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25 de abril de 2016

Indecoroso, por Adriano Moreira



VERGONHA é comparar a Reforma de um Deputado com a de uma Viúva.

VERGONHA é um Cidadão ter que descontar 40 ou mais anos para receber Reforma e aos Deputados bastarem somente 3 ou 6 anos conforme o caso e que aos membros do Governo para cobrar a Pensão Máxima só precisam do Juramento de Posse.

VERGONHA é que os Deputados sejam os únicos Trabalhadores (???) deste País que estão Isentos de 1/3 do seu salário em IRS… e reformarem-se com 100% enquanto os trabalhadores se reformam na base de 80%...

VERGONHA é pôr na Administração milhares de Assessores (leia-se Amigalhaços) com Salários que desejariam os Técnicos Mais Qualificados.

22 de janeiro de 2014

Túmulo de Eusébio da Silva Ferreira



Fonte: Recebido por email

25 de maio de 2013

Os carenciados

22 de maio de 2013

Serviço Nacional de Saúde


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13 de maio de 2013

Desigualde entre ricos e pobres!!!



Recebido por email

Eu sabia... Jesus só podia ser português!!!



Recebido por email


3 de maio de 2013

Licenciatura em Prótese Dentária



Despacho n.º 5459/2013. D.R. n.º 80, Série II de 2013-04-24


Designa Ana Margarida Soares Heitor de Bellegarde Machado para exercer as funções de apoio auxiliar no Gabinete do Secretário de Estado da Cultura


Gabinete do Secretário de Estado da Cultura Despacho n.º 5459/2013

1 — Ao abrigo do disposto no n.° 2 do artigo 3.°, nos n°s 1, 2, 3 do artigo 11.° e do artigo 12.° do Decreto -Lei n.° 11/2012, de 20 de janeiro, designo para exercer as funções de apoio auxiliar do meu Gabinete Ana Margarida Soares Heitor de Bellegarde Machado.

2 — Para efeitos do disposto no artigo 12.° a nota curricular da designada é publicada em anexo ao presente despacho que produz efeitos desde 1 de abril de 2013.

3 — Publique -se no Diário da República e promova -se a respectiva publicitação na página electrónica do Governo. 12 de abril de 2013.


O Secretário de Estado da Cultura,

Jorge Barreto Xavier.

Nota Curricular

Dados Pessoais: Nome: Margarida Soares Heitor de Bellegarde Machado
Data de Nascimento: 17 de junho de 1983

Habilitações Académicas:

Licenciatura em Prótese Dentária na Escola Superior de Saúde Egas Moniz

"Que se lixem as eleições, o que interessa é Portugal", diz Passos Coelho aos deputados




Que se lixem as eleições, que se lixem os direitos e as garantias de quem trabalha, que se lixem os subsídios e as pensões, que se lixe a saúde, a casa, o pão e a educação, e que se lixe a habitação, e a constituição, e a liberdade e a democracia, que se lixem os portuguesas e as portuguesas, crianças, jovens, adultos ou mais idosos, que se lixem com lixa fina, média ou grossa, com maior ou menor delicadeza, o que interessa é Portugal.

Viva Portugal! Salazar o maior Estadista de Portugal nunca se esquecia de invocar!
Recebido por email


Afinal ele resolveu dar o exemplo

22 de abril de 2013

O ovo colombiano (André Macedo)



Em Maputo, na Avenida Vladimir Lenine, vendem-se sapatos em segunda mão. Chegam de Portugal em contentores cheios até ao teto, cabe sempre mais um par. Antes de serem espalhados pelo chão, os sapatos passam por alguidares de água onde levam um banho de juventude arrancado a escova e à unha. No fim parecem quase novos - novos usados. O esforço compensa: os vendedores fazem negócio, os clientes saem contentes, ninguém se lembra de que aqueles sapatos já não serviam para nada de onde vieram. As relações entre portugueses e moçambicanos são um pouco assim. Fizeram milhares de quilómetros juntos, acomodaram-se, foram-se desgastando. Hoje procuram ganhar nova vida. No entanto, as promessas políticas raramente são cumpridas e a força das relações entre os dois países é apenas levemente aproveitada. Levaram meias solas, mas continuam mal amanhadas.

Lembrei-me de Moçambique porque estou por estes dias em Bogotá, na Colômbia, e anteontem ouvi Cavaco Silva falar da nossa relação com os países africanos lusófonos como forma de atrair o investimento latino-americano para Portugal. Foi conversa de Presidente para Presidente, de Cavaco para Juan (Manuel Santos), mas os jornalistas de Bogotá pegaram logo na frase porque não tinham olhado para o assunto desta maneira. Portugal e África na mesma frase é notícia, dá um bom título, torna-nos maiores, mais relevantes, mais interessantes. Portugal é, para os colombianos, uma ponte frágil para chegar à União Europeia (os espanhóis contam mais), mas vocês (nós), dizia-me um empresário daqui, podem ser bons sócios para chegarmos a esse continente. Há duas semanas, na visita que Paulo Portas fez à Índia, aconteceu o mesmo. Sempre que um português dizia que tinha negócios em África, os indianos esticavam os ouvidos. Portugal? Sim, sim, interessante. Portugal & África? Interessantíssimo!

Apesar de ser assim, apesar de ser evidente que Portugal tem muito a ganhar em aproximar-se convictamente de Moçambique e de Angola, mas também de Cabo Verde e São Tomé, o impulso político português nesta área é quase inexistente. Cavaco já incorporou a ideia africana nos discursos oficiais, mas ainda é uma tentativa envergonhada. Nas apresentações aos empresários estrangeiros gasta-se mais tempo a falar das maravilhas dos investimentos europeus em Portugal - como se precisássemos acima de tudo de provar que fazemos parte desse clube - do que a mostrar o que as empresas portuguesas estão a fazer em Angola e em Moçambique ou até o caminho inverso: o que estes países estão a conseguir em Portugal. Nos dois lados, nem tudo é bom, mas também nem tudo é mau. Há uma relação, há economia, é, portanto, o ovo de Colombo: difícil de lá chegar, mas depois maravilhosamente simples e óbvio.

Diário de Notícias, 18 abril 2013

3 de abril de 2013

Governo recruta dois especialistas de topo: Um com 21 e outro com 22 anos...

Governo recruta dois especialistas de topo para renegociar Memorando da Troika. Um com 21 e outro com 22 anos...

Podem ter o canudo... acabaram de sair da universidade...

Então onde está o Curriculum Vitae deles, a experiência, a formação profissional complementar, o desempenho, a responsabilidade, etc., que só se vai adquirindo ao longo dos anos???!!!
Especialistas em quê???!!!...

Recebido por e-mail

10 de março de 2013

A trapeira do Job (José António Barreiros, advogado)

Isto que eu vou dizer vai parecer ridículo a muita gente.

Mas houve um tempo em que as pessoas se lembravam, ainda, da época da infância, da primeira caneta de tinta-permanente, da primeira bicicleta, da idade adulta, das vezes em que se comia fora, do primeiro frigorífico e do primeiro televisor, do primeiro rádio, de quando tinham ido ao estrangeiro.

Houve um tempo em que, nos lares, se aproveitava para a refeição seguinte o sobejante da refeição anterior, em que, com ovos mexidos e a carne ou peixe restante, se fazia "roupa velha". Tempos em que as camisas iam a mudar o colarinho e os punhos do avesso, assim como os casacos, e se tingia a roupa usada, tempos em que se punham meias-solas com protectores. Tempos em que ao mudar-se de sala se apagava a luz, tempos em que se guardava o "fatinho de ver a Deus e à sua Joana".

E não era só no Portugal da mesquinhez salazarista. Na Inglaterra dos Lordes, na França dos Luíses, a regra era esta. Em 1945 passava-se fome na Europa, a guerra matara milhões e arrasara tudo quanto a selvajaria humana pode arrasar.

Houve tempos em que se produzia o que se comia e se exportava. Em que o País tinha uma frota de marinha mercante, fábricas, vinhas, searas.

5 de março de 2013

Também tive uma iPedra!


Não gastava energia nenhuma, nem sequer solar!

Não precisava de "pen" para escrever, até prego enferrujado servia!

Mesmo partida, qualquer um dos pedaços funcionava lindamente!

Quando me arrependia do que escrevia, bastava cuspir no "screen" e passar a mão para fazer um "reset" total!

E o melhor de tudo:
 
A inteligência era tranferida do meu cérebro para o "device", não o contrário!
 
Recebido por e-mail

"Sermão do Bom Ladrão" (Padre António Vieira)



"Não são ladrões apenas os que cortam as bolsas.

Os ladrões que mais merecem este título são aqueles a quem os reis encomendam os exércitos e as legiões, ou o governo das províncias, ou a administração das cidades, os quais, pela manha ou pela força, roubam e despojam os povos.

Os outros ladrões roubam um homem, estes roubam cidades e reinos; os outros furtam correndo risco, estes furtam sem temor nem perigo.

Os outros, se furtam, são enforcados; mas estes furtam e enforcam."

Padre António Vieira

17 de fevereiro de 2013

Almeida Henriques futuro Presidente da Câmara Municipal de Viseu



O perfil de ALMEIDA HENRIQUES, SECRETÁRIO DE ESTADO DA ECONOMIA. Futuro Presidente da Câmara de Viseu.

Do seu curriculum, disponível na NET, exerceu funções apenas de fachada ou sem remuneração. Curiosamente aquela onde exerceu a sua actividade durante mais tempo e que levou à falência, da GABIFORMA. A GABITRÓNICA, de nada se sabe.

Este Sr., é advogado, suspenso na Ordem, não exerceu a actividade... por falta de clientes.

Foi Deputado à A.R. Nessa qualidade usou duas viaturas compradas em nome da GABIFORMA: Peugeot - topo de gama e, AUDI A6. Era a Gabiforma que pagava as amortizações do leasing, a manutenção e o combustível, do mesmo modo que o faziam os seus sócios com os seus Mercedes classe E. Por essa razão e, outras, levaram as empresas à falência.

Sobre a viajem ao BRASIL.

O Cavalheiro gosta de atirar poeira nos olhos dos distraídos. Todos sabemos que a factura dos Hotéis é emitida em nome do hóspede, independentemente de quem a paga, que pode ser uma empresa ou outra pessoa. Só quem não viaja, é que não sabe!

Então eu não vi que ele e mais dois sócios foram à Alemanha, há mais de uma dezena de anos, e fiseram o seguinte:

- A Gabiforma pagou a viagem e a estadia dos três.

- Posteriormente, cada um debitou cerca de 8 000 kms de carro (24 000 kms), assim como as ajudas de custo. Depois, apresentaram as contas das refeições e dos hotéis. É o que se chama 3 em 1!!!!

Não lhe reconheço nem conheço rendimentos para poder gastar em tal viagem.

Enquanto Deputado na A. R., foi ali posto pelo JOAQUIM ALBERTO VIEIRA COIMBRA, o homem da LABESFAL, do PSD, do BPN, que na Comissão de Inquérito da A.R. falava no "B.I. com sendo Bilhete de Identidade e não Banco Insular. Este Coimbra, é "tu cá, tu lá" com o Oliveira e Costa, Arnault, Dias Loureiro e era um dos maiores "accionistas" da SLN / BPN, e que há dias apareceu como devendo ao Banco cerca de 12 milhões de euros.

Este Almeidinha, fez parte de Comissões na A.R. para defender os interesses do Joaquim Coimbra e dos seus ex- Laboratórios Labesfal.

O ALMEIDEINHA vais ser o futuro PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE VISEU, a menos que lhe descubram as carecas.

VAMOS A DIVULGAR!

Provérbios Populares Portugueses: a nova sabedoria popular



- Em Janeiro sobe ao outeiro; se vires verdejar, põe-te a cantar, se vires o Passos, põe-te a chorar.

- Quem vai ao mar avia-se em terra; quem vota Passos, mais cedo se enterra.

- Passos a rir em Janeiro, é sinal de pouco dinheiro.

- Quem anda à chuva molha-se; quem vota em Passos lixa-se.

- Ladrão que rouba a ladrão tem cem anos de perdão; parvo que vota em Passos, tem cem anos de aflição.

- Gaivotas em terra, temporal no mar; Passos em São Bento, o povinho a penar. - Há mar e mar, há ir e voltar; só vota em Passos quem se quer afogar.

- Março, marçagão, manhã de Inverno tarde de Verão; Passos soarão, manhã de Inverno, tarde de inferno.

- Casa roubada, trancas na porta; Passos eleito, ervas na horta.

- Peixe não puxa carroça; votar em Passos, asneira grossa.

- Amigo disfarçado, inimigo dobrado; Passos empossado, povinho lixado.

- A ocasião faz o ladrão, e de Passos um aldrabão. - Não há regra sem exceção, nem Passos sem confusão.

- A fome é o melhor cozinheiro, Passos o melhor coveiro.

- Olhos que não vêem, coração que não sente, mas aturar o Passos, não se faz à gente.

- Boda molhada, boda abençoada; Passos eleito, pesadelo perfeito.

- Com Passos e bolos se enganam os tolos.

Recebido por e-mail

30 de janeiro de 2013

13 de janeiro de 2013

Restaurante Adega Regional "O Monhé" (Santa Maria da Feira)

Inhambane, A Terra da Boa Gente (Ano de 1965)


Em 10 de Janeiro de 1498 Vasco da Gama aportou à Baía de Inhambane, que ficou para sempre assinalada como a TERRA DA BOA GENTE.

Em 1552 também aportaram a estas águas os sobreviventes do trágico naufrágio de Sepúlveda que iam a caminho de Sofala.

A povoação existente foi elevada a vila por carta régia de 9 de Maio de 1761 e a cidade por Portaria de 12 de Agosto de 1956.

A sua configuração é única no Sul da Província, porque a par de vetustos edifícios solarengos e de estreitas artérias, encontram-se construções modernas e largas avenidas arborizadas. Entre as construções mais importantes contam-se a residência do Governador do Distrito, a Direcção de Administração Civil, as Obras Públicas e os Paços do Concelho.

A cidade, sede de uma diocese, ocupa uma área de 200 hectares; as ruas têm uma extensão total que se aproxima dos 20 000 metros, mais de metade dos quais totalmente asfaltados. A população do Concelho de Inhambane era, pelo censo oficial de 1960, de 68 000 almas.

Na campanha contra o Gungunhana, Inhambane serviu de base à coluna do coronel Galhardo – campanha que resultou na pacificação do interior do Distrito. Também da cidade saiu Mouzinho com a sua cavalaria, a caminho da vitória e da glória em Coolela.

O porto cujas características e movimento, regista um movimento anual interessante de tonelagem de mercadorias movimentadas e de passageiros.

Inhambane possui longas tradições de assinalado portuguesismo; a sua história está estreitamente ligada à história da Província; os seus habitantes são trabalhadores e hospitaleiros. Porém, factores vários têm retardado o seu progresso em relação a outras cidades da Província. Fazemos votos para que nestes tempos mais próximos esse atraso seja recuperado e a simpática cidade ocupe o lugar que merece na comunidade moçambicana.

Fonte: Arquivo Pessoal

Distrito de Inhambane (Ano de 1965)

Este distrito compreende os Concelhos de Inhambane e Maxixe e as Circunscrições de Govuro, Homoíne, Inharrime, Massinga, Morrumbene, Panda, Vilanculos e Zavala, abrangendo uma área total aproximada de 68 470 quilómetros.

A população do distrito era, pelo censo de 1960, de 584 538 indivíduos.O grupo étnico dominante é o Tonga, mas com características próprias encontram-se também os Batchanganas, Batchopes, Bitongas e Bachengues.

Os números mais representativos da agricultura do distrito são:

Algodão – 3 000 toneladas

Castanha de caju – 3 000 toneladas

Copra – 500 toneladas

Milho – 600 toneladas

Estes números referem-se a produtos comprados aos agricultores (ano de 1962).O total das espécies pecuárias existentes no distrito era, pelo arrolamento de 1961, o seguinte:

Bovino – 80 000

Ovino – 9 600

Caprino – 50 000

Suíno – 9 150

Inhambane é ligada a Inharrime por um caminho de ferro com a extensão de 90 quilómetros. Em apoio dos caminhos de ferro, a Camionagem Automóvel dos Caminhos de Ferro de Inhambane e Gaza dispõe de uma frota de 60 camiões para passageiros e carga.

O distrito está ligado à capital da Província pela E.N. 1, magnífica via asfaltada com intenso trânsito comercial.

Esteve recentemente na cidade de Inhambane um grupo de técnicos chefado pelo Prof. Edgar Cardoso para efectuar o estudo da construção da ponte destinada a ligar a capital do distrito a Maxixe, no outro lado da baía. Esta povoação, dispões nas suas proximidades de belas praias, com excelentes possibilidades para a pesca desportiva, já muito conhecidas e visitadas por grande número de turistas estrangeiros.

Na região de Vilanculos fica situado um triângulo turístico actualmente muito procurado por visitantes das Rodésias e da África do Sul. Inhassouro, Vilanculos e Ilha de Santa Carolina atraem largo número de visitantes. A pesca desportiva de alto mar está consagrada por um concurso internacional efectuado todos os anos em Vilanculos.

Quatro portos estão abertos à navegação:Inhambane (visitado regularmente pela cabotagem), Vilanculos, Mambone e Bartolomeu Dias.A capital do Distrito é a cidade de Inhambane.

Fonte: Arquivo Pessoal