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19 de novembro de 2009

Inglaterra: O passeio da rainha

O passeio da rainha A rainha Isabel II regressa à sua residência, no Palácio de Buckingham, depois de um discurso nas Casas do Parlamento esta manhã. Foto@Lusa/EPA/Daniel Deme

28 de outubro de 2009

Reino Unido: A gigante "Mona Lisa"

A gigante "Mona Lisa" O Recorde do Mundo do Guinness para a maior reprodução da Mona Lisa, no Paíes de Gales, Reino Unido, 28 de Outubro de 2009. Membros da comunidade local de Wrexham criaram a maior reprodução da obra mais conhecida de Leonardo da Vinci, com uma dimensão de 240 metros quadrados, equiavalente ao tamanho de 24 autocarros de dois andares. Foto@EPA/Anita Maric

5 de setembro de 2009

Londres: Merkel & Companhia...

Merkel & Companhia... Protestos do movimento "As Pessoas Primeiro", encarnando alguns dos líderes do G20. Na foto, os manifestantes usam máscaras e fatos de Barack Obama, Hu Jintao, Angela Merkel, Silvio Berlusconi e Kevin Rudd, numa demonstração esta manhã em Londres, cidade onde se irá realizar o encontro dos Ministros das Finanças do G20. Foto@EPA/Jonathan Brady

3 de setembro de 2009

O incêndio que arrasou a cidade medieval de Londres a 2 de Setembro de 1666

O incêndio que arrasou a cidade medieval de Londres A 2 de Setembro de 1666, um incêndio deflagrou numa padaria na zona central de Londres, pouco depois da meia-noite. Foi o começo do que ficou conhecido como o Grande Incêndio de Londres, um desastre que destruíu quase toda a zona medieval da cidade, delimitada pela antiga muralha romana. O fogo progrediu rapidamente, ajudado por um Verão excepcionalmente seco, pelo vento e pelas muitas casas de madeira. Londres acabava de sair de um ano de peste bubónica mortífera, que em 1665 tirara a vida a cerca de 100 mil pessoas - aproximadamente um sexto a um quinto da população. Durante quatro dias, a cidade medieval ardeu, pondo em fuga os habitantes. Os meios de combate a incêndios eram quase inexistentes, e a forma mais eficaz de impedir o avanço do fogo era destruir os edifícios antes que as chamas os atingissem, de forma a criar uma barreira. Ainda assim, mais de 13 mil edifícios arderam, incluindo a catedral de S. Paulo, mais tarde reconstruída. Não se sabe o número de vítimas; tradicionalmente, tem-se acreditado que foram poucas, mas tal pode dever-se apenas à ausência de registos - sobretudo tendo em conta que a maioria dos cerca de 80 mil habitantes daquela área de Londres eram pobres ou de classe média. Rapidamente foi identificado um bode expiatório à medida dos conflitos sociais da época: um francês, católico, confessou o crime, dizendo que agira ao serviço do Papa. Foi enforcado. Mais tarde, chegou-se à conclusão de que só tinha chegado à cidade dois dias depois de o fogo ter começado. Apesar de planos grandiosos de reconstrução, que transformariam Londres numa jóia ao gosto barroco da época, as dificuldades práticas levaram a que a cidade ressurgisse aos poucos, segundo uma planta não muito diferente da anterior. Mas, agora, com casas em alvenaria, ruas mais largas e com acesso ao rio, e melhorias sanitárias que pretendiam evitar que uma tragédia da mesma dimensão pudesse repetir-se. 02 de Setembro de 2009

24 de agosto de 2009

Inglaterra: Miúdo de 6 anos é director de museu

Inglaterra: Miúdo de 6 anos é director de museu Um menino de seis anos de idade foi contratado como "diretor de diversão" no Museu Ferroviário Nacional, na cidade inglesa de York. Sam Pointon, da cidade de Leicester, é fanático por trens e escreveu ao museu se candidatando para substituir o diretor do local, Andrew Scott, que estava se aposentando. "Eu tenho um trilho de trem elétrico. Eu sou bom no meu trilho. Eu consigo controlar dois trens ao mesmo tempo", escreveu Sam em sua carta. Os coordenadores do museu ficaram tão impressionados com o entusiasmo do menino que ofereceram a ele o papel de diretor de diversão. "É sempre fantástico ver crianças tão pequenas com uma paixão real por trens, assim como eu quando era menino", disse o diretor do museu. Emprego dos sonhos Para Sam, trata-se do emprego dos sonhos. "É o melhor trabalho do mundo. Eu amo. É muito divertido", disse ele. "O meu favorito é o motor a vapor." Quando perguntado o que o qualifica para o trabalho no museu, Sam disse que já esteve em vários trens, incluindo o Eurostar (que liga a Grã-Bretanha à França através do canal da Mancha). A mãe de Sam, Lorraine, disse que seu filho "como todo menino de sua idade, é louco por comboios". "Ele acha que agora que tem esse trabalho não precisará ir mais à escola. Nós tivemos que dizer a ele que ainda precisa ir ao colégio", disse ela. Lorraine contou que a família estava de férias quando seu marido descobriu um anúncio em um jornal anunciando a aposentadoria do diretor do museu. "Nós começamos a provocar Sam, dizendo que seria o emprego de seus sonhos", disse. "Quando voltamos de férias, ele começou a escrever uma carta, e nós acabamos mandando." Ela disse que a família foi então convidada para visitar o museu e Sam foi declarado diretor de diversão. "Foi a terceira visita de Sam ao museu, mas acho que voltaremos lá em breve." Com a BBC. Expresso das Ilhas, 24 de Agosto de 2009

31 de julho de 2009

Adeus, Bobby Robson

Adeus, Bobby Robson Bobby Robson, um dos mais carismáticos nomes do futebol inglês e o homem que "apadrinhou" José Mourinho, morreu hoje aos 76 anos, depois de uma batalha contra um cancro nos pulmões. Robson, que representou a selecção inglesa nos Mundiais de 1958 e 1962, treinou em Portugal o Sporting e o FC Porto, clube onde venceu dois campeonatos nacionais e uma taça de Portugal. Foto@EPA/Toussaint Kluiters

19 de julho de 2009

Inglaterra: Morreu homem mais velho do mundo com 113 anos

Morreu homem mais velho do mundo Henry Allingham, o homem mais velho do mundo, morreu na madrugada deste domingo em Ovingdean, próximo de Brighton, costa sul da Inglaterra, com 113 anos. Detentor do título de homem mais idoso do planeta desde 19 de Junho, Allingham era um dos dois únicos veteranos britânicos sobreviventes da I Guerra Mundial. Entrou na Royal Naval Air Service, precursora da Royal Air Force, em 1915, e, um ano depois, participou na Batalha da Jutlândia, o maior conflito naval da I Grande Guerra. Na II Guerra Mundial, trabalhou em estratégias para contrariar as minas magnéticas. Allingham foi co-autor de uma autobiografia, "Kitchener's Last Voluntary", sobre os voluntários da guerra na Grã-Bretanha, e foi distinguido como Oficial da Legião de Honra de França. Lusa, 19 de Julho de 2009