2 de novembro de 2019
Moçambique: Companhia da Zambézia (1919)
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29 de setembro de 2019
Embaixador de Moçambique em Portugal defende que é preciso continuar a estudar Gungunhana
O embaixador de Moçambique em Portugal, Joaquim Bule, defendeu no sábado a necessidade de se estudar mais a história de Gungunhana, o último imperador de Gaza, que passou dez anos desterrado em Angra do Heroísmo, nos Açores, Portugal.
“De tempos em tempos, é importante aproveitar o trabalho dos pesquisadores, dos historiadores, dos realizadores de cinema para, em conjunto, perceberemos o que foi a história de uma figura incontornável para Moçambique no passado, no presente e no futuro. Idem para as relações de Portugal e Moçambique”, adiantou, em declarações à Lusa, alegando que é preciso estudar a história de Gungunhana “com isenção”.
Joaquim Bule falava à margem de uma conferência, promovida pelo município de Angra do Heroísmo, que marcou o início de um ciclo de eventos comemorativos da chegada de Gungunhana à ilha Terceira, em 27 de junho de 1896.
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Portugal - Império Colonial Português
Liga dos Combatentes de Portugal honra soldados mortos na guerra colonial
Portugueses tombados em Angola serão honrados
Uma delegação chefiada pelo general Joaquim Rodrigues chegou no domingo a Luanda para dar continuidade a um trabalho iniciado em Maio deste ano, pelo ministro da Defesa de Portugal, João Gomes Cravinho, que visa honrar soldados portugueses que morreram em Angola entre 1961 a 1975.
O assunto foi hoje abordado entre Joaquim Rodrigues e o secretário de Estado dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria de Angola, Domingos Tchikanha.
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31 de agosto de 2019
Moçambique: Recordar Setembro de 1974 (Nuno Alves Caetano)
O 7 de Setembro em Moçambique serviu de balão de ensaio aos comunistas – com o apoio dos socialistas – para a estratégia de tomada do poder em Portugal. Por outro lado, alertou as mentes mais lúcidas e menos extremistas quanto à necessidade de colocar um travão na escalada marxista posta em marcha. Nesse sentido, esteve na génese da Manifestação de apoio ao Presidente da República, Gen. António de Spínola, mais tarde denominada “Maioria Silenciosa” e agendada para o dia 28 de Setembro.
Do lado marxista, alcançado o êxito pretendido em Moçambique, e obtida a certeza dos apoios necessários à continuidade do esquema, nomeadamente da parte de Costa Gomes, desde logo se iniciaram as diligências necessárias para fazer abortar a manifestação de carácter apolítico mas de forte tendência nacionalista.
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A Tragédia Esquecida da Descolonização
A memória do abandono das províncias ultramarinas continua dolorosamente presente. O drama dos “retornados” é uma ferida que a III República não conseguiu sarar. Falta ainda que se faça justiça: para as centenas de milhar de inocentes cujas vidas foram arruinadas e para os responsáveis pela tragédia africana de 1975.
Os manuais de História tratam o tema como encerrado, mas as perguntas incómodas mantêm a sua pertinência. Com que direito os militares portugueses do MFA entregaram Angola e Moçambique a partidos aliados da (hoje extinta) União Soviética? Por que razão os povos das províncias ultramarinas nunca tiveram o direito de se pronunciar sobre o seu destino? A crise dos refugiados, vulgo “retornados”, era inevitável?
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Portugal: Império Colonial Português (1940)
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Lendas da África Portuguesa (1940)
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Anúncios Antigos de Angola (1960)
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Anúncios Antigos de Angola (1930)
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28 de julho de 2019
40 anos da independência: África do Sul "orgulha-se das boas relações" bilaterais, afirma Jacob Zuma
O Presidente da África do Sul, Jacob Zuma, felicitou hoje o seu homólogo moçambicano, Filipe Nyusi, pela passagem do quadragésimo aniversário da independência de Moçambique, que se assinalou na quinta-feira.
"A África do Sul orgulha-se das boas relações bilaterais com Moçambique, que vêm dos tempos dos antepassados comuns, os filhos e filhas de Soshangane [general zulu que fundou o Império de Gaza em Moçambique, vindo da África do Sul] e Gungunhana [último rei de Gaza, que morreu em Portugal depois de ser capturado pelas forças coloniais portuguesas] e da geração pré e pós-independência", refere a mensagem de felicitações do Presidente sul-africano, citada hoje na edição electrónica do diário Notícias.
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Moçambique - Descolonização e Independência
Branqueamento da história exclui lutadores pela independência de Moçambique, diz Daviz Simango
O presidente do MDM, Daviz Simango, considerou esta quinta-feira que o país cometeu “erros graves” com o branqueamento da sua história, reescrita segundo a agenda do Governo, e defendeu a “inclusão de heróis” com títulos “negados”.
Presidente do Movimento Democrático de Moçambique (MDM), terceira força parlamentar, Daviz Simango disse que a classificação de moçambicanos, como "reacionários, contra reacionários e traidores", excluiu muitos que lutaram pela independência do panteão de heróis nacionais, considerando tratar-se de “uma ação discriminatória que divide os moçambicanos”, que se torna num travão real aos esforços para a reconciliação.
“Se não reconhecermos a heroicidade e a moçambicanidade dos outros jamais haverá reconciliação”, precisou Daviz Simango, em nota alusiva aos 40 anos da independência de Moçambique, que hoje se celebram e divulgada na página do partido na rede social Facebook.
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Moçambique: Investigador realça acção da Igreja Católica na independência
Um investigador da California State University, nos Estados Unidos, realçou quinta-feira, em Coimbra, Portugal, que a Igreja Católica defendeu os direitos dos povos de Moçambique.
Através de alguns dos bispos que nomeou para o território, na costa oriental de África, o Vaticano assumiu “um jogo crítico” da permanência das tropas portuguesa em Moçambique, acabando por apoiar a luta de libertação protagonizada pela Frelimo, disse Mustafah Dhada.
O professor universitário, que investiga há várias décadas as lutas de guerrilha e os processos de emancipação política das antigas colónias de Portugal no continente africano, falava à agência Lusa após ter participado no colóquio internacional “Quarenta anos de independência de Moçambique: que futuro para o passado?”.
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40 anos da Independência: Telegrama "confidencial" revela ataque da Frelimo contra católicos em 1978
Um telegrama "confidencial" da embaixada de Portugal em Maputo revela que Sérgio Vieira, dirigente da Frelimo, ameaçou directamente os bispos católicos em 1978.
A 18 de Dezembro de 1978, um telegrama “confidencial” relata o encontro entre as autoridades de Moçambique e os bispos católicos e que contou com a presença de todos os governadores provinciais.
Segundo o mesmo aerograma, Sérgio Vieira, chefe de gabinete de Samora Machel que desempenhava na altura funções de governador do Banco de Moçambique, presidiu à reunião, acusando directamente os católicos de terem desempenhado o papel de “arma do colonialismo” e apontando o carácter contra revolucionário da igreja face aos princípios políticos que norteavam a República Popular de Moçambique comunicando novas medidas.
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40 anos de independência: O homem que confinou a tropa colonial
“O velho anda muito. Estava aqui mas desapareceu. Talvez (seja melhor) ir ver na sede dos antigos combatentes”.
Foi assim que uma das netas (do velho) nos respondeu quando chegámos à casa de Luís Miguel Magunga, um nome que trazíamos na manga para a reportagem que pretendíamos com heróis vivos, cuja participação no processo de libertação do país não se põe em causa e que nunca havia dado a voz em público.
Fomos ao centro dos combatentes e não o encontrámos. Afinal estava no centro de mutilados de guerra, na companhia dos seus camaradas, alguns dos quais sem os seus membros em consequência dos horrores da guerra de libertação.
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Moçambique: Comemoração dos 40 anos de independência
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40 Anos da independência: Ex-PR Guebuza e Chissano apontam paz e unidade como maiores conquistas
Os antigos presidentes moçambicanos, Joaquim Chissano e Armando Guebuza apontaram esta quinta-feira a paz e a unidade como as principais conquistas do país que ontem celebrou 40 anos de independência.
"A unidade nacional é o maior legado que nós deixámos", disse Joaquim Chissano, à margem das celebrações dos 40 anos da independência em Maputo, que ontem se assinalaram em todo o país e com o centro dos festejos em Maputo.
Para o primeiro chefe de Estado moçambicano eleito democraticamente, a consolidação da paz e da unidade deve ser continuado pelas novas gerações para a construção da nação moçambicana.
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