1 de dezembro de 2013
Orquestra Djambo: Elisa Gomara Saia
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João Domingos: Um homem com (um sentido de) 80 anos!
A SIDA tem cura. Façam como explico, irão descobri- la. – Eu sou cego. – A PIDE matou o evangelizador que curava as populações. – Depois de ter matado milhares de pessoas, ‘killer man’ foi descoberto em Inharrime e tinha 234 anos. – Dilon Djindji é mentiroso. Coloquem-no nas proximidades de um detector de mentiras. O instrumento irá explodir...
Se um dia alguém lhe trouxesse uma mensagem sobre o fim de um infortúnio – a morte, por exemplo – que se eterniza, como o estimado leitor reagiria? Certamente que manifestaria muita alegria. Não é essa a mensagem desta matéria. De qualquer modo, anime-se afinal – como afirma o célebre músico moçambicano, João Domingos – “a SIDA tem cura”. Nenhuma estratégia de persuasão para atrai-lo à leitura desta matéria nos interessa, mas a conversa com o ancião foi reveladora.
Aqui, a sua história artística já narrada, inúmeras vezes, na e pela imprensa nacional, é dispensável. Queremos falar-lhe sobre as suas experiências espirituais – diga-se porque é verdade – empolgantes e apavorantes. É preciso que os factos se narrem por si, ou pela pessoa que os viveu. Por isso, construímos uma narrativa em que abunda um discurso autodiegético – deixando o próprio líder do Conjunto João Domingos expressar-se.
Na verdade, esta cavaqueira – com João Domingos – é um projecto materializado na última sexta-feira de Junho de 2013, na sua casa, no bairro de Maxaquene, algures em Maputo. É um evento que se enquadra nas festividades – que na verdade não se realizaram, ou, pelo menos na dimensão proporcional ao homem. Mas isso é outro assunto – dos seus 80 anos de idade, assinalados em Maio.
São 8 décadas de uma vivência rica em que se cruzaram experiências artísticas e de tantos (outros) conhecimentos que envolvem a cosmogonia dos seus tempos. O líder do Conjunto João Domingos nasceu em 1933. Já haviam transcorrido 15 anos depois do fim da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e, em certo sentido, foi influenciado pelos acontecimentos do segundo grande conflito na terra. Das peripécias do fenómeno armado, este texto possui alguns sintomas.
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Carta Aberta a um MENTECAPTO (João César das Neves)
Meu Caro João,
Ouvi-te brevemente nos noticiários da TSF no fim-de-semana e não acreditei no que estava a ouvir.
Confesso que pensei que fossem “excertos”, fora de contexto, de alguém a tentar destruir o (pouco) prestígio de Economista (que ainda te resta).
Mas depois tive a enorme surpresa: fui ler, no Diário de Notícias a tua entrevista (ou deverei dizer: o arrazoado de DISPARATES que resolveste vomitar para os microfones de quem teve a suprema paciência de te ouvir). E, afinal, disseste mesmo aquilo que disseste, CONVICTO e em contexto.
Tu não fazes a menor ideia do que é a vida fora da redoma protegida em que vives:
- Não sabes o que é ser pobre;
- Não sabes o que é ter fome;
- Não sabes o que é ter a certeza de não ter um futuro.
Pior que isso, João, não sabes, NEM QUERES SABER!
Limitas-te a vomitar ódio sobre TODOS aqueles que não pertencem ao teu meio. Sobes aquele teu tom de voz nasalado (aqui para nós que ninguém nos ouve: um bocado amaricado) para despejares a tua IGNORÂNCIA arvorada em ciência.
Que de Economia NADA sabes, isso já tinha sido provado ao longo dos MUITOS anos em que foste assessor do teu amigo Aníbal e o ajudaste a tomar as BRILHANTES decisões de DESTRUÍR o Aparelho Produtivo Nacional (Indústria, Agricultura e Pescas).
És tu (com ele) um dos PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS de sermos um País SEM FUTURO.
De Economia NADA sabes e, pelos vistos, da VIDA REAL, sabes ainda MENOS!
João, disseste coisas absolutamente INCRÍVEIS, como por exemplo: “A MAIOR PARTE dos Pensionistas estão a fingir que são Pobres!”
Estarás tu bom da cabeça, João?
Mais de 85% das Pensões pagas em Portugal são INFERIORES a 500 Euros por mês (bem sei que que algumas delas são cumulativas – pessoas que recebem mais que uma “pensão” - , mas também sei que, mesmo assim, 65% dos Pensionistas recebe MENOS de 500 Euros por mês).
Pior, João, TU TAMBÉM sabes. E, mesmo assim, tens a LATA de dizer que a MAIORIA está a FINGIR que é Pobre?
Estarás tu bom da cabeça, João?
João, disseste mais coisas absolutamente INCRÍVEIS, como por exemplo: “Subir o salário mínimo é ESTRAGAR a vida aos Pobres!”
Estarás tu bom da cabeça, João?
Na tua opinião, “obrigar os empregadores a pagar um salário maior” (as palavras são exactamente as tuas) estraga a vida aos desempregados não qualificados. O teu raciocínio: se o empregador tiver de pagar 500 euros por mês em vez de 485, prefere contratar um Licenciado (quiçá um Mestre ou um Doutor) do que um iletrado. Isto é um ABSURDO tão grande que nem é possível comentar!
Estarás tu bom da cabeça, João?
João, disseste outras coisas absolutamente INCRÍVEIS, como por exemplo: “Ainda não se pediram sacrifícios aos Portugueses!”
Estarás tu bom da cabeça, João?
Ainda não se pediram sacrifícios?!?
Em que País vives tu, João?
Um milhão de desempregados;
Mais de 10 mil a partirem TODOS os meses para o Estrangeiro;
Empresas a falirem TODOS os dias;
Casas entregues aos Bancos TODOS os dias;
Famílias a racionarem a comida, os cuidados de saúde, as despesas escolares e, mesmo assim, a ACUMULAREM dívidas a TODA a espécie de Fornecedores.
Em que País vives tu, João?
Estarás tu bom da cabeça, João?
Mas, João, a meio da famosa entrevista, deixaste cair a máscara: “Vamos ter de REDUZIR Salários!”
Pronto! Assim dá para perceber. Foi só para isso que lá foste despejar os DISPARATES todos que despejaste.
Tinhas de TRANSMITIR O RECADO daqueles que TE PAGAM: “há que reduzir os salários!”.
Afinal estás bom da cabeça, João.
Disseste TUDO aquilo perfeitamente pensado. Cumpriste aquilo para que te pagam os teus amigos da Opus Dei (a que pertences), dos Bancos (que assessoras), das Grandes Corporações (que te pagam Consultorias).
Foste lá para transmitir o recado: “há que reduzir salários!”.
Assim já se percebe a figura de mentecapto a que te prestaste.
E, assim, já mereces uma resposta:
- Vai à MERDA, João!
Um Abraço,
Carlos Paz
Fonte: https://www.facebook.com/carlos.paz.756/posts/700844983261907
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25 de novembro de 2013
17 de novembro de 2013
Maputo: Breadd, as novas sacolas de pão
Os maputenses tem agora uma nova maneira de transportar pão, Breadd. São sacolas de pão feitas de papel que permitem uma “temperatura” agradável para manter o pão sempre fresco.
Fonte: Sapo MZ
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Moçambique: Associação Comercial da Beira
Em 1952 foram dados os primeiros passos para a construção do atual edifício, em substituição de um outro erguido em 1923/24. O projeto, da autoria do arquiteto Paulo de Melo Sampaio, foi aprovado em Setembro de 1956, vindo a ser inaugurado em 1961.
Fonte: Arquivo Pessoal
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Moçambique: Almoxarifado da Beira
Foi o primeiro edifício de alvenaria (tijolo de betão) construído na cidade da Beira, em 1897, num local onde existiram algumas barracas de madeira e zinco, pertença do governo. O almoxarifado esteve ali instalado até 1903, passando depois à posse dos correios até 1929. Neste momento foi entregue à associação «Casa do Artista», para ali instalar a sua sede.
Fonte: Arquivo Pessoal
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Moçambique: Aerogare da Beira
De autoria do arquiteto Cândido Palma de Melo, viria a ser inaugurada a 27 de Junho de 1968, tendo o seu custo orçado em 35 mil contos. A decoração interior é do arquiteto José Augusto Moreira, com painéis decorativos de José Pádua.
Fonte: Arquivo Pessoal
Fonte: Arquivo Pessoal
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6 de novembro de 2013
Lisboa: Transporte Turístico em Belém
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Nas Escadinhas da Costa do Castelo em Lisboa
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Graffiti nas Rua da Vila de Cascais
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3 de novembro de 2013
Mia Couto distinguido com prémio internacional de literatura Neustadt
O escritor moçambicano Mia Couto foi distinguido com o prémio internacional de literatura Neustadt, atribuído de dois em dois anos pela Universidade de Oklahoma, no valor de 50.000 dólares, disse hoje à Lusa fonte da sua editora.
O galardão é entregue desde 1970 e já distinguiu, entre outros, o brasileiro João Cabral de Melo Neto, Álvaro Mutis, Octávio Paz e Giuseppe Ungaretti.
Mia Couto é o pseudónimo de António Emílio Leite Couto, de 58 anos, autor que já recebeu os prémios Camões, Eduardo Lourenço e o da União Latina de Literaturas Românicas.
Além do cheque, o autor vai receber uma reprodução em prata de uma pena de águia.
"A Confissão da Leoa", editado o ano passado é o seu mais recente livro.
NL // PMC
Lusa/Fim, 02 de Novembro de 2013
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