19 de maio de 2013

Não fosse o mar um dos fortes de Luanda


Da Fortaleza de Luanda, agora Museu das Forças Armadas, é possível contemplarmos a beleza e imensidão do mar na capital. Um vista que vale mesmo a pena e tem sabor a descanso numa tarde de sol de domingo.

Sapo AO

Angola: Recordar é viver



Quem nunca teve um destes? E funciona...

Sapo AO

Maputo: Dona Amélia, a anfitriã de hortícolas


Todos os dias chega ao mercado às 07h e monta a sua banca de hortícolas e frutas. Dona Amélia Josina é uma das mamanas mais antigas e queridas do mercado do povo.

Engajada desde cedo nos movimentos da Organização da Mulher Moçambicana, ela não abre mão de ser vendedora e carrega o orgulho de ser moçambicana no coração.

Sapo MZ

Apuramento de responsabilidades


A brincadeira acabou, a experiência promovida por funcionarecos que usaram Portugal para experiências de política económica enquanto os líderes das organizações da troika andaram em jantaradas falhou e está quase a levar o país ao colapso, não há multinacional dos pastéis de nata, o crescimento anunciado por Gaspar e apregoado por Cavaco primeiro para 2012, depois para 2013 e mais recentemente para 2014 é para esquecer, o país entrou em recessão e em depressão e não vale a pena andar a brincar aos país reunindo um Conselho de Estado inútil para discutir o pós o que quer que seja.

O mais grave é que se isto fosse um crime, coisa que em Portugal como se sabe não é pois crime é roubar um papo-seco, teríamos que fazer uma acusação contra desconhecidos pois vivemos num mundo de mentiras. Quem tudo fez para Portugal ser entregue à troika, qual o papel de Durão Barroso na opção pela austeridade, quem escolheu e quem representa Vítor Gaspar, o memorando é revisto por exigência da troika ou por fundamentalismo troikista de Passos Coelho, o ajustamento visou a crise financeira ou foi orientado para um imbecil poder impor ao país uma constituição feito por um velho manifestante das exibições públicas da Falange espanhola.

Este Governo não é para velhos (nem para novos) por Nuno Saraiva


Paulo Portas pode dar as piruetas que quiser, fazer as coreografias que entender, gritar que é "politicamente incompatível" com a taxa de sustentabilidade das pensões. Pode até fazer o pino no Palácio das Necessidades ou jogging em Caracas que o "cisma grisalho" que jurou querer evitar já está instalado.


Depois de ter conseguido virar trabalhadores do sector privado contra funcionários públicos, o Governo segue agora a mesma receita de casta, isto é, virar os novos contra os velhos, confrontando os "grisalhos" com a acusação de que vivem - só falta dizer criminosa e parasitariamente - à custa dos descontos de quem está hoje no ativo. A pretexto da solidariedade intergeracional - como se ela existisse apenas num sentido -, pretende-se fazer crer que a Segurança Social só terá futuro se as expectativas de quem, com carreiras contributivas mais ou menos longas, conquistou o direito a viver o que resta da vida com dignidade e tranquilidade forem agora defraudadas. Como se, nos últimos dois anos, os pensionistas tivessem ficado isentos da austeridade. Como se, num país onde existem mais de um milhão de desempregados - mais de 40% são jovens - e em que só 44% recebem subsídio de desemprego, não fossem os reformados a contribuir para que não falte o pão na mesa a filhos, noras e netos. Isto também é, como é óbvio, solidariedade entre gerações.

A cidade diamante (josé Ribeiro)


Os diamantes são eternos e Saurimo, a cidade diamante, ficou gravada eternamente na minha memória quando, jovem repórter, acompanhei o Presidente Neto numa viagem ao Leste, depois de regressar de Maputo, onde gozou umas curtas férias. Desde então, a cidade passou a ser um marco importante na minha carreira profissional, que é curta e modesta, comparada com os grandes jornalistas que conheço e com quem sempre procuro aprender.

“Porque não cobriram esta reunião?”, Neto tinha acabado de se reunir com os dirigentes da província e estava mesmo à nossa frente, a perguntar. Foi em 1977, a primeira vez que o vi de perto, depois da histórica proclamação da Independência. Naqueles anos, o país precisava de sarar as feridas trazidas da luta de libertação e a Lunda-Sul era uma nova unidade administrativa. Saurimo vinha da época colonial como um centro económico importante e Neto, sabendo disso, fez questão de ir, pessoalmente, à sede da UNITA, propor a Savimbi a unidade entre os dois movimentos de libertação para a travessia da transição. Debalde! As dificuldades da época tornaram-se maiores, a cidade ficou com a vida económica parada e a Independência teve de ser arrancada. Nós, os repórteres, dormimos naquele dia no Hotel Galito, sem lençóis nem luz. De manhã, acordámos com mordidelas de percevejos. Mas o ar de Saurimo, fresco, fez-nos recuperar as forças.


A cidade diamante tem uma História com futuro. Os habitantes de Saurimo têm orgulho nesta cidade fundada por Henrique de Carvalho, o enviado do rei de Portugal à Mussumba do Muata Iânvua. A cidade está na encruzilhada da viagem feita no início do século XX pelo explorador português, deixada em vasta obra literária. Henrique de Carvalho foi de Luanda ao Cuango, partiu depois para Chipaca e daí alcançou Luembe. Concluiu a expedição em Calanhi, depois de abraçar o imperador Muata Iânvua (ou Muatiânvua). A portentosa Lunda foi então desenhada entre o Cuango, a Bota do Dilolo e as terras mágicas de Saurimo.

Barroso, Cavaco, Kopelipa e o Pacóvio dos quatro Ferraris



Londres - Tanto em Angola como em Portugal, os cidadãos informados têm plena consciência que o regime angolano manda e pode em terras de Camões. Falta apenas conquistar, em absoluto, uns desagradáveis magistrados.

Cavaco Silva inaugurou emprendimentos do general Prébuild

Recentemente, o Presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, um velho camarada do regime angolano, baixou instruções a um selecto grupo de correligionários, para a criação de um grupo de lóbi a favor do reforço da presidência do eng. José Eduardo dos Santos junto da União Europeia.

A conselheira de Durão Barroso, Sónia Neto, é a principal animadora do projecto. Por sua vez, esta investiu no eurodeputado português pelo PSD, Mário David, para servir de ponta de lança do referido lóbi. O PSD é parte da família do PPE, de direita, o principal grupo parlamentar no Parlamento Europeu, no qual o lóbi se ancora.

13 de maio de 2013

Moçambique: Cidade de Maputo

Hotel Polana Serena em Maputo

Maputo visto da outra margem



A cidade de Maputo vista da margem do do rio, em Catembe. A paisagem transfigura-se para quem a vê é de uma beleza única e indiscritível.

Sapo MZ

Agostinho Neto, lutador sanguinário e a versão União Soviética


Russia - As relações entre Agostinho Neto, dirigente do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), e os dirigentes da União Soviética poucas vezes foram pacíficas. Os documentos dos arquivos soviéticos revelam que a desconfiança mútua era uma das principais razões para a conflitualidade entre as partes.

Isso é particularmente evidente nas vésperas do 25 de Abril de 1974, num período de crise que teve início em 1972 e só terminou em 1975, quando Angola adquiriu a independência.

Nos finais de 1972, Agostinho Neto assinou um acordo com Holden Roberto com vista à criação de uma frente unida do MPLA e da FNLA (Frente Nacional de Libertação de Angola), onde Neto teria aceite ser o "número dois" da nova organização.

Esta notícia foi mal recebida em Moscovo. Piotr Evsiukov, funcionário do Departamento de Relações Internacionais do Comité Central do Partido Comunista da União Soviética (PCUS), escreveu a propósito: "Esse passo desorientou completamente os partidários e membros do MPLA, bem como a nós."

Apenas despedimentos (Pedro Marques Lopes)



«Vinte mil, trinta mil, cinquenta mil. Não passa um dia sem que apareça uma nova versão sobre quantos serão os funcionários públicos a despedir. E não vale a pena lembrar as palavras enfaticamente proferidas pelo ministro Portas sobre "as rescisões serem de mútuo acordo". São pura e simplesmente despedimentos, como todos sabemos, inclusive o líder do CDS. Não há necessidade de lhes chamar requalificações e convinha mesmo não insultar a inteligência das pessoas dizendo que essas pessoas não receberão salário mas mantêm o vínculo ao Estado, logo não são despedidas - esta mania governamental da mentirinha, da meia verdade, dos eufemismos, chega a causar quase tanta indignação como as políticas propriamente ditas.

Porém, ninguém do Governo foi ainda capaz de explicar qual a razão para estarmos a falar de vinte ou cinquenta mil despedimentos na função pública.

Guerra civil não declarada



Ainda que sem assumir a forma de conflito armado o país já foi lançado numa guerra civil, ainda que não declarada e sem que as barricadas estejam totalmente definidas. O governo, ou alguns ministros do governo decidiram actuar como se em democracia a maioria pudesse governar sem respeitar regras, como se a legitimidade do governo viesse de três fulanos com ar de parvos que de vez em quando aparecem por cá, como se o Gaspar em vez de ter de responder perante o parlamento para o qual não foi eleito, tivesse de prestar contas ao ministro das Finanças que é quem o mantém.

Os extremistas do governo declararam que o país deixou de ter regras e que a Constituição apenas está em vigor se for para ajudar a violar a lei e permitir a candidatura dos autarcas do PSD que querem desrespeitar a lei candidatando-se a mais mandatos do que os permitidos. Para tudo o resto, principalmente para a defesa dos mais elementares direitos dos cidadãos o Tribunal Constitucional está a mais e se ousar questionar as decisões do Vítor Gaspar o ministro das Finanças leva o primeiro-ministro a Belém para que Cavaco meta o país na (sua) ordem.

Desigualde entre ricos e pobres!!!



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Eu sabia... Jesus só podia ser português!!!



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12 de maio de 2013

Os gandulos



Os gandulos responsáveis por todos os males deste país não são os banqueiros, os donos das empresas de obras públicas, os políticos corruptos, os autarcas oportunistas e gastadores, os directores-gerais e boys incompetentes, os negociantes de empresas duvidosas. Não, os gandulos são os médicos, os cirurgiões, os soldados, os bombeiros sapadores, são professores do ensino básico, educadores de infância, auxiliares educativas, professores do ensino superior, motoristas de ambulâncias, inspectores do fisco, pilotos de helicópteros de salvamento, oficiais da armada, pilotos aviadores, directores clínicos, magistrados, soldados da GNR, inspectores da polícia judiciária, são dezenas e dezenas de profissão cujo objectivo é desviar o dinheiro dos portugueses.

A espera de milagres...

Bruxelas estuda adoptar modelo do Chipre para resgatar bancos em crise


A possibilidade de cativação dos depósitos bancários nos países em dificuldade - a exemplo do que sucedeu no plano de resgate a Chipre - voltou a estar na ordem do dia, por iniciativa do eurodeputado Nuno Melo. O centrista interpelou a Comissão Europeia sobre este projeto e, como resposta, Bruxelas admitiu que, em casos de resgates internos, os depósitos acima de cem mil euros sejam reduzidos ou convertidos em ações do banco em crise.

O limite de cem mil euros justifica-se porque em toda a União Europeia, os depósitos de particulares até esse montante estão garantidos. Ou seja, existem mecanismos que permitem ressarcir os depositantes até àquele montante no caso de falência do banco onde os valores estão depositados. Assim, não faria sentido ‘congelar’ ou ‘nacionalizar’ depósitos até esse valor revertendo-os a favor do banco em dificuldades, quando depois o fundo teria de indemnizar esses mesmos depositantes, muitas vezes com recurso a dinheiro do Estado se o fundo não tivesse a capitalização suficiente.

GNR: 122 mil euros para medalhas

O PODER DESTE PAÍS ENLOUQUECEU

GNR: 122 mil euros para medalhas

A GNR fez concurso público e um ajuste direto para a aquisição de 4800 medalhas, além de mil fivelas para medalhas de assiduidade pública, no valor de 122 mil euros para os próximos três anos. No pacote destacam-se 50 medalhas D. Nuno Álvares Pereira – destinadas a oficiais generais ou coronel – no valor de 10 750 €, uma média de 215€ por medalha. A GNR garante que poupou dinheiro.

QUANDO HÁ GENTE COM FOME, SEM PODER PAGAR A RENDA DE CASA E SEM DINHEIRO PARA MEDICAMENTOS CHEGAM-NOS NOTÍCIAS DESTAS. FANTOCHADAS!

ASSIM SE DESRESPEITA O POVO PORTUGUÊS. QUANDO É QUE VOLTAMOS A PEGAR EM ARMAS?

Fonte: A especiaria

Carta da Marisa Moura à administração da Carris



Exmos. Senhores José Manuel Silva Rodrigues, Fernando Jorge Moreira da Silva, Maria Isabel Antunes, Joaquim José Zeferino e Maria Adelina Rocha,

Chamo-me Marisa Sofia Duarte Moura e sou a contribuinte nº 215860101 da República Portuguesa.

Venho por este meio colocar-vos, a cada um de vós, algumas perguntas:

Sabia que o aumento do seu vencimento e dos seus colegas, num total extra de 32 mil euros, fixado pela comissão de vencimentos numa altura em que a empresa apresenta prejuízos de 42,3 milhões e um buraco de 776,6 milhões de euros, representa um crime previsto na lei sob a figura de gestão danosa?

Terá o senhor(a) a mínima noção de que há mais de 600 mil pessoas desempregadas em Portugal neste momento por causa de gente como o senhor(a) que, sem qualquer moral, se pavoneia num dos automóveis de luxo que neste momento custam 4.500 euros por mês a todos os contribuintes?