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17 de dezembro de 2013

A guerra suja do dinheiro (Álvaro Domingos)


O sistema financeiro mata mais que uma guerra de destruição maciça. O fosso entre ricos e pobres é cada vez maior. No meio ficam os guetos. Os muito ricos estão a lançar para os campos de concentração do neo-liberalismo milhões de seres humanos, ultrapassando em desumanidade o regime nazi. Os mercados submetem países que ainda ontem eram potências. Reduziram a França, Espanha e Itália à sua expressão mais ínfima.

Os líderes destes países estão de joelhos ante o capital financeiro que é cego e não vê a pobreza extrema que está a semear no mundo. Não sabe que está na origem de todos os conflitos mais ou menos violentos. Em África há milhares de seres humanos acossados por senhores da guerra, “drones” e bombas da OTAN. Vivem na miserável condição de refugiados em países onde os nacionais também não têm o mínimo para viver. É gasolina atirada para a fogueira.

No Médio Oriente a situação é idêntica. O mundo continua a tolerar que milhões de palestinos nasçam, vivam e morram em campos de refugiados. Na Síria está em palco uma tragédia sem precedentes na História da Humanidade. Grandes potências que mexem os cordelinhos dos “mercados” querem dominar a rota da energia e não hesitam em lançar irmãos contra irmãos. A Al Qaeda é inimiga das potências ocidentais no Afeganistão, no Paquistão ou no Magrebe. Mas é o braço armado dessas potências na Síria. A ONU convive com estas iniquidades políticas sem pestanejar. Ban Ki-moon exige que os responsáveis pelo uso de armas químicas na Síria sejam punidos. Tem que procurar os responsáveis em Riade, Ancara, Paris, Londres ou Washington. Mas nesses santuários da OTAN ninguém se atreve a tocar. E a Arábia Saudita tem tanto petróleo que até pode fazer figura da ditadura mais retrógrada do mundo.

O sistema financeiro está a criar condições para colocar ao seu serviço a Ucrânia. O que se passa naquele país mete pena. A soberania do Estado é posta em causa por governantes estrangeiros que vão conviver com os manifestantes do “Inverno Duro” com que a Alemanha quer derrubar o governo legítimo e o Presidente eleito. A “Primavera Árabe” não foi tão longe. Nenhum membro de governos estrangeiros se atreveu a ir às praças do Cairo apoiar os manifestantes. Em Kiev é o que se vê.

Durão Barroso, em nome da União Europeia, uma espécie de polícia de luxo dos “mercados”, exige que o Governo de Kiev respeite os manifestantes. Reprova à cabeça qualquer intervenção policial. No país dele, em Lisboa, umas dezenas de jovens tentaram subir a escadaria do Parlamento. Foram selvaticamente agredidos pela polícia, que os perseguiu pelas ruas limítrofes. Quanto a isso nada disse. Em Kiev os manifestantes ocuparam sedes de ministérios, vandalizaram equipamentos públicos, mas Durão Barroso diz que se a polícia impuser a ordem, comete um crime.

Um senador americano, John Mcain, foi visitar os manifestantes às praças de Kiev. Como se na Ucrânia não haja soberania e ninguém mande. Aquele país fornece mão-de-obra qualificada mas quase gratuita às grandes fábricas da Alemanha e de outros países europeus.

Um dia destes é apenas uma feitoria. O Presidente da República recusou fazer um contrato de associação com a União Europeia e o poder caiu na rua. Está a ser pressionado para não aceitar o bloco regional que está a criar uma União Aduaneira. Os “mercados” estão sedentos de consumidores e de escravos do trabalho. Querem regressar aos tempos do feudalismo porque acreditam que assim vão conseguir fazer frente ao poderio económico da China.

Os cidadãos livres do mundo assistem a estes jogos de poder e não reagem. Estão demasiado entorpecidos com o entretenimento, o lixo mediático e o consumismo desenfreado. Milhões de seres humanos entregam-se voluntariamente à morte nesta guerra do sistema financeiro. Mal vai o mundo quando o Papa Francisco, chefe de uma Igreja, é obrigado a dizer aos seres humanos que estão a ser vítimas da guerra do dinheiro e estão prisioneiros dos mercados.

De um Papa esperamos outros serviços à Humanidade, muito importantes. Mas o holocausto que o sistema financeiro tem em marcha sobre os seres humanos mais frágeis obrigou-o a ser um líder político na tentativa de salvar da derrota um exército de pobres e oprimidos que engrossa todos os dias, mas tem cada vez menos força para fugir da dominação e da escravatura.

A Ucrânia vai acabar tão mal como o Egipto, a Tunísia ou a Líbia. Pode mesmo entrar no caminho da Síria. O sistema financeiro é implacável e não se vislumbra força humana que trave o desastre que ameaça a Humanidade com a mais terrível ditadura de sempre: o dinheiro.

Jornal de Angola, 16 de Dezembro, 2013

15 de setembro de 2011

Índia: Funeral do elefante


Funeral do elefante

Habitantes de uma vila indiana na floresta de Naxalbari choram a morte de um elefante macho. As autoridades vão agora investigar as causas da morte deste animal, que no hinduísmo é sagrado.

26 de julho de 2011

Diálogo entre Colbert e Mazarino - há 350 anos!!!


EM 1661!
DIÁLOGO ENTRE COLBERT E MAZARINO DURANTE O REINADO DE LUÍS XIV

Colbert foi ministro de Estado e da economia do rei Luis XIV.
Mazarino era cardeal e estadista italiano que serviu como primeiro ministro na França. Notável coleccionador de arte e jóias, particularmente diamantes, deixou por herança os "diamantes Mazarino" para Luís XIV, em 1661, alguns dos quais permanecem na colecção do museu do Louvre em Paris.

O diálogo:

Colbert: Para encontrar dinheiro, há um momento em que enganar (o contribuinte) já não é possível.
Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é que é possível continuar a gastar quando já se está endividado até ao pescoço...

Mazarino: Se se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas, vai-se parar à prisão.
Mas o Estado... o Estado, esse, é diferente!!! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se... Todos os Estados o fazem!

Colbert: Ah sim? O Senhor acha isso mesmo ? Contudo, precisamos de dinheiro.
E como é que havemos de o obter se já criámos todos os impostos imagináveis?

Mazarino: Criam-se outros.

Colbert: Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.

Mazarino: Sim, é impossível.

Colbert: E então os ricos?

Mazarino: Sobre os ricos também não. Eles deixariam de gastar. Um rico que gasta faz viver centenas de pobres.

Colbert: Então como havemos de fazer?

Mazarino: Colbert! Tu pensas como um queijo, como um penico de um doente! Há uma quantidade enorme de gente situada entre os ricos e os pobres: São os que trabalham sonhando em vir a enriquecer e temendo ficarem pobres. É a esses que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Esses, quanto mais lhes tirarmos mais eles trabalharão para compensarem o que lhes tiramos. É um reservatório inesgotável.

23 de abril de 2010

O Sol como nunca foi visto


O Sol como nunca foi visto

Um novo telescópio da NASA concebido para observar o Sol - o Observatório da Dinâmica do Sol - enviou as suas primeiras fotografias. Mostram em detalhe tempestades solares e a superfície da estrela e poderão vir lançar uma nova luz sobre os efeitos do Sol.

Foto@EPA/NASA

15 de março de 2010

Barbies negras mais baratas


Barbies negras mais baratas

A Wal-Mart, a maior cadeia de comércio a retalho do mundo, está a ser acusada de racismo por fazer saldos da versão negra das famosas Barbies. As bonecas são iguais, só muda a cor da pele e do cabelo... mas o preço é quase 50% mais baixo.

Segundo o Diário de Notícias (jornal português) na foto publicada no site funnyjunk.com é bem visível que enquanto a Barbie branca custa 5,93 dólares, a boneca negra, Theresa, mesmo ao lado na prateleira, tem um preço de saldo de 3 dólares, um desconto de quase 50%. Ambas são iguais, à excepção da cor da pele e do cabelo, noticia o El Mundo. Um porta-voz da Wal-Mart explicou, através do correio electrónico, que "para escoar stocks e prepararmos a chegada de novas colecções na Primavera, vários dos nossos produtos estão com preços mais baixos. Neste caso, ambas são excelentes bonecas e se um dos modelos está a preço de saldo (o preço inicial era igual) deve-se simplesmente ao facto de se vender menos".

Alguns representantes da comunidade afro-americana é que não se sentiram satisfeitos pelas explicações. "A implicação de baixar o preço é estar a desvalorizar-se a boneca negra. E, mesmo que não tenha sido uma decisão intencional, estas coisas têm, por vezes, efeitos colaterais", lembra Thelma Dye, responsável de um centro de desenvolvimento infantil em Harlem, um dos mais carismáticos bairros negros de Nova Iorque. Não se sabe se a Wal-Mart optou por acabar com os saldos ou se simplesmente relegou as Theresas não vendidas para os seus armazéns.

Sapo MZ, 15 de Março de 2010

28 de janeiro de 2010

LEGO: a brincar desde 1958



LEGO: a brincar desde 1958

Se hoje comprarmos peças de LEGO novas e tentarmos montá-las com peças de há 50 anos, elas ainda são compatíveis. Este é provavelmente um dos segredos do sucesso da LEGO. Dizer que a indústria dos brinquedos tem de se renovar permanentemente, como tantas outras, é um lugar comum. Mas a LEGO dá aos seus fãs (nem todos crianças) a segurança de saber que as peças que compram nunca vão passar à história: basta montá-las de outra maneira para se ter um novo brinquedo. O limite é o da imaginação.

A ideia de um sistema de peças de vários tamanhos e cores, que se podiam montar num número incalculável de combinações, foi de Godtfred Kirk Christiansen, filho do fundador da LEGO. A marca LEGO (do dinamarquês LEG GODT, "brinca bem") tinha surgiu em 1932 pela mão do carpinteiro Ole Kirk Christiansen, que fazia brinquedos em madeira. Christiansen (filho) patenteou o modelo das peças montáveis a 28 de Janeiro de 1958, e desde então a LEGO não parou de crescer.

Depois das peças, surgiram as personagens; depois, os robots; e, por fim, os produtos licenciados, associados a histórias (Star Wars, Indiana Jones). Em 2000, a Fortune considerou os LEGO o "Brinquedo do Século" - à frente de rivais como a Barbie ou o clássico ursinho de peluche. E em 2008, ano de recessão, a LEGO continuou a crescer.

A receita parece ser simples: versatilidade, durabilidade. E muita cor.

26 de Janeiro de 2010

18 de janeiro de 2010

Os melhores destinos para visitar em 2010



Os melhores destinos para visitar em 2010

Fique a conhecer os destinos eleitos pelo portal de reservas Hotels.com, pela companhia aérea British Airways e pelo guia de viagens especializado Lonely Planet, para 2010.

De acordo com a agência de viagens online Hotels.com, as cidades de Istambul, Varna, Marraquexe e Beirute serão os quatro destinos que estarão em voga durante o ano.

Este ano, Istambul será a Capital Europeia da Cultura em 2010 em conjunto com Essen (Alemanha) e Pécz, (Hungria) e destacar-se-á por ser um centro culturalmente diverso e cheio de vida cosmopolita que se encontra entre o continente europeu e o continente asiático, onde o Mar de Mármara e o Mar Negro se unem através do estreito do Bósforo.

25 de novembro de 2009

Índia: Enjaulados pelos animais

Enjaulados pelos animais Activistas da organização PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais) vestiram-se de macacos e fecharam-se em jaulas como forma de protesto pelos abusos praticados com os animais no Instituto de Ciência Médica All India. A organização PETA compara o tratamento dado aos animais no instituto com os ataques terroristas em Mumbai a 26 de Novembro de 2008. Foto@EPA/Anindito Mukherjee

19 de novembro de 2009

Tanzânia: Hipopótamos matam crocodilo

Tanzânia: Hipopótamos matam crocodilo Um grupo de hipopótamos que tomava banho no rio Nilo no parque Serengeti na Tanzânia atacou um crocodilo. O animal não conseguiu fugir e ficou rodeado pelos hipopótamos. O momento foi registado pelo fotógrafo checo chamado Vaclav Silha que tinha instalado a sua câmara junto ao leito do rio para recolher imagens do banho dos hipopótamos. Segundo o fotógrafo, o crocodilo foi atacado quando se aproximou de uma fêmea que estava a cuidar dos filhotes. O crocodilo não resistiu aos ferimentos provocados pelas mordidas dos hipopótamos e acabou por morrer. Sábado, 19 de Novembro de 2009

Inglaterra: O passeio da rainha

O passeio da rainha A rainha Isabel II regressa à sua residência, no Palácio de Buckingham, depois de um discurso nas Casas do Parlamento esta manhã. Foto@Lusa/EPA/Daniel Deme

16 de novembro de 2009

Dia Internacional de Sensibilização para a Prematuridade

Nascer antes do tempo No dia 17 de Novembro será assinalado o primeiro Dia Internacional de Sensibilização para a Prematuridade, uma "brusca realidade" que atinge em Portugal cerca 10 por cento dos bebés. Este dia de sensibilização para os bebés prematuros foi criado pela Fundação Europeia para o Cuidado dos Recém-nascidos (EFCNI) e será comemorado pela primeira vez terça-feira em diversos países europeus, na Austrália, Estados Unidos e Canadá. Foto@Lusa/Estela Silva

14 de novembro de 2009

Itália: Veneza de luto

Veneza de luto Os cidadãos de Veneza simulam um funeral para a cidade, para destacar a diminuição drástica da população. Três gôndolas escoltaram um caixão ao longo dos canais mais famosos num lamento simbólico para o declínio de uma cidade próspera. Na década de 1950 havia cerca de 300.000 venezianos, mas os estudos mais recentes dizem que a população diminuiu para 60.000. Foto@EPA/Andrea Merola

13 de novembro de 2009

Armas aproveitadas para fazer objectos de arte e de uso comum

Armas aproveitadas para fazer objectos de arte e de uso comum Em Moçambique, depois da guerra civil, milhares de armas, incluindo as famosas AK-47, foram aproveitadas para fazer objectos de arte e de uso comum, um projecto do Conselho Cristão que ainda se mantém. Foto@LUSA/Antonio Silva

9 de novembro de 2009

Perú: Ai, caramba!

Ai, caramba! O toureiro franco-mexicano Miguelito, de apenas 11 anos, foge de um pequeno touro, no início da comemoração da festa do Senhor dos Milagres, em Lima, Perú. Miguelito foi atingido pelo touro mas saiu apenas com pequenas escoriações. Foto@EPA/Paolo Aguilar

6 de novembro de 2009

O ocaso da Lua sobre os Alpes suíços

Postal suíço O ocaso da Lua sobre os Alpes suíços cobertos de neve, no vale do Reno. Foto@EPA/Arno Balzarini

Suiça: À volta do mundo a energia solar

À volta do mundo a energia solar O protótipo do avião movido a energia solar "Solarimpulse", inspeccionado no aeroporto de Duebendorf, na Suíça. Bertrand Piccard, o aventureiro suíço, tenciona voar à volta do mundo para evidenciar o potencial das energias alternativas. O protótipo, HB-SIA, tem a envergadura de asas de um jumbo mas pesa mais ou menos o mesmo que um automóvel de família. Foto@EPA/Steffen Schmidt

29 de outubro de 2009

Malásia: Mergulhos arriscados

Mergulhos arriscados O base jumper francês Romain Freidli, salta da Torrre Kuala Lumpur, a 388 metros de altitude. A cidade de Kuala Lumpur, na Malásia, acolhe "saltadores" de todo o mundo que tentam bater um novo recorde de saltos do cimo de alguns edifícios da cidade que desafiam os céus. Os base jumpers tiveram direito a 24 horas seguidas de pura adrenalina na Torre de Kuala Lumpur, a quinta torre de telecomunicações mais alta do mundo. Foto@EPA/Ahmad Yusni

28 de Outubro de 1922: a marcha sobre Roma

28 de Outubro de 1922: a marcha sobre Roma A 28 de Outubro de 1922, Benito Mussolini conseguiu levar ao poder uma ideologia política que se repetiu depois, com variantes, em outros estados europeus: o fascismo. Mussolini, filho de um socialista, era o fundador da Liga de Combate de Itália - os '"Fasci Italiani di Combatimento", de onde deriva a palavra "fascismo". Deste partido saíram depois os esquadrões dos Camisas Negras, que passaram à acção directa, naquele período conturbado após a I Guerra Mundial em que os ismos se combatiam diariamente nas ruas: socialismo, comunismo, nacionalismo - e agora fascismo. A propaganda fascista prometia o retorno à ordem e o regresso de uma Itália forte e unida, que a democracia parecia incapaz de conseguir. Mussolini transformou depois os "fasci" no Partido Nacional Fascista. A sua popularidade cresceu rapidamente: em 1921, foi eleito para o Parlamento. A Marcha sobre Roma reuniu cerca de 30 mil simpatizantes fascistas que avançaram até à capital para pedir a demissão do Governo. O rei Victor Emanuel III recusou assinar a ordem que permitia declarar o estado de sítio em Roma, conforme pedido pelo então primeiro-ministro, Luigi Facta. Sem o apoio do rei, o governo de Facta caíu. A 28 de Outubro, o rei entregou o poder a Mussolini, que tinha o apoio dos militares, dos grandes homens de negócios e das facções mais conservadoras da sociedade. Mussolini, il Duce, subia assim o último degrau para assumir o comando da Itália fascista, que manteve durante 20 anos. Em 1943, as derrotas na II Guerra Mundial levaram à sua demissão do cargo. Dois anos mais tarde, quando tentava fugir, foi preso por simpatizantes comunistas e executado. 28 de Outubro de 2009

28 de outubro de 2009

Reino Unido: A gigante "Mona Lisa"

A gigante "Mona Lisa" O Recorde do Mundo do Guinness para a maior reprodução da Mona Lisa, no Paíes de Gales, Reino Unido, 28 de Outubro de 2009. Membros da comunidade local de Wrexham criaram a maior reprodução da obra mais conhecida de Leonardo da Vinci, com uma dimensão de 240 metros quadrados, equiavalente ao tamanho de 24 autocarros de dois andares. Foto@EPA/Anita Maric

Eleições em Moçambique

Eleições em Moçambique Um funcionário eleitoral explica o procedimento para o eleitor como votar nas presidenciais em Moçambique. O voto nas eleições é para um novo presidente, parlamento e assembléias regionais. O partido do governo, a Frelimo, que está no poder desde a independência em 1975, é amplamente esperado para vencer, ajudado por racha na oposição. Foto@EPA/Antonio Silva