30 de setembro de 2008
Malangatana Valente Ngwenya (Biografia)
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Moçambique
29 de setembro de 2008
Samora Moisés Machel se estivesse vivo completaria hoje 75 anos de idade
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Moçambique - História
28 de setembro de 2008
Aiué (Cochat Osório)

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Contos Angolanos
27 de setembro de 2008
Mc Roger - Dança marrabenta
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25 de setembro de 2008
Marrabenta! - Cinema Manuel Rodrigues, L. Marques, 1970
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24 de setembro de 2008
Depoimento autobiográfico (José Craveirinha)

DEPOIMENTO AUTOBIOGRÁFICO, JANEIRO DE 1977
"Nasci a primeira vez em 28 de Maio de 1922. Isto num domingo. Chamaram-me Sontinho, diminutivo de Sonto. Pela parte da minha mãe, claro. Por parte do meu pai fiquei José.
Aonde? Na Av. do Zichacha entre o Alto Maé e como quem vai para o Xipamanine. Bairros de quem? Bairros de pobres.
Nasci a segunda vez quando me fizeram descobrir que era mulato. A seguir fui nascendo à medida das circunstâncias impostas pelos outros. Quando o meu pai foi de vez, tive outro pai: o seu irmão. E a partir de cada nascimento eu tinha a felicidade de ver um problema a menos e um dilema a mais. Por isso, muito cedo, a terra natal em termos de Pátria e de opção. Quando a minha mãe foi de vez, outra mãe: Moçambique.
A opção por causa do meu pai branco e da minha mãe negra.
Nasci ainda mais uma vez no jornal "O Brado Africano". No mesmo em que também nasceram Rui de Noronha e Noémia de Sousa. Muito desporto marcou-me o corpo e o espírito. Esforço, competição, vitória e derrota, sacrifício até à exaustão. Temperado por tudo isso.
Talvez por causa do meu pai, mais agnóstico do que ateu. Talvez por causa do meu pai, encontrando no Amor a sublimação de tudo. Mesmo da Pátria. Ou antes: principalmente da Pátria. Por causa da minha mãe só resignação.
Uma luta incessante comigo próprio. Autodidacta.
Minha grande aventura: ser pai. Depois eu casado. Mas casado quando quis. E como quis.
Escrever poemas, o meu refúgio, o meu país também. Uma necessidade angustiosa e urgente de ser cidadão desse país. muitas vezes altas horas da noite."
José Craveirinha, Janeiro de 1977
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Poetas e Escritores de Moçambique
23 de setembro de 2008
Natal (José Craveirinha)

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Contos Moçambicanos
20 de setembro de 2008
Povo e Cultura de Moçambique

POVO E CULTURA DE MOÇAMBIQUE
Moçambique sempre se afirmou como pólo cultural com intervenções marcantes, de nível internacional, no campo da arquitectura, pintura, música, literatura e poesia.
Nomes como Malangatana, Chichorro, Mia Couto e José Craveirinha entre outros, já há muito ultrapassaram as fronteiras nacionais.
Moçambique possui uma rica tradição cultural de arte, cozinha, música e dança.
Importante também e representativo do espírito artístico e criativo do povo moçambicano é o artesanato que se manifesta em várias áreas, destacando-se as esculturas dos Macondes do Norte de Moçambique.
Também na área do desporto se tem destacado em várias modalidades, como a Lurdes Mutola no atletismo.
Isto reflecte a diversidade da história e valores familiares moçambicanos que em conjunto criam as identidades do Moçambique moderno.
Moçambique possui uma longa tradição de coexistência de diferentes raças, grupos étnicos e religiosos.
Ao contrário de muitos outros lugares no mundo, a diversidade cultural e religiosa (cristianismo, islamismo e cultos tradicionais), raramente tem sido uma razão para conflitos em Moçambique.
Etnias
Moçambique é um mosaico cultural constituído por várias etnias, destacando-se as seguintes a norte do Zambeze: os Suahílis, os Macuas-Lomués, os Macuas e os Ajauas; e a sul do Zambeze: os Chonas, os Angonis, os Tsongas, os Chopes e os Bitongas.
Línguas
A diversidade linguística de Moçambique é uma das suas principais características culturais. Para a maioria da população (principalmente no campo), estes idiomas nacionais constituem a sua língua materna e a mais utilizada diariamente.
As diversas línguas nacionais, são todas de origem bantu, sendo as principais: cicopi, cinyanja, cinyungwe, cisena, cisenga, cishona, ciyao, echuwabo, ekoti, elomwe, gitonga, maconde (ou shimakonde), kimwani, macua (ou emakhuwa), memane, suaíli (ou kiswahili), suazi (ou swazi), xichangana, xironga, xitswa e zulu.
Devido à considerável comunidade asiática radicada em Moçambique, são também falados o urdu e o gujarati.
Com o objectivo de criar uma identidade nacional, o Português foi adoptado como língua oficial depois da independência.
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16 de setembro de 2008
História de Moçambique: A Luta pela Independência
A LUTA PELA INDEPENDÊNCIA
A opressão secular e o colonial fascismo português acabaria por obrigar o Povo moçambicano a pegar em armas e lutar pela independência. A luta de libertação Nacional, foi dirigida pela FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique).
Esta organização, foi fundada em 1962 através da fusão de 3 movimentos constituído no exilo, nomeadamente, a UDENAMO (União Nacional Democrática de Moçambique), MANU(Mozambique African National Union) e a UNAMI (União Nacional de Moçambique Independente).
Dirigida por Eduardo Chivambo Mondlane, a FRELIMO iniciou com a luta de libertação Nacional a 25 de Setembro de 1964 no posto administrativo de Chai na província de Cabo Delgado.
O primeiro presidente da FRELIMO, Eduardo Mondlane, acabaria por morrer assassinado a 3 de Fevereiro de 1969.
A ele sucedeu Samora Moisés Machel que proclamou a independência do País a 25 de junho de 1975.
Machel que acabou morrendo num acidente aéreo em M'buzini, vizinha África do Sul acabou sendo sucedido por Joaquim Alberto Chissano, que por sua vez foi substituido pelo actual Presidente Armando Emílio Guebuza.
A partir do início dos anos 80, o País viveu um conflito armado dirigido pela RENAMO (Resistência Nacional de Moçambique). O conflito que ceifou muitas vidas e destruiu muitas infra-estruturas económicas só terminaria em 1992 com a assinatura dos Acordos Gerais de Paz entre a o Governo da FRELIMO e a RENAMO.
Em 1994 o País realizou as suas primeiras eleições multipartidárias ganhas pela FRELIMO que voltou a ganhar as segundas e terceira realizadas em 2000 e 2004.
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História de Moçambique: Penetração Colonial
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15 de setembro de 2008
História de Moçambique: Período Pré-Colonial

HISTÓRIA DE MOÇAMBIQUE: PERÍODO PRÉ-COLONIAL
Os povos primitivos de Moçambique foram os Bosquímanes. Entre os anos 200 a 300 DC, ocorreram as grandes migrações de povos Bantu, oriundos da região dos Grandes Lagos a Norte que empurraram os povos locais para regiões mais pobres a Sul.
Nos finais do séc.VI, surgiram nas zonas costeiras os primeiros entrepostos comerciais patrocinados pelos Suahil-árabes que procuravam essencialmente a troca de artigos vários pelo ouro, ferro, cobre e marfim vindos do interior.
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Províncias de Moçambique

PROVÍNCIAS DE MOÇAMBIQUE
Moçambique está dividido em dez províncias.
As províncias são administradas por governadores nomeados pelo Presidente da República.
As dez províncias de Moçambique são, por ordem alfabética:
1 - Cabo Delgado
2 - Gaza
3 - Inhambane
4 - Manica
5 - Maputo
6 - Nampula
7 - Niassa
8 - Sofala
9 - Tete
10- Zambézia
Até ao momento, foram criados 33 municípios em Moçambique.
Moçambique está também dividido em 128 distritos.
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13 de setembro de 2008
Moçambique: Metical Moeda Nacional

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