Merkel & Companhia...
Protestos do movimento "As Pessoas Primeiro", encarnando alguns dos líderes do G20. Na foto, os manifestantes usam máscaras e fatos de Barack Obama, Hu Jintao, Angela Merkel, Silvio Berlusconi e Kevin Rudd, numa demonstração esta manhã em Londres, cidade onde se irá realizar o encontro dos Ministros das Finanças do G20.
Foto@EPA/Jonathan Brady
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5 de setembro de 2009
Londres: Merkel & Companhia...
Merkel & Companhia...
Protestos do movimento "As Pessoas Primeiro", encarnando alguns dos líderes do G20. Na foto, os manifestantes usam máscaras e fatos de Barack Obama, Hu Jintao, Angela Merkel, Silvio Berlusconi e Kevin Rudd, numa demonstração esta manhã em Londres, cidade onde se irá realizar o encontro dos Ministros das Finanças do G20.
Foto@EPA/Jonathan Brady
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3 de setembro de 2009
O incêndio que arrasou a cidade medieval de Londres a 2 de Setembro de 1666
O incêndio que arrasou a cidade medieval de Londres
A 2 de Setembro de 1666, um incêndio deflagrou numa padaria na zona central de Londres, pouco depois da meia-noite. Foi o começo do que ficou conhecido como o Grande Incêndio de Londres, um desastre que destruíu quase toda a zona medieval da cidade, delimitada pela antiga muralha romana. O fogo progrediu rapidamente, ajudado por um Verão excepcionalmente seco, pelo vento e pelas muitas casas de madeira.
Londres acabava de sair de um ano de peste bubónica mortífera, que em 1665 tirara a vida a cerca de 100 mil pessoas - aproximadamente um sexto a um quinto da população. Durante quatro dias, a cidade medieval ardeu, pondo em fuga os habitantes. Os meios de combate a incêndios eram quase inexistentes, e a forma mais eficaz de impedir o avanço do fogo era destruir os edifícios antes que as chamas os atingissem, de forma a criar uma barreira.
Ainda assim, mais de 13 mil edifícios arderam, incluindo a catedral de S. Paulo, mais tarde reconstruída. Não se sabe o número de vítimas; tradicionalmente, tem-se acreditado que foram poucas, mas tal pode dever-se apenas à ausência de registos - sobretudo tendo em conta que a maioria dos cerca de 80 mil habitantes daquela área de Londres eram pobres ou de classe média.
Rapidamente foi identificado um bode expiatório à medida dos conflitos sociais da época: um francês, católico, confessou o crime, dizendo que agira ao serviço do Papa. Foi enforcado. Mais tarde, chegou-se à conclusão de que só tinha chegado à cidade dois dias depois de o fogo ter começado.
Apesar de planos grandiosos de reconstrução, que transformariam Londres numa jóia ao gosto barroco da época, as dificuldades práticas levaram a que a cidade ressurgisse aos poucos, segundo uma planta não muito diferente da anterior. Mas, agora, com casas em alvenaria, ruas mais largas e com acesso ao rio, e melhorias sanitárias que pretendiam evitar que uma tragédia da mesma dimensão pudesse repetir-se.
02 de Setembro de 2009
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29 de maio de 2009
Londres: Parabéns Big Ben
Parabéns Big Ben
O Big Ben está prestes a comemorar o seu 150º aniversário. A 31 de Maio de 1859 o Grande Relógio deu as primeiras badaladas. O seu som chega aos 118 décibeis (tão alto como o som de um jacto a levantar voo), o ponteiro dos minutos mede cerca de quatro metros e o ponteiro das horas quase três. O relógio mais famoso de Londres precisa de uma ajuda para funcionar: três vezes por semana é preciso «perder» uma hora para dar corda ao pontual simbolo da cidade.
Foto@EPA/Andy Rain
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