25 de novembro de 2009

Na cidade de Nampula: Três especialistas da Frelimo querem sequestrar Dhlakama

Na cidade de Nampula Três especialistas da Frelimo querem sequestrar Dhlakama – denuncia Simão Buti, comandante da Renamo durante os dezasseis de guerra civil “A Frelimo montou um comando aqui em Nampula, com pessoas vindas de Maputo, que tem como principal missão sequestrar o presidente Dhlakama no dia da grande manifestação popular em retaliação dos resultados eleitorais.” “Cuidado com estas Brincadeiras. A Renamo vai responder, mas responder bem. Nós lutámos com o grupo Chipande, eles nos conhecem bem e não estes miúdos da PIR (Polícia de Intervenção Rápida)” Nampula (Canalmoz) - O então comandante das tropas da Renamo em Moçambique aquando da Guerra Civil que durou dezasseis anos, convocou uma conferência de imprensa, na manhã de ontem, na cidade de Nampula, para entre várias questões denunciar uma alegada operação de sequestro do seu líder Afonso Dhlakama, que estará, segundo ele, a ser preparada por três especialistas militares que se encontram em Nampula desde o passado dia vinte do corrente mês. Simão Buti, é igualmente deputado da Assembleia da República pelo partido Renamo. “Nunca vimos movimentos de tantos agentes da Polícia de Intervenção Rápida, PIR, SISE e Polícia de Investigação Criminal aqui em Nampula”, disse Buti que acrescentou: “A Frelimo montou um comando aqui em Nampula com pessoas vindas de Maputo, que tem como principal missão sequestrar o presidente Dhlakama no dia da grande manifestação popular em retaliação dos resultados eleitorais”. Buti tardou mas acabou por esclarecer que conhece na plenitude a estratégia que a Frelimo está-se preparando para sequestrar o seu carismático líder, Afonso Dhlakama. “Eles querem usar gás lacrimogénio para sequestrar o nosso presidente”- disse Simão Buti. Depois apelou para que não se brinque desta maneira. “Cuidado com estas Brincadeiras. A Renamo vai responder, mas responder bem. Nós lutamos com o grupo Chipande, eles nos conhecem bem e não estes miúdos da PIR”, frisou Simão Buti. Manifestação ainda sem data Buti voltou depois a reiterar que o seu partido vai estar numa manifestação pública contra a “fraude eleitoral”, mas evitou dizer quando é que se vai realizar. Instado a falar da data, o deputado Buti ficou aparentemente chateado com a imprensa, mas garantiu que “vai acontecer uma grande manifestação em todo o país”. “Quando não vos posso dizer”. Saúde de Dhlakama Na conferência de imprensa o deputado Buti foi solicitado para que se pronunciasse a respeito do estado de saúde do seu líder Afonso Dhlakama. Efusivamente limitou-se a afirmar que “o senhor presidente está bem de saúde”. (Aunício da Silva) 2009-11-25

24 de novembro de 2009

África do Sul: O anfitrião do Mundial 2010

O anfitrião do Mundial 2010 Uma foto de arquivo do dia 15 de Novembro de 2009 mostra que o Beacon Island, em Plettenberg Bay ao longo da Garden Route, na província do Cabo Oriental da África do Sul, será centro do palco, em Dezembro, da copa mundial do FIFA 2010. Foto@Lusa Nic Bothma

Moçambique: “Reavivada”cascata da Namaacha

“Reavivada”cascata da Namaacha Os aficcionados da natureza da vila de Namaacha e não só têm mais um motivo para sorrir: a mítica cascata daquele município voltou a produzir as quedas regulares de água, graças à precipitação que se fez sentir nos últimos dias na região sul do país. Sabe-se que há sensivelmente três anos que aquele ponto turístico fronteiriço já não atraía turistas, devido ao cenário de seca que se fazia sentir, fazendo perder todo o encanto ao lugar. Assim, com este “regresso” da queda de água na cascata de Namaacha espera-se seguramente que o movimento turístico volte a tomar o seu devido lugar, com os visitantes a contemplarem um dos pontos mais atractivos daquela vila, um capricho simpático que a natureza proporcionou. Aqui nesta imagem do nosso colaborador Casimiro Pinto vislumbra-se o novo panorama do lugar, com todo o seu esplendor, depois de um período prolongado de estiagem. É mesmo caso para dizer que todos os caminhos vão dar às cascatas da Namaacha! Maputo, Terça-Feira, 24 de Novembro de 2009:: Notícias

23 de novembro de 2009

Filipinas: Miss Terra 2009

Miss Terra A recém-coroada Miss Terra, a brasileira Larissa Ramos, posa para os fotógrafos na praia da Ilha Boracay, nas Filipinas. Larissa foi a escolhida entre 80 candidatas de vários países a Miss Terra e tornou-se numa diplomata cuja missão é chamar a atenção para os problemas ambientais do nosso planeta. Foto@EPA/Rolex Dela Pena

África do Sul: A bela e o monstro

A bela e o monstro Um passarinho pousa no nariz de um búfalo no Parque Nacional Kruger, na África do Sul. Este parque é uma das principais atracções do país que poderá ser visitada pelos turistas que viajarem até à África do Sul para assistir ao campeonato mundial de futebol. Os operadores turísticos acreditam que o Mundial de 2010 poderá contribuir para a recuperação da indústria turística e, consequentemente, da economia do país. Foto@EPA/Jon Hrusa

Portugal: Esculturas em Lisboa

Esculturas em Lisboa Lisboa é a primeira cidade europeia a acolher "Nuestros Silêncios", uma exposição de arte pública do escultor mexicano Rivelino que vai entrar em itinerância pela Europa, até 2011, passando por Madrid, Bordeaux, Bruxelas, Roma, Berlim e Londres. Na imagem pode ver-se uma das obras na praça Marquês de Pombal. Foto@Lusa/Inácio Rosa

20 de novembro de 2009

Arroz de marisco (Portugal)

Arroz de marisco Ingredientes: Cebola: 1 Alho: 4 dentes Azeite: 4 colheres de sopa Tomate: 4 Sal, piri-piri: q.b. Marisco: 1 embalagem (mistura) Caldo de peixe: 1 cubo Arroz: 1 chávena Coentros: q.b. Preparação: Refogue no azeite a cebola grande e os dentes de alho bem picados. Esmague os tomates maduros e já pelados e junte ao refogado. Tempere com piri-piri e sal. Deixe apurar durante alguns minutos. Entretanto, descongele uma embalagem de cocktail de marisco. Se tiver delícias do mar, retire-as e ponha-as de parte. Junte o mariscos ao refogado e mexa. Com o lume brando, tape o tacho e deixe apurar durante 15 minutos. Junte o cubo de caldo de peixe. Aqueça à parte 3 chávenas de água e junte a esta mistura. Quando começar a ferver junte o arroz e mexa. Quando retomar a fervura, deixe cozer tapado durante 10 minutos. Apague o lume, junte as delícias cortadas em cubinhos e polvilhe com coentros picados. Sirva de seguida.

Calulu de peixe / ou carne seca (Angola)

Calulu de peixe (ou carne seca) Ingredientes: 1 kg de peixe seco 1 kg de peixe fresco 3 cebolas 3 tomates grandes 1/2 kg de quiabos 1 kg. de batata doce (ou espinafres) 3 dentes de alho 2 copos de óleo de palma e 2 gindungos Preparação: Deita-se a demolhar o peixe seco, mas sem sair o sal todo. Tempera-se o peixe fresco com sal, alho, vinagre ou limão de preferência. Começa-se a preparar um refogado com o óleo de palma e os dentes de alho. Seguidamente, começa-se a colocar em camadas, os peixe seco, o peixe fresco, a cebola em rodelas, o tomate em pedaços e limpo, os quiabos, as folhas de batata doce, o gindungo e o resto do óleo de palma. Verifica-se o tempero de sal e deixa-se cozinhar em lume brando. Sugestões : Calulu de carne seca: Utiliza-se a carne seca em substituição do peixe. O restante é tudo igual.

Colômbia: Os gatos continuam em palco

Os gatos continuam em palco Elementos do musical "Cats" actuam em Bogotá num dos espectáculos da digressão agendada para a Colômbia. Foto@Lusa/EPA/Mauricio Duenas

Países africanos cada vez mais corruptos, segundo relatório da Transparência Internacional


Países africanos cada vez mais corruptos - segundo relatório da TI A maioria dos países africanos obteve uma nota inferior a três, numa escala de zero a 10, do Índice de Percepção da Corrupção (IPC) para o ano de 2009, segundo a organização Transparência Internacional (TI) que divulgou terça-feira o seu relatório. Apenas três dos 52 países africanos que figuram nesta classificação obtiveram, tal como em 2008, uma nota superior a cinco no IPC. Trata-se do Botswana, o país melhor classificado em África; das Ilhas Maurícias e de Cabo Verde. Quatro outros, as Ilhas Seicheles, a África do Sul, a Namíbia e a Tunísia obtiveram uma nota em torno de quatro, ao passo que a maioria (34) tem um resultado abaixo de dois. Assim, os 10 países menos corruptos de África no entender da TI são o Botswana (37ª posição dos 180 países estudados), as Ilhas Maurícias (42ª), Cabo Verde (46ª), as Ilhas Seicheles (54ª), a África do Sul (55ª), a Namíbia (56ª), a Tunísia (65ª), o Gana (59º), o Burkina Faso (79ª) e o Lesoto (89ª). A lista dos 10 países mais corruptos em África é comandada pela Somália (na 180ª posição, representando assim o país mais corrupto do mundo), seguida do Sudão (176ª), do Chade (175ª), da Guiné-Conacry (168ª), da Guiné Equatorial (168ª), da Guiné-Bissau (162ª), da RD Congo (162ª), do Congo-Brazzaville (162ª) e de Angola (162ª). O Burundi, o Congo e Angola são os "recém-chegados" do grupo dos 10 países mais corruptos em África, segundo o relatório da TI. O país mais povoado de África, a Nigéria, ficou igualmente mais corrupto, passando da 121ª posição em 2008 para o 130º lugar na última classificação. O Quénia e o Zimbabwe subiram na classificação, passando respectivamente da 147ª para a 146ª posição e da 166ª para a 146ª. Ao todo, segundo a Transparência Internacional, nenhuma região do mundo está livre dos perigos da corrupção. Os países que obtiveram as melhores notas no IPC de 2009 são a Nova Zelândia (9,4), a Dinamarca (9,3), a Singapura, a Suécia (9,2) e a Suíça (9). Estes resultados reflectem uma estabilidade política, uma resolução estabelecida de longa data dos conflitos de interesses e instituições públicas sólidas e funcionais. Maputo, Sexta-Feira, 20 de Novembro de 2009:: Notícias

Moçambique: Caça furtiva e queimadas dizimam fauna bravia na Zambézia

Zambézia: Caça furtiva e queimadas dizimam fauna bravia A caça furtiva e as queimadas descontroladas são dois dos principais problemas apontados pelos ambientalistas como estando na origem da destruição do potencial faunístico na província da Zambézia. De há uns tempos a esta parte tanto nas principais reservas florestais e noutras regiões com potencial faunístico começa a ser difícil encontrar animais protegidos por lei bem como outros tipos que constituem a população faunística, atracção para o turismo e obtenção de proteína animal para a alimentação. Os participantes à I Conferência Provincial sobre o Desenvolvimento Comunitário, que decorreu ontem na cidade de Quelimane, debateram muito este assunto ligado às mudanças climáticas no país. De acordo com os vários oradores, o desaparecimento do potencial faunístico na Zambézia está associado à violência da acção humana, como, por exemplo, a caça furtiva e queimadas descontroladas para abater madeira e animais de pequeno porte, que acaba se abatendo sobre as florestas. O sector da Agricultura na Zambézia ainda não tem dados sobre o nível de violência com que as queimadas descontroladas e caça furtiva incidem sobre a fauna. O governador da Zambézia, Carvalho Muária, disse que a província da Zambézia tinha muitos animais, como leões, elefantes e lobos, mas devido a acções atrás abordadas não é possível encontrar esses animais nem de outro tipo nos locais onde se suspeitava a sua existência em quantidade. Afirmou, por exemplo, que várias vezes já circulou pela Reserva Nacional de Gilé mas não viu um único animal. Nos distritos de Maganja da Costa, Pebane, Gilé e Alto Molócuè eram sistemáticos os casos de elefantes e leões que invadiam as áreas residenciais da população ou destruição extensões em hectares de campos de cultivo. Estes cenários deixaram de existir não porque há uma grande organização e controlo mas porque os animais não existem. O Director provincial da Agricultura na Zambézia, Mahomed Valá, disse que em Mocuba nos últimos dias tem recebido muitas informações sobre a caça furtiva na região sul da província da Zambézia, mais precisamente, na reserva de caça de Mainba e Derre. Entretanto, os cento e sessenta delegados afloram sobre o papel das universidades no desenvolvimento comunitário. O Governador da Zambézia afirmou que o papel dessas unidades não pode encerrar-se apenas na formação de técnicos mas apostar na investigação socio-cultural para compreender a razão do porquê das queimadas descontroladas nas comunidades. Os estudos, segundo Muária, devem ser disseminados as próprias comunidades para melhor compreenderem os perigos das queimadas descontroladas, como a destruição do ecossistema, morte de animais e destruição de plantas que dariam dinheiro ao país no futuro através do corte da madeira e deitar abaixo as perspectivas de exploração turística. Quando se fazem queimadas podemos atingir os cajueiros e perder as plantas e o dinheiro que devíamos ganhar para resolver os nossos problemas, disse o timoneiro da província da Zambézia. JOCAS ACHAR Maputo, Sexta-Feira, 20 de Novembro de 2009:: Notícias

Moçambique: Morteiro mata três crianças e fere outras duas em Maúa (Niassa)

Morteiro mata três crianças e fere outras duas em Maúa Três crianças morreram e outras duas contraíram ferimentos graves na sequência da explosão de uma mina de morteiro no distrito de Maúa, província de Niassa. O engenho, que se acredita tenha sido colocado em algum lugar nas proximidades do local da explosão durante a guerra civil de 16 anos terminada em 1992, terá rebentado quando as crianças o atiraram contra uma árvore. Os dois menores feridos estão a receber tratamentos médicos no Hospital Rural de Cuamba. Segundo fontes desta unidade hospitalar, uma das crianças sofreu ferimentos graves numa das pernas, podendo esta vir a ser amputada. A outra criança sofreu ferimentos no tórax, bacia e mão esquerda. O incidente ocorreu na localidade de Muaquia, unidade administrativa onde no passado esteve localizada uma base da Renamo. Maputo, Sexta-Feira, 20 de Novembro de 2009:: Notícias

Moçambique: Aviação comercial africana reúne em Maputo

Aviação comercial africana reúne em Maputo Maputo (Canalmoz) - A AFRAA - African Airline Association (Associação das companhias Aéreas Africanas), realiza em Maputo na próxima segunda e terça, 23 e 24 de Novembro, em Maputo a sua 41ª Assembleia Geral Anual. Criada em 1968, a AFRAA tem sido fundamental para sensibilizar os governos africanos, através da Comissão de Aviação Civil Africana e outras organizações regionais e sub-regionais, sobre as acções a serem tomadas para o desenvolvimento de um sistema eficiente de transporte aéreo, refere a LAM-Linhas Aéreas de Moçambique, companhia anfitriã, num comunicado enviado à nossa redacção. O engº José Viegas, PCA da LAM, é quem preside a AFRAA desde Novembro do ano passado. Foi eleito para a liderança da Associação das Companhias Aéreas Africanas durante a 40.ª Assembleia Anual da organização, realizada no Burkina Faso. No mesmo encontro, a LAM foi eleita melhor Companhia Aérea Africana do ano. A LAM é membro da AFRAA desde 1976. Fazem parte da Associação a TAAG- Linhas Aéreas de Angola; South African Airways, da África do Sul; Kenya Airways, do Kenya; Aero Contractors Of Nigeria, da Nigéria; Afriqiyah Airways, da Líbia; Air Algérie, da Argélia, Air Botswana, do Botswana; Air Burkina, do Burkina Faso; Air Burundi, do Burundi; Air Ivoire, da Costa do Marfim; Air Madagasrca, do Madagáscar; Air Malawi, do Malawi; Air Mauritius, da Ilhas Maurícias; Air Namíbia, da Namíbia; Air Senegal International, do Senegal; Air Seychelles, das Ilhas Seychelles; Air Tanzania, da Tanzania, Air Zimbabwe, do Zimbabwe; Antrak Air, do Gana; Bellview Airlines, da Nigéria; Cameroon Airlines, dos Camarões; Compagnie Aérienne du Mali, do Mali; EgyptAir, do Egipto; Eritrean an Airlines, da Eritreia; Ethiopian Airlines, da Etiópia; Ghana International Airlines, do Gana; Interair, da República Centro Africana; Libyan Airlines, da Líbia; Nasair, da Eritreia; Nigerian Eagle Airlines, Nigéria; Precision Air Services, Tanzania; Royal Air Maroc, do Marrocos; South African Express, da África do Sul; Sudan Airways, do Sudão; Toumai Air Tchad, do Tchad e Tunisair, da Tunísia. (Redacção) 2009-11-20

19 de novembro de 2009

Antes e depois: José Sócrates

1984 (27 anos) - 2009 (52 anos)

Antes e depois: Paulo Portas

1980 (18 anos) - 2008 (46 anos)

Antes e depois: Maria de Belém

1980 (31 anos) - 2005 (56 anos)

Antes e depois: Francisco Louçã

1972 (16 anos) - 2006 (50 anos)

Antes e depois: Jerónimo de Sousa

1981 (34 anos) - 2005 (58 anos)

Antes e depois: Durão Barroso

1987 (31 anos) - 2007 (51 anos)

Antes e depois: Cavaco Silva

1985 (46 anos) - 2007 (68 anos)