15 de julho de 2013

Um caminho sem excessos (José Ribeiro)


O consumo de álcool está a deixar em Angola um rasto de destruição, dor e luto. É uma autêntica guerra civil que não poupa ninguém e incide muito particularmente nos jovens. O álcool mata nas estradas quase tanto como a malária. Mais de 90 por cento dos acidentes de viação são causados pelo álcool ao volante e excesso de velocidade. Mas quem conduz a altas velocidades, normalmente ingeriu demasiado álcool.

As famílias angolanas sentem dentro das suas portas o peso terrível do álcool. Todos sabemos que a violência doméstica é filha do alcoolismo. Todos os dias milhares de mulheres são agredidas. Os agressores, regra geral, consomem álcool em excesso. Milhares de crianças sofrem na pele a negligência, a violência e toda a espécie de abusos dentro do lar. O álcool é responsável directo ou indirecto por esta tragédia que está a roubar o futuro às nossas crianças e aos nossos jovens.

O álcool é responsável pela perda de milhões de horas de trabalho por dia. O absentismo nas empresas públicas e privadas tem como principal causa o consumo excessivo de álcool. A negligência e a irresponsabilidade são consequências directas do álcool.

10 de julho de 2013

França apreende milhões de Euros na posse de angolanos e portugueses


França apreende milhões de Euros na posse de angolanos e portugueses

Lisboa - Os jornais do Sul de França divertem-se por estes dias com uma história rocambolesca sobre angolanos, cabo-verdianos e portugueses, interceptados com três milhões de euros em dinheiro vivo. Conduzidos a uma esquadra, foram procurados por outros angolanos, que acabaram detidos, sendo um deles portador de documentos de venda de diamantes.

Fonte: Lusomonitor

A polícia detectou primeiro, na portagem de uma auto-estrada em Arles, no Sul de França, um casal que transportava, num Mercedes com matrícula portuguesa, dois milhões de euros em dinheiro vivo.

A viatura partira de Lisboa e dirigia-se a Itália, segundo o motorista português.

O casal, de nacionalidade portuguesa mas de origem angolana, identificou-se como sendo ambos agentes imobiliários e alegaram que o dinheiro se destinava à compra de um imóvel na Itália para um dirigente africano.

Cavaco Silva fez estudo matemático sobre a primeira travessia aérea do Atlântico


Cavaco Silva fez estudo matemático sobre a primeira travessia aérea do Atlântico

por Manuela Ferreira

Cavaco Silva, enquanto sócio da Sociedade de Geografia, fez e apresentou ali “um estudo matemático muito exacto sobre o voo de Gago Coutinho”, revelou ao Lusomonitor o secretário perpétuo da organização, João Pereira Neto. Agora, como Chefe de Estado e certamente com pouco tempo para a investigação, o estadista é, por inerência, Presidente de Honra e Protector da associação, que funciona sem qualquer apoio do Estado.

Fundada em 1875, a Sociedade de Geografia mantém ainda hoje os traços gerais que levaram à sua fundação, visando “promover e auxiliar o estudo e progresso das ciências geográficas e correlativas”, num contexto que acabaria dominado pelas Conferências de Bruxelas e de Berlim.

74 médicos, diplomatas, oficiais, engenheiros, jornalistas, professores e até o director do Banco de Portugal requereram ao rei D. Luís a criação da Sociedade.

Na lista dos seus fundadores, destacam-se nomes como Teixeira de Vasconcelos, António Enes, Luciano Cordeiro, Teófilo Braga, Sousa Martins, Brito Capelo…

Três anos depois da sua fundação, a Sociedade de Geografia já pedia ao governo a criação de um Instituto de Estudos Coloniais para preparar os funcionários públicos de além-mar mas a ideia só se concretizou em 1906, com a Escola Colonial, hoje Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas.

Ao olharmos para a velha fotografia de 1897, quando o rei D. Carlos inaugurou, na Sala Portugal, com 50 metros de comprimento, as novas instalações da Sociedade de Geografia, exceptuando a cor e o vestuário, não há muitas diferenças em relação às fotos que os jovens advogados tiraram, há algumas semanas, quando o bastonário Marinho Pinto lhes entregou ali as suas cédulas profissionais.

31 secções e comissões especializadas, totalmente independentes, debruçam-se, na Sociedade de Geografia, sobre temas tão diferentes como a História da Medicina, Geografia dos Oceanos, Agricultura, Artes e Literaturas, Estudos Árabes, Indústria, Etnografia, Administração Pública, Emigração, Instrução Publica…

A mais antiga é a Comissão Africana, a Secção de Solidariedade e Política Social dá agora os primeiros passos.

9 de julho de 2013

Justiça portuguesa "aperta circo" contra membros do regime angolano



Lisboa – A 8 de Janeiro deste ano, Joana Marques Vidal fechou-se no gabinete do Palácio Palmela, no centro de Lisboa. À sua frente estavam Cândida Almeida, então directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), e dois procuradores, Paulo Gonçalves e Rosário Teixeira, convocados no dia anterior para a reunião urgente na Procuradoria-Geral da República (PGR).

Fonte: Sábado

Nessa tarde, a conversa teve um único tema: as investigações do Ministério Público (MP) a empresários e políticos angolanos. Joana Marques Vidal disse que os magistrados do DCIAP não a informavam do que se estava a passar naqueles processos mediáticos e até desabafou que, devido às investigações judiciais, os investimentos angolanos estavam a fugir para Espanha.

Pelo meio, garantiu que o embaixador português em Luanda estaria a sofrer retaliações e que não era sequer convidado para eventos oficiais. No dia seguinte, e de acordo com o que ficou decidido nessa reunião, Cândida Almeida enviou à procuradora-geral da República um relatório confidencial com os resumos de todos os casos e a identidade dos cidadãos angolanos que estavam a ser investigados pelo DCIAP.

ENTRE OS ALVOS DO MP e da Unidade de Informação Financeira (UIF) da PJ constariam Francisco José Maria, actual presidente da empresa pública Sonangol, Kundi Paihama, actual ministro dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, e Carlos Feijó, ex-ministro de Estado e ex-chefe da Casa Civil de José Eduardo dos Santos.

Conforme a SÁBADO já noticiou, o DCIAP tem também estado a investigar Isabel e Welwitchia (Tchizé) dos Santos, filhas do Presidente de Angola, e pediu entretanto um levantamento do património que têm em Portugal (contas bancárias, acções de empresas e bens imóveis e móveis) – o advogado de Isabel dos Santos já disse à SÁBADO que desconhece a investigação e Tchizé dos Santos, que a SÁBADO não conseguiu contactar, apresentou no DCIAP uma justificação para uma transferência financeira de 1,5 milhões de dólares que foi comunicada como suspeita às autoridades judiciais por um banco português.

7 de julho de 2013

Queda de Morsi é apenas um de muitos outros líderes que se seguirão


Advertências feitas há 20 anos

Queda de Morsí pode ser o cumprimento de uma "profecia" (AIM)

QUEDA DE MORSI É APENAS UM DE MUITOS OUTROS LÍDERES QUE SE SEGUIRÃO

Por Gustavo Mavie

Maputo, 07 Jul (AIM) - A remoção do poder do Presidente egípcio, Mohamed Morsi, que teve lugar na quarta-feira, provou mais uma vez, o carácter profético das repetidas advertências feitas há cerca de 20 anos por políticos visionários e outros doutos em questões económicas, de que o crescente empobrecimento dos Estados e dos povos, pela chamada globalização económica, iria arruinar as economias de muitos países, e destruir as respectivas democracias.

Um dos políticos visionários que fez esse alerta é Nelson Mandela, quando em 1995, disse que não há democracia com povos de famintos. Mandela foi mais longe, vincando que a segurança e estabilidade só eram possíveis com gente bem alimentada e com boa educação e assistência sanitária. Vincou que o bem-estar de poucos equivalia a insegurança de todos, porque quando a maioria se rebela, tudo vai por água abaixo.

Ora, desde a queda do antigo presidente, Hosni Mubarak, há um ano já, houve mais de um milhão de egípcios que engrossaram o exército dos tais famintos porque ficaram desempregados e elevou a percentagem destes para cerca de 14 por cento, o que é grave, porque o País tem mais de 80 milhões de habitantes.

Uma das provas que outorga validade desta asserção de Mandela é que na mesma data em que Morsi foi removido por vontade popular, com a ajuda dos militares, centenas de milhares de portugueses também saíram a rua exigindo a demissão imediata do Primeiro-ministro, Passos Coelho. Tal como no Egipto, o que arruína a democracia portuguesa, é a fome que afecta um elevado número de portugueses, uma vez que há 27 por cento de desempregados.

De facto, é iminente a queda também de Passos Coelho e seu governo pois, um dos seus aliados, Paulo Portas, mantém-se no Executivo porque o mesmo Passos não o deixa demitir-se. Mas já o odiado Ministro das Finanças, Victor Gaspar, já se demitiu.

À semelhança de Morsi, os portugueses acusam Passos Coelho de impor políticas económicas piores que as do seu antecessor, José Sócrates que, como sabemos, também o apearam do poder, acusando-o de implementar políticas ruins contra o povo.

Moçambique felicita Mia Couto



Nascido a 05 de Julho de 1955, o escritor moçambicano Mia Couto completa hoje mais um ano de vida. Natural da Beira, o escritor é também biólogo de profissão.

Este ano foi outorgado com o Prêmio Camões, que lhe foi entregue em 10 de Junho no Palácio de Queluz pelas mãos do presidente de Portugal Cavaco Silva e da presidente do Brasil, Dilma Rousseff.

Sapo MZ

A arte do Norte



O artesanato nacional é uma das produções que caracterizam a cultura moçambicana. Bem lá do cimo, bem do Norte surgem pelas mãos das artesãs colares, pulseiras e pequenas caixas guardadoras de tesouros feitas em pau-preto, marfim ou conchas

Sapo MZ

Flores para Madiba



Familiares de Nelson Mandela com as flores deixadas por muitas pessoas que desejam as melhoras de Madiba. De recordar que o ex-presidente da África do Sul continua hospitalizado e em estado crítico no devido a uma infecção pulmonar.

Sapo MZ

Do mundo para Mandela


Um empresário observa um grupo de camaroneses que seguram a sua bandeira nacional em frente ao hospital onde diz-se que o ex-presidente sul-africano Nelson Mandela está em estado grave, Pretória, África do Sul, 28 de Junho de 2013.

Sapo MZ

4 de julho de 2013

A ópera-bufa



A crise política em curso tem proporcionado ao país o espectáculo mais degradante da sua história, de Vítor Gaspar a Cavaco Silva, passando por Passos Coelho e Portas, temos assistido a sucessivas intervenções patéticas e dignas de gente menor. Pelo meio sabe-se que o marido da secretária de estado a ministra safou-se na EDP e o assunto nem sequer justificou um açoite na senhora.

Há pouco tempo Gaspar exibia o seu sucesso numa cerimónia de lançamento de um livro que ele tinha orgulhosamente prefaciado, algo que era o reconhecimento internacional dos extremistas da política económica na sua competência. Pouco tempo antes Gaspar escrevia artigos para o site do ministério das finanças alemão e ia a Bona receber os elogios pelos seus sucessos. De um dia para o outro demite-se e declara o falhanço total da sua política, uma mensagem que só podia ter um objectivo, destruir a economia portuguesa lançando o descrédito junto dos mercados, a sua carta não tinha Passos Coelho como destinatário, mas sim os mercados.

Paulo Portas fez mais uma das suas jogadas, confrontado com o falhanço da sua reforma do Estado e em pânico com situação saída da greve geral e da greve dos professores decidiu ser líder da oposição criando uma situação curiosa, demitiu-se sem romper a coligação. A demissão de Portas não passou de uma jogada suja, quando um líder de um partido de uma coligação se demite é para romper a coligação. Não foi o caso, Portas quer uma remodelação e na esperança da abertura europeia quer a pasta da economia para o CDS. Passos Coelho superou a última birra de Portas dando-lhe a liderança do mega despedimento no Estado, agora Portas foge das responsabilidades e quer a liderança de uma pasta mais simpática, quer tratar da salvação eleitoral do CDS.

O dedo pobre de Bruxelas (José Goulão)


Há três anos que não acontecia nada.

Atropelada pelas suas divergências internas, entretida com as urgências da crise e a expoliação sistemática de rendimentos e direitos das populações, a União Europeia quase se esquecera dos esforços de adesão da Turquia.

Agora aconteceu. Bruxelas “fez um gesto” ou “deu um passo” em direcção à Turquia, como se diz nas andanças diplomáticas, e decidiu retomar no próximo Outono as negociações com o imenso e estratégico país euro-asiático para um dia vir a integrar o clube que, com a entrada da Croácia neste 1 de Julho, passa a ter 28 Estados membros.

Que se passou para que Bruxelas tenha mexido num processo inerte há quase 1.500 longos dias?

A Turquia fez progressos na democratização da sociedade, no respeito pelos direitos cívicos e humanos, tomou alguma atitude que leve a pensar na possibilidade de um dia vir a desocupar o Norte de Chipre, estará disposta a admitir de uma vez que a minoria curda tem direitos culturais e nacionais próprios?

Foi quase assim... Mas ao contrário.

30 de junho de 2013

“José Eduardo dos Santos fez de Angola sua propriedade privada”, afirmou Estêvão Pedro



Cabinda – O secretário provincial da UNITA em Cabinda, Estêvão Neto Pedro, afirmou no seu discurso de abertura da “IVª reunião ordinária” do comité provincial, que decorre sob o lema “Na vanguarda da estabilidade política e social, consolidemos o Estado democrático e de direito”, que os angolanos estão mais pobres do que há 40 anos atrás.

Estêvão Pedro assegura que a “extrema pobreza” que hoje se vive em Angola “é fruto da má governação” e da péssima distribuição dos recursos naturais. Justificando que os angolanos são reféns de um único cidadão de nome José Eduardo dos Santos, que faz de Angola sua propriedade privada.

O político garantiu ainda que “com a UNITA no poder o sofrimento do povo de Cabinda há-de passar, a ansiedade de ser um povo livre será satisfeita e o destino das riquezas que Deus nos deu será para os seus filhos”.

Charles Chaplin: Eu continuo sendo apenas um palhaço

“Eu continuo sendo apenas um palhaço, o que já me coloca em nível bem mais alto do que o de qualquer político.”


Charles Chaplin


Recebido por email

O que faz correr Barroso (José Goulão)



Durão Barroso não pára, o seu motor da ambição parece movido a energias renováveis, daquelas que ele tanto despreza para os outros. Para Barroso, a Comissão Europeia já era, a crise ficou para trás, quem vier a seguir que se amanhe porque ele entrou noutra.

Barroso está sempre pelo menos um passo à frente das instituições a que continua vinculado. Assim foi, como estão lembrados, quando ainda era primeiro-ministro de Portugal e ele, pessoalmente, já se via presidente da Comissão Europeia. E que bela herança nos deixou, à nossa escala tão catastrófica como aquela em que se prepara para deixar a União Europeia.

E no entanto ele corre, trepa mesmo que para isso não precise de ser mais do que ser um emplastro em fotos e na TV ao lado das figuras que mandam no mundo, estratégia que lhe rendeu dividendos quando a usou na cimeira das Lajes onde se apuraram as mentiras para desencadear a invasão do Iraque.

Barroso é um prestador de altos serviços. Está por escrever a história aprofundada da equipa de agentes provocadores que minaram o 25 de Abril em Portugal invocando o maoismo, de que ele fez parte. Como primeiro-ministro de Portugal, não chegou a acabar o trabalho de destruir a economia do seu país porque entretanto foi chamado para institucionalizar o autoritarismo neoliberal na União Europeia à cabeça da Comissão Europeia. Agora a sua cabeça já navega por céus mais elevados.

José Reis: "Dinheiro está a ir para grandes banqueiros"



Diretor da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, sobre o défice ter chegado aos 10,6 por cento

Correio da Manhã – Há razões para ficarmos preocupados com o facto do défice ter ultrapassado os 10% no primeiro trimestre do ano?

José Reis – Devemos ficar preocupados. Esse valor é um reflexo claro da política de austeridade que está a ser seguida e mostra o momento difícil que se está a viver.

– E considera plausível que o Governo cumpra a meta do défice de 5,5% no final do ano. É possível?

– É uma excelente questão. Gostava de ver o primeiro-ministro a responder como é que mantém essa meta de 5,5%.

– Mas ainda vamos piorar?

– Esse défice mostra que não estamos a criar riqueza e mostra-nos sobretudo que já passámos a fase da crise económica e entrámos numa situação de Estado colapsado. Pode piorar e a realidade é que não há limites para até onde pode afundar.

Esbulho das Pensões de Reforma

ESBULHO DAS PENSÕES DE REFORMA


Por: António Bagão Félix*

Aprovado o OE 2013, Portugal arrisca-se a entrar no "Guinness Fiscal" por força de um muito provavelmente caso único no planeta: a partir de um certo valor (1350 euros mensais), os pensionistas vão passar a pagar mais impostos do que outro qualquer tipo de rendimento, incluindo o de um salário de igual montante! Um atropelo fiscal inconstitucional, pois que o imposto pessoal é progressivo em função dos rendimentos do agregado familiar [art.º 104.º da CRP], mas não em função da situação activa ou inactiva do sujeito passivo e uma grosseira violação do princípio da igualdade [art.º 13.º da CRP].

Por exemplo, um reformado com uma pensão mensal de 2200 euros pagará mais 1045 € de impostos do que se a trabalhar com igual salário (já agora, em termos comparativos com 2009, este pensionista viu aumentado em 90% o montante dos seus impostos e taxas!).

Tudo isto por causa de uma falaciosamente denominada "contribuição extraordinária de solidariedade" (CES), que começa em 3,5% e pode chegar aos 50%. Um tributo que incidirá exclusivamente sobre as pensões. Da Segurança Social e da Caixa Geral de Aposentações. Públicas e privadas. Obrigatórias ou resultantes de poupanças voluntárias. De base contributiva ou não, tratando-se por igual as que resultam de muitos e longos descontos e as que, sem esse esforço contributivo, advêm de bónus ou remunerações indirectas e diferidas.

Grande Bluff dum Pulha



A página do Cavaco no Facebook utiliza um filtro que encobre os comentários contra por escolha manual. Eles aparecem apenas para o autor desde que ele tenha feito o login no Facebook.

Por exemplo, colocou um comentário onde menciona verdades inquestionáveis, com ou sem referência a um artigo ou semelhante, publicado num jornal ou televisão, que prove factualmente o modo desastroso e cheio de consequências funestas para o país como ele se comportou ou comporta, o seu partidarismo ou qualquer outro caso idêntico que tire o verniz daquela chaga nacional. Alguém a seu mando aplica o dito filtro e o comentário continua lá mas invisível para todos à excepção o autor, desde que este tenha feito o login.

O porquê é elementar. O autor continua convencido de que o seu comentário se encontra à vista de todos, mas afinal é como se tivesse sido apagado, pois que só ele o vê. É como ter escrito algo e queimá-lo logo de seguida, mas ficando convencido que foi publicado em todo o mundo. Um desabafo do género do lobo nos desenhos animados do Tex Avery da década de 1950. O comentador é gozado até mais não poder.

Há duas maneiras muito simples de verificar o que aconteceu ao seu comentário.

Carta de António Alves Caetano, irmão de Marcelo Caetano


APOSENTAÇÃO (CORTES NAS PENSÕES)

Artigo de António Alves Caetano, irmão de Marcelo Caetano, que os jornais se recusam a publicar, sobre as pensões dos reformados e pensionistas.

Irmão de Marcelo Caetano fala sobre a roubalheira

Carta de António Alves Caetano, irmão do Marcelo Caetano

Estimados Amigos,

Como os jornais não publicam as cartas que lhes remeto e preciso de desabafar, recorro aos meus correspondentes "Internéticos", todos os amigos que constam da minha lista de endereços. Ainda que alguns não liguem ao que escrevo.

Não sei a que se refere o Senhor Primeiro-Ministro quando afirma ser a penalização fiscal dos pensionistas resultante de todos aqueles que, em Portugal, "descontaram para ter reformas, mas não para terem estas reformas".

Pela fala do Senhor Primeiro-Ministro fica-se a saber da existência de pensões de aposentadoria que estão acima daquilo que resultaria da correcta aplicação do Cálculo Actuarial aos descontos que fizeram.

Sendo assim - e não há razões para admitir que o Senhor Primeiro-Ministro não sabe o que diz - estamos perante situações de corrupção. Porque o Centro Nacional de Pensões e a Caixa Geral de Aposentações só podem atribuir pensões que resultem da estricta aplicação daqueles princípios actuariais aos descontos feitos por cada cidadão, em conformidade com as normas legais.

Portanto, o Estado tem condições de identificar cada uma dessas situações e de sancioná-las, em conformidade com a legislação de um Estado de Direito, como tem de sancionar os agentes prevaricadores, que atribuíram pensões excessivas.

25 de junho de 2013

A ladra burralheira – Raul Diniz


Malanje – Isabel dos Santos esta completamente perdida e de tanto mentir começa a vivenciar suas próprias mentiras creditando perigosamente nelas. Ela pensa estar a viver no país das maravilhas e por muito estranho que pareça, ela sente-se adorada por todos angolanos como se ela fosse a ultima Coca-Cola e os demais cidadãos angolanos fossem autênticos mentecaptos.

Ela de tão retardada e parva ser, acredita ter o direito de mentir e enganar os angolanos por deduzir que nós somos tão ou mais aleijados mentais e de fragilizada inteligência como ela!

Em defesa do magistério assassino de seu alucinado pai, a desarticulada menina tudo faz com total despudor para aparecer como a empresária imprescindível da nossa terra. Ela mente desalmadamente e engana tudo e todos, a torto e a direito para tentar fazer prevalecer entre nós à absurda mentira que em Angola tudo vai bem e recomenda-se.

A vendedora de ovos transformou-se agora também em vendedora de alucinantes sonhos difusos e inacabados, ela não se coíbe perante nada nem ninguém e continua na sua senda mentirosa tentando limpar a porca imagem do papa banana e também tenta encontrar um caminho que a salve do mais que previsível e irreversível futuro tenebroso para si e para seus filhos.

Sul-africanos preparam-se para o pior em face das últimas notícias


Apesar do estado crítico, ainda há esperanças na melhoria de Madiba

Estado de saúde de Nelson Mandela agravou-se.

Entretanto, Makaziwe Mandela, umas das filhas de Nelson Mandela, diz que o pai está em paz, sugerindo que a família está a preparar-se para o pior e que tenta manter o momento no plano familiar.

Os sul-africanos estão a preparar-se para o pior, após informações de que o estado de saúde de Nelson Mandela se agravou, estando o estadista em estado “crítico”.

O antigo presidente está a ser tratado no hospital, desde 8 de Junho, devido a uma recorrente infecção pulmonar, avança o News24, na sua edição online.

O presidente da África do Sul, Jacob Zuma, voltou a falar, esta segunda, do estado de saúde de Nelson Mandela, referindo, numa conferência de imprensa, que o estado de saúde continua crítico, como na noite de domingo. “Estive ontem à noite no hospital. Fiz um comunicado sobre o que me disseram os médicos, que Madiba tinha tido alterações e estava em estado crítico. Que estavam (os médicos) a fazer tudo para lhe dar um bom tratamento, deixá-lo confortável, como têm feito”, explicou Jacob Zuma.