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28 de dezembro de 2013
9 de setembro de 2009
EUA - Primeiros europeus chegaram a Nova Iorque há 400 anos
EUA - Primeiros europeus chegaram a Nova Iorque há 400 anos
Um grande desfile naval no Rio Hudson abriu hoje a semana de comemorações do quarto centenário da "descoberta" de Nova Iorque, nos Estados Unidos, pelo navegador britânico Henry Hudson, numa missão chefiada por holandeses.
O mesmo rio que sulcou, pela primeira vez, Hudson em 1609 a bordo do "Halve Maen", e em cujas margens assentaram os primeiros colonos europeus, no que hoje se conhece como Manhattan, foi o protagonista do primeiro acto das celebrações do "descobrimento" da cidade, que nasceu debaixo do domínio holandês.
O desfile, em que participaram esquadras dos Estados Unidos e da Holanda, navios da NATO e embarcações típicas holandesas, foi presidido pelos príncipes herdeiros dos Países Baixos, Guilherme Alexandre e Máxima, pela secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, e pelo presidente do Município de Nova Iorque, Michael Bloomberg.
Estas individualidades puderam ainda ver uma réplica do barco comandado por Henry Hudson, o navegador que empreendeu há 400 anos uma missão da Companhia Holandesa das Índias Ocidentais para encontrar um novo caminho para a Ásia.
O resultado da expedição foi o "descobrimento" de um lugar onde os holandeses se fixaram para fundar a Nova Amesterdão, lugar esse que, anos depois, os ingleses baptizaram como Nova Iorque.
"É maravilhoso que ainda se possam ver as influências da Holanda na cidade, desde o transporte até à arte e à música, passando pela gastronomia. Esta grande cidade construiu-se sobre os valores dos pioneiros holandeses que fundaram Nova Amesterdão", assinalou o príncipe Guilherme Alexandre, lembrando que a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais "foi a primeira grande multinacional".
A herança holandesa em Nova Iorque, epicentro das finanças mundiais, está em muitos topónimos mas também na vida económica.
O herdeiro da coroa holandesa recordou que a Companhia Holandesa das Índias Ocidentais tornou-se no primeiro prestamista dos Estados Unidos em finais do século XVIII, quando concedeu um crédito que serviu as antigas colónias britânicas para sufragar a Guerra da Independência (1775-1783).
O Dia da Independência dos Estados Unidos foi declarado a 04 de Julho de 1776, tendo a Constituição sido adoptada em 1789.
As celebrações do quarto centenário de Nova Iorque incluem ainda iniciativas especiais em museus, concertos, mostras de desenho e arquitectura holandeses e passeios comunitários em bicicletas, que poderão ser usadas gratuitamente.
Destaca-se igualmente a presença, na cidade, de um documento trazido de Amesterdão e que se considera ser a "certidão de nascimento de Nova Iorque", uma vez que é uma carta escrita em 1626 que relata a compra da Ilha de Manhattan aos índios nativos que habitavam essas terras quando chegaram os colonos europeus.
A compra, por 24 dólares (16,5 euros), pressupôs o acto de fundação da Nova Amesterdão, uma cidade que foi conquistada em 1664 pelos britânicos, que rebaptizaram-na de Nova Iorque em honra do duque de Iorque e ligaram-na ao resto das suas conquistas na costa atlântica do Norte do continente americano.
As comemorações do IV centenário terminam segunda-feira, com o primeiro Dia do Porto da cidade, uma efeméride que se pretende assinalar anualmente para lembrar a data em que Hudson pisou as terras de Manhattan pela primeira vez.
SAPO/DN, 09 de Setembro de 2009
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Manhattan: europeus chegaram à ilha há 400 anos
Manhattan: europeus chegaram à ilha há 400 anos
Em Setembro de 1609 o navegador inglês Henry Hudson chegou ao território onde se encontra a actual cidade de Nova Iorque. As suas primeiras impressões ficaram registadas: "a terra mais agradável que se poderia pisar". Na altura, a actual ilha de Manhattan era uma série de colinas de floresta, cruzadas por inúmeros cursos de água e com abundante vida animal - com grande destaque para os castores. O nome indígena da ilha, Mannahatta, significa "ilha de muitas colinas".
Hudson navegava ao serviço dos holandeses, com o objectivo de descobrir uma passagem por noroeste que permitisse chegar às Índias. Nesa viagem explorou o rio Hudson, que foi baptizado com o seu nome.
Nas margens do Hudson foi assente a primeira colónia europeia, o núcleo inicial do que viria a ser Nova Iorque - então propriedade holandesa, com o nome de Nova Amesterdão. Considera-se como data fundadora da nova colónia a compra da ilha aos nativos, em 1626, por 24 dólares. Em 1664 os britânicos conquistaram Nova Amesterdão, rebaptizaram-na em honra ao duque de Iorque e integraram-na na linha de territórios colonizados na costa leste americana.
É difícil imaginar a cidade de Nova Iorque como um espaço de natureza selvagem, mas é isso mesmo que se propõe o projecto Mannahatta. A ideia é tentar reconstituir o sistema ecológico existente antes da fixação dos europeus; no site do projecto há imagens que simulam o aspecto de Manhattan nessa altura, incluindo um mapa interactivo. Em 2007, como sinal inesperado dessa natureza desaparecida, foi encontrado um castor num curso de água do Bronx, perto do Jardim Zoológico - espécie que tinha desaparecido completamente da ilha, devido? caça intensa e? pressão urbanística.
Hoje, a cidade de Nova Iorque começou uma semana de comemorações do quarto centenário da chegada de Henry Hudson a Manhattan. As comemorações incluem concertos, actividades em museus, mostras de desenho e arquitectura holandeses, passeios de bicicleta e, a abrir, um desfile naval no rio Hudson, onde pode ser vista uma réplica do barco de Henry Hudson.
09 de Setembro de 2009
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2 de setembro de 2009
Moçambique: Ainda neste ano, Manica prevê exportar 700 toneladas de banana para Europa
Ainda neste ano
Manica prevê exportar 700 toneladas de banana para Europa
Chimoio (Canalmoz) - A província de Manica poderá exportar, ainda neste ano, cerca de 700 toneladas de banana para o continente europeu. Com a introdução de novas técnicas de cultivo, que consistem na produção com base nas culturas homogéneas, o que também é conhecido por produção com recurso a cultura de tecido, introduzido no ano transacto, a produção de banana aumentou em Manica.
Conforme revela o informe do governo provincial apresentado pelo governador de Manica, Maurício Vieira, a banana que será exportada poderá ser produzida nos distritos de Manica e Gondola, considerados como potenciais produtores desta cultura ao nível da província.
Com a introdução da referida nova técnica na produção da banana, o sector de Agricultura em geral poderá contribuir cada vez mais para o crescimento económico da província. O governador explica que só na presente campanha agrícola, 2008/2009, o sector vai incrementar a economia da província em mais de sete milhões de meticais.
Na campanha agrícola finda a produção conhecida foi de 148.518 toneladas, numa área de 8.749 hectares, contra 148.670 toneladas da época 2006/2007, sendo que grande parte se destinou ao mercado interno.
Entretanto, com a introdução deste novo método de produção em referência, diz o governador que se espera que venha a elevar não apenas o nível de produção desta cultura, mas também a exportação do mesmo produto, visto que na campanha agrícola teve uma queda na ordem de um por cento, mas também a sua qualidade.
Neste caso, o volume de comercialização agrícola a nível da província de Manica, no referido período temporário, foi de 2.356.686 toneladas.
Manica produziu 1.378.238 toneladas de produtos diversos das 1.313.458 toneladas planificadas, contra 1.048.988 toneladas alcançadas em 2007. O volume de vendas calcula-se em 667.466 toneladas, de um total de 679 mil toneladas planificadas. Enquanto isso, as vendas, em 2007, situaram-se 563.033 toneladas, ainda segundo dados oficiais.
(José Jeco)
2009-09-02
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