa-se cozer.
Quase no fim da cozedura, mistura-se a farinha desfeita num pouco de água, junta-se esta mistura ao preparado, agita-se o tacho para misturar e deixa-se engrossar o molho.
Sirva acompanhado com Angu de Banana
ANGU DE BANANA
Ingredientes:
10 bananas
Confecção:
Leve um tacho ao lume com as bananas com casca e água para cozerem.
Depois de cozidas, descascam-se e desfazem-se bem com um garfo.
É um óptimo acompanhamento para peixes.
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Moçambique: “Dulcineia e o Cavaleiro dos Leões” no Teatro Avenida, em Maputo
Estarão envolvidos vários artistas desde músicos, bailarinos, técnicos de som e de luz, cenógrafos entre outros.
Os actores serão em número de 15. O espectáculo será realizado em castelhano e português, conectando as duas línguas e as duas culturas, espanhola e moçambicana, através da inclusão na obra de personagens típicos moçambicanos, instrumentos tradicionais dança e música moçambicana e espanhola. A entrada é livre.
Cristóvão Araújo
Sapo MZ, 28 de Agosto de 2009
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Cabo Verde: Ilha de São Nicolau acolhe fórum sobre os 278 anos da "Vila da Ribeira Brava"
S. Nicolau acolhe fórum sobre os 278 anos da Vila da Ribeira Brava
A capital histórica de S. Nicolau acolhe neste Sábado, 30, um fórum de dimensão nacional. O evento enquadra-se nas comemorações dos 278 anos da Vila da Ribeira Brava, declarada recentemente património nacional. Esta iniciativa parte da Câmara de Américo Nascimento e acontece durante todo o dia, entre às 9H30 e 14H30, na Biblioteca municipal. O fórum está estruturado numa série de quatro conferências e tem como desígnio «Vila da Ribeira Brava, 278 anos». Em debate estarão vários aspectos relacionados com a história, a paisagem, a cultura e o património construído da Ribeira Brava.
O encontro abre com o tema «Vila da Ribeira Brava – Passado, Presente e Futuro», a ser desenvolvido por António Correia e Silva, historiador e reitor da Universidade de Cabo Verde.
Já o docente da Uni-CV Lourenço Gomes dissertará sobre «A Preservação do Património Arquitectónico versus Desenvolvimento Urbanístico da Ribeira Brava».
Um outro tema a ser debatido tem a ver com «A Vila da Ribeira Brava – Património Nacional – Sua importância no desenvolvimento turístico e económico do Município da Ribeira Brava e da ilha de São Nicolau». Carlos Ferreira, director-geral do Desenvolvimento Turístico é o palestrante nesse painel que quer ir buscar ao passado as potencialidades para um presente e futuro sustentados.
O fórum fecha com uma conferência sobre o «Ordenamento Viário na Vila da Ribeira Brava: Que soluções?». Este item vai ser desenvolvido por Pedro Delgado, arquitecto e director-geral do Ordenamento do Território.
Esta jornada de reflexão promovida pela CMRB acontece pouco tempo depois de o governo, através de uma resolução do Conselho de Ministros, ter declarado a Vila da Ribeira Brava de S.Nicolau património nacional.
ADP
A Semana, 29 de Agosto de 2009
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África: Moçambique acaba de ser agraciado com o prémio “Nandi” pela organização “Femmes África Solidarité”
Promoção de género: África distingue Moçambique
Moçambique acaba de ser agraciado com o prémio “Nandi” pela organização “Femmes África Solidarité” (Solidariedade Feminina Africana), em reconhecimento das várias realizações e iniciativas atinentes à promoção do género. O prémio foi recebido ontem, em Maputo, pelo Presidente da República, Armando Guebuza, durante a audiência que concedeu à directora executiva daquela organização feminina, Bineta Diop.
O prémio é uma estatueta inspirada na história de uma mulher africana que enfrenta desafios na vida social, política e económica, segundo disse à Imprensa, Bineta Diop, momentos depois da audiência com o Chefe do Estado.
A nossa fonte precisou que o prémio resulta do reconhecimento dos esforços que Moçambique vem desenvolvendo no âmbito da promoção do género quer no campo político, económico, quer no social.
Falando à Imprensa, Bineta Diop explicou que apesar do prémio reflectir os desafios que são colocados à mulher, não olha para a mulher apenas como vítima, mas também como ela é reconhecida. “Moçambique é exemplo em termos de reconhecimento da mulher – disse, acrescentando que estamos satisfeitos em anunciarmos que o prémio coube a Moçambique por tudo o que tem feito para o bem da mulher e de toda a sociedade”, afirmou Bineta Diop.
A indicação de Moçambique como vencedor do prémio africano de promoção do género, edição 2009, foi decidida em Janeiro ultimo, em Addis-Abeba, na Etiópia. Perante vários outros candidatos, Moçambique acabou-se evidenciando por ter respondido ao maior número de factores.
De acordo com Diop, Moçambique saiu muito recentemente de um conflito armado mas tem se destacado, mais do que muitos países africanos, na promoção do género, para além de que é um raro exemplo de territórios que conseguem manter a paz.
“Todos precisamos de aprender de Moçambique sobre como é que tem se destacado sobre várias questões, incluindo a do género”, disse Bineta Diop.
O prémio “Nandi” já foi atribuído a países como Senegal e Ruanda.
Maputo, Sábado, 29 de Agosto de 2009:: Notícias
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Argentina: Mafalda homenageada com escultura em Buenos Aires
Mafalda homenageada com escultura em Buenos Aires
Mafalda, a pequena e contestatária personagem de banda desenhada criada por Quino, vai estar sentada num banco de jardim em Buenos Aires a partir de Domingo, 30 de Agosto. É uma homenagem ao seu autor, Joaquin Lavado (Quino), feita a uma escala humana, que permite a quem passa sentar-se e parar a olhar o mundo ao lado da pequena Mafalda.
Paul Irrgang, o autor da escultura, diz que a ideia inicial era fazer uma obra mais monumental, mas optou por uma escala diferente: "Senti que o espírito da personagem requeria uma coisa próxima, uma certa intimidade, um tamanho que convidasse as pessoas a abraçá-la, a tirar fotografias com ela". Assim, a Mafalda de Irrgang, cujos desenhos o próprio Quino pôde ver e comentar, tem o tamanho de uma menina real. Sentada num banco, traz um vestido verde, um laço na cabeça e as meias brancas descaídas sobre os sapatos pretos. A escultura de Mafalda vai ficar no bairro de San Telmo, em frente à casa onde viveu Quino. Já em 2005 tinha sido inaugurada em Buenos Aires uma Praça Mafalda, com parque infantil temático.
Mafalda - que adora os Beatles e odeia sopa - surgiu em 1964. Era inicialmente um projecto pensado para o jornal Clarín, mas acabou por sair em outras publicações. Mais tarde, ganhou vida e sucesso mundial por si mesma, na companhia de outras personagens - a família e os seus amigos mais próximos - ao longo de páginas por onde passavam críticas políticas e sociais e preocupações com a situação do mundo. Foi traduzida em 20 línguas. Quino deixou de criar novas tiras da Mafalda em 1973, mas os livros mantiveram-se um sucesso.
Imagem: EPA/LEO LA VALLE
28 de Agosto de 2009
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28 de agosto de 2009
África do Sul: Um rapaz de 12 anos, oriundo de Moçambique, sobreviveu oito dias no Kruger Park
Rapaz de 12 anos sobrevive sozinho num parque selvagem
Um rapaz de 12 anos, oriundo de Moçambique, sobreviveu oito dias no Parque Nacional Kruger, na África do Sul, rodeado de leões e elefantes. A criança perdeu-se da família enquanto tentava atravessar a fronteira ilegalmente.
Alex Mboweni perdeu-se da família quando esta foi surpreendida pela polícia fronteiriça ao abandonar Moçambique. Alex correu e nunca mais foi visto pela mãe, entretanto capturada pelas autoridades.
A criança surpreendeu tudo e todos ao ser encontrada viva oito dias depois. Segundo relatou ao jornal sul africano "Daily Sun", Alex nunca pensou que alguém o encontrasse com vida. "Pensei que fosse morrer", relatou. A criança ficou desorientada, sem saber "onde estava, nem para onde ir" só encontrou água três dias depois de ter chegado ao parque, bebendo de um rio também utilizado por elefantes e leões. À noite, Alex dizia sentir "muito medo", pois ouvia "os leões rugirem e outros animais a fazer barulho".
Foi o pai da criança que deu o alarme. Samuel, único residente legal da família na África do Sul, reportou o desaparecimento do filho numa esquadra perto da fronteira. A mãe, detida na mesma esquadra, foi, então, utilizada para localizar o filho, subindo a um monte e berrando o seu nome. Ao sexto grito, Alex apareceu.
A criança nem queria acreditar na sua sorte quando ouviu a mãe chamar por ele. "Consegui aproximar-me do local de onde vinha a voz que me chamava e era mesmo verdade, era a minha mãe que chamava por mim", disse. Alex foi depois levado para um hospital, mas não apresenta problemas físicos decorrentes dos oito dias que passou, sozinho, entre animais selvagens.
SAPO MZ com A Semana, 28 de Agosto de 2009
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Portugal: A súplica de Inês de Castro
A súplica de Inês de Castro
A tela "Súplica de Inês de Castro", de Vieira Portuense (1765-1805), vai estar em exposta nos próximos três meses no Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto.O quadro, cujo paradeiro era desconhecido desde 1807, foi resgatado num leilão realizado em Paris, em Junho de 2008, por um mecenas português, na sequência de um alerta lançado pelo Grupo de Amigos do MNAA, tendo depois sido comprado pela Caixa Geral de Depósitos por 257 mil euros.
Foto@LUSA
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João Maria Tudela: Kanimambo
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Natércia Barreto: Óculos de sol e Primavera do amor (1968)
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Camarões à Laurentina (Moçambique)
Camarões à Laurentina
Ingredientes:
Camarão de Moçambique 10/20: 1 kg
Azeite extra virgem: 2 colheres de sopa
Cebolas:4
Alho: 2 dentes picados
Cominhos em pó: 2 colheres (chá)
Açafrão em pó: 2 colheres (chá)
Tomate: 4 sem pele e graínhas (concasset)
Leite de côco: 400 ml
Coentros: 50 gr picados no momento
Tomates cherry: 10
Preparação:
Descascar o camarão, e deixar as cabeças e a cauda intactas.
Pôr ao lume o azeite e juntar as cebolas cortadas em meias luas, junte os cominhos e o açafrão e metade dos coentros picados.
Junte o tomate e o alho e deixe cozinhar 3 mins. Junte os camarões, o leite de côco e sal a gosto e deixe cozinhar até os camarões estarem cozidos.
Polvilhar com os restantes coentros picados e os tomates cherry.
Sugestões:
Servir com arroz basmati ou arroz branco.
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