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24 de maio de 2015

Hinos do Grupo Desportivo de Lourenço Marques



MARCHA DO DESPORTIVO

1

Alvi-negra, e altaneira
Não se deixando vencer
É assim nossa bandeira
Que juramos defender
Cada Taça é uma vitória
É assim uma certeza
A juntar a tanta glória
Disputada com nobreza

Refrão

O Desportivo é motivo
De orgulho p'ra todos nós
Ser Campeão
É tradição
Que vem dos nossos avós
O seu emblema
Tem por lema
Ser, na luta, combativo
Vamos, rapazes!
P'ra sermos azes
Avante p'lo Desportivo

2

Quer na bola ou na piscina
Quer noutra modalidade
Para a gente Laurentina
Não há outro na cidade
É o “Grupo Desportivo”
– Que anda sempre na berra
O que tem por distintivo
O Escudo da nossa Terra

Refrão

O Desportivo é motivo
De orgulho p'ra todos nós
Ser Campeão
É tradição
Que vem dos nossos avós
O seu emblema
Tem por lema
Ser, na luta, combativo
Vamos, rapazes!
P'ra sermos azes
Avante p'lo Desportivo

Letra: Natália Paula
Arranjos: Raul Simões
Interpretação: Marinela


CANÇÃO DO DESPORTIVO


Refrão (entoar 2 vezes)

No Desportivo nunca estamos sós
O Desportivo
Está comigo
Está contigo
Está com todos nós

1

O Desportivo
É grande porque é unido
E sabe bem o sentido
D’Alma sã em corpo são
O Desportivo
A perder ou a ganhar
Com valor sabe marcar
Uma nobre posição

Refrão (entoar 2 vezes)

No Desportivo nunca estamos sós
O Desportivo
Está comigo
Está contigo
Está com todos nós

2

O seu atleta
Sempre firme, sem tremer
Suas cores a defender
Põe na luta o coração
E com razão
Quando acaba por vencer
Toda a gente anda a dizer
Desportivo Campeão

Refrão (entoar 2 vezes)

No Desportivo nunca estamos sós
O Desportivo
Está comigo
Está contigo
Está com todos nós

Letra: Campos Vieira
Arranjos: Artur Fonseca
Interpretação: Mariza


Fonte: Bigslam

11 de maio de 2014

Moçambique: Farol do Macúti na Cidade da Beira



Caracteriza-se por ser uma torre troncónica com 28 metros de altura, possuindo um farol de rotação com o alcance de 18 milhas. A sua construção foi efetuada pelo engenheiro Carlos Roma Machado de Faria e Maia, tendo sido inaugurado a 2 de Janeiro de 1904. Estava equipado com uma lâmpada de 50.000 velas, possuindo para-raios, mastro de sinais, sereia acústica e uma linha telegráfica que o ligava à Capitania dos Portos.


Fonte: Arquivo Pessoal

Moçambique: Estação Ferroviária na Cidade da Beira



Os autores desta obra foram os arquitetos João Afonso Garizo do Carmo, Francisco de Castro e Paulo de Melo Sampaio. A estação foi inaugurada em 1 de Outubro de 1966. O edifício foi decorado, interior e exteriormente, por um notável grupo de artistas que residiam em Moçambique.


Fonte: Arquivo Pessoal

Moçambique: Conselho Municipal na Cidade da Beira



Construído inicialmente para residência do Dr. Araújo de Lacerda, o benemérito da cidade. Em 1928 reverteu a favor da Comissão de Administração Urbana, tal como rezava o seu testamento. Inicialmente, era uma casa de madeira e zinco, tendo sido reconstruída em alvenaria. O aspeto atual é de 1943, quando se reconstruíram as fachadas, a partir de projeto do arquiteto José Luís Porto.


Fonte: Arquivo Pessoal

Moçambique: Clube Náutico na Cidade da Beira



Localiza-se no Bairro do Macúti. O projeto é do arquiteto Francisco de Castro, tendo sido construído em 1955, compreendendo um restaurante-bar, um parque infantil e uma piscina.


Fonte: Arquivo Pessoal

Moçambique: Cinema Nacional na Cidade da Beira



Localiza-se na Rua Costa Serrão. O seu ante-projeto foi apresentado publicamente em Maio de 1953, sendo da autoria do arquiteto Castro Freire. Foi inaugurado a 31 de Maio de 1956.


Fonte: Arquivo Pessoal

Moçambique: Cine-Teatro São Jorge na Cidade da Beira


Propriedade original dos irmãos Paraskeva (Nicolau, Cleo e João). Teve como arquiteto João Afonso Garizo do Carmo (1917-1974). Tem intervenções artísticas do escultor Arlindo Rocha e do ceramista Jorge Garizo do Carmo. Foi inaugurado a 17 de novembro de 1954. Erguido numa zona de expansão urbana da Beira, foi o primeiro grande teatro da cidade e uma das suas obras pioneiras de arquitetura moderna. Compõe-se de um volume trapezoidal em leque, correspondendo à sala de espetáculos, implantado obliquamente ao cunhal sul da antiga Praça Almirante Reis, precedido por dois corpos menores convexos, contendo os espaços de apoio, que se intersectam num jogo volumétrico organicamente expressionista. Edifício construído em betão e aço, na fachada principal destaca-se o vão horizontal de dupla altura, enquadrado por uma moldura saliente e protegido por um brise-soleil de lâminas verticais, publicitando no exterior o carácter excepcional da sua função pública.


Fonte: Arquivo Pessoal

11 de março de 2014

Moçambique: Casa Portugal na Cidade da Beira



Inicialmente designada por Casa Fabre, situa-se no Largo Araújo de Lacerda (atual Praça do Metical). Foi construída no final do século XIX, tendo estado ali instalado o «cabo submarino». Insere-se na chamada «arquitetura de ferro», com três pisos avarandados cobertos, apoiados em finos pilares.


Fonte: Arquivo Pessoal


Moçambique: Casa dos Bicos na Cidade da Beira



Construída por iniciativa da Junta de Comércio Externo, para ali se instalar o «Pavilhão de Exposições Permanentes de Atividades Económicas». O projeto é do arquiteto João Afonso Garizo do Carmo, possuindo um invulgar sentido moderno, com movimentada volumetria, teve, porém, problemas sérios que afetaram a sua estrutura, encontrando-se abandonado.


Fonte: Arquivo Pessoal

Moçambique: Casa da Cultura na Cidade da Beira



Projeto de autoria de Paulo de Melo Sampaio, Bernardino Vareta Ramalhete e José Augusto Moreira, para alojar o Auditório e Galeria de Arte da Beira. A sua inauguração, não oficial, viria a ocorrer a 6 de Maio de 1972, tendo-se envolvido toda a comunidade beirense na sua construção.


Fonte: Arquivo Pessoal

Moçambique: Capela de S. João Baptista na Cidade da Beira


Foi a primeira igreja da cidade, tendo sido inaugurada em 5 de Outubro de 1893. Esteve aberta ao culto até Janeiro de 1906, sendo demolida em 1908, com exceção da torre que serviu para nela se instalar o Observatório Meteorológico.

 
Fonte: Arquivo Pessoal

Moçambique: Antiga Cadeia na Cidade da Beira



A sua localização inicial era junto do edifício do Tribunal, tendo-se efetuado ali algumas obras em 1907. Verificou-se posteriormente que o local escolhido não tinha as dimensões suficientes para a acolher. Escolheu-se então um local nas proximidades do Chiveve, ao lado do antigo Arsenal. Foi projetada e construída pela Direcção de Obras Públicas, tendo ficado concluída em 1922.


Fonte: Arquivo Pessoal

7 de janeiro de 2014

Moçambique: Banco Standard Bank na Cidade da Beira



Construído em 1896, trata-se de um dos primeiros edifícios a usar tijolo em vez de estruturas metálicas pré-fabricadas. O seu estilo classicizante adequava-se ao figurino prestigiante que a instituição pretendia exibir.


Fonte: Arquivo Pessoal

Moçambique: Antigo Clube Inglês na Cidade da Beira


Sede do antigo Clube Inglês fundado em 1899. Inicialmente era uma casa em madeira e zinco, tendo sido reedificada em alvenaria, em data não posterior a 1923. Encontrava-se em ruínas quando o banco «Millenium BIM» o recuperou, a partir de projeto do arquiteto Francisco Ivo.


Fonte: Arquivo Pessoal

18 de dezembro de 2013

Moçambique: Banco Nacional Ultramarino da Beira


Desenhado pelo engenheiro José Figueiredo Correia, num gosto «arte deco» tardio, foi inaugurado em 9 de Setembro de 1954.


Fonte: Arquivo Pessoal

17 de novembro de 2013

Moçambique: Associação Comercial da Beira



Em 1952 foram dados os primeiros passos para a construção do atual edifício, em substituição de um outro erguido em 1923/24. O projeto, da autoria do arquiteto Paulo de Melo Sampaio, foi aprovado em Setembro de 1956, vindo a ser inaugurado em 1961.

Fonte: Arquivo Pessoal

Moçambique: Aerogare da Beira


 
De autoria do arquiteto Cândido Palma de Melo, viria a ser inaugurada a 27 de Junho de 1968, tendo o seu custo orçado em 35 mil contos. A decoração interior é do arquiteto José Augusto Moreira, com painéis decorativos de José Pádua.


Fonte: Arquivo Pessoal

13 de janeiro de 2013

Inhambane, A Terra da Boa Gente (Ano de 1965)


Em 10 de Janeiro de 1498 Vasco da Gama aportou à Baía de Inhambane, que ficou para sempre assinalada como a TERRA DA BOA GENTE.

Em 1552 também aportaram a estas águas os sobreviventes do trágico naufrágio de Sepúlveda que iam a caminho de Sofala.

A povoação existente foi elevada a vila por carta régia de 9 de Maio de 1761 e a cidade por Portaria de 12 de Agosto de 1956.

A sua configuração é única no Sul da Província, porque a par de vetustos edifícios solarengos e de estreitas artérias, encontram-se construções modernas e largas avenidas arborizadas. Entre as construções mais importantes contam-se a residência do Governador do Distrito, a Direcção de Administração Civil, as Obras Públicas e os Paços do Concelho.

A cidade, sede de uma diocese, ocupa uma área de 200 hectares; as ruas têm uma extensão total que se aproxima dos 20 000 metros, mais de metade dos quais totalmente asfaltados. A população do Concelho de Inhambane era, pelo censo oficial de 1960, de 68 000 almas.

Na campanha contra o Gungunhana, Inhambane serviu de base à coluna do coronel Galhardo – campanha que resultou na pacificação do interior do Distrito. Também da cidade saiu Mouzinho com a sua cavalaria, a caminho da vitória e da glória em Coolela.

O porto cujas características e movimento, regista um movimento anual interessante de tonelagem de mercadorias movimentadas e de passageiros.

Inhambane possui longas tradições de assinalado portuguesismo; a sua história está estreitamente ligada à história da Província; os seus habitantes são trabalhadores e hospitaleiros. Porém, factores vários têm retardado o seu progresso em relação a outras cidades da Província. Fazemos votos para que nestes tempos mais próximos esse atraso seja recuperado e a simpática cidade ocupe o lugar que merece na comunidade moçambicana.

Fonte: Arquivo Pessoal

Distrito de Inhambane (Ano de 1965)

Este distrito compreende os Concelhos de Inhambane e Maxixe e as Circunscrições de Govuro, Homoíne, Inharrime, Massinga, Morrumbene, Panda, Vilanculos e Zavala, abrangendo uma área total aproximada de 68 470 quilómetros.

A população do distrito era, pelo censo de 1960, de 584 538 indivíduos.O grupo étnico dominante é o Tonga, mas com características próprias encontram-se também os Batchanganas, Batchopes, Bitongas e Bachengues.

Os números mais representativos da agricultura do distrito são:

Algodão – 3 000 toneladas

Castanha de caju – 3 000 toneladas

Copra – 500 toneladas

Milho – 600 toneladas

Estes números referem-se a produtos comprados aos agricultores (ano de 1962).O total das espécies pecuárias existentes no distrito era, pelo arrolamento de 1961, o seguinte:

Bovino – 80 000

Ovino – 9 600

Caprino – 50 000

Suíno – 9 150

Inhambane é ligada a Inharrime por um caminho de ferro com a extensão de 90 quilómetros. Em apoio dos caminhos de ferro, a Camionagem Automóvel dos Caminhos de Ferro de Inhambane e Gaza dispõe de uma frota de 60 camiões para passageiros e carga.

O distrito está ligado à capital da Província pela E.N. 1, magnífica via asfaltada com intenso trânsito comercial.

Esteve recentemente na cidade de Inhambane um grupo de técnicos chefado pelo Prof. Edgar Cardoso para efectuar o estudo da construção da ponte destinada a ligar a capital do distrito a Maxixe, no outro lado da baía. Esta povoação, dispões nas suas proximidades de belas praias, com excelentes possibilidades para a pesca desportiva, já muito conhecidas e visitadas por grande número de turistas estrangeiros.

Na região de Vilanculos fica situado um triângulo turístico actualmente muito procurado por visitantes das Rodésias e da África do Sul. Inhassouro, Vilanculos e Ilha de Santa Carolina atraem largo número de visitantes. A pesca desportiva de alto mar está consagrada por um concurso internacional efectuado todos os anos em Vilanculos.

Quatro portos estão abertos à navegação:Inhambane (visitado regularmente pela cabotagem), Vilanculos, Mambone e Bartolomeu Dias.A capital do Distrito é a cidade de Inhambane.

Fonte: Arquivo Pessoal

16 de dezembro de 2012

Maputo: Jardim Tunduru em obras a partir de Janeiro de 2013



O Jardim Tunduru, localizado no coração da cidade de Maputo, poderá mudar de rosto a partir de Janeiro do próximo ano como resultado de obras de reabilitação a arrancar por aquelas alturas.

Maputo, Sábado, 15 de Dezembro de 2012:: Notícias

Para o efeito, o Conselho Municipal lançou já o concurso para a selecção do empreiteiro a ser encarregue pelas obras e a ideia é que os trabalhos arranquem durante o primeiro mês do ano.


A necessidade de se avançar rapidamente na restauração do Tunduru, o maior jardim botânico do país e actualmente degradado, é visível no tempo estipulado para a submissão de propostas por parte dos empreiteiros, menos de 25 dias, ou seja desde 12 de Novembro a 4 de Dezembro.