24 de setembro de 2009
Índia: Perdido sem saber o que fazer
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20 de setembro de 2009
Comemora-se no dia 21 de Setembro, o Dia Internacional da Paz
Comemora-se segunda-feira o Dia Internacional da Paz
ONU pede que Mundo observe um minuto de silêncio em nome da Paz
Luanda - Em 1981 a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) fixou uma data permanente para a celebração de um Dia Internacional da Paz: o dia 21 de Setembro.
A Assembleia Geral proclamou o Dia como uma data de cessar-fogo e de não violência em todo o mundo.
Desde então a ONU tem celebrado este dia, cuja finalidade não é apenas que as pessoas pensem na paz, mas sim que façam também algo a favor da paz.
Segundo a ONU, a data deve constituir-se como um tempo propício para concentrar os esforços das Nações Unidas, dos seus países membros e de toda a humanidade, a fim de promover os ideais da paz e para manifestar, com clara evidência, o seu compromisso com a paz, de todas as formas.
A ONU incentiva que o Dia pela Paz Mundial seja celebrado também espiritualmente e que os vários grupos religiosos rezem pela Paz Mundial.
Por isso, faz questão que em todas as comunidades se façam orações e se renove o compromisso com a justiça e a paz.
De acordo com uma mensagem da ONU, por ocasião da data, “a paz é uma realidade quotidiana. As ruas são seguras e as crianças vão à escola. Quando o tecido social é sólido, os preciosos dons da paz quase passam despercebidos”.
“Mas, para um número demasiado elevado de pessoas, no mundo de hoje, esses dons não passam de um sonho irrealizável. Vivem prisioneiras da insegurança e do medo. Estes são as principais razões da existência deste Dia”, lê-se na mensagem.
Segundo ainda o documento, neste dia, tal como nos outros 364 dias do ano, a violência continua a ceifar vidas inocentes.
A Organização das Nações Unidas trabalha em prol da paz de muitas maneiras. Está a fazer tudo o que está ao seu alcance para impedir que continue a haver derramamento de sangue.
De fato, actualmente, há menos guerras do que nas décadas passadas, embora o seu número continue a ser demasiado elevado. Cada vítima de um conflito representa um fracasso que relembra que há ainda muito a fazer.
Neste dia, a ONU pede a todos, em todo o mundo, que observem um minuto de silêncio em nome da paz.
Em Angola, particularmente, a Paz é comemorada no dia a 4 de Abril, data em que foi assinado o Memorando de Entendimento Complementar ao Protocolo de Lusaka, marcando o fim de um longo período de guerra.
Neste dia, em 2002, a Nação angolana presenciou com entusiasmo e esperança, no Palácio dos Congressos, em Luanda, o abraço solidário entre irmãos desavindos e o rubricar de documentos que puseram fim a 30 anos de guerra.
A cerimónia foi assistida pelo Presidente da República de Angola, José Eduardo dos Santos, e por representantes da comunidade nacional e internacional.
A partir da assinatura, o 4 de Abril foi instituído como feriado nacional e passou a ser, entre os angolanos, uma referência histórica importante na luta do povo, por marcar uma viragem decisiva no processo político e no de desenvolvimento de Angola.
Por: Paulino Neto
Angola Press, 20 de Setembro de 2009
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Moçambique: Índico lança “Palavras em Asas”, álbum com textos de Mia Couto
Os textos percorrem praticamente todo o território nacional, englobando também uma vertente de preservação ambiental muito caro ao biólogo, profissão que Mia Couto sempre abraçou.
Cristóvão Araújo
Sapo MZ, 20 de Setembro de 2009
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19 de setembro de 2009
Portugal: Alice da Rosa procura mãe que ficou em Cabo Verde
Alice da Rosa procura mãe que ficou em Cabo Verde
Alice da Rosa, cabo-verdiana há viver em Portugal a mais de 30 anos, procura a mãe que ficou em Cabo Verde. Em conversa telefónica com o portal SAPO CV, Alice afirma que sente uma enorme vontade de voltar a reencontrar a mãe.
Alice conta que foi entregue aos avós paternos pela mãe aos 8 meses de vida. Criada em Portugal pelos avós, só voltou a ver a sua mãe, Maria da Lurdes José da Rosa, aos 19 anos de idade e, desde então, nunca mais soube do paradeiro da mesma.
"A minha mãe chama-se Maria de Lurdes José da Rosa e é ex-funcionária dos TACV, já reformada e vive localidade de Paiol, Cidade da Praia, ilha de Santiago. Tenho um irmão que também trabalha nos TACV, Amadeu da Rosa, e a minha sobrinha chama-se Deusa Sulamith”.
“A minha filha quer muito conhecer a avó. E eu também sinto esta necessidade porque nunca tive uma mãe, e tenho imensas perguntas que gostaria de fazer” diz Alice.
Alice da Rosa pede a quem souber de mais informações sobre o paradeiro de Maria da Lurdes José da Rosa, sua mãe, ou dos outros familiares, que entre em contacto com ela, através do telemóvel 963432149 ou através do e-mail ali-rosa7@live.com.pt .
Sapo CV, 17 de Setembro de 2009
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Angola: Os "KLB" vão actuar Domingo, no Restaurante Miami Beach em Luanda
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Angola: Taxi de duas rodas
Taxi de duas rodas
Uma moto-taxi transporta mercadorias no troço Lobito-Canjala
Foto:@Francisco Bernardo/Jornal Angola
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18 de setembro de 2009
Índia: Mergulho sagrado... e sujo
Mergulho sagrado... e sujo
Um rapaz mergulha no Rio Ganges, durante a época religiosa do Mahalaya. Por esta altura do ano, milhares de indianos fazem o mergulho sagrado neste rio em Calcutá, Índia. O Mahalaya é festejado sete dias antes do Durga Puja, em evento religioso em homenagem a Durga, deus do supremo poder. Os Hindus acreditam que o água do Rio Ganges é sagrada e tem poderes curativos, sendo que muitos possuem em casa um cântaro com esta água. Por outro lado, o este rio é considerado um dos mais poluídos do mundo.
Foto@EPA/Piyal Adhikary
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17 de setembro de 2009
Angola: Dia do Herói Nacional assinala-se hoje
Dia do Herói Nacional assinala-se hoje
Primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto
Luanda – O dia 17 de Setembro, data de nascimento do fundador e primeiro presidente da República de Angola, António Agostinho Neto, é considerado Dia do Herói Nacional, devido ao seu contributo dado na luta armada contra o colonialismo português e pela conquista da independência nacional.
O dia, instituído feriado nacional em 1980 pela então Assembleia do Povo, um ano após o seu falecimento, em 10 de Setembro de 1979 na antiga União das Republicas Socialistas Soviéticas, deve-se, também, ao reconhecimento do seu empenho na libertação de Angola, em particular, e do continente africano.
Fruto da sua entrega à causa libertadora dos povos, o Zimbabwe e a Namíbia ascenderam igualmente à independência, assim como contribuiu para o fim do Apartheid na África do Sul.
Agostinho Neto foi também um esclarecido homem de cultura para quem as manifestações culturais tinham de ser antes de mais a expressão viva das aspirações dos oprimidos, arma para a denúncia dos opressores, instrumentos para a reconstrução da nova vida.
A atribuição do Prémio Lótus, em 1970, pela Conferência dos Escritores afro-asiáticos, Prémio Nacional de Cultura em 1975 e outras distinções são mais um reconhecimento internacional dos seus méritos neste domínio, com trabalhos tais como: Náusea (1952), Quatro Poemas de Agostinho Neto (1957), Com os olhos Secos, edição bilingue português-italiano (1963), Sagrada Esperança (1974), Renúncia Impossível (edição póstuma 1982) e Poesia (edição Póstuma 1998).
Dotado de um invulgar dinamismo e capacidade de trabalho, Agostinho Neto, até a hora do seu desaparecimento físico, foi incansável na sua participação pessoal para resolução de todos os problemas relacionados com a vida do partido, do povo e do Estado.
Como um marxistas-leninista convicto, Agostinho Neto reafirmou constantemente o papel dirigente do partido, a necessidade da sua estrutura orgânica e o fortalecimento ideológico, garantia segura para a criação e consolidação dos órgãos do poder popular, forma institucional da gestão dos destinos da Nação pelos operários e camponeses.
A Agostinho Neto também se lhe reconhece o grande empenho na luta para a erradicação do analfabetismo, ao lançar a “Campanha Nacional de Alfabetiização, em 1979”.
Ainda em reconhecimento à figura do fundador da Nação angolana, estão erguidas em vários pontos do país estátuas, que simbolizam os seus feitos e legados, marcado pelas suas máximas “De Cabinda ao Cunene um só povo e uma só nação” e “O mais importante é resolver os problemas do povo”.
Para saudar a data, realiza-se no Centro de Convenções de Talatona, em Luanda, um “Colóquio Internacional sobre a vida e obra de Neto”, que aborda temas como “Agostinho Neto: um intelectual na encruzilhada das ideologias para a libertação do homem”.
O acto central nacional alusivo ao 17 de Setembro vai ter lugar na província do Namibe e será marcado pela realização de uma manifestação política, sob orientação do ministro do Interior, Roberto Leal Ramos Monteiro "Ngongo".
A jornada comemorativa agenda também inaugurações de algumas infra-estruturas sociais, nomeadamente de um posto de polícia e uma residência para o soba, ambos empreendimentos no bairro 5 de Abril, bem como de um centro de saúde e outro posto de polícia no bairro dos Eucaliptos.
António Agostinho Neto nasceu no dia 17 de Setembro de 1922, na aldeia de Kaxicane, região de Icolo e Bengo. O pai, Agostinho Pedro Neto, era Pastor protestante e professor. A mãe, Maria da Silva Neto, era professora primária.
Angola Press, 17 de Setembro de 2009
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Angola - Descolonização e Independência
Gindungo (Angola)
Gindungo
Gindungo (ou malaguetas frescas)
Azeite
Whisky
Folha de louro
Preparação:
Retire os pés aos bagos e esmague muito bem num almofariz.
Coloque a pasta obtida dentro de um frasco e por cada dedo de altura da pasta coloque um dedo de whisky de boa qualidade. Junte ainda azeite de oliveira de baixa acidez em metade da quantidade que colocou de whisky. Pode ainda juntar uma folha de louro.
Agite tudo muito bem e está pronto a consumir.
Para obter um sabor mais forte e picante pode deixar a ganhar tempero no frasco por um par de meses. Não se esquecendo de agitar com alguma frequência.
Sugestões:
Existem dois tipo de Gindungo (ou Jidungo) nome pelo qual é conhecido em Angola o piri-piri ou malaguetas.
O Gindungo Cahombo, que é um bago mais redondo, de sabor mais agradável e cheiro mais caracteristico, mas com um tempo de conservação menor.
O Gindungo “normal” ou de Calequeta (e ainda conhecido por Quimbundo) são os bagos mais compridos e mais parecidos com as vulgares malaguetas. É também mais picante que o Cahombo. 16 de setembro de 2009
Réplica da nau de Pedro Álvares Cabral pode ser visitada no Brasil (Rio de Janeiro)
Réplica da nau de Pedro Álvares Cabral pode ser visitada no Brasil
A réplica da nau capitânia da armada de Pedro Álvares Cabral devia ter sido uma das estrelas das comemorações dos 500 anos da chegada dos portugueses ao Brasil. Alguns atrasos técnicos levaram a que a embarcação não fizesse o percurso previsto, de Salvador a Porto Seguro. Mas desde 2 de Setembro a nau pode ser visitada no cais do Centro Cultural da Marinha, no Rio de Janeiro.
É uma cópia, feita a partir de fontes iconográficas do século XVI, de uma das 13 embarcações que constituíam a frota de Pedro Álvares Cabral na viagem de descobrimento - ou achamento, consoante os historiadores - do Brasil. A nau capitânia alberga agora uma exposição que pretende mostrar como era a vida a bordo nesta época.
Pedro Álvares Cabral partiu de Lisboa em Março de 1500, apenas meses depois de Vasco da Gama ter regressado da sua bem sucedida viagem de descobrimento do caminho marítimo para a Índia. Em Abril, Cabral chegou ao Brasil, a que deu o nome de Terra da Vera Cruz. Rapidamente confirmou que aquele território estava dentro da área de influência portuguesa, de acordo com os limites traçados no tratado de Tordesilhas, pelo que podia ser reclamado para a coroa portuguesa.
16 de Setembro de 2009
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15 de setembro de 2009
Casa da Morna em Lisboa: "Rostos e Paisagens de Cabo Verde" em exposição, a partir de 14 Setembro
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Cabo Verde - Cultura
Portugal: Inaugurado monumento "Paz e Amizade" do escultor Malangatana, no Barreiro
Inaugurado monumento "Paz e Amizade" do escultor Malangatana
Foi inaugurado ontem no Barreiro o Monumento escultórico Paz e Amizade, da autoria de Malangatana.
Durante seis meses, no seu atelier no Barreiro, o escultor moçambicano produziu um monumento imponente, composto por 120 peças de um metro cada que, casadas de duas em duas, constituem seis módulos. O monumento escultórico a que o mestre moçambicano chamou de Paz e Amizade está localizado em frente ao Fórum Barreiro, bem no centro da cidade, na Praça com o nome da obra de Malangatana.
A cerimónia de inauguração começou com uma visita ao Auditório Augusto Cabrita onde está patente uma exposição do Making of da obra escultórica, tal como algumas peças produzidas por Malangatana durante a sua estadia na cidade da margem sul do Tejo.
O Auditório Augusto Cabrita acabou por ser pequeno para receber tanta gente que se deslocou ao local para apreciar a obra do mestre moçambicano. De entre os presentes, destaque para o Ministro da Cultura portuguesa José António Pinto Ribeiro, do embaixador da República de Moçambique em Lisboa, Miguel Costa Mkaina, do presidente da Câmara Municipal do Barreiro, Carlos Humberto de Carvalho, entre muitas outras personalidades barreirenses mas também muitos artistas africanos que acederam ao convite para marcar presença nesse dia histórico para a cidade.
O Ministro da Cultura de Portugal agradeceu ao mestre Malangatana pela obra, destacando que este trabalho reflecte a grande ligação entre os dois povos e mostrou-se particularmente agradado com o convite feito a Malangatana para realizar a obra, uma vez que o próprio é natural de Moçambique.
O edil barreirense, Carlos Humberto Carvalho aproveitou para agradecer ao escultor moçambicano, não só pela obra em si mas também por aquilo que o artista trouxe com a sua estadia. Malanganta participou em ateliers de pintura, fez parte de grupos de convívio, interagiu muito com a população e foi uma presença notada na cidade.
O presidente da Câmara referiu ainda que o monumento representa aquilo que é o Barreiro, uma cidade multi-cultural, uma cidade de paz e amizade de convívio entre povos diferentes, até porque a cidade é habitada por muitas pessoas que estiveram no ultramar mas também por emigrantes ou descendentes de emigrantes das ex-colónias portuguesas.
Após uma visita aos quadros expostos sobre como o mestre Malangatana e outros escultores que com ele trabalharam na execução da obra, seguiu-se um jantar servido ainda no Auditório Augusto Cabrita, antes da inauguração propriamente dita.
Com uma plateia recheada de pessoas, Malangatana mostrou ser um artista multifacetado, ao cantar com o Coral dos Trabalhadores das Autarquias do Barreiro. Em palco estiveram ainda o grupo da Associação de Dança MGBOSS, assim como o grupo moçambicano Xipane-pane, que , para além de cantos tradicionais, presenteou o público presente na Praça Paz e Amizade com danças de Moçambique.
O próprio Malangatana e o embaixador de Moçambique fizeram questão de mostrar que ainda sabem dar um pezinho de dança, ao juntarem-se ao grupo.
A grande ovação da noite aconteceu quando Malangatana subiu ao palco, juntamente com as duas filhas e agradeceu aos barreirenses pela amabilidade, hospitalidade e amizade conquistada ao longo dos últimos seis meses em que o artista levou um pedaço de Moçambique até ao Barreiro.
Na hora dos agradecimentos, Malangatana fez questão de lembrar dois nomes simbólicos da cidade. Augusto Cabrita com quem privou e quem o convidou para uma visita a cidade da margem sul do Tejo e Alfredo da Silva, um homem cuja vida e obra marcou o Barreiro.
Sapo MZ, 15 de Setembro de 2009
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Cabo Verde: Cidade da Praia já tem limousine
PRAIA JÁ TEM LIMOUSINE
Praia, 15 Setembro - A Cidade da Praia tem um parque automóvel que faz inveja a qualquer país africano, mas, faltava este mimo… ou melhor, este Limo que vai passeando pelas ruas da capital, de mansinho, na manso, manso, porque também não há muito espaço para muito mais.
Liberal, 15 de Setembro de 2009
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Couve alemã
Couve alemã
Maren Schuett junta mais uma couve repolho à pirâmide para abrir o 23º Festival dos Dias da Couve de Dithmarsch, em Friedrichgabekoog, na Alemanha. O festival marca o arranque oficial da plantação de couve repolho na região de Dithmarschen, a maior plantação deste legume na Europa.
Foto@EPA/Carsten Rehder
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Moçambique: Luabo aumenta área de produção de cana-de-açúcar
Luabo aumenta área de produção de cana
Pelo menos trezentos hectares serão acrescidos no próximo ano à área actualmente usada na produção de cana-de-açúcar no posto administrativo de Luabo, distrito de Chinde, na Zambézia, no quadro do reforço da disponibilidade de matéria-prima para a companhia açucareira de Marromeu, em Sofala.
O delegado de produção da Companhia de Sena em Luabo, Alberto Mandice, disse ao “Notícias” que actualmente estão a ser explorados apenas 63 hectares, numa vasta área onde deverão ser realizados avultados investimentos para revitalizar a produção da cana. Para já há garantias da existência de boas condições agro-ecológicas e de capacidade em termos de mão-de-obra para assegurar o trabalho no campo.
Antes do último conflito armado funcionava em Luabo uma fábrica de produção de açúcar que acabou completamente destruída devido à guerra que propiciou actos de vandalismo, sabotagem e destruição das instalações e equipamentos.
Com o fim da guerra, a Companhia de Sena começou a interessar-se pela recuperação da produção da cana. A primeira produção após o relançamento da produção foi escoada para a fábrica de Marromeu para processamento.
Diariamente, segundo a nossa fonte, são transportadas para Marromeu 60 toneladas de cana sacarina para processamento na açucareira local. Os ensaios feitos em 2001 já davam indicação de que a região dispõe de um grande potencial para a produção de cana-de-açúcar.
O governador da Zambézia, Carvalho Muária, mostra-se satisfeito com os níveis de envolvimento da produção em Luabo e apelou à Companhia de Sena para que, dentro das suas possibilidades, em termos financeiros, pense na reabilitação da fábrica.
Graças ao funcionamento da açucareira, Luabo tornou-se numa referência nacional em termos de desenvolvimento, esperança completamente desfeita pela guerra que reduziu aquela unidade industrial a escombros.
Maputo, Terça-Feira, 15 de Setembro de 2009:: Notícias
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