Campanha em Maputo
MDM quer acabar com mordomias dos dirigentes
Maputo (Canalmoz) – No prosseguimento da campanha eleitoral, isso quando estamos na sua derradeira fase, o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), partido liderado por Daviz Simango, escalou esta quinta-feira o populoso bairro da Malhangalene, onde na sua habitual estratégia de contacto interpessoal e campanha porta-a-porta, prometeu pôr fim as “mordomias desnecessárias” dos dirigentes, e servir afincadamente o povo.
Para os membros e simpatizantes daquela formação política, todos os moçambicanos, quer os moradores da zona urbana, assim como dos subúrbios merecem tratamento igual, pois todos pagam impostos “o que pressupõe que o dinheiro dos impostos deve reverter-se na criação de melhores condições de vida para os contribuintes, e não para sustentar mordomias dos dirigentes”.
Segundo o delegado daquela formação política, a nível da cidade de Maputo, Agostinho Macuácua, caso Daviz Simango e MDM vençam as eleições de 28 de Outubro próximo, a pobreza absoluta, a corrupção e outros males que assolam a população moçambicana serão combatidos com acções e o povo vai testemunhar. “O povo está cansado de sofrer. Todos dias fala-se do combate a pobreza absoluta, mas, na verdade, há cada vez mais moçambicanos que estão desprovidos de quaisquer meios para sobreviver” disse aquele delegado político.
Macuácua acrescentou que “actualmente nos bairros suburbanos não existem locais de diversão, daí que a juventude fica entregue a diversos vícios. O povo do subúrbio, também merece ter parques e outras infra-estruturas. Somente o MDM e Daviz Simango podem garantir assistência condigna sem selecção”
Em contacto com os moradores daquele bairro, os membros do MDM prometeram igualmente, reformas profundas no sistema da saúde, alargamento da rede escolar, e explicaram que caso aquele partido vença, haverá mudanças de fundo na estrutura urbana daquele bairro, cujo sistema de drenagem está carecendo de profundas reformas. Partindo destes pressupostos, os membros do «Galo» pediram aos moradores daquele bairro a votar em Daviz Simango e no seu partido, de modo que esses e outros problemas sejam resolvidos.
Refira-se que no dia anterior, o partido do «Galo» escalou o bairro de Chamanculo e Hulene. Nos contactos interpessoais prometeu à juventude um futuro diferente. Disseram que “a juventude não pode estar votada ao esquecimento num país onde esta corresponde ao grosso da população”. Já no mercado para além do contacto com os vendedores ordenados, o MDM pediu voto aos vendedores que desenvolvem suas actividades nas bermas da estrada, com a promessa de os arranjar um local condigno.
(Matias Guente)
2009-10-23
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23 de outubro de 2009
Campanha em Maputo: MDM quer acabar com mordomias dos dirigentes
Campanha em Maputo
MDM quer acabar com mordomias dos dirigentes
Maputo (Canalmoz) – No prosseguimento da campanha eleitoral, isso quando estamos na sua derradeira fase, o Movimento Democrático de Moçambique (MDM), partido liderado por Daviz Simango, escalou esta quinta-feira o populoso bairro da Malhangalene, onde na sua habitual estratégia de contacto interpessoal e campanha porta-a-porta, prometeu pôr fim as “mordomias desnecessárias” dos dirigentes, e servir afincadamente o povo.
Para os membros e simpatizantes daquela formação política, todos os moçambicanos, quer os moradores da zona urbana, assim como dos subúrbios merecem tratamento igual, pois todos pagam impostos “o que pressupõe que o dinheiro dos impostos deve reverter-se na criação de melhores condições de vida para os contribuintes, e não para sustentar mordomias dos dirigentes”.
Segundo o delegado daquela formação política, a nível da cidade de Maputo, Agostinho Macuácua, caso Daviz Simango e MDM vençam as eleições de 28 de Outubro próximo, a pobreza absoluta, a corrupção e outros males que assolam a população moçambicana serão combatidos com acções e o povo vai testemunhar. “O povo está cansado de sofrer. Todos dias fala-se do combate a pobreza absoluta, mas, na verdade, há cada vez mais moçambicanos que estão desprovidos de quaisquer meios para sobreviver” disse aquele delegado político.
Macuácua acrescentou que “actualmente nos bairros suburbanos não existem locais de diversão, daí que a juventude fica entregue a diversos vícios. O povo do subúrbio, também merece ter parques e outras infra-estruturas. Somente o MDM e Daviz Simango podem garantir assistência condigna sem selecção”
Em contacto com os moradores daquele bairro, os membros do MDM prometeram igualmente, reformas profundas no sistema da saúde, alargamento da rede escolar, e explicaram que caso aquele partido vença, haverá mudanças de fundo na estrutura urbana daquele bairro, cujo sistema de drenagem está carecendo de profundas reformas. Partindo destes pressupostos, os membros do «Galo» pediram aos moradores daquele bairro a votar em Daviz Simango e no seu partido, de modo que esses e outros problemas sejam resolvidos.
Refira-se que no dia anterior, o partido do «Galo» escalou o bairro de Chamanculo e Hulene. Nos contactos interpessoais prometeu à juventude um futuro diferente. Disseram que “a juventude não pode estar votada ao esquecimento num país onde esta corresponde ao grosso da população”. Já no mercado para além do contacto com os vendedores ordenados, o MDM pediu voto aos vendedores que desenvolvem suas actividades nas bermas da estrada, com a promessa de os arranjar um local condigno.
(Matias Guente)
2009-10-23
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30 de setembro de 2009
Havana de branco pela paz
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14 de setembro de 2009
Moçambique: Campanha eleitoral arranca ensombrada pela exclusão de partidos
Campanha arranca ensombrada pela exclusão de partidos
MDM dispensa fundos da CNE e avança com campanha em todo o País
Raul Domingos diz que o PDD também ainda não recebeu o trust found da CNE. Garante que o partido vai realizar campanha em todo o País, incluindo nas 4 províncias, onde foi impedido de concorrer, para explicar ao povo sobre os contornos que ditaram a exclusão do Pangolim da corrida eleitoral Daviz Simango e Armando Guebuza iniciaram a caça ao voto no primeiro dia da campanha, enquanto Afonso Dhlakama ainda não arrancou, encontra-se ainda em Maputo a tratar assuntos partidários, segundo Luís Gouveia, da Renamo
Maputo (Canalmoz) – A campanha eleitoral para as eleições Gerais e das Assembleias Provinciais de 28 de Outubro próximo, arrancou em todo o País, último domingo, ensombrada pela exclusão parcial e/ou completa de 27 partidos políticos, de concorrer ao pleito. Do total de 29 partidos políticos que apresentaram a sua candidatura na Comissão Nacional de Eleições, apenas dois, a Frelimo e Renamo – os únicos que também têm membros seus na CNE – é que foram apurados para concorrer em todo o País e na diáspora. A exclusão de partidos foi notável no arranque da campanha, na medida em que alguns deles tiveram que iniciar a caça ao voto sem os fundos de financiamento disponibilizados pelo Estado, através da Comissão Nacional de Eleições.
O delegado de candidatura e porta-voz do MDM, José Manuel de Sousa, disse ao Canalmoz que a formação política dirigida pelo engenheiro Daviz Simango, dispensou o trust found da CNE “até que tenha o desfecho do recurso interposto na CNE” a contestar a exclusão, por aquele órgão dirigido por João Leopoldo da Costa, das listas do partido em 7 círculos eleitorais do País, em total de 11, onde se inscreveu.
O MDM era tido como o partido com grande potencialidade de enfrentar a Frelimo e Renamo, nas presentes eleições. Mas foi inexplicavelmente impedido de concorrer em 7 círculos eleitorais, nomeadamente Maputo-Província, Gaza, Manica, Tete, Zambézia, Nampula e Cabo Delgado.
Inconformado com a decisão da CNE, o recém-criado MDM interpôs um recurso na Comissão Nacional de Eleições, e ainda aguarda pela deliberação do órgão. Enquanto isso, o porta-voz do MDM garante que esta formação política vai fazer campanha em todo o território nacional, e não vai receber os fundos do Estado, canalizados aos partidos políticos, através da CNE, enquanto não for conhecido resultado do recurso interposto.
Daviz arrancou em Cabo Delgado
O presidente do MDM, Daviz Simango, o mais jovem candidato à presidência da República, e que concorre pela primeira vez ao cargo, iniciou com a sua caça ao voto no Distrito de Chiúre, na província de Cabo Delgado, exactamente no primeiro dia reservado para o arranque da campanha. A confirmação veio do porta-voz do partido, José Manuel de Sousa.
Guebuza arranca em Zambézia, com 6 helicópteros
Por sua vez, o presidente da Frelimo que concorre a sua própria sucessão na presidência da República, Armando Emílio Guebuza, iniciou com a sua campanha na província da Zambézia, exibindo os amplos fundos económicos de que goza o seu partido que se confundem também com os bens do Estado disfarçados e abusivamente incorporados na campanha, especialmente viaturas e combustível, casas do estado para alojamento de ministros em missões meramente partidárias, mas não só.
Seis helicópteros estão a ser usados pelo partido Frelimo. São os mesmos que são usados nas Presidências Abertas de Armando Guebuza. Foram alugados no estrangeiro, para a circulação dos seus candidatos à presidência da República, durante os 45 dias da campanha. Uma verdadeira demonstração da riqueza absoluta de que goza o partido no poder em Moçambique com usufruto do património do Estado para que contribui quem paga impostos, incluindo quem tem simpatias por outros partidos ou mesmo até quem não tem quaisquer simpatias partidárias.
O povo residente nas zonas recônditas do País, onde as pessoas morrem a caminho do hospital devido a falta de meio de transporte, durante a campanha verá o actual chefe do Estado e candidato a sua própria sucessão a chegar às suas regiões em helicópteros cujo custo de operação se situa entre 2 e 3 mil dólares americanos por hora, cada um deles.
Dhlakama ainda não arrancou
O presidente da Renamo, Afonso Dhlakama, que concorre pela 4ª vez consecutiva à presidência da República, ainda não arrancou com a sua campanha.
O chefe do gabinete central de eleições da Renamo, Luís Benedito Gouveia, disse ao Canalmoz que o presidente da Renamo se encontrava em Maputo, no dia do arranque da campanha “a fazer trabalhos político-partidários”.
(Dhlakama) “vai iniciar com a campanha, provavelmente, entre terça e quarta-feira, em Nampula”, disse Gouveia ao Canalmoz.
PDD ainda não recebeu findos da CNE
Já o presidente do PDD, Raul Domingos, disse em contacto telefónico com o Canalmoz que o seu partido ainda não recebeu os fundos de apoio a campanha eleitoral disponibilizados pelo Estado através da CNE.
Raul Domingos não revelou as razões que estão por detrás da não recepção dos fundos, mas disse que não está relacionado com o recurso que o partido interpôs no órgão, a recorrer contra a exclusão das suas listas em 4 círculos eleitorais no País.
(Borges Nhamirre)
2009-09-14
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13 de setembro de 2009
Portugal: Campanha eleitoral para as legislativas arranca hoje
Portugal: Campanha eleitoral para as legislativas arranca hoje
A campanha eleitoral para as legislativas de 27 de Setembro em Portugal arranca oficialmente hoje, 13, e termina a 25. De acordo com os média portugueses, o PS, do actual primeiro-ministro, José Sócrates escolheu um encontro/almoço com o presidente da Junta de Freguesia de Mosteiros, em Arronches (distrito de Portalegre), para o arranque "simbólico" da campanha eleitoral no local onde o PS teve a sua maior votação nas legislativas de 2005.
Também no Alentejo estará o secretário-geral do PCP, Jerónimo de Sousa, que tem um comício em Évora.
Lisboa e Funchal são os destinos escolhidos pelo presidente do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, para iniciar a campanha.
No distrito de Bragança vai estar o líder do CDS-PP, Paulo Portas, enquanto a líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, optou por começar oficialmente as acções de campanha em Ponta Delgada.
Para as legislativas de 27 de Setembro concorrem 15 forças políticas, mas apenas nove partidos e uma coligação, a CDU, vão candidatar-se a todos os círculos eleitorais, segundo a Direcção-Geral da Administração Interna de Portugal. O país tem no total 9 490 680 eleitores.
Expresso das Ilhas, 13 de Setembro de 2009
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Portugal: Debate José Sócrates - Manuela Ferreira Leite
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12 de agosto de 2009
Dia Internacional da Juventude comemora-se hoje
Dia Internacional da Juventude comemora-se hoje
Luanda – A Juventude mundial comemora hoje, 12 de Agosto, o seu dia, instituído em Dezembro de 1999 pela Assembleia Geral das Nações Unidas.
Nesta resolução, foi endossada a recomendação saída da Conferência Mundial de Ministros Responsáveis pela Juventude, realizada em Lisboa (Portugal), de 8 a 12 de Agosto de 1998, que declarou o dia 12 de Agosto como Dia Internacional da Juventude.
A Conferência Mundial recomendou a data e incentivou que se organizassem actividades públicas e informativas, no sentido de apoiar o Dia, para melhor promover o conhecimento do Programa Mundial da Acção para a Juventude.
Os jovens do mundo, que somam hoje mais de um bilião, são um dos mais importantes recursos humanos para o desenvolvimento e podem ser agentes essenciais de inovação e de mudanças sociais positivas.
No entanto, a dimensão da pobreza dos jovens priva o mundo desse potencial. Num mundo tão rico como o nosso, quase um quinto das pessoas com idades compreendidas entre os 15 e os 24 anos têm de sobreviver com menos de um dólar por dia e quase metade vive com menos de dois dólares por dia.
Numa mensagem por ocasião da data, a ONU escreve que “ hoje, o mundo conta com cerca de três mil milhões de habitantes com menos de 25 anos e mais de 100 milhões de crianças em idade escolar não frequentam a escola. Todos os dias, perto de 30 mil crianças morrem devido à pobreza e sete mil jovens contraem o HIV/SIDA.
Para a ONU, ainda que os jovens constituam um quarto da população activa, representam metade do total de desempregados. O mercado de trabalho tem dificuldade em assegurar aos jovens empregos estáveis, que lhes ofereçam boas perspectivas, excepto quando são altamente qualificados.
“Sem um trabalho condigno, os jovens tornam-se particularmente vulneráveis à pobreza, o que, por sua vez, dificulta o acesso à educação e a serviços básicos de saúde, limitando ainda mais a sua empregabilidade”, lê-se na mensagem.
A longo prazo, os jovens desfavorecidos encontrarão maiores obstáculos à melhoria da sua situação e poderão não vir a usufruir dos benefícios que o emprego estável e a longo prazo proporciona, como o acesso a bens e recursos, redes sociais fortes e a participação na tomada de decisões na família ou na comunidade”.
A comunidade internacional reconheceu a existência do fenómeno a que os especialistas chamam a “juvenilização” da pobreza e considerou-o uma área prioritária no Programa de Acção Mundial para a Juventude.
O Programa considera os jovens como plenos parceiros, no contexto dos esforços em prol da erradicação da pobreza e da realização dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.
O compromisso dos governos em relação às prioridades em matéria de desenvolvimento foi renovado e reforçado na Cúpula Mundial de 2005, que criou uma nova oportunidade de envolver os jovens nas decisões sobre questões que os afectam.
Neste Dia Internacional, os governos devem aproveitar a data, criar oportunidades e redobrar esforços para apoiar os jovens e levá-los a realizar o seu potencial, para benefício de todos.
Angola Press, 12 de Agosto de 2009
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7 de agosto de 2009
Moçambique: Novo sistema de desempenho da Função Pública será implementado em 2010
Função Pública: Novo sistema de desempenho será implementado em 2010
O Governo vai implementar, a partir de 2010, um novo sistema de gestão de desempenho da Função Pública. O sistema enquadra-se no âmbito da profissionalização e modernização do sector e visa, entre outros objectivos, a orientação para resultados sendo estes derivados dos planos macro de desenvolvimento do país tais como Agenda 2025, o PARPA, o Programa Quinquenal do Governo, o cenário fiscal de Médio e o plano Económico e Social.
O sistema tem ainda como linhas de força a ligação entre a avaliação do desempenho institucional e a do desempenho individual, bem como a instituição de contratos- programa com os quadros de chefia e direcção, tendo como ponto de partida os Secretários Permanentes a nível central, provincial e distrital.
A experiência moçambicana sobre a matéria foi recentemente apresentada nas ilhas Seychelles no decurso do VI Fórum dos Dirigentes da Função Pública dos países da Commonwealth pelo assessor sénior da Reforma do Sector Público, Carlos Natividade, em representação da Ministra da Função Pública, Vitória Dias Diogo.
A experiência do país foi positivamente apreciada nos debates havidos durante aquele encontro, tendo sido frisado que esta reflecte as melhores práticas a nível regional, continental e internacional.
No âmbito da Reforma do Sector Público, está em curso a transição de um processo de avaliação anual baseado no mérito profissional do funcionário público para um sistema de gestão de desempenho, como um dos principais objectivos da reforma que se espera venha a contribuir para a melhoria da efectividade e eficiência dos serviços públicos.
Esta nova abordagem é orientada para a gestão por resultados e está em linha com os objectivos governamental e sectoriais de integração de todos os funcionários e agentes do Estado, através do estabelecimento de uma relação entre o desempenho individual e o organizacional.
O VI fórum dos dirigentes da Função Pública dos países da Commonwealth decorreu sob o lema “medindo e gerindo o desempenho na função pública nos países africanos membros “, cujos objectivos visavam desenvolver um entendimento comum sobre a gestão estratégica do desempenho do sector, trocar experiências sobre abordagens para a institucionalização da gestão estratégica do desempenho, incluindo os progressos, desafios e lições apreendidas e criar consensos sobre o papel dos dirigentes no processo.
Moçambique acolheu este fórum em 2008 como reconhecimento da grande dinâmica e ímpeto que o governo tem vindo a imprimir às reformas do sector público.
O VI fórum recomendou, entre outros aspectos, estratégias com vista a assegurar o sucesso de uma gestão estratégica do desempenho e reconheceu o papel dos dirigentes da Função Pública no processo, nomeadamente na criação de capacidade, assegurar a qualidade dos serviços, estabelecer padrões de qualidade baseados nas melhores práticas a nível nacional e internacional.
Maputo, Sexta-Feira, 7 de Agosto de 2009:: Notícias
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3 de junho de 2009
ONU pede ajuda para o Zimbabwe
ONU pede ajuda para o Zimbabwe
O Zimbabwe precisa de 718 milhões de dólares em assistência de emergência, incluindo água potável e alimentos, indicaram segunda-feira as Nações Unidas num comunicado divulgado em Harare.
Segundo uma nota do Gabinete de Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU (OCHA), depois da devastadora epidemia de cólera que assola o Zimbabwe desde Agosto e das fracas colheitas obtidas desde essa data, as necessidades humanitárias do país são "aterradoras". Mais de cinco dos 12 milhões de habitantes do Zimbabwe necessitam de assistência alimentar. Desde Agosto, cerca de cem mil zimbabweanos contraíram a cólera, epidemia que causou 4000 mortos.
"A epidemia de cólera e a insegurança alimentar durante a época de seca agravoaram já difícil ambiente socioeconómico de hiper-inflação e serviços sociais básicos que entraram em colapso", relembra o comunicado. A agência assinala que, "neste contexto de mudança, requerem-se agora 718 milhões de dólares".
A agência refere que a resposta dos doadores ao seu anterior apelo de assistência para o Zimbabwe - 550 milhões de dólares -, feito em Novembro, ficou muito abaixo do estimado: 246 milhões de dólares. "É uma altura crítica para apoiar os esforços humanitários no Zimbabwe, onde a magnitude do declínio económico e a erosão dos meios de vida são tais que é improvável que as necessidades humanitárias do país se reduzam a curto prazo", acrescenta o comunicado.
Segundo a agência da ONU, seis milhões de zimbabweanos, metade da população do país, não têm acesso, ou este é mínimo, às fontes de água potável.
A taxa de inflação foi reduzida depois da recente decisão do governo de unidade nacional de deixar de usar o dólar zimbabweano substituindo-o por moedas estrangeiras, incluindo o dólar norte-americano, a libra esterlina e o rand.
Todavia, o custo de vida, especialmente no que concerne aos serviços básicos - água e electricidade -, as tarifas do transporte público e as propinas escolares são tão altas que a maioria da população não tem como pagar.
O país vive entre a ira e a desilusão, depois das esperanças numa recuperação económica, na sequência da tomada de posse do novo Governo de coligação, a 13 de Fevereiro.
Maputo, Quarta-Feira, 3 de Junho de 2009:: Notícias
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27 de abril de 2009
Maputo: Exposição de fotografia "Dança – 30 anos depois"
Exposição de fotografia "Dança – 30 anos depois"
No âmbito das comemorações do 30º aniversário da Companhia Nacional de Canto e Dança estará patente, na Galeria do Instituto Camões, entre 29 de Abril e 22 de Maio, uma exposição de fotografia de Pedro Sá da Bandeira intitulada “Dança – 30 anos depois”, uma iniciativa que contou com o apoio do Instituto Camões e da Companhia Nacional de Canto e Dança.
Pedro Sá da Bandeira nasceu em Lisboa a 29 de Junho de 1970. É repórter fotográfico. A sua formação profissional inclui os cursos de fotojornalismo (CENJOR, Lisboa, Portugal), Médio e Grande Formato e de Iluminação Fotográfica (Washington School of Fotography, Washington D.C., EUA), entre outros.
Iniciou a sua experiência profissional na área da fotografia como Assistente de Fotógrafo no “Estúdio Tempo de Pose” em Lisboa, Portugal, em 1994.
Em 1996 começa a sua actividade como fotojornalista no jornal desportivo português Record, onde permanece seis anos a cobrir a actualidade desportiva portuguesa e europeia.
Em 2002 muda-se para Washington D.C., onde colabora com o jornal The Hill dedicado à cobertura exclusiva da actividade do Congresso Americano. Em Outubro de 2006 vem viver em Maputo, onde inicia uma colaboração com a Agência Portuguesa de Notícias Lusa, até hoje.
Pedro Sá da Bandeira tem participado em várias exposições colectivas, sendo esta a sua terceira individual e a segunda em Maputo. A sua primeira exposição individual foi em 1995, em Campo Maior, sobre esta vila raiana portuguesa.
Sapo MZ, 27 de Abril de 2009
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23 de abril de 2009
Província de Nampula: Fórum Terra defende a protecção de recursos
Dia Mundial da Terra
Fórum Terra defende a protecção de recursos
Nampula (Canal de Moçambique) - Assinalou-se ontem, 22 de Abril, o Dia Mundial da Terra e ao nível da província de Nampula, as cerimónias tiveram lugar no distrito de Mecuburi, por deter uma floresta galeria que corre risco de desaparecer devido à acção humana.
De acordo com Luísa Hoffman, coordenadora do Fórum Terra, o distrito de Mecuburi detinha uma área de duzentos e cinquenta mil hectares de floresta galeria e actualmente apenas restam cinquenta mil. Os restantes hectares foram devastados pela acção humana.
Hoffman quanto ao que sobra da floresta galeria disse que este ano as comunidades foram chamadas a reflectir sobre o seu desaparecimento. Existe uma vasta gama de recursos, dentre o mel, florestais e faunísticos, entre outros, por um lado, por outro, a mesma floresta é um berçário para animais de grande porte e isso só por si exige que se comece a agir e a não continuar a permitir a destruição que já vai avançada.
Para a protecção dos recursos da terra ao nível de Nampula, o Fórum Terra tem vindo a formar fiscais comunitários com vista a pararem com a destruição do meio natural. O que foi feito causa já por si só e irremediavelmente nos próximos anos, enormes problemas ao meio ambiente.
No ano passado foram formados um total de trinta e seis fiscais, nos distritos de Mogovolas, Muecate, Mecuburi e Murrupula. Em 2007 foram formados vinte e dois fiscais no distrito de Murrupula.
Nas suas actividades de sensibilização, o Fórum Terra tem vindo a trabalhar com as comunidades locais apoiando-as na gestão de conflitos e criação de comités para a recepção dos 20% da exploração florestal e de combate a queimadas descontroladas.
(Aunicio da Silva), 2009-04-23
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15 de abril de 2009
Maputo: Vida e obra de Mondlane em simpósio internacional
Vida e obra de Mondlane em simpósio internacional
A Universidade Eduardo Mondlane (UEM) anunciou ontem, em Maputo, a realização de um simpósio internacional sobre a vida e obra do seu patrono, a ter lugar nos dias 18 e 19 de Junho próximo na capital do país.
O evento, que reunirá cerca de 250 convidados nacionais e estrangeiros, acontece no quadro do Ano Eduardo Mondlane, decretado pelo Presidente da República, Armando Guebuza, por ocasião dos 40 anos do desaparecimento físico do primeiro presidente da FRELIMO e Arquitecto da Unidade Nacional, assinalados a 3 de Fevereiro último.
Joel das Neves Tembe, porta-voz da UEM, disse ontem a jornalistas que o referido simpósio marcará um dos principais momentos das comemorações do Ano Eduardo Mondlane e nele estarão reunidos académicos, políticos e estudiosos da vida e obra daquela figura emblemática do nosso país, da África e do mundo.
No encontro, para além de se apresentarem estudos académicos e pesquisas feitas em torno da vida de Eduardo Mondlane, serão apresentados testemunhos e relatos de pessoas que ao longo da sua vida tiveram o privilégio de conviver com Eduardo Mondlane, quer na sua infância, a nível da escola primária; quer na juventude, quando se transferiu para Lourenço Marques (hoje Maputo) para prosseguir com os seus estudos; ou em idade adulta, na universidade ou nos locais onde trabalhou.
“Para este simpósio foram convidadas pelo menos seis individualidades de renome internacional que estudaram a vida e obra de Eduardo Mondlane, quer através de pesquisa, quer por via de teses de mestrado ou doutoramento”, afirmou Joel das Neves Tembe.
Para além do simpósio, o mês de Junho será ainda altura de realização de uma maratona. A prova de atletismo terá lugar no dia 20 em Nwadjahane e contará com a participação de residentes locais, estudantes e atletas profissionais que se deslocarão de Maputo para aquele local.
No âmbito das actividades da UEM para assinalar o ano do seu patrono, o maior estabelecimento do Ensino Superior nacional projecta ainda fornecer obras e escritos ao Museu Eduardo Mondlane, erguido em Nwadjahane, para além de fotografias para o enriquecimento da exposição que ali se encontra patente. A UEM também vai instalar uma sala de vídeo-conferência no referido museu.
O porta-voz da UEM referiu ainda que as actividades promovidas pela UEM não ficam por aqui. Explicou que as faculdades e outros núcleos daquele estabelecimento de ensino estão, de forma individual, a promover palestras, exposições e/ou actividades culturais e desportivas para assinalarem a efeméride.
“Também temos a nível central acções programadas para os próximos meses, uma vez que o Ano Eduardo Mondlane vai até Dezembro”, enfatizou sem entrar em pormenores em torno do que está previsto para depois de Junho.
Maputo, Quarta-Feira, 15 de Abril de 2009:: Notícias
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