27 de agosto de 2010

Moçambique: Prioridade no caju é triplicar as plantas

Moçambique: Prioridade no caju é triplicar as plantas

Moçambique vai continuar a privilegiar os trabalhos de reposição da capacidade de produção da castanha de caju, através da distribuição de mudas e combate a doenças que afectam os cajueiros. O Director Nacional Adjunto do Instituto de Fomento do Caju, Raimundo Matule, disse que a curto prazo a prioridade do Governo é triplicar os actuais níveis de distribuição que variam entre 1,3 e 1,5 milhão de plantas.

Mais importante do que propriamente colocar as mudas junto do produtor, Raimundo Matule falou necessidade de garantir uma monitoria permanente para saber se as plantas estão a desenvolver-se dentro dos patrões técnicos recomendáveis.

O país não tem ainda produtos de pesquisa aplicada suficientemente abrangentes, razão por que está a distribuir apenas quatro clones de cajueiro, numa altura em que países como a Índia têm por volta de 50 variedades.

24 de agosto de 2010

Álcool e vuvuzelas proibidos na próxima visita do Papa


Visita do Papa ao Reino Unido

Álcool e vuvuzelas proibidos na próxima visita do Papa

"Piquenique de peregrino" será autorizado em Hyde Park, a 18 de Setembro.

Preocupada com a segurança de Bento XVI e dos eventos em que este irá participar durante a sua próxima visita ao Reino Unido, de 16 a 19 de Setembro, a Igreja Católica da Inglaterra e do País de Gales divulgou um guia a ser respeitado por todos os peregrinos. O documento identifica o que é - e não - permitido nas três grandes assembleias em que participa o Papa. Álcool, vuvuzelas, apitos e animais estão absolutamente proibidos; água e protector solar são, por outro lado, aconselháveis.

Moçambique: Voo directo irá ligar Maputo e Shanghai em 2011


Cooperação Moçambique-China

Voo directo irá ligar Maputo e Shanghai em 2011

Maputo (Canalmoz) – Os sector de Aviação Civil de moçambicano e chinês poderão introduzir um voo directo regular para as cidades de Maputo e Shanghai, na China, a partir de 2011, conforme disse o chefe de uma delegação de 16 empresários chineses que se encontra em Moçambique, desde a última quinta-feira, para pesquisar as áreas de negócio de seu interesse.
O chefe da delegação chinesa, Cao Hougru, disse a jornalistas, depois de uma conversa à porta fechada com o Primeiro-Ministro, Aires Ali, que a Direcção Nacional de Aviação Civil chinesa está informada sobre essa intenção com vista a dinamizar as trocas económicas entre os dois países nas áreas em que cooperam. O que falta é o Ministério dos Transportes e Comunicações de Moçambique contactar a contra-parte chinesa e manifestar o mesmo desejo sobre a introdução do voo.

6 de agosto de 2010

Estados Unidos: Mulher descobre 2° casamento do marido no Facebook

Estados Unidos: Mulher descobre 2° casamento do marido no Facebook

Uma mulher de Ohio, nos Estados Unidos, afirma ter descoberto pelo Facebook que seu marido tinha um segundo casamento. Segundo a história contada por Lynn France, depois de desconfiar que John France estava a ter um caso, ela encontrou fotos do marido em um casamento na Disney no perfil da outra mulher.

No programa 'Today' desta quinta-feira (5), no canal americano 'NBC', John France afirmou que Lynn sabia do novo casamento há dois anos, que tem documentos que provam que a união deles (celebrada em Itália, em 2005) nunca foi válida e que a mulher está a usar a história do Facebook para ganhar publicidade e conseguir a guarda dos dois filhos do casal.

22 de junho de 2010

Moçambique e Portugal mantêm diálogo de respeito


Moçambique e Portugal mantêm diálogo de respeito

O diálogo em curso entre Moçambique e Portugal não é entre colonizado e colonizador, porque as relações neste momento são baseadas no respeito mútuo, no princípio de que se trata de países soberanos, clarificou a Presidente da Assembleia da República (AR), Verónica Macamo.

Verónica Macamo, que encabeçou uma delegação parlamentar, falava num breve encontro que manteve com a comunidade moçambicana residente na capital portuguesa, Lisboa, na quarta-feira, no âmbito da visita oficial a Portugal, concluída na última quinta-feira.

Moçambique nada fez para aproveitar as oportunidades do “Mundial”


Falou-se muito e trabalhou-se pouco

Moçambique nada fez para aproveitar as oportunidades do “Mundial”

Maputo (Canalmoz) – O anúncio da realização do Campeonato Mundial de Futebol 2010 na África do Sul encheu Moçambique de expectativas. O evento foi visto como uma oportunidade de negócios. Moçambique foi um dos que entrou na rota dos países sonhadores e que acreditava que o “Mundial” da África Sul podia trazer grandes benefícios para muitas das suas actividades económicas, sobretudo para o turismo.
De estratégias em estratégias, achou-se melhor institucionalizar as oportunidades, criando o Gabinete Técnico para o “Mundial 2010”.
Mas, segundo tudo indica, as expectativas do Governo não tomaram em conta a realidade moçambicana e como consequência todo um sonho “mundial” se transformou numa autêntica frustração.

21 de junho de 2010

Moçambique: Gorongosa, um antigo problema ecológico


Gorongosa – um antigo problema ecológico

Maputo (Canalmoz) - O sinal de alerta lançado sexta-feira última pela ministra da Coordenação da Acção Ambiental, Alcinda Abreu, para o perigo de aluimento de terras na Serra da Gorongosa, mercê de práticas agrícolas erradas, serviu para ilustrar um dos aspectos da grave situação que se faz sentir nesse ponto do país. Tais práticas, a par das queimadas descontroladas, do derrube de árvores, do garimpo e da dizimação de espécies animais, espelham uma realidade amarga que se tem vindo a agravar desde a independência em 1975. Efectivamente, trata-se de um problema já antigo que conheceu novos contornos com o advento da independência nacional.

“A Frelimo sujou conquistas da Independência com políticas devastadoras”


“A Frelimo sujou as conquistas da Independência com as suas políticas devastadoras”

– afirma o presidente do partido Renamo, Afonso Dhlakama, a propósito da celebração dos 35 anos da Independência Nacional

“Toda a gente abraçou a Independência por ter lutado por ela, e, com a saída dos colonos, os nacionalistas já se podiam afirmar, mas, surpreendentemente, o Governo da Frelimo veio a piorar a situação e em muito pouco tempo matou muitas pessoas, mais do que durante os quinhentos anos da colonização portuguesa. A Frelimo negou a democracia. Matou quem se arriscasse a pensar de maneira contrária à sua ideologia marxista-comunista. Quem pensasse de forma diferente era morto. Muitos moçambicanos foram fuzilados por serem acusados de anti-independência” – Afonso Dhlakama

18 de junho de 2010

Jornalismo vergonhoso (Canal de Opinião: por Borges Nhamirre)


Canal de Opinião: por Borges Nhamirre

Jornalismo vergonhoso

Maputo (Canalmoz) – Evito, sempre que possível, criticar publicamente os erros dos colegas, porquanto entendo que somos uma classe e “roupa suja não se lava fora”. Mas, quando um comportamento desonesto e deliberado de um colega se confunde com o “modus operandi” de toda a classe e atira areia aos olhos do povo, é preciso repudiá-lo publicamente.
Escrevo a propósito da peça apresentada no telejornal da TVM, do dia 10 de Junho de 2010. Escuso-me a citar o nome do seu autor, pois não é meu objectivo atacá-lo pessoalmente, mas sim criticar o seu trabalho. E, neste, partilha as responsabilidades com a direcção editorial da TVM.
No mesmo dia em que o director do Gabinete de Controlo de Bens Estrangeiros do Departamento do Tesouro dos EUA, Adam Szubin, concedeu uma vídeo-conferência na Embaixada norte-americana em Maputo, para explicar os contornos do “caso MBS”, o jornalista da TVM exibiu uma peça produzida na sala de estar do empresário Momade Bachir Sulemane – ressalvo que não tenho nada contra nem a favor dele. Na peça, Bachir aparece a chorar perante as câmaras da TVM, com os membros da sua família reunidos. Até se confundia com uma telenovela ou comédia televisiva!

Corrupção ataca Urgências do Hospital Central de Maputo


Corrupção ataca os Serviços de Urgências do Hospital Central de Maputo

Maputo (Canalmoz) – A chamada pequena corrupção está instalada nos Serviços de Urgências do Hospital Central de Maputo, que funcionam na entrada da Avenida “Eduardo Mondlane” daquela unidade sanitária. Um doente que procura socorro naquele sector do HCM pode levar mais de seis horas na sala de espera, sem receber o atendimento médico, depois de ter passado pela recepção e pagar 150 meticais de entrada. Para ser atendido rapidamente – que nem chega a ser tão rápido – é preciso pagar um valor extra aos serventes que recebem as fichas do doente e as encaminham para as salas médicas.
Depois de receber queixas dos utentes daquele hospital, a nossa reportagem esteve presente nos Serviços de Urgência do HCM para observar como tudo se passa.

Apelo ao Santo António


Apelo ao Santo António

Ó meu rico Santo António
Meu santinho Milagreiro
Vê se levas o Zé Sócrates
P'ra junto do Sá Carneiro

Se puderes faz um esforço
Porque o caminho é penoso
Aproveita a viagem
E leva o Durão Barroso

África do Sul: Vai uma boleia?


Vai uma boleia?

Um babuíno tenta entrar para o carro de um turista perto do Parque Nacional da Península do Cabo, na África do Sul.

Foto@EPA/Helmut Fohringer

17 de junho de 2010

Quando se zangam as comadres, descobrem-se as verdades...


Quando se zangam as comadres, descobrem-se as verdades...

Canal de Opinião: Por Noé Nhantumbo

…Ou quando o Quarto Poder se exclui e colabora com os lesa-pátria...

Beira (Canalmoz) – Se havia alguma dúvida sobre o que movia a maioria dos jornalistas moçambicanos, um facto aparentemente não ligado a eles e nem por eles iniciado ou investigado teve a virtude de mostrar para todos o tipo de jornalistas que temos.
Ao mesmo tempo veio validar a tese de que temos uma maioria de intelectuais de trazer no bolso, pois para pouco mais servem.
As diferentes abordagens que abundam na imprensa moçambicana, e elaboradas por jornalistas moçambicanos, sobre o alegado treinamento de terroristas em solo moçambicano só podem espantar aos observadores menos atentos.
Quase todos se pronunciam no sentido e em defesa da soberania nacional, sem olhar para o outro lado da mesma questão. Há já muito tempo que se ouvem e se observam sinais inegáveis de todo um procedimento que coloca a defesa da soberania em risco prático e concreto.

Portugal: Manel dos Cromos


Manel dos Cromos

Manuel Santos, conhecido como "Manel dos Cromos", vende e troca cromos em Lisboa desde 1974. Na Estação do Rossio, em Lisboa, vende por estes dias cromos do Mundial 2010 da África do Sul.

Foto@Lusa/Miguel A. Lopes

16 de junho de 2010

Portugal: Estamos a criar 'alunos que não sabem ler, nem escrever'


Estamos a criar 'alunos que não sabem ler, nem escrever'

Maria do Carmo Vieira quer dar uma 'reguada' ao sistema de ensino português: através da Fundação Manuel dos Santos (presidida pelo sociólogo António Barreto), lançou esta semana o ensaio 'O ensino do Português'.

Sem pudor, a professora de Língua Portuguesa - já com 34 anos de experiência - dirige duras críticas ao baixo nível de exigência do actual sistema de ensino, aos professores, aos sucessivos Governos, às escolas. No dia em que arranca a primeira fase dos exames nacionais do ensino secundário, o SAPO foi ouvi-la.

15 de junho de 2010

Mia Couto, apresentou em Lisboa, o seu novo livro "Pensageiro Frequente"


Mia Couto um "Pensageiro Frequente" da LAM

Em pré-lançamento ainda, já que o livro só vai estar à venda daqui por um mês, Mia Couto apresentou esta tarde, em Lisboa, na livraria Buchholz, o seu mais recente livro “ Pensageiro Frequente”. Um conjunto de crónicas que escreveu para a revista Índico, das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM).

O autor diz que a bordo de um avião torna-se um pensageiro, ou seja um passageiro que apesar de frequente continua a sentir o mesmo medo a cada viagem. Para entreter o medo põe-se a escrever. Estas crónicas surgem na sequência de alguns desses voos e foram feitas a pensar no passageiro que entre fusos horários procura uma distracção.

São 26 artigos sobre as gentes e terras de Moçambique, textos que viveram numa revista de bordo para “ fazer com que o meu país voasse pelos dedos do viajante, numa visita às múltiplas identidades que coexistem numa única nação. Esse era o serviço daquela escrita.” Agora estão disponíveis num único livro.

Sapo MZ,
15 de Junho de 2010

Novo B.I. tem emblema da República Popular de Moçambique


Novo B.I. tem emblema da República Popular de Moçambique

Todos os bilhetes a que tivemos acesso, último dos quais emitido a 5 de Abril do ano em curso, contêm o mesmo erro. É um erro que, segundo uma fonte da Direcção de Identificação Civil (DIC), já foi detectado e reconhecido pelas autoridades governamentais.

O novo Bilhete de Identidade contém, na parte holográfica, no fundo, emblema do período socialista, com a escrita “República Popular de Moçambique”, ao invés de “República de Moçambique”, o que viola o artigo 1, do capítulo 1, que designa o nosso país “República de Moçambique” e define-o como um Estado independente, soberano, democrático e de justiça social. São, ao todo, cinco emblemas com a escrita “República Popular de Moçambique”: dois grandes e três pequenos.

Polónia: Depois da inundação


Depois da inundação

Um urso de peluche ficou perdido no meio da lama em Wilkow, na Polónia, depois de a vila polaca ter ficado inundada. Milhares de pessoas ficaram desalojadas devido às fortes inundações que têm afectado a Polónia.

Foto@EPA/Wojciech Pacewicz

Verónica Macamo em Portugal em busca de apoio para o parlamento


Verónica Macamo em Portugal em busca de apoio para o parlamento

A presidente da AR é acompanhada pelos chefes das bancadas da Renamo, Maria Angelina Enoque, e do MDM, Lutero Simango, e pelo vice-chefe da bancada da Frelimo, Tobias Dai

Maputo (Canalmoz) – A presidente da Assembleia da República, Verónica Macamo, está de visita a Portugal em busca de cooperação institucional entre os órgãos legislativos dos dois países. Como resultado da visita da presidente da AR a Portugal, a Assembleia da República garante que em breve os dois parlamentos irão “incrementar novas áreas de cooperação, com vista a melhorar o trabalho dos deputados em matérias legislativas e de fiscalização”.

12 de junho de 2010

Portugal: Escolas proíbem roupas curtas e decotadas


Escolas proíbem roupas curtas e decotadas

Rapazes com mais de 13 anos proibidos de usar calções ou raparigas impedidas de envergar minissaias exageradas são regras que se encontram com alguma frequência nos regulamentos internos de escolas públicas e privadas em Portugal.

Numa pesquisa rápida e aleatória na Net, a Lusa descobriu que, por exemplo, o regulamento interno da Escola Dr. Horácio Bento de Gouveia, no Funchal, Madeira, reza que os alunos devem evitar calções de praia, «minissaias exageradas», tops e camisolas de alças, vestuário roto, camisolas demasiado curtas e vestuário de cintura muito descida.