22 de maio de 2016

Angola: Banana do Culango a Caminho da Europa



Um navio com o primeiro lote de 17 toneladas de banana parte hoje do Porto do Lobito, em Benguela, com destino a Portugal, 42 anos depois da última exportação desse produto de Angola para a Europa.

Até ontem estava em curso o carregamento do navio italiano “Santa Francesca”, que entra assim para a história das exportações angolanas e do também conhecido negócio do “ouro verde”, ao transportar banana do Culango para o velho continente.

A notícia foi avançada pela Rádio Nacional de Angola, que ouviu o responsável da Fazenda Agro-Industrial Bacilin sobre o processo de retoma das exportações de banana a partir do Culango, que é uma região tradicional. 

Eduardo Rodrigues garantiu que tem tudo organizado e que depois das inspecções e certificações de qualidade efectuadas quer a nível da direcção local da Agricultura, quer no destino, tudo está a postos para a primeira exportação de banana de Angola para a Europa.

Falemos Então de Corrupção - José Ribeiro


Os factos são suficientemente claros para se ver que a corrupção nasce, cresce e se desenvolve a partir da Europa e da América do Norte e particularmente daqueles países que encabeçam a lista dos campeões do combate à corrupção.

Os últimos grandes escândalos mundiais de corrupção surgiram aonde? Precisamente no Luxemburgo, com os incentivos fiscais às multinacionais que procuram potenciar os lucros, na Suíça, que esconde o dinheiro dos contribuintes dos EUA que fogem ao fisco e é sede da perdulária FIFA, no Vaticano, símbolo e arauto da ética e da moral, em Espanha, com a corrupção na família real; e em toda a Europa, com chefes de Governo e ministros a apresentarem contas no paraíso fiscal do Panamá. 

Há tempos ofereci um livro de um autor suíço a um velho e prestigiado professor universitário português. O livro dizia que a Suíça é um dos mais corruptos países do mundo. Pensava eu, na minha jovialidade, que estava a dar um novidade. “Isso já se sabe desde os anos 50”, disse-me ele, para desilusão minha. 

21 de maio de 2016

Maputo: O Prédio Moçambique - Por Cochiwan Tivane



O Prédio Moçambique foi herdado do colonialismo português em condições de habitabilidade razoáveis. Ocupamo-lo na clara legitimidade de pertença. Ávidos em experimentar as alturas e pregar aos quatro ventos a condição de morador predial.

Algumas famílias com postura citadina, justificada pelas andanças por alguns quadrantes de mundo, outras pela luta travada para ocupação do prédio, foram confiadas a gestão deste, dado o prestígio e admiração que granjeavam perante os galuchos da urbanização. Tais famílias, confiadas a gestão do prédio tiveram a escolha de ocupar o décimo e ultimo andar do prédio para melhor controlar os demais.

Gente sem escola, na nossa condição de suburbanos lançámos todos desperdícios domésticos (lixo) pelas janelas do primeiro, segundo, terceiro, quarto ate ao nono andar. Aquilo parecia lançamento de bombas em pleno dia D da segunda guerra mundial.

Criámos cachorros na varanda e pilamos milho, até pequenas hortas tiveram lugar neste edifício. As batucadas e danças eloquentes caracterizam as nossas festinhas de final de semana, afinal
Moçambique é maning nice.

Nas segundas-feiras eram notórios o acumulo de garrafas, beatas de cigarros e latas atiradas dos diferentes andares do prédio para as varandas comuns.

Portugal: Anúncios Antigos


Marcas e suas origens


Moçambique: Praias da Polana e Miramar de Maputo


Moçambique: Hospital e Maternidade de Maputo


Moçambique: Cidade de Maputo


Moçambique: Associação Portuguesa de Artesanato


Moçambique: Meticais


25 de abril de 2016

O 25 de Abril de 1974 e a Independência Exemplar do Território Colonial de Moçambique



Quanto «às independências ditas exemplares pelos vendilhões da Pátria Portuguesa, pelos traidores e cobardes do 25 de Abril de 1974», o povo português que vivia na ex-colónia de Moçambique (de todas as raças e crenças), logo a seguir ao 25 de Abril, foi obrigado a entregar as armas que tinham em casa (os que as tinham), mediante a ameaça que JOAQUIM CHISSANO fez através da rádio, que se não as entregassem, imediatamente mandaria chacinar os portugueses pelos marginais.

Mesmo assim, depois de as armas serem entregues, os portugueses foram todos enganados e sem aviso prévio, sem nada o prever, ordenaram a sua perseguição, a sua crucificação, a sua chacina, a sua matança.

O povo português ficou desarmado, indefeso e à disposição das hordas de assassinos, de grupos de maltrapilhos e analfabetos que assolaram a capital, as vilas, as aldeias e as cidades dos arredores, aliás todo o território moçambicano foi invadido por estes criminosos, dizendo que estavam a cumprir ORDENS SUPERIORES recebidas da FRELIMO (Samora Machel, Joaquim Chissano, Marcelino dos Santos) e do GOVERNO DE PORTUGAL (Melo Antunes, Mário Soares, Almeida Santos, Victor Crespo, Otelo de Carvalho, Vasco Gonçalves).

Indecoroso, por Adriano Moreira



VERGONHA é comparar a Reforma de um Deputado com a de uma Viúva.

VERGONHA é um Cidadão ter que descontar 40 ou mais anos para receber Reforma e aos Deputados bastarem somente 3 ou 6 anos conforme o caso e que aos membros do Governo para cobrar a Pensão Máxima só precisam do Juramento de Posse.

VERGONHA é que os Deputados sejam os únicos Trabalhadores (???) deste País que estão Isentos de 1/3 do seu salário em IRS… e reformarem-se com 100% enquanto os trabalhadores se reformam na base de 80%...

VERGONHA é pôr na Administração milhares de Assessores (leia-se Amigalhaços) com Salários que desejariam os Técnicos Mais Qualificados.

23 de abril de 2016

Moçambique: O país vai a pique, qual Titanic



Chorar é o que nos resta fazer como um povo, como moçambicanos. Até porque nunca, em tão pouco tempo, coincidiu tanta notícia má para o sofrido povo moçambicano que, de Janeiro à Janeiro, é obrigado a viver à intempérie. O que já era difícil para a população moçambicana, agora piorou. E, pelo andar da carruagem, tudo indica que os tempos que se avizinham serão de terror, de duros golpes na mesa dos moçambicanos. Serão tempos de apertar o cinto mais do que já está apertado.

Espanha: Pontevedra


Espanha: Parque Natural Ria Barosa (Pontevedra)