30 de novembro de 2009

Portugal: Cimeira Ibero-Americana



Cimeira Ibero-Americana

A XIX Cimeira Ibero-Americana reúne líderes de 19 países latino-americanos, Portugal, Espanha e Andorra.
Foto@Lusa/Inacio Rosa

Colômbia: Moda ecológica


Moda ecológica
Manequim avança na passarelle vestindo uma criação com o nome "Pacific Gaia" do estilista colombiano Luis Cortez, durante o espectáculo ecológico de moda, Biofashion 2009, na Colômbia.
Foto@Lusa EPA/Carlos Ortega

Colômbia: O Pacífico é visto na moda

O Pacífico é visto na moda

Esta manequim exibe uma criação do estilista colombiano Diego Rojas, com o título "Pacific is seen on Fashion", durante o espectáculo de moda ecológico, Biofashion 2009, na Colômbia.

Foto@Lusa Epa/ Carlos Ortega

Colômbia: Moda ecológica

Moda ecológica

"Pacific Mangrove Swamp" é o nome da criação do estilista colombiano Franklin Cuervo que esta modelo desfila durante o espectáculo de moda ecológico, o Biofashion 2009, na Colômbia.

Foto@EPA/ Carlos Ortega

Alemanha: Reuniões natalícias


Reuniões natalícias

Pais-natais e anjos encontraram-se na Staatsoper, Sala de Ópera, em Berlim, na Alemanha. Por 32 euros, um Pai-Natal ou os anjos, visitam as casas das famílias na véspera de Natal.

Foto@EPA/Hannibal Hanschke

Alemanha: Supertalentos


Supertalentos

Na foto Yvo Antoni e o seu cão Primadonna, durante uma actuação nas semi-finais do concurso alemão "Supertalentos", em Colónia, Alemanha. Esta dupla de "supertalento" ficou entre os dez candidatos que vão concorrer na final do concurso.

Foto@EPA/Joerg Carstensen

Áustria: Mente controla braço artificial


Mente controla braço artificial

Christian Kandlbauer é a primeira pessoa a poder utilizar esta prótese controlada pela mente. Para que este protótipo apresentado na Áustria funcione basta que o seu cérebro lhe ordene movimentos.

Foto@EPA/Roland Schlager

28 de novembro de 2009

Bana 'Mexe mexe'

27 de novembro de 2009

Polícia Militar vigia a capital do Norte: Cidade de Nampula sitiada em silêncio



Polícia Militar vigia a capital do Norte

Cidade de Nampula sitiada em silêncio

A operação surge do seguimento das declarações do partido Renamo de “incendiar o país através de uma manifestação” e de um provável descontentamento no seio das FADM em Nampula

Nampula (Canalmoz) – Um acto inédito e pouco vulgar num Estado de Direito está a acontecer aqui na cidade de Nampula, capital da província do mesmo nome. O cenário é preocupante. Vive-se uma situação de estado de sítio ou de emergência. A cidade deixou de ser patrulhada apenas por agentes da PRM. Está agora a ser patrulhada por Agentes da Polícia Militar, PM, um ramo das Forças Armadas de Defesa de Moçambique. Estão a fazer vigilância e patrulha à cidade.
Nampula está de novo transformada numa cidade militarizada.

Declarantes perplexos com o (ab)uso da SMS por parte do CA dos AdM na metodologia do saque




Caso Aeroportos de Moçambique

Declarantes perplexos com o (ab)uso da SMS por parte do CA dos AdM na metodologia do saque
“O Dr. António Bulande não fez nenhum trabalho de assessoria jurídica na SMS. A firma de advogados «Pimenta & Dionísio» é quem sempre o fez” – Jacob Ndzevo, administrador da SMS “Considero cobarde a atitude da Drª Maria João Coito (PCA da SMS) por não ter assumido a sua quota-parte de responsabilidade significativa neste processo e atirando responsabilidade a terceiros”.– José Viegas, PCA da LAM

26 de novembro de 2009

Tcheto de Nhô Baptista: um construtor de instrumentos (Cabo Verde)


Tcheto de Nhô Baptista: um construtor de instrumentos

Chama-se Aniceto Gomes, e é seguramente um dos grandes construtores de instrumentos musicais. Natural de S. Tomé e Príncipe, onde nasceu há 43 anos, o artista, sendo filho de pais cabo-verdianos, radicou-se em S. Vicente aos 4 anos de idade, e ali aprendeu com o mestre Baptista a arte de construir instrumentos.

Aniceto Gomes, em entrevista ao Nôs Kultura, começa por contar a sua história neste termos: "tive uma infância muito difícil. Filho de pais com parcos recursos, a minha vida não podia ser doutra forma", frisa, acrescentando que acabou nesta sequência por abandonar a escola. Aos 15 anos saiu à procura de algo para fazer, e foi bater à porta do mestre Baptista que o acolheu com paternal afecto, ensinando-lhe a arte que hoje é o seu "ganha-pão".

Caril de gambas (Moçambique)

Caril de gambas Ingredientes: 500 g Cebola: 1 Azeite: 1 colher de sopa Margarina: 1 colher de sobremesa Cheiros: 1 ramo Farinha: 1 colher de sopa Caril: 2 colher de chá Água: 2,5 dl Caldo de galinha: 1 cubo Tomate: 1 Manga: 150 gr Leite de côco: 1 dl Leite condensado: 1 colher de sopa Pimenta moída: q.b. Gengibre em pó: 1 pitada Limão: 1 colher de chá Sal: q.b Preparação: Pique a cebola e aloure-a no azeite e na margarina. Junte o raminho de cheiros, a farinha, o caril, mexa, junte a água e o caldo de galinha. Deixe cozer em lume brando durante cerca de 5 minutos. Retire a pele, as sementes e esmague metade da manga e do tomate. Junte à mistura anterior. Adicione o leite de côco, o leite condensado, tempere com sal, pimenta, gengibre e sumo de limão. Finalmente, junte as gambas. Sirva com arroz branco, decorando com a restante manga.

Caril de camarão (Moçambique)



Caril de camarão

Ingredientes:

Camarão: 1kg Alho: 5 dentes Sumo de limão: 1/2 Cebolas: 3-4 picadas Tomates: 4-5 picados Caril: 1 colher de sopa Cominho: 1/2 colher de chá Leite de côco: 1 Coentro verde: 3 colheres de sopa picado Óleo Sal

Preparação: Retirar primeiramente a casca, as cabeças e as veias dos camarões. De seguida, esmaga-se o alho com sal, junta-se sumo limão e temperam-se os camarões. Cozem-se os camarões, num refogado de cebola picada e óleo, mexendo bem durante 10-15 minutos para evaporar todo o líquido do tempero. Cozem-se novamente os camarões, mas desta vez com o leite de côco cerca de 50 minutos e, no caso de se encontrar muito líquido, junta-se maizena ao molho. Por fim, retira-se o caril do lume e enfeitamo-lo com coentro verde.

Caril de galinha (Moçambique)

Caril de galinha Ingredientes: Galinha: 1 Cebola: 3 grandes picadas Salsa picada: 2 colheres de sopa Alho: 2 dentes Óleo: 1 chávena Caril em pó: 2 colheres de chá Molho de tomate: 2 colheres de sopa Sal: 1 colher de chá Pimenta: 1 colher de chá Piri-piri: 2 médios Leite de côco: 1/2 lata Preparação: Prepare um refogado com salsa, cebola, alho e óleo. Uma vez a cebola alourada, adiciona-se o caril em pó, o molho de tomate engrossado com um pouco de farinha em água, o piri-piri, sal e pimenta. Junte a galinha cortada em pedaços ao refogado e deixa-se em lume brando durante meia-hora, mexendo de vez em quando para não pegar. A pouco e pouco deita-se o leite de coco. Deixa-se ferver lentamente durante 20 minutos.

CARIL: Aromático, algo picante, colorido, mescla de especiarias


CARIL: Aromático, algo picante, colorido, mescla de especiarias Aromático, algo picante, colorido, mescla de especiarias. Assim se pode definir o caril, que não é um tempero em si próprio, mas sim uma mistura de açafrão, cardamomo, gengibre, noz-moscada, cravinho, malagueta, canela, coentro e cominho. A composição sofre variações, consoante os gostos de cada um, como é próprio de um dos temperos mais populares do mundo. Pode levar vários tipos de pimenta, alecrim, louro e funcho, por exemplo; nalguns casos chega-se a incluir dezenas e dezenas de plantas diferentes na mistura. As folhas são secas e trituradas até obter um pó finíssimo, que se pode guardar durante bastante tempo, hermeticamente fechado, em local limpo e seco. Assim, o caril está pronto a usar em qualquer altura do ano.
Originário da Índia, o caril era inicialmente utilizado apenas para temperar arroz. Depois passou a ser utilizado em pratos de carne, peixe, marisco ou vegetais, conferindo um sabor e cor muito próprios. Misturado com leite de coco ou de amendoim, como se faz no Sudoeste Asiático e em África, resulta em molhos densos que parecem fazer aumentar a quantidade de alimento disponível.

Maputo: O Grande Elias para ver hoje no cinema Scala

O Grande Elias para ver no Scala Integrado no Ciclo de Comédia à Portuguesa, o cinema Scala exibe hoje, quinta-feira dia 26 às 18,30H, o filme “O Grande Elias” de Arthur Duarte. Datado de 1950 e adaptado de uma peça de teatro, o filme dá a conhecer uma família portuguesa em crise – o pai é viciado no jogo e a filha dança numa discoteca – que sobrevive graças às quantias avultadas de dinheiro que uma tia – irmã do pai – envia mensalmente do Brasil, onde vive há muito tempo. O pior é quando a tia resolve, ao fim de muitos anos, visitar a família em Lisboa pensando que a mesma é tão próspera quanto ela. Uma comédia bem ao jeito da época e que marcou o fim da idade de ouro do cinema português. Nos principais papéis estão António Silva (Elias) Ribeirinho (Francisco), Milú (Ana Maria). Cristóvão Araújo 26 de Novembro de 2009

Estados Unidos: A lista negra de Hollywood (1947)



1947: A lista negra de Hollywood

Hollywood, 25 de Novembro de 1947: os patrões dos grandes estúdios, reunidos no Waldorf-Astoria, publicaram a primeira "lista negra" da indústria do cinema americano. Dela constavam os nomes de dez pessoas - realizadores e argumentistas - acusados pelo Comité das Actividades Anti-Americanas de obstrução aos trabalhos do Congresso. Na prática, a acusação baseava-se na suspeita de que os argumentistas e realizadores em questão tivessem ligações ao partido comunista americano e estivessem envolvidos em actividades consideradas subversivas.

Moçambique: Ilha dos “Escravos” regurgita com 'Festival de Artes On Hipiti'


ILHA DOS "ESCRAVOS" REGURGITA COM ON HIPITI

Cerca de Quinze mil pessoas, entre nacionais e estrangeiros, assistiram na semana passada, na Ilha de Moçambique, em Nampula, o Festival de Artes On hipiti, que em língua macua significa “Estamos na Ilha”, um evento que tinha por objectivo promover os hábitos culturais locais fundamentados na dança, na música, na gastronomia e noutras manifestações artísticas e culturais dos Ilhéus. A expressão facial, o uso do mussiro para untar e adornar a pele e ainda os trajes coloridos e rústicos fazem parte destes complementos culturais que não se querem desaparecidos. Não seria a Ilha de Moçambique um Património Cultural da Humanidade. E se ela é, então há muito mais a preservar do que somente as ruínas que restam do que foi a Ilha em tempos e que são o testemunho vivo de uma história secular, feita de carne e sangue, de amor e ódio, de alegria e tristeza. Feita também de pólvora e de cânticos de vitória.

“Moçambique, Mulheres e Vida” de Rosa Langa: Uma viagem pelo imaginário sócio-feminino


“Moçambique, Mulheres e Vida” de Rosa Langa: Uma viagem pelo imaginário sócio-feminino

“Moçambique, Mulheres e Vida” é um livro da autoria da jornalista da Rádio Moçambique Rosa Langa, uma obra composta por trinta depoimentos de várias figuras do cenário sócio-cultural da nossa praça. Com efeito, a segunda edição desta obra vai ser publicada sexta-feira, às 18 horas no Centro Cultural Universitário da Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo.

A primeira edição foi lançada em Outubro de 2006, tendo circulado um pouco por todo o país, vindo a esgotar quatro meses depois. Concorreu para a tanta procura, a perspectiva de abordagem e os conteúdos que “Moçambique, Mulheres e Vida” apresenta.

Morra a pátria, venha o tacho?! Vamos todos dizer não! (Editorial: Canal de Moçambique)



Editorial: Morra a pátria, venha o tacho?!

Vamos todos dizer não!

Maputo (Canalmoz / Canal de Moçambique) - As outras empresas públicas serão diferentes da empresa Aeroportos de Moçambique? Os outros ministros que têm empresas públicas sob tutela dos organismos que dirigem, serão diferentes de António Munguambe? Só Diodino Cambaza meteu a mão no baú do Estado? Só os co-réus deste processo têm rabos de palha, ou há mais “patos” escondidos, ainda sem penas de fora? Eis o que não tem, nem terá resposta, neste julgamento que decorre, em salão improvisado da Escola Secundária Francisco Manyanga, em Maputo. Mas, vale a pena lutar, para que, um dia, tenhamos um País decente.