20 de setembro de 2026
República de Moçambique: Em Maputo, Lula da Silva Rende Homenagem aos Heróis que Libertaram Moçambique da Colonização Portuguesa (Ano 2008)
Portugal: Soares Tentou Levar os Comunistas Para a Coligação Entre PS e CDS (Ano 2008)
Portugal: Álvaro Cunhal Fez Mais Anticomunistas em 1975 que Salazar em 40 Anos (Ano 2008)
África do Sul: A Nível Provincial, Dissidentes do ANC Juntam-se à Oposição (Ano 2008)
5 de setembro de 2026
República de Moçambique: Acidente de Mbuzini - Paul Fauvet Contraria Hans Louw (Ano 2008)
Hans Louw volta a ser contrariado, a respeito do acidente de aviação de Mbuzini em que perdeu a vida o Presidente Samora Machel. Mas desta vez Louw não tem pela frente os factos, mas antes uma afirmação a todos os títulos sensacionalista de que o Tupolev presidencial era para ser desviado para a Swazilândia onde seria abatido. Quem assim especula é Paul Fauvet, editor dos serviços de língua inglesa da AIM, agência de notícias de carácter oficioso, directamente dependente do Gabinete de Informação (GABINFO), que por seu turno depende directamente do Gabinete da Primeira-Ministra.
A edição de ontem do jornal swazi, «Times of Swaziland», refere que “Paul Fauvet, jornalista há muito a trabalhar para a Agência de Informação de Moçambique (AIM), recentemente defendeu a teoria de que o plano original dos assassinos de Machel era o de desviar o avião para a Suazilândia onde seria abatido por um míssil, e depois a responsabilidade atribuída à Renamo.”
Tanto Fauvet, há muito envolvido com a Frelimo, como Hans Louw assentam a sua teoria na existência de um VOR falso, algo que ficou demonstrado pelos peritos que investigaram o acidente de aviação como não tendo qualquer fundamento. O Tupolev transportando o Presidente Samora Machel colidiu contras os Montes Libombos em Mbuzini pelo facto dos pilotos terem desrespeitado instruções precisas dadas pela Torre de Controlo do Aeroporto Internacional de Maputo, descendo abaixo da altitude mínima de segurança que lhes havia sido atribuída, com o intuito de efectuarem uma aterragem visual à noite e com alguma nebulosidade mas sem terem contacto com o terreno, para além de haverem ignorado o aviso sonoro fornecido pelo Sistema de Aviso de Proximidade do Solo (GPWS) e que foi escutado no interior da cabine de comandos do Tupolev durante 32 segundos.
Por norma, ao ser accionado o GPWS, os pilotos devem de imediato abortar uma descida e, com os motores a trabalhar a uma potência idêntica à da descolagem, fazer o avião subir a uma altitude de segurança.
A nova teoria de Paul Fauvet vem juntar-se a uma outra desde sempre por ele defendida, segundo a qual os radares da Força Aérea Sul-Africana, instalados em Mariepskop, não alertaram a tripulação do Tupolev de que o avião estava a desviar-se da rota. De acordo com Fauvet, a estação de radar de Mariepskop poderia ter evitado o acidente, pois havia seguido o trajecto do Tupolev presidencial desde o Zimbabwe, mas não avisou a tripulação russa de que, ao entrar no espaço aéreo moçambicano, viria a alterar a rota em direcção a Mbuzini, em território sul-africano.
A teoria do editor do serviço de língua inglesa da AIM é igualmente infundada se se considerar que a estação de radar de Mariepskop tem a função de detectar violações do espaço aéreo. Martizkop não é uma estação de controlo de tráfego aéreo. De salientar que o voo em causa decorria dentro do espaço aéreo moçambicano em relação ao qual a referida estação não tinha qualquer jurisdição. Em princípio, caberia às estações de radar de controlo de tráfego aéreo moçambicanas alertar a tripulação do Tupolev, tanto mais que se tratava de uma aeronave que transportava o Chefe de Estado do país.
O procedimento a seguir pela estação de Mariepskop, uma vez detectada uma violação do espaço aéreo, é informar o comando da Força Aérea Sul-africana, a quem cabe a responsabilidade de ordenar a intercepção da aeronave ou aeronaves transgressoras.
Saliente-se o Tupolev presidencial apenas “violou” o espaço aéreo sul-africano numa distância de 150 metros e quando já voava a uma altitude que não era detectável pela estação de radar de Mariepskop.
(Redacção / Times of Swaziland / AIM)
2008-10-21 07:06:00
www.canalmoz.com
República de Moçambique: Samora Terá Sido Assassinado - Crença de Graça Machel (Ano 2008)
República de Moçambique: Afonso Dhlakama Acusado de Falsear História da Renamo (Ano 2008)
28 de agosto de 2026
África do Sul : Dissidentes do ANC Lançam Novo Partido (Ano 2008)
A facção dissidente do Congresso Nacional Africano (ANC), partido no poder na África do Sul, vai lançar oficialmente um novo partido a 16 de Dezembro próximo, anunciou domingo o antigo ministro de Defesa sul-africano Mosiuoa Lekota.
Segundo Lekota, um dos mentores desta iniciativa e que também já desempenhou as funções de secretário-geral do ANC, o lançamento do novo partido terá lugar em Bloemfontein, província do Estado Livre.
Segundo o jornal sul-africano “The Star”, foi nesta cidade Bloemfontein que surgiram outros partidos, incluindo o próprio ANC, o Partido Nacional (arquitecto do antigo regime do apartheid), e o Partido Progressivo.
A data de 16 de Dezembro coincide com o Dia da Reconciliação, que também é feriado nacional na África do Sul. Esta data também marca o início da campanha militar do ANC contra o regime do “apartheid”, que teve lugar em 1961.
“Ninguém nos vai ameaçar. Não se trata de um indivíduo, trata-se de um ideal”, disse Lekota, que falava perante uma multidão calculada em cerca de duas mil pessoas em Bloemfontein.
Na ocasião, ele apelou aos presentes a regressarem às suas comunidades e escolherem “pessoas da sua confiança” para servirem de seus representantes durante a convenção nacional, que será realizada a 2 de Novembro próximo, durante a qual deverão ser debatidas estratégias para a nova formação política.
A cisão no ANC surge como consequência da demissão do antigo presidente sul-africano Thabo Mbeki.
A demissão de Mbeki foi o culminar de uma disputa com Jacob Zuma pela liderança do ANC. Zuma saiu vencedor na conferência anual do partido, realizada em Dezembro do ano passado em Polokwane.
Contudo, a eleição de Zuma acabou por precipitar o ANC para a pior crise desde a fundação do partido, em 1912.
Na semana passada, o antigo governador da província de Gauteng, Mbhazima Shilowa, juntou-se a Lekota e a outros dissidentes do ANC que tencionam formar o novo partido político.
Maputo, Terça-Feira, 21 de Outubro de 2008:: Notícias
República do Botswana: Ex-Presidente do Botswana Recebe Prémio Mo Ibrahim - Cidadão Criou Galardão Para Reconhecer a Boa Governação (Ano 2008)
República de Moçambique: Durante a V Conferência da Via Campesina, Guebuza Reconhece Valor da Agricultura (Ano 2008)
República de Moçambique: Nova Operadora Ameaça "Monopolizar" Mercado de Internet (Ano 2008)
15 de agosto de 2026
Portugal: O 25 de Abril de 1974 e as Independências Exemplares do Império Colonial Português
Mesmo assim, depois de as armas serem entregues, os portugueses foram todos enganados e sem aviso prévio, sem nada o prever, ordenaram a sua perseguição, a sua crucificação, a sua chacina, a sua matança.
O povo português ficou desarmado, indefeso e à disposição das hordas de assassinos, de grupos de maltrapilhos e analfabetos que assolaram a capital, as vilas, as aldeias e as cidades dos arredores, aliás todo o território moçambicano foi invadido por estes criminosos, dizendo que estavam a cumprir ORDENS recebidas dos seus "SUPERIORES" (os de Moçambique e os de Lisboa).
Armados de catanas, metralhadoras, baionetas e outros materiais contundentes, perseguiram o povo português nas casas, nos empregos, nas escolas, nos templos religiosos, nos hospitais, nas machambas, nas ruas, em todo o lado onde estivesse para o chacinar.
Estupraram milhares de mulheres, crianças e idosas, perante a impotência dos homens da família, porque eram manietados, acorrentados, ameaçados com catanas e baionetas, eram obrigados a assistir a estas crueldades horrendas, para depois no fim serem todos chacinados e esquartejados, morrendo assim milhares num conflito hediondo de que o povo português foi a principal vítima.
Nos cemitérios vandalizaram jazigos, campas, caixões e os mortos foram profanados.
Os “superiores de Moçambique e os traidores, os cobardes de Abril, os vendilhões da Pátria – os de Lisboa”, ordenaram estas chacinas, para que o povo ficasse aterrorizado e fugisse imediatamente de Moçambique, para lhes serem confiscados todos os seus bens - os portugueses ficaram sem nada, ficaram despojados de todos os seus haveres.
“Os superiores de Moçambique” não queriam que os portugueses ficassem em Moçambique depois da Independência (obtendo a nacionalidade moçambicana e continuando a viver a sua vida no Moçambique Independente), e também “os traidores, os cobardes de Abril, os vendilhões da Pátria” – os de Lisboa, não queriam os portugueses, os retornados de Moçambique em Portugal.
Não foi o cobarde, o traidor de Portugal, o vendilhão da Pátria – Mário Soares - que disse para que atirassem os portugueses, os retornados de Moçambique, dos aviões para o mar para que fossem comidos pelos tubarões?!
Quando os Soldados Portugueses que ainda se encontravam em Lourenço Marques, a seguir ao 25 de Abril, mesmo que presenciassem violações, roubos e mortes e os portugueses lhes imploravam socorro, eles faziam chacota, palitavam os dentes, mascavam chuingas, fumavam e cuspiam para o chão, cruzavam e descruzavam os braços ou as pernas, viravam costas, ficavam indiferentes, em posição de descanso, quer vissem desmembrar crianças (como aconteceu na Ponte Pinto Teixeira), violar mulheres à frente de todos ou rebentar as portas das cantinas, das casas ou das flats, para matar os donos e roubar-lhes tudo, diziam: “São Ordens de Lisboa”.
E a procissão de veículos, carros, camiões, motorizadas e jeeps (Lourenço Marques/Matola) regados com gasolina a que deitavam fogo depois de trancar as portas com os seus ocupantes lá dentro, filas intermináveis de veículos a arder, tudo em labaredas gigantescas, fumos imensos negros e densos, cheirando a carne queimada por toda o lado, parecia que Lourenço Marques, as suas vilas, as aldeias e as cidades nos seus arredores, iam desaparecer do mapa, num inferno dantesco, um autêntico apocalipse.
As pessoas que eram apanhadas vivas, enfiavam-lhes pneus dos carros pelas cabeças abaixo, que lhes imobilizavam os braços, ficavam logo em asfixia, penduravam-nas nas árvores, regavam-nas com gasolina e deitavam-lhes fogo, uns autênticos archotes humanos.
Foi um espetáculo horroroso e diabólico que preencheu os 250 quilómetros que medeiam entre Lourenço Marques e a cidade de João Belo.
Em Lourenço Marques e nos seus bairros limítrofes (Mahotas, Infulene, Aeroporto, Malhangalene, Mafalala, Benfica, Xipamanine, etc.), muitas casas foram incendiadas com as pessoas lá dentro, outras conseguiram fugir e andaram refugiadas no centro da cidade de Lourenço Marques, onde foram acolhidas em casa de familiares, ou em casa de pessoas conhecidas e outras foram acolhidas até por pessoas desconhecidas.
Porque estas hordas de assassinos, já estavam a fazer um cerco à cidade de Lourenço Marques para obrigar o povo, que estava cada vez mais encurralado, a fugir para a Baixa da cidade, em direção à sua Baía – não havia outra escapatória, morreriam chacinados, ou morreriam todos afogados - seria uma carnificina absoluta e inexorável.
Claro que perante estas chacinas levadas a cabo com uma selvajaria diabólica e não havendo sinais para que terminassem, deu-se a debandada geral dum povo que foi abandonado desde o início e de propósito pelos traidores e cobardes de Lisboa, crucificado, fragilizado, aterrorizado, horrorizado, traumatizado, que conseguiu sobreviver a tamanha matança, deixando para trás todos os seus familiares chacinados, os seus bens imóveis, móveis, veículos e pertences pessoais - tudo o que ainda não tinha sido saqueado, tudo o que ainda não tinha sido pilhado - saindo às pressas de Moçambique com uma mão à frente e outra atrás, com uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma.
O dinheiro que muitos portugueses tinham guardado nos bancos, as economias que muitos andaram a poupar ao longo dos anos com muito trabalho e sacrifício, com a intenção de terem uma velhice digna já que não havia reformas, sem aviso prévio ficaram sem as suas economias, ficaram sem nada, ficaram sem um tostão, porque as contas bancárias pessoais e das Empresas foram todas congeladas após o 25 de Abril, a mando dos “superiores de Moçambique e dos traidores, dos cobardes de Abril, dos vendilhões da Pátria – os de Lisboa”.
Os portugueses só conseguiam sair de Moçambique no Aeroporto de Lourenço Marques ou nas Fronteiras terrestres, saindo em direcção à África do Sul e outros países africanos, mediante a apresentação de um documento emitido pela Frelimo, onde era comprovado que tinham sido entregues as chaves de todas as habitações alugadas ou próprias (na mesma semana antes de saírem de Moçambique, a minha família que eram proprietários de automóveis deitaram as chaves para dentro da Baía do Espírito Santo / Baía de Lourenço Marques) e o Papel Azul emitido pelas Finanças em como os Impostos estavam todos pagos, caso contrário não podiam sair de lá.
Os massacres mais hediondos perpetrados contra o povo português (de todas as raças e de todas as crenças) e que estão na memória de quem “sobreviveu a eles” são o 7 de Setembro, o 21 de Outubro e o 17 de Dezembro de 1974.
Na altura destes massacres tinha surgido na cidade de Lourenço Marques “um grupo refratário, insignificante e asqueroso de portugueses de todas as raças e de todas as crenças”, que não aceitavam jamais que Moçambique fosse Independente, contribuindo eles também com este ignóbil, intolerável e inaceitável protesto, ao massacre dos seus compatriotas.
Passados tantos anos, “este grupo refratário”, cujos nomes constam de uma lista (eu sei o nome de algumas pessoas que ainda estão vivas), que está na posse do Governo de Moçambique desde essa data - continuam a estar proibidos de pisar “Terra Moçambicana”.
Ainda estão vivos alguns dos "Responsáveis" (moçambicanos e portugueses) pelos hediondos massacres perpetrados ao povo português, que lançaram milhares de corpos de portugueses nas águas da Baía, dos rios Limpopo, Incomáti, Umbeluzi, Matola, ou os transformaram em cinzas fumegantes na terra que se acreditava que pudesse ser de todos os que lá estavam e que queriam continuar a viver nela – portugueses de todas as raças e de todas as crenças.
Esta chacina foi compactuada com os de “Moçambique e com os traidores e os cobardes do 25 de Abril (os vendilhões da Pátria)” – que deram as independências às pressas.
Depois do 25 de Abril de 1974, todos os antigos combatentes da guerra colonial, quando chegaram a Lisboa, alguns com a vergonha que sentiram por terem abandonado os portugueses de Moçambique, emigraram para a Europa, América do Norte, América do Sul, Austrália. Todos os Soldados da Guerra Colonial foram abandonados por Portugal, ao longo destes anos de "democracia".
Durante a guerra colonial e também no pós-25 de Abril, alguns dos ex-combatentes perpetraram por conta própria "Crimes de Alta Traição à Pátria Portuguesa e ao seu Povo" e que estão “gravados” nas páginas negras da História de Moçambique e da História de Portugal.
Um dos meus irmãos que cumpriu o serviço militar em Tete, numa das muitas emboscadas de que foi alvo, a sua companhia sofreu uma emboscada terrível em 1972, onde camaradas seus perderam a vida, outros ficaram gravemente feridos, foram evacuados para o Hospital Militar em Lourenço Marques e outros foram evacuados para a Metrópole/Alcoitão, muitos deles ficaram com braços e pernas amputados e muitos até sem os olhos, ficaram inválidos, mutilados, cegos e com traumas de guerra para toda a vida.
Ao fim de uns meses depois de ter recuperado e de estar novamente apto, esteve três meses em serviço no Quartel Geral sito no Bairro do Alto-Maé na cidade de Lourenço Marques.
A Baía de Lourenço Marques com uma largura de 36 quilómetros e 52 quilómetros de comprimento, forma o Estuário do Espírito Santo com 30 quilómetros quadrados.
Na Baía embocam, além de outros, os rios Maputo, Incomáti, Umbeluzi, Matola e Tembe.
A Xefina (constituída por 3 ilhas, Xefina Grande, Xefina Média e Xefina Pequena), fica dentro do Estuário do Espírito Santo, a uma distância de 5 quilómetros de Lourenço Marques, quase frente à Praia da Costa do Sol.
Na Xefina Grande existia na altura um Forte e uma Prisão Militar.
O seu serviço durante esses três meses consistiu no seguinte:
Ia todos os dias com os seus camaradas à Xefina num barco da Marinha para levarem géneros alimentícios, medicamentos, correspondência e outros, aos militares que ali se encontravam presos a cumprirem pena sentenciada pelo “Tribunal de Guerra” por terem cometido crimes contra o “Estado Português”.
Em seguida o meu irmão retornou a Tete para cumprir o tempo de serviço militar que ainda lhe faltava para passar à disponibilidade.
Falando em militares condenados pelo “Tribunal de Guerra” e presos na Xefina Grande, quem não se lembra de nos meados dos anos sessenta, um militar ter morto a tiro, três camaradas seus à porta da entrada do Quartel Geral (Alto-Maé) na cidade de Lourenço Marques?
Pois eu lembro-me desta tragédia, nunca o vou esquecer enquanto viver, porque um deles abatido. pertencia à nossa família e era filho único, sem irmãos, a casa onde morava ele e os pais ficava perto do Quartel onde foi morto, na Avenida 24 de Julho – Alto-Maé.
Os pais com o desgosto de ficarem sem o único filho, poucos meses duraram, ficaram todos sepultados no Jazigo de Família no Cemitério de S. José de Lhanguene.
Esta imensa vergonha que, com a Inquisição, constituem as mais negras páginas de uma História gloriosa – como foi a de Portugal – talvez para mostrar que mesmo um povo de heróis pode gerar traidores e fratricidas.
- Porque é que Portugal não pôs uma ponte aérea para os portugueses saírem de Moçambique como fez em Angola?
- Porque é que Portugal deu um prazo gigantesco, estranho e excessivo de 10 anos para entregarem Macau à China, e não fez o mesmo com as Províncias Ultramarinas, com todo o seu Império Colonial Português?!
Que o povo moçambicano tenha muita paz, muita saúde, que seja muito feliz e que viva com muita prosperidade.


























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