12 de novembro de 2017

Fim da Longa Guerra e Descolonização (Fernando Madail)


Acordos. Treze anos após Salazar ter ordenado "para Angola, rapidamente e em força", a paz chegava às três frentes de batalha. Mário Soares não pensou nas independências de Cabo Verde, São Tomé, Timor. E distinguiu o acolhimento dado a 800 mil retornados e aos pieds noirs franceses.

"O senhor é que não me dá lições de patriotismo a mim!", gritava Mário Soares a Spínola na véspera da reunião com os dirigentes do PAIGC, em Argel, a 15 de junho de 1974, como revelou Almeida Santos (Quase Memórias, 2.º vol.). Naquela fase, as teses sobre o futuro das colónias ainda provocava choques entre as várias fações que se digladiavam após a Revolução do 25 de Abril. O então ministro dos Negócios Estrangeiros tentava conseguir a paz e a autodeterminação com os movimentos de libertação, mas as declarações de Spínola e dos que pretendiam um processo mais lento ou o caminho do federalismo chocavam com a realidade: a extrema-esquerda tinha lançado a palavra de ordem "nem mais um soldado para as colónias" e, nos teatros de guerra, os militares portugueses já confraternizavam com aqueles que, antes, eram os "turras".

6 de outubro de 2017

EUA: Salazar Rejeitou Mil Milhões de Dólares em Troca da Independência das Colónias



Proposta Feita Pela CIA Tornada Pública em Livro

Proposta feita pela CIA tornada pública em livro: EUA: Salazar rejeitou mil milhões de dólares em troca da independência das colónias

António Oliveira Salazar rejeitou uma proposta dos Estados Unidos para a independência das ex-colónias portuguesas a troco de mil milhões de dólares (782 milhões de euros), porque "Portugal não estava à venda", revela um ex-responsável norte-americano no seu livro "Engaging Africa: Washington and the Fall of Portugal's Colonial Empire".

Portugal: A Herança de Salazar


Açores - Ponta Delgada

20 de setembro de 2017

18 de agosto de 2017

26 de julho de 2017

A Sagrada Ilha Japonesa Proibida a Mulheres é Património da UNESCO


A sagrada ilha japonesa de Okinoshima 


A sagrada ilha de Okinoshima, no Japão, acaba de se converter em Património da Humanidade da Unesco, debaixo de uma forte polêmica, já que, entre as suas regras, encontra-se a proibição de acesso de mulheres.

Situada a 60 km da costa de Kyushu, Okinoshima é um dos três lugares sagrados pertencentes ao Grande Santuário de Munakata, e reúne mais de 80 mil oferendas realizadas aos Deuses xintoístas do mar.

As regras são estritas. Apenas 200 homens por ano podem visitar a ilha, que fica no sudoeste do Japão, e, antes disso, têm que se banhar nus para se purificarem. Os escolhidos não podem comer carne de animais de quatro patas durante a estadia, nem levar nada da ilha – nem sequer uma pequena pedra ou algum pedaço de planta.

Depois de deixar o local, ninguém pode nunca mais falar de Okinoshima.

A UNESCO incluiu agora a pequena ilha de Okinoshima, com menos de 1 km2, na sua exclusiva lista de património protegido, por ser “um exemplo excepcional da tradição de culto de uma ilha sagrada”.

Mistério da carta de Abraham Lincoln terá sido finalmente resolvido



Abraham Lincoln, o 16.º presidente dos EUA


Linguistas forenses acreditam ter resolvido o mistério da famosa “Carta Bixby”, datada da era da Guerra Civil norte-americana, que historiadores atribuem ao presidente Abraham Lincoln. Mas afinal, não terá sido ele a escrevê-la.

 Conhecida como a “Carta Bixby” e datada de 1864, esta missiva foi enviada a uma mãe de Boston, Lydia Bixby, para a confortar pela perda dos seus cinco filhos na guerra civil norte-americana.

Assinada A. Lincoln, a carta sempre foi atribuída ao 16.º presidente dos EUA, mas havia também suspeitas de que poderia ter sido escrita pelo seu secretário, John Hay. Uma equipa de linguistas forenses das Universidades de Manchester e de Aston, no Reino Unido, recorreu a tecnologia de ponta para desfazer o mistério, e concluiu com 90% de certeza que a mão que escreveu a carta foi a de Hay.

24 de julho de 2017

Moçambique: Postais Antigos da Cidade da Beira



Moçambique: Maputo Cidade de Contrastes


Moçambique: Imagens da cidade de Nacala



Portugal: A Lição de Salazar


Arqueólogos acreditam ter descoberto o túmulo da mulher de Tutankamon



Um grupo de arqueólogos diz ter encontrado, no Vale dos Reis, em Luxor, o túmulo da famosa rainha Ankhesenamun, esposa de Tutankamon, o mais famoso faraó do Egito.

Segundo o arqueólogo Zahi Hawass, os especialistas examinaram o local entre fevereiro e maio com um radar, descobriram o que parece ser a entrada de um túmulo e quatro jazidas de fundação que estavam cheias de potes de cerâmica, restos de alimentos e ferramentas, um sinal inequívoco da construção de um túmulo nas proximidades.

“Temos certeza de que há um túmulo lá, mas não sabemos a quem pertence. Os antigos egípcios geralmente construíam quatro ou cinco jazidas sempre que começavam a construir um túmulo”, acrescentou o cientista ao Live Science.

Segundo o Live Science, o novo túmulo está localizado perto do túmulo do faraó Ay, que foi casado brevemente com Ankhesenamun e sucedeu a Tutankamon no trono.

Esta teoria, porém, é questionada por alguns estudiosos que dizem que Ay era realmente o avô materno de Ankhesenamun, e até sugerem que a rainha foi casada com o seu pai durante algum tempo.

Membro de longa data antiga realeza egípcia, Ankhesenamun foi a terceira de seis filhas do faraó Akhenaton e de Nefertiti. Casou-se com o seu meio-irmão Tutankamon quando tinha entre 8 a 10 anos e este tinha 13 anos, tendo governado entre 1332 e1327 aC.

Se confirmada, esta nova descoberta pode ajudar a desvendar o destino da esposa do rei mais famoso do Egito, visto que não há registos históricos depois do seu segundo casamento.

Zap.aeiou, 21 de Julho de 2017