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15 de outubro de 2009

EUA: Cabelos aos molhos

Cabelos aos molhos Tudo preparado para a semana de moda de Los Angeles, nos Estados Unidos - até as tranças que as modelos irão usar em pleno desfile! Foto@EPA/Sean Masterson

9 de setembro de 2009

EUA - Primeiros europeus chegaram a Nova Iorque há 400 anos

EUA - Primeiros europeus chegaram a Nova Iorque há 400 anos Um grande desfile naval no Rio Hudson abriu hoje a semana de comemorações do quarto centenário da "descoberta" de Nova Iorque, nos Estados Unidos, pelo navegador britânico Henry Hudson, numa missão chefiada por holandeses. O mesmo rio que sulcou, pela primeira vez, Hudson em 1609 a bordo do "Halve Maen", e em cujas margens assentaram os primeiros colonos europeus, no que hoje se conhece como Manhattan, foi o protagonista do primeiro acto das celebrações do "descobrimento" da cidade, que nasceu debaixo do domínio holandês. O desfile, em que participaram esquadras dos Estados Unidos e da Holanda, navios da NATO e embarcações típicas holandesas, foi presidido pelos príncipes herdeiros dos Países Baixos, Guilherme Alexandre e Máxima, pela secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, e pelo presidente do Município de Nova Iorque, Michael Bloomberg. Estas individualidades puderam ainda ver uma réplica do barco comandado por Henry Hudson, o navegador que empreendeu há 400 anos uma missão da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais para encontrar um novo caminho para a Ásia. O resultado da expedição foi o "descobrimento" de um lugar onde os holandeses se fixaram para fundar a Nova Amesterdão, lugar esse que, anos depois, os ingleses baptizaram como Nova Iorque. "É maravilhoso que ainda se possam ver as influências da Holanda na cidade, desde o transporte até à arte e à música, passando pela gastronomia. Esta grande cidade construiu-se sobre os valores dos pioneiros holandeses que fundaram Nova Amesterdão", assinalou o príncipe Guilherme Alexandre, lembrando que a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais "foi a primeira grande multinacional". A herança holandesa em Nova Iorque, epicentro das finanças mundiais, está em muitos topónimos mas também na vida económica. O herdeiro da coroa holandesa recordou que a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais tornou-se no primeiro prestamista dos Estados Unidos em finais do século XVIII, quando concedeu um crédito que serviu as antigas colónias britânicas para sufragar a Guerra da Independência (1775-1783). O Dia da Independência dos Estados Unidos foi declarado a 04 de Julho de 1776, tendo a Constituição sido adoptada em 1789. As celebrações do quarto centenário de Nova Iorque incluem ainda iniciativas especiais em museus, concertos, mostras de desenho e arquitectura holandeses e passeios comunitários em bicicletas, que poderão ser usadas gratuitamente. Destaca-se igualmente a presença, na cidade, de um documento trazido de Amesterdão e que se considera ser a "certidão de nascimento de Nova Iorque", uma vez que é uma carta escrita em 1626 que relata a compra da Ilha de Manhattan aos índios nativos que habitavam essas terras quando chegaram os colonos europeus. A compra, por 24 dólares (16,5 euros), pressupôs o acto de fundação da Nova Amesterdão, uma cidade que foi conquistada em 1664 pelos britânicos, que rebaptizaram-na de Nova Iorque em honra do duque de Iorque e ligaram-na ao resto das suas conquistas na costa atlântica do Norte do continente americano. As comemorações do IV centenário terminam segunda-feira, com o primeiro Dia do Porto da cidade, uma efeméride que se pretende assinalar anualmente para lembrar a data em que Hudson pisou as terras de Manhattan pela primeira vez. SAPO/DN, 09 de Setembro de 2009

Manhattan: europeus chegaram à ilha há 400 anos

Manhattan: europeus chegaram à ilha há 400 anos Em Setembro de 1609 o navegador inglês Henry Hudson chegou ao território onde se encontra a actual cidade de Nova Iorque. As suas primeiras impressões ficaram registadas: "a terra mais agradável que se poderia pisar". Na altura, a actual ilha de Manhattan era uma série de colinas de floresta, cruzadas por inúmeros cursos de água e com abundante vida animal - com grande destaque para os castores. O nome indígena da ilha, Mannahatta, significa "ilha de muitas colinas". Hudson navegava ao serviço dos holandeses, com o objectivo de descobrir uma passagem por noroeste que permitisse chegar às Índias. Nesa viagem explorou o rio Hudson, que foi baptizado com o seu nome. Nas margens do Hudson foi assente a primeira colónia europeia, o núcleo inicial do que viria a ser Nova Iorque - então propriedade holandesa, com o nome de Nova Amesterdão. Considera-se como data fundadora da nova colónia a compra da ilha aos nativos, em 1626, por 24 dólares. Em 1664 os britânicos conquistaram Nova Amesterdão, rebaptizaram-na em honra ao duque de Iorque e integraram-na na linha de territórios colonizados na costa leste americana. É difícil imaginar a cidade de Nova Iorque como um espaço de natureza selvagem, mas é isso mesmo que se propõe o projecto Mannahatta. A ideia é tentar reconstituir o sistema ecológico existente antes da fixação dos europeus; no site do projecto há imagens que simulam o aspecto de Manhattan nessa altura, incluindo um mapa interactivo. Em 2007, como sinal inesperado dessa natureza desaparecida, foi encontrado um castor num curso de água do Bronx, perto do Jardim Zoológico - espécie que tinha desaparecido completamente da ilha, devido? caça intensa e? pressão urbanística. Hoje, a cidade de Nova Iorque começou uma semana de comemorações do quarto centenário da chegada de Henry Hudson a Manhattan. As comemorações incluem concertos, actividades em museus, mostras de desenho e arquitectura holandeses, passeios de bicicleta e, a abrir, um desfile naval no rio Hudson, onde pode ser vista uma réplica do barco de Henry Hudson. 09 de Setembro de 2009

27 de julho de 2009

Contos de fadas adulterados

Contos de fadas adulterados Ainda que não se assemelhem muito à imagem eterna que todos temos de cada uma destas personagens, estas duas americanas estão vestidas de Branca de Neve e Sininho. Na San Diego Comic-con, o maior festival de banda desenhada do mundo que hoje termina, é frequente os fãs aparecerem mascarados. Foto@EPA/Sean Masterson

23 de julho de 2009

Estados Unidos da América: Um passeio pela cidade

Um passeio pela cidade Esta mãe resolveu dar um passeio com os seus sete filhotes perto da Casa Branca, em Washington. Uma imagem única captada em plena capital dos Estados Unidos da América. Foto@EPA/Matthew Cavanaugh

7 de julho de 2009

Moonwalk: a inspiração de Michael Jackson

Moonwalk: a inspiração de Michael Jackson A 25 de Março de 1983 Michael Jackson fez furor na gala da Motown. Actuando sozinho, ao som de Billie Jean, o músico fez pela primeira vez em público o célebre moonwalk - o tal passo em que se desliza para trás, dando a ilusão de se estar a andar para a frente. Este passo acabou por tornar-se a imagem de marca de Jackson, como bailarino, repetido em inúmeras apresentações ao vivo, imitado nas ruas de todo o mundo onde chegava a sua música e a vontade de imitar os seus dotes de dança. Mas este movimento não foi inventado por Michael Jackson (que, aliás, nunca o reivindicou) e já tinha sido usado, anos antes de o músico nascer, por outros artistas. Os tempos eram outros - menos mediáticos, sem as sudiências gigantescas da televisão e da Motown - mas há que reconhecer também o papel do virtuosismo de Jackson, que deu um cunho muito próprio ao moonwalk, tornando-o porventura o mais suave passo entre todos os que surgiram associados ao street dance. A ilusão, nos pé de Michael Jackson, é perfeita. E de onde vem, então, o moonwalk? Entre os percursores de Michael encontram-se nada mais, nada menos, que Marcel Marceau, David Bowie, James Brown e Jeffrey Daniel (dos Shalamar). A irmã de Michael, LaToya, atribuíu a este último a inspiração de Michael. Mas há até registo do bailarino de sapateado Bill Bailey a fazer um moonwalk.
07 de Julho de 2009

26 de junho de 2009

“Rei da música Pop”: Morreu o cantor americano Michael Jackson

Morreu o cantor Michael Jackson O cantor Michael Jackson morreu esta quinta-feira aos 50 anos depois de sofrer uma paragem cardíaca. Os médicos tentaram reanimá-lo durante mais de uma hora mas os esforços foram em vão. A notícia provocou uma onda de choque. Cidadãos anónimos e figuras conhecidas do espectáculo prestam homenagem ao “Rei da Pop”. O ícone do pop Michael Jackson morreu após sofrer uma paragem cardíaca, confirmou o Instituto Médico Legal de Los Angeles (IML), depois de a informação ter sido divulgada por vários meios de comunicação norte-americanos. Os socorristas tentaram durante mais de uma hora reanimar Michael Jackson, depois do cantor ter desmaiado em casa, após uma aparente crise cardíaca, afirmou quinta-feira Jermaine Jackson, irmão do cantor e porta-voz oficial da família. O tenente Fred Corral, porta-voz do IML, disse à CNN que Michael Jackson, 50 anos, foi declarado morto às 14H26 local. Segundo o porta-voz, será realizada uma autópsia "provavelmente" já esta sexta-feira. Morte inesperada aos 50 anos O site especializado em celebridades TMZ.com e o jornal Los Angeles Times foram os primeiros a noticiar a morte do cantor. Logo após as primeiras notícias, centenas de fãs concentraram-se às portas do Hospital da Universidade da Califórnia e da residência do cantor. Depois de ter praticamente desaparecido em 2005 por causa do julgamento em que era acusado de ter abusado sexualmente de uma adolescente, apesar de ter sido absolvido, o cantor cinquentenário tinha anunciado o seu regresso aos palcos, para uma série de concertos em Londres. «This Is It!» começava a 13 de Julho de 2009 e terminava a 6 de Março de 2010. Em Março, tinham esgotado os primeiros 750 mil bilhetes. Devido a vários rumores sobre o estado de saúde de Michael Jackson, que levaram mesmo ao cancelamento dos primeiros concertos, em 20 de Maio, a pedido da produtora dos espectáculos em Londres o cantor foi sujeito a vários exames médicos. Esta semana o jornal britânico The Sun revelou que Michael Jackson sofria de cancro na pele. Michael Jackson começou a sua carreira profissional aos cinco anos de idade como líder vocal do grupo Jackson 5. “Thriller”, um álbum e um filme dirigido por John Landis, foram, talvez, os seus maiores sucessos. O álbum permanece como o mais vendido de sempre. Sapo MZ, 26 de Junho de 2009