A Psicologia não é o tipo de empreendimento científico que eu havia de aconselhar a seja quem fosse a seguir. Mas existe e existem pessoas que a seguem. Ainda bem que é assim, pois eu próprio não confio nas minhas preferências. De qualquer maneira, há sempre uma ou duas coisas que podemos aproveitar de coisas que não nos interessam como exercício intelectual. Uma delas é a ideia desenvolvida por alguns psicólogos sobre a sugestão. É incrível como uma série de palavras bonitas, encorajadoras e positivas podem afectar alguém de forma positiva e, inclusivamente, elevar o seu desempenho. Se eu, por exemplo, dissesse ao líder da Renamo, Afonso Dhlakama, minutos antes de entrar numa reunião para discutir o resultado das últimas eleições com o partido no poder, que ele é um dos raros exemplos de líder rebelde com visão, moderado nas suas posições, conciliador e curvado até ao chão pelo enorme peso da responsabilidade que o destino do povo moçambicano unido do Rovuma ao Maputo representa para a sua frágil coluna vertebral, aposto que a conversa que ele teria logo a seguir seria muito mais moderada e ponderada do que o costume. É a nossa condição humana.
11 de junho de 2010
Alfabeto para combater a pobreza – B como Bem-estar
Alfabeto para combater a pobreza – B como Bem-estar
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Alfabeto para combater a pobreza – A como Autonomia
Alfabeto para combater a pobreza – A como Autonomia
Não é impossível, mas é formidável. Refiro-me à tarefa de definir a pobreza. Quando é que alguém é pobre? Quando não tem o suficiente para comer? E quando é que o que temos para comer não é suficiente? E para vestir? Telhado, cama, diversão, família, contactos sociais, etc.? Isso também entra no cálculo da pobreza? Não estou a levantar questões novas. Desde que existem esforços organizados de socorrer as pessoas em dificuldades existe também o debate sobre como definir essas dificuldades. No fundo, até podemos dizer que todo o esforço de desenvolvimento – essa palavra mágica da nossa perdição – tem sido uma tentativa gigantesca de definir esta noção.
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10 de junho de 2010
África: Os Líderes mas influentes (Samora Moisés Machel)
Samora Moisés Machel (1933-1986)
Reconhecido como «Pai da Nação Moçambicana», foi um militar, líder revolucionário. Tornou-se no primeiro presidente de Moçambique após a sua independência.
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África: Os Líderes mas influentes (Thabo Mbeki)
Thabo Mbeki (1942)
Foi presidente da África do Sul, sucedendo Mandela. Resignou do cargo por falta de apoio político. Foi bastante criticado pelos seus opositores pela ideias defendidas em relação ao VIH. Supervisionou a transição da OUA para a União Africana
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África: Os Líderes mas influentes (Thomas Sankara)
Thomas Sankara (1949-1987)
Defensor activo da saúde e dos direitos das mulheres, ficou conhecido pelo seu carisma. Foi líder político e primeiro Presidente do Burquina Faso, deposto e assassinado durante um golpe de estado.
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África: Os Líderes mas influentes (Thomas Yayi Boni)
Thomas Yayi Boni (1952)
É o actual Presidente da República do Benin. Chegou a ser o presidente do Banco da África Ocidental.
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África: Os Líderes mas influentes (Zine El Abidine Ben Ali)
Zine El Abidine Ben Ali (1936)
Presidente da Tunísia, desde que tomou o poder através de um golpe de estado em 1987. Venceu o seu quinto mandato em 2009. É reconhecido pelo seu posicionamento contra o terrorismo e o extremismo na Tunísia.
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África do Sul: Vendedor de Vuvuzelas
Vendedor de Vuvuzelas
Um português a vender vuvuzelas no jogo amigável entre Moçambique e Portugal na África do sul antes do mundial 2010
Foto@Sergio Costa
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"Nação Pária" é o título da obra do escritor moçambicano Adelino Timóteo
Homens de uma nação que não existe
“Nação Pária” de Adelino Timóteo
Uma terra que desaparece é o ponto de partida para “Nação Pária”, um livro de prosa do jornalista Adelino Timóteo. A obra questiona a organização social de uma nação e o que os homens têm feito para a preservação da terra.
“Pode uma terra desaparecer?”. Com esta pergunta, Adelino Timóteo regressa à problemática de “um país que não existe”, iniciado no nacionalismo moçambicano dos anos 1950/60, onde José Craveirinha se apresenta: “vim de qualquer parte/ de uma nação que ainda não existe...” e recupera também “um país que deixa de existir”, sugerido por Mia Couto em “Último Voo de Flamingo”.
Em “Nação Pária”, o autor faz um retorno aos medos de uma nação deprimida devido aos desentendimentos do seu próprio povo. Mas esta é uma hipótese, como se narra no livro. “Hipótese segunda: se atribuía o mistério às guerras intestinais, lá iam mais de duas gerações.”
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2 de junho de 2010
Portugal: Feira do Livro do Porto
Feira do Livro do Porto
A Avenida dos Aliados recebe até 20 de Junho a 80ª edição da Feira do Livro. São 126 pavilhões, 87 expositores e muitas promoções.
Foto@SAPO/Alice Barcellos
Dubai: A todo o pano
A todo o pano
Tripulantes de um veleiro treinam para a regata al-Gaffal junto à ilha Sur Bin Na'air, na costa do Dubai. Trata-se da maior regata do mundo e será levada a cabo sob o patrocínio do xeique Hamdan Bin Rashid Al Maktoum, governante do Dubai e Ministro das Finanças dos Emiratos Árabes Unidos, com 3000 participantes.
Foto@EPA/Ali Haider
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Alemanha: As águas do Oder
As águas do Oder
Na Alemanha, junto à fornteira com a Polónia, as água do rio Oder subiram até aos seis metros, como mostra a escala desta cabana, junto à cidade de Ratzdorf, em Brandeburgo. A população prepara-se para inundações.
Foto@EPA/Jens Buettner
7 de maio de 2010
O Acidente de Mbuzini (A morte de Samora Machel), por Luís Brito Dias
O Acidente de Mbuzini (A morte de Samora Machel) por Luís Brito Dias*1
*2 Sérgio Vieira Ordenou aos Pilotos da LAM que se "Mantivessem Calados"
Li com muita atenção as declarações do Sr. Sérgio Vieira a respeito do desastre de Mbuzini (jornal O País, 15 de Agosto de 2008), assunto que me interessa sobremaneira, pois trabalhei em Moçambique como piloto da DETA /LAM durante 17 anos. Presentemente trabalho no Extremo Oriente como comandante de uma transportadora aérea, pilotando aviões do tipo Boeing 747-400. É evidente que o Sr. Sérgio Vieira mente descaradamente pois ele era na altura do acidente o Ministro da Segurança, portanto com responsabilidade no que veio a acontecer. Samora teve uma morte inglória e claro que ele também foi o responsável pelo que aconteceu pois entregou a sua própria vida nas mãos de pilotos que revelaram desleixo, negligência e incúria. Todos os pilotos que voavam na LAM na altura sabem perfeitamente que o acidente de Mbuzini deveu-se a negligência e incúria por parte da tripulação técnica. Aliás, após o acidente, o Sr. Sérgio Vieira fez chegar aos pilotos da LAM a mensagem, tipo ameaça bem clara, para se manterem calados e não abrirem a boca. Foi por essa razão que nenhum Comandante foi nomeado para fazer parte da comissão de inquérito. O único que foi nomeado foi um co-piloto da LAM, que tinha sido da Força Aérea e era membro do Partido Frelimo, e por isso facilmente controlável. Este co-piloto começou a ver a nojeira que era a Comissão de Inquérito e arranjou maneira de se baldar rapidamente pois em consciência não podia participar na deturpação da verdade. Os pilotos soviéticos além de terem pouca experiência, voavam muito pouco e as licenças de voo que foram apresentadas no inquérito são falsas. Foram emitidas posteriormente.
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Conjunto 1º de Maio: 30 anos de uma banda com história de hoje
Conjunto 1º de Maio: Trinta anos de uma banda com história de hoje
Há 30 anos atrás, um grupo de jovens integrando trabalhadores e estudantes, amantes da cultura, e, principalmente, da música, resolveu se juntar e fundar um grupo musical. A ideia foi amadurecida, e no dia 1º de Maio de 1980, na Cidade Zambeziana de Quelimane, foi fundado o conjunto musical que foi baptizado pelo nome de 1º de Maio, em homenagem aos trabalhadores de todo o mundo, que, a cada 1º de Maio, comemoram o dia de luta por melhores condições de trabalho, melhores salários, segurança social, entre outras.
Este grupo, cedo revelou-se como uma sensação nacional, pela qualidade da música que tocava e o conteúdo das suas mensagens. E os espectáculos que realizava em cada canto deste país, cativava o público, que sentia as suas aspirações, sonhos e ambições reflectidos nas letras das suas músicas.
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Samora Machel morreu devido a ‘desleixo’ da tripulação soviética
Acidente de Mbuzini
Machel morreu devido a ‘desleixo’ da tripulação soviética
– revela jornalista da LUSA em Moscovo, autor de livro a ser lançado hoje em Lisboa
Pretoria (Canalmoz) - O despenhamento do Tupolev presidencial em Mbuzini e que provocou a morte do presidente moçambicano, Samora Machel, em 1986, foi causado “por desleixo da tripulação soviética da aeronave”, afirmou o jornalista José Milhazes, que relata a tragédia no seu mais recente livro.
Em declarações à LUSA, o autor de “Samora Machel - Atentado ou Acidente?” disse pensar ter conseguido “responder (à questão do título do livro), pois não se tratou de um atentado, mas sim de um acidente. O avião caiu devido a um erro humano, mais propriamente, ao desleixo da tripulação do avião presidencial, como disse um dos técnicos”, referiu o jornalista, que é correspondente da Agência Lusa em Moscovo.
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Moçambique: Prepara-se "II Aldeia Cultural" em Maputo
Em Maputo: Prepara-se "II Aldeia Cultural"
Maputo (Canalmoz) - A Casa de Ferro, em Maputo, edifício onde se encontra alojada a Direcção Nacional de Cultura, colheu recentemente um encontro entre a Iodine e a Logaritimo Produções, entidades mentoras do programa “Aldeia Cultural”, com as demais instituições parceiras na sua materialização, como o Ministério da Cultura, o Teatro Avenida, para além de alguns artistas com a finalidade de clarificar alguns aspectos aos envolvidos bem como solicitar o engajamento de todos, muito em especial da comunicação social.
Ao que tudo indica, este projecto que neste ano se realiza pela segunda vez consecutiva, ainda carece de apoios à medida de sua envergadura. É um dos maiores programas culturais que Moçambique possui depois do Festival Nacional de Cultura (FNC). Envolve quase todos os quadrantes culturais, inclusive uma parte do FNC na província de Maputo.
Poderão ainda tomar parte deste certame cultural, instituições de ensino de artes e cultura, como o Instituto de Arte e Cultura, a Escola de comunicação e Artes, Escolas Nacionais de Música e de Artes Visuais, escolas de dança, etc., agregando assim diversas modalidades de actividades e manifestações culturais, como o teatro, a dança, a gastronomia, a literatura, o cinema, as artes visuais, o canto e dança e tudo que se puder criar no âmbito de arte.
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Moçambique: Gaza com página na Internet
Gaza com página na Internet
O Governo de Gaza conta desde terça-feira passada com uma página na Internet, denominada “Portal do Governo http://www.gaza.gov.mz”, que visa colocar à disposição, informações sobre as actividades levadas a cabo pelo Governo Provincial nas diferentes áreas de trabalho, e os seus serviços oferecidos ao público, por forma a garantir uma rápida, fiável e segura transmissão de dados.
Falando na ocasião, o governador de Gaza, Raimundo Diomba, disse que o seu Governo pretende, com o lançamento daquele portal, divulgar as potencialidades e oportunidades de desenvolvimento da província, massificar o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação como meio para encurtar a distância física, melhorando o acesso e a troca de informação, bem como para a promoção do funcionamento em rede de instituições, indivíduos, regiões geográficas e a partilha de conhecimento entre intervenientes.
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30 de abril de 2010
Aperto de mão entre Armando Guebuza e Eusébio
Aperto de mão entre Armando Guebuza e Eusébio
O Presidente de Moçambique, Armando Guebuza, cumprimenta Eusébio durante um jantar oferecido pelo Presidente da República, Cavaco Silva, no Palácio da Ajuda.
FOTO:António Cotrim@LUSA
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PR Armando Guebuza apela ao investimento português em Moçambique
Guebuza apela ao investimento português em Moçambique
Os temas económicos dominaram ontem por completo o primeiro dia da visita oficial do presidente de Moçambique, Armando Guebuza, a Portugal. Depois de um encontro com o Presidente Cavaco Silva, no Palácio de Belém, Guebuza disse em conferência de imprensa que os investimentos portugueses são indispensáveis para Moçambique. E agradeceu a "decisão audaz" de Portugal em perdoar uma dívida de 249,3 milhões de euros a Moçambique, em Julho de 2008, sublinhando as "excelentes relações de amizade e cooperação" entre os dois países.
Em discurso, numa sessão solene na Assembleia da República, Guebuza realçou também a transferência da gestão da Hidroeléctrica de Cahora Bassa para Moçambique. Sobre o papel das empresas portuguesas, o chefe de Estado disse que a sua participação na reconstrução económica de Moçambique "vai permitir não só aumentar a produção de riqueza, mas sobretudo garantir emprego aos moçambicanos, o que pode acelerar a luta contra a pobreza". Guebuza destacou a energia e as infraestruturas como prioridades no investimento, "áreas muito sensíveis" e fundamentais para o desenvolvimento do país.
Fazendo acompanhar-se por uma delegação de cerca de 70 empresários (da energia, construção civil, imobiliário, turismo, metalomecânica, banca, indústria, agricultura e minas), Armando Guebuza participa hoje à tarde no seminário "Moçambique e Portugal: Nova Dinâmica nas Relações Económicas e Empresariais", no qual a Associação Empresarial de Portugal (AEP) assinará protocolos de cooperação com a Confederação das Associações Económicas de Moçambique e a Associação Industrial de Moçambique para "desenvolver as relações económicas bilaterais, promovendo as exportações e o investimento de empresas portuguesas".
http://www.mozclick.com/rm/noticias/anmviewer.asp?a=3164&z=100
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29 de abril de 2010
Índia: 43 graus??? Que calor!!!
43 graus??? Que calor!!!
Uma mulher indiana trabalha na construção de uma estrada, na cidade de Calcutá, sob um calor abrasador. As temperaturas atingiram hoje 43 graus celcius mas nem por isso esta mulher deixou de trabalhar. Este está a ser o dia mais quente do ano na Índia.
Foto@EPA/Pihal Adhikary



















