8 de setembro de 2011

X Jogos Africanos intitulado “África Mítica”: Um presente para África


X Jogos Africanos intitulado “África Mítica”: Um presente para África

O espectáculo de abertura oficial dos X Jogos Africanos, intitulado “África Mítica” apresentado na noite do último sábado, no Estádio Nacional do Zimpeto, foi, sem sombra de dúvidas, o maior presente que Moçambique ofereceu ao continente e ao mundo, por ocasião da sua escolha para acolher as chamadas olimpíadas africanas.

Através da música, dança e teatro, Moçambique mostrou a sua realidade desde o longínquo período de invasão imperialista até ao período actual.

Com um bailado corporizado por cerca de oitocentos bailarinos, 150 músicos e um “back vocal” constituído por oito intérpretes, Moçambique trouxe aos olhos do mundo a história passada, recente e a perspectiva do seu futuro.

“África Mítica” é um espectáculo corrido ao longo do qual são relatados diferentes momentos da história de Moçambique e por analogia, a de grande parte dos povos africanos.

De forma teatralizada, aborda-se a vitalidade das culturas e tradições moçambicanas, incluindo os jogos como factores de socialização e de desenvolvimento.

Ungulani Ba Ka Khosa: Não será difícil que Camões seja substituído por Shakespeare


Ungulani Ba Ka Khosa: Não será difícil que Camões seja substituído por Shakespeare

Enquanto as universidades e editoras portuguesas e brasileiras, praticamente, só estudam e publicam autores africanos lusodescendentes - com as excepções de praxe, na área editorial, como a Editorial Caminho, de Lisboa, que tem tradição na área -, pouco se lê sobre romancistas, contistas e poetas africanos autóctones ou mestiços que utilizam a Língua Portuguesa como meio de expressão. E, no entanto, em poucos anos, se a Língua Portuguesa - a língua do invasor e do colonizador - quiser sobreviver no continente africano - e com ela todo o legado lusófono -, será mesmo dos autores autóctones que dependerá.

Este incompreensível silêncio - que replete, pelo lado português, segundo o professor Patrick Chabal, do King´s College de Londres, certa saudade colonialista ainda não superada e, pelo lado brasileiro, descomunal desconhecimento em relação a assuntos africanos - é o que explica que um livro como Emerging Perspectives on Ungulani Ba Ka Khosa: prophet, trickster, and provacateur, preparado pelo professor Niyi Afolabi, ainda não tenha sido editado no Brasil nem em Portugal. E que, para lê-lo, tenhamos de recorrer à edição da Africa Press World Pres, Inc., com sede em Trenton, New Jersey, EUA, e em Asmara, na Eritreia, país do Nordeste da África, antiga colónia italiana, às margens do Mar Vermelho, que se separou da Etiópia em 1991.

Universidade Eduardo Mondlane aposta na produção sustentável de biodiesel


UEM aposta na produção sustentável de biodiesel

A Universidade Eduardo Mondlane (UEM) lançou oficialmente segunda-feira passada, o projecto de investigação sobre a produção sustentável de biodiesel a partir de jatropha.

Trata-se de uma acção financiada pela “Japonese International Cooperation Agency (JICA)” e pela “Japonese Science and Tecnology” que é implementado no âmbito de um acordo para o efeito assinado entre os governos de Moçambique e do Japão e que envolve a UEM e quatro universidades japonesas.

6 de setembro de 2011

Carta de um aluno ao Professor de História 37 anos depois...

CARTA DE UM ALUNO AO PROFESSOR DE HISTÓRIA 37 ANOS DEPOIS...

Exmº Senhor Professor,

Sou obrigado a escrever-lhe, nesta data, depois de ter escutado, com toda a atenção, a aula de História, que nos deu sobre a Revolução de Abril de 1974.

Li todos os apontamentos que tirei na aula e os textos de apoio que me entregou para me preparar para o teste, que o Senhor Professor irá apresentar-nos, na próxima semana, sobre a Revolução dos Cravos.

Disse o Senhor Professor que a Revolução derrubou a ditadura salazarista e veio a permitir o final da Guerra Colonial, com a conquista da Liberdade do Povo Português o dos Povos dos territórios que nós dominávamos e que constituíam o nosso Império.

Afirmou ainda que passámos a viver em Democracia e que iniciámos uma nova política de Desenvolvimento, baseada na economia de mercado.

Informou-nos também que a Censura sobre os órgãos de Comunicação Social terminara e que a PIDE/DGS, a Polícia Política do Estado Fascista acabara, dando a possibilidade aos Portugueses de terem liberdade de expressão, opinião e pensamento. Hoje, todos eles podem exprimir as suas opiniões nos jornais, rádio, televisão, cinema e teatro, sem receio de serem presos.

Disse igualmente que Portugal era um país isolado no contexto internacional e que agora fazemos parte da União Europeia e temos grande prestígio no mundo. Que somos dos poucos países da União a cumprir, na íntegra, os cinco critérios de convergência nominal do Tratado de Maastricht para fazermos parte do pelotão da frente com vista ao Euro.

5 de setembro de 2011

Taxa aos ricos (Henricartoon)

Moçambique desfile perante multidões


Moçambique desfile perante multidões

A cerimónia de abertura dos X Jogos Africanos, que decorreu no Estádio Nacional do Zimepeto, em Maputo, contou com a presença de 47 países que confirmaram a presença neste que é considerado um dos maiores eventos desportivos de África. Entre os países presentes, Moçambique foi a que mais fez vibrar a plateia que não parava de fazer a festa.

493 elementos completam a delegação moçambicana, entre equipa médica, treinadores, pessoal de apoio e os 317 atletas.

26 de agosto de 2011

O desvio (Henricartoon)

O mais rico (Henricartoon)

Duas fendas na coligação (Henricartoon)

297 escolas para abate (Henricartoon)

O dono do mundo (Henricartoon)

Moçambique 1974 - O Fim do Império e o Nascimento da Nação


Moçambique 1974 - O Fim do Império e o Nascimento da Nação lançado na Beira

O centro cultural português da Beira assistiu na última 3ª feira ao lançamento do livro “ Moçambique 1974 - O Fim do Império e o Nascimento da Nação” de autoria do escritor Fernando Couto, irmão mais velho de Mia Couto.

Fernando Couto nega que lhe chamem de escritor ou então historiador e na sua opinião a sua obra é também um desafio as universidades e historiadores nacionais.

O livro “Moçambique 1974 - O Fim do Império e o Nascimento da Nação”, tem 473 páginas e foi editado pela Ndjira.

Por Joslain Nkoumba
Fonte: TIM, 26 Agosto 2011

Moçambique: Descoberta grande reserva de gás natural na bacia do Rovuma


Descoberta uma grande reserva de gás natural na bacia do Rovuma

É a quinta descoberta na bacia do Rovuma

Moçambique soma e segue no sector dos recursos minerais, sobretudo hidrocarbonetos.

A empresa norte-americana “Anadarko” acaba de descobrir na bacia do Rovuma, no extremo Norte do Pais, uma grande reserva de gás natural.

Segundo a Anadarko, o poço de 70 metros de profundidade, tem cerca de 169 mil milhões de metros cúbicos de gás natural liquefeito.

É a quinta descoberta da Anadarko na bacia do Rovuma, depois da outra revelada em Fevereiro último.

Moçambique: Baía de Maputo


Baía de Maputo

Vista da Baía de Maputo. Dois navios chegam ao porto de Maputo.

Moçambique: Ilha de Moçambique


Ilha de Moçambique

Cadeia da Fortaleza de São Sebastião, na Ilha de Moçambique.

Moçambique: Cidade de Maputo


Cidade de Maputo

Vista da cidade, do outro lado do Clube Marítimo de Maputo.

21 de agosto de 2011

Dirigente do MPLA acusa "caluniadores" de quererem "denegrir" Presidente


Dirigente do MPLA acusa "caluniadores" de quererem "denegrir" Presidente José Eduardo dos Santos

Luanda, 20 ago (Lusa) - Um dirigente provincial do partido no poder em Angola acusou hoje os que pretendem "denegrir" o Presidente José Eduardo dos Santos de serem "caluniadores", segundo a agência noticiosa angolana Angop.

Bento Bento, primeiro secretário provincial do MPLA, que intervinha no ato político-cultural que marcou hoje em Luanda a abertura do programa comemorativo do 69º aniversário natalício do líder angolano, salientou que os "caluniadores não são patriotas, pelo que merecem a repulsa dos verdadeiros filhos de Angola".

Os filhos de Angola, acrescentou, devem assegurar que "de agora em diante não será mais permitido que continuem a surgir esse tipo de tramas no país, sobretudo em Luanda".

Bento Bento teceu críticas aos "detratores dos angolanos" que, segundo disse, "procuram denegrir os seus governantes a todo o custo".

Moçambique: Acesso à informação é um direito


Acesso à informação é um direito

Com o jornal encostado ao tronco da árvore, um senhor lê o jornal. O acesso à informação deve ser facilitado para que em qualquer lugar ou altura possa ser acedida. O direito dos cidadãos à informação é um requisito imprescindível para a viabilização de qualquer processo democrático.

Maputo: Arte de rua


Arte de rua

Entre os vários trabalhos expostos no Mercado Central da Baixa, destaca-se um porco colorido, coberto por tampas de refrigerantes populares como da Coca Cola, 7 UP, Sprite ou Pepsi.

Maputo: Brilho no sapato


Brilho no sapato

Os engraxadores de sapatos estão espalhados em várias esquinas da cidade de Maputo.
Quem sai às pressas de casa, pode sempre parar por cinco minutos e dar aquele brilhos nos sapatos, até mesmo os nossos polícias de trânsito.