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26 de julho de 2011

Diálogo entre Colbert e Mazarino - há 350 anos!!!


EM 1661!
DIÁLOGO ENTRE COLBERT E MAZARINO DURANTE O REINADO DE LUÍS XIV

Colbert foi ministro de Estado e da economia do rei Luis XIV.
Mazarino era cardeal e estadista italiano que serviu como primeiro ministro na França. Notável coleccionador de arte e jóias, particularmente diamantes, deixou por herança os "diamantes Mazarino" para Luís XIV, em 1661, alguns dos quais permanecem na colecção do museu do Louvre em Paris.

O diálogo:

Colbert: Para encontrar dinheiro, há um momento em que enganar (o contribuinte) já não é possível.
Eu gostaria, Senhor Superintendente, que me explicasse como é que é possível continuar a gastar quando já se está endividado até ao pescoço...

Mazarino: Se se é um simples mortal, claro está, quando se está coberto de dívidas, vai-se parar à prisão.
Mas o Estado... o Estado, esse, é diferente!!! Não se pode mandar o Estado para a prisão. Então, ele continua a endividar-se... Todos os Estados o fazem!

Colbert: Ah sim? O Senhor acha isso mesmo ? Contudo, precisamos de dinheiro.
E como é que havemos de o obter se já criámos todos os impostos imagináveis?

Mazarino: Criam-se outros.

Colbert: Mas já não podemos lançar mais impostos sobre os pobres.

Mazarino: Sim, é impossível.

Colbert: E então os ricos?

Mazarino: Sobre os ricos também não. Eles deixariam de gastar. Um rico que gasta faz viver centenas de pobres.

Colbert: Então como havemos de fazer?

Mazarino: Colbert! Tu pensas como um queijo, como um penico de um doente! Há uma quantidade enorme de gente situada entre os ricos e os pobres: São os que trabalham sonhando em vir a enriquecer e temendo ficarem pobres. É a esses que devemos lançar mais impostos, cada vez mais, sempre mais! Esses, quanto mais lhes tirarmos mais eles trabalharão para compensarem o que lhes tiramos. É um reservatório inesgotável.

6 de março de 2010

França: À procura de um beijo?


À procura de um beijo?

Um rapaz troca olhares com uma ovelha, enquanto se passeia pela 47.ª Feira Agrícola, em Paris, França.

Foto@EPA/Yoan Valat

18 de dezembro de 2009

Natal branco em Paris



Natal branco em Paris

A imponente Torre Eiffel quase parece transparente atrás da neve que cai por esta altura em Paris. Os parisienses acordaram hoje para ver um manto de neve cobrir a sua cidade, um cenário invulgar na capital francesa.

Foto@EPA/Ian Langsdon

15 de outubro de 2009

Filme moçambicano exibido em Paris

Filme moçambicano exibido em Paris O filme moçambicano, “A Ilha dos Espíritos”, que retrata a história da Ilha de Moçambique, foi projectado, durante a semana passada, para os participantes da trigésima quinta Conferência Geral da Organização para a Educação, Ciência e Cultura das Nações Unidas (UNESCO), que decorreu na sua sede, em Paris. A projecção do filme fez parte de uma sessão especial sobre Moçambique que teve como tema a “Diversidade Cultural e Desenvolvimento Sustentável”. “A Ilha dos Espíritos” é um documentário de 63 minutos, que foi realizado por Licínio de Azevedo e co-produzido pela Ebano Multimedia e Technoserve, que teve a sua estreia durante o quarto Dockanema, Festival De Filme Documentário, que decorreu em Maputo de 11 a 20 de Setembro último. O filme aborda a história da ilha, que muito antes de dar nome ao país, durante séculos, teve um papel fundamental no Oceano Índico, pelo facto de ter servido como ponto de escala de navegadores do Oriente e do Ocidente que procuravam alargar as fronteiras do mundo conhecido até os dias de hoje. Sapo MZ, 15 de Outubro de 2009

7 de julho de 2009

França: Cuidado com o iceberg!

Cuidado com o iceberg! Um falso iceberg, colocado pelo grupo ambientalista Greenpeace, flutua sobre o rio Sena perto da Torre Eiffel, em Paris, França. Segundo a Greenpeace esta acção, na véspera da cimeira do G8 em L'Aquila, Itália, destina-se a promover a sensibilização sobre como lidar com a crise económica global e as alterações climáticas. Foto@EPA/STR

28 de abril de 2009

Reserva Nacional do Gilé, na província da Zambézia, recebe apoio francês

Reserva do Gilé recebe apoio francês O governo francês acaba de aprovar a disponibilização de um milhão de euros para financiar um projecto de desenvolvimento da Reserva Nacional do Gilé, na província da Zambézia, uma iniciativa com duração prevista de quatro anos concebida com o objectivo de preservar e reabilitar a biodiversidade e garantir o uso sustentável dos recursos disponíveis naquela área de protecção A convenção para o financiamento do empreendimento foi rubricada recentemente em Maputo pelo Governador do Banco de Moçambique, Ernesto Gove, e pelo director da Agência Francesa para o Desenvolvimento, Bruno Leclerc. Um comunicado conjunto assinado pelas partes dá conta de que o projecto compreenderá ainda a reintrodução de animais tais como o rinoceronte preto, devendo igualmente ocupar-se do trabalho com as comunidades que habitam a zona periférica da reserva. A Reserva de Gilé, de acordo com o comunicado, dispõe de uma diversidade excepcional, sendo uma das últimas zonas selvagens que subsiste na região, apesar da enorme pressão exercida sobre os seus recursos. O projecto, ainda de acordo com o comunicado, enquadra-se num vasto programa de desenvolvimento da reserva, que envolve a participação da organização não-governamental italiana COSV. Ainda na componente ambiental, a Agência Francesa de Desenvolvimento está igualmente envolvida em programas de desenvolvimento dos Parques Nacionais do Limpopo, na província de Gaza, e das Quirimbas, em Cabo Delgado. No primeiro projecto, segundo dados divulgados na página daquela instituição na Internet, a França comparticipa com onze milhões de euros a serem usados no período 2007/2010, durante o qual se pretende ver criadas condições para uma gestão económica, social e ecologicamente durável do parque, e contribuir no reforço da cooperação entre a África do Sul, Zimbabwe e Moçambique. Cobrindo uma área estimada de quatro milhões de hectares, o Parque do Limpopo foi criado em Dezembro de 2002 por Moçambique, África do Sul e Zimbabwe. Relativamente ao Parque Nacional das Quirimbas, onde a Agência Francesa para o Desenvolvimento contribui com 4,2 milhões de euros para um projecto iniciado em 2005 com o fim previsto para este ano, a fonte refere que o mesmo tem como objectivo criar condições para uma gestão económica, social e ecologicamente sustentável, a fim de beneficiar em primeiro lugar as populações locais. O Parque das Quirimbas, segundo a mesma fonte, dispõe de um forte potencial em termos de biodiversidade e turismo, sobretudo na zona costeira. As relações entre Moçambique e França datam desde 1981, altura em que foi assinado o acordo de cooperação que entrou em vigor em Maio de 1985. O novo apoio gaulês insere-se no quadro estratégico da cooperação entre os dois países para o período 2006-2010, que focaliza os sectores da Saúde e meio ambiente como prioritários nos apoios previstos. Maputo, Terça-Feira, 28 de Abril de 2009:: Notícias